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Veja diz que flechada final de Janot traz documentos falsos; ex-PGR pode ter estragado tudo e vai se dar mal

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Uma matéria da Revista Veja diz que a segunda flechada de Janot contra Temer – ou seja, a segunda denúncia – “cita inquéritos que o ex-advogado da Odebrecht, Rodrigo Duran, afirma terem provas falsas fornecidas pela empreiteira ao MP. Duran questiona os extratos de uma conta no Meinl Bank, em Antígua”.

Leia mais:

Entre os problemas, datas em português num documento em inglês e a movimentação da conta depois de encerrada. Na denúncia, Janot utiliza extratos do mesmo banco, com as mesmas inconsistências, para acusar Temer, Eduardo Cunha e Henrique Alves.

O extrato abaixo, por exemplo, indica intervalo de dois anos entre duas movimentações, uma em 6 de outubro de 2010 e a seguinte em 26 de setembro de 2012. Outro extrato da mesma conta mostra, entretanto, que foram feitas transações neste período.

Além disso, o extrato foi feito no dia 14 de outubro de 2016. Na data, o sistema do banco estava sob bloqueio de autoridades suíças, inviabilizando a operação.

O saldo também é alvo de suspeitas. Um extrato aponta para cerca de 1,3 milhões de dólares. Em outro, da mesma conta e data, o montante está negativo em 178 mil dólares.

Veja:


Já no documento abaixo, oito transferências bancárias (book transfer) foram inseridas de forma manual, e consideradas fraude. Elas estão sublinhadas.


Janot, o que você fez?

Até se entende o uso do cargo PGR para ir atrás de adversários políticos (e proteger aliados), uma vez que não existem mais instituições sólidas no Brasil.

Mas há um certo limite que não deve ser ultrapassado. Janot ignorou essa regrinha básica e acabou estragando seu plano de encerrar o mandato de um presidente que se tornou inimigo dos petistas, que o colocaram na PGR.

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Em outra péssima notícia para Janot, Léo Pinheiro propõe detalhar pagamentos por palestras de Lula

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O Globo informa que  Léo Pinheiro promete detalhar como foram efetuados pagamentos de palestras a Lula e doações ao Instituto Lula. Isso é o que está em sua nova proposta de delação.

Pinheiro disse isso na última terça-feira à Polícia Federal. Essa delação promete mais bombas sobre a cabeça dos petistas.

Pinheiro foi sentenciado por Moro a mais de 35 anos de prisão e está tentando diminuir seu tempo em cana.

Uma das maiores vergonhas do mandato de Janot – e não são poucas – foi ter suspendido a delação de Pinheiro em agosto de 2016 a partir da narrativa de que “houve vazamento de informação”.

Agora que Janot saiu da PGR, não dá mais para segurar delações que implodam petistas, não é mesmo?

Agora o Brasil vai descobrir o que está na delação que foi censurada por Janot em agosto de 2016.

Raul Jungmann ofende o povo ao falar que seria uma “tragédia” se as Forças Armadas fossem para o confronto

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Em entrevista à GloboNews o ministro da Defesa, Raul Jungmann, mostrou que não se importa com a defesa da população civil:

As forças Armadas, pelo prestígio e legitimidade que elas têm, passam a assumir um papel que, de fato, elas não podem corresponder. Vou dar um exemplo, para ficar bem claro. Você viu esses tiroteios que ocorreram na Rocinha. Se as Forças Armadas, que são preparadas para destruir, para enfrentar o inimigo, que tem armamento de alta capacidade destrutiva, se elas fossem fazer isso na Rocinha, você ia ter uma chacina, uma tragédia.

Mas é essa a ideia, Jungmann?

Que seja uma tragédia se abatendo sobre os criminosos para reduzir a tragédia que se abate sobre a população civil.

Se num dia for divulgado que 100 bandidos morreram em confronto com o Exército, o povo sofrido não irá considerar isso uma tragédia. Mas um alívio.

Ele ainda disse:

As Forças Armadas podem ajudar, podem apoiar, mas o papel fundamental é das polícias. O problema da Segurança não vai ser resolvido pela Defesa. Ela pode ajudar. No Rio de Janeiro, está ajudando. Mas, de fato, o problema da Segurança tem que ser resolvido na Segurança, e não na Defesa.

Na verdade tem que ser resolvido pelo Estado – seja vindo de ações da Segurança como da Defesa.

Para o pagador de impostos, isso não imposta.

Deixe de ser arrogante e insensível, Jungmann.

Gilmar Mendes dormiu durante todo o vôo em que estava Janot, que não tem mais como dormir tranquilo

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O site Anestesista – que iludiu a direita janotista por 4-5 meses, na defesa ferrenha de Janot – ainda tenta raspar o fundo do tacho.

Ficaram bravinhos com a resposta dada por Gilmar Mendes à Coluna do Estadão. O ministro do STF disse que nem se incomodou com a presença de seu inimigo (agora em desvantagem), Rodrigo Janot, no mesmo avião que ele com destino a Portugal.

As mentiras do Anestesista são tantas, que eles chegaram a tentar tirar uma lasquinha de Mendes: “No momento da foto publicada pela coluna, o ministro do STF, sentado na fileira atrás da do ex-PGR, ainda estava acordado”.

Porém, nesse momento o avião ainda não havia levantado vôo. Logo, eles não conseguiram provar que Gilmar Mendes não estava dormindo durante todo o vôo.

Que papelão, anestesistas.

Em tempo: Gilmar Mendes é como todo ministro do STF. Acusado de partidarismo. Porém, sobre Janot recai hoje o medo de que Joesley e Wesley delatem tudo. Mendes não corre risco de ir para a cadeia, ao contrário do que pode acontecer com Janot.

É Janot que hoje tem motivos para ficar com insônia.

PGT Ronaldo Fleury pode se complicar feio após fazer acusação gravíssima e sem provas contra trabalhadores do RN

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O MPT do Rio Grande do Norte, em ação movida pela procuradora Ileana Neiva Mousinho, quer lançar uma multa de R$ 38 milhões contra o Grupo Guararapes. Isso tem causado revolta na população, pois causará o desemprego de 5000 pessoas na região.

De uma semana para cá, os trabalhadores tem se mobilizado para evitar o desemprego. A mobilização deixou a elite da procuradoria incomodada. Com isso, o procurador geral do trabalho, Ronaldo Curado Fleury, entrou no jogo para intimidar Flavio Rocha, dono da Riachuelo.

Veja o que se diz na Tribuna do Norte:

O Ministério Público do Trabalho (MPT) anunciou nesta quarta-feira que vai criar um grupo de trabalho para conduzir a ação civil pública movida contra o Grupo Guararapes, para responsabilizar a companhia por irregularidades em confecções que prestam serviços terceirizados.

Em coletiva de imprensa em Natal, o MPT informou que a decisão foi tomada para “despersonalizar” a ação, de forma a garantir a segurança dos envolvidos no caso. De acordo com o órgão, a procuradora Ileana Neiva Mousinho, que estava à frente do processo, tem sido alvo de uma série de ataques pessoais nas redes sociais nos últimos dias.

Em resumo, se a ação vai ser “despersonalizada”, isso mostra o interesse de auxiliar a procuradora a omitir o seu nome.

Porém, Ronaldo Fleury comete não faz apenas uma falsa comunicação de crime, como também pratica calúnia e difamação contra todos os funcionários das facções que atuam com a Guararapes. Observe:

Entramos com uma notícia-crime contra o empresário Flávio Rocha junto ao Ministério Público Federal, que agora vai analisar se há indícios de crime para abrir ou não uma ação penal contra ele. As ofensas pessoais e a incitação à violência foram atitudes absolutamente desproporcionadas e, sob o nosso ponto de vista, criminosas com relação à procuradora Ileana Neiva e ao MPT como um todo. Tenho 23 anos no Ministério Público e nunca vi uma reação como essa. Não sei se estão fazendo uso político dessa situação ou se é uma tentativa de intimidação do Judiciário. Mas se acham que vamos desistir, é uma loucura. Bastava ter um mínimo de bom senso para saber que isso não iria acontecer. Já deixei claro que não vamos desistir.

Agora reveja os prints de Flavio Rocha que dão base ao ataque de Ronaldo Fleury:

Os prints mostram Flavio Rocha apontando o altíssimo nível de rejeição à procuradora que quer causar um desemprego e um convite para ela visitar qualquer uma das facções junto a Nevaldo Rocha (pai de Flavio Rocha e fundador do Grupo Guararapes). É basicamente um desafio para testar as alegações da procuradora: se Nevaldo Rocha fosse vaiado, e não ela, estaria comprovada a veracidade de uma nota lançada pelo MPT. Por que o medo de visitar o local? Medo de tomar vaia?

Como se nota, existe apenas a convocação ao diálogo e um desafio para validar as alegações da procuradora (que alega estar do lado dos empregados).

Mas por causa disso, o procurador geral Ronaldo Fleury usa a narrativa de que Flavio Rocha teria praticado “incitação à violência”. Aí reside a transversalidade do ataque sórdido feito por Fleury.

Ao dizer que Rocha estaria “incitando a violência” – quando os prints são claros em mostrar que isso não aconteceu -, Fleury está acusando os funcionários das facções que atendem a Guararapes de serem violentos, mesmo que ele não tenha prova nenhuma disso.

Ora, se o máximo que provavelmente aconteceria é uma vaia lançada à procuradora e Fleury diz que, em vez disso, ocorreria violência, ele está acusando os funcionários das facções de uma agressão que nem cometeram e não possuem intenção de cometer. Ao menos até que ele prove essa intenção (de agressão), coisa que não fez.

Se a ação do MPT é baseada em trazer o desemprego a essas pessoas, chamá-los de violentos – sem ter provas de que cometeriam qualquer crime – é também uma difamação contra esses profissionais.

Com isso, o procurador geral Fleury defende não apenas desempregar essas pessoas, como também tirar a empregabilidade delas ao manchá-las com a acusação de “violentos” ou “potencialmente violentos”, tudo em troca de uma narrativa para intimidar Flavio Rocha.

Ao fazer esse tipo de ataque aos funcionários das facções, o procurador geral pode acabar tomando um processo coletivo pela acusação antecipada (e sem provas) de que os funcionários das facções estariam dispostos a cometer violência. Cada pessoa que foi acusada de ser violenta pode processar Fleury.

No mínimo, o procurador geral Fleury teria que se explicar.

A que ponto desceu o MPT: acusar pessoas que protestam por seus empregos de “violentas” sem que elas tenham cometido qualquer ato de violência.

Fleury deve desculpas aos trabalhadores.

Gilmar Mendes vira o jogo e nega liberdade aos irmãos Joesley e Wesley; Janot deve ter ficado muito chateado

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Lemos no Estadão:

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), rejeitou nesta sexta-feira (22) os habeas corpus impetrados pelas defesas dos irmãos Joesley e Wesley Batista, que buscavam reverter a prisão preventiva decretada no processo em que os executivos são acusados de lucrar indevidamente no mercado de ações e usar informações privilegiadas antes de vir à tona o acordo de colaboração premiada que firmaram com o Ministério Público Federal (MPF).

Mendes é a voz mais contundente dentro do STF contra a delação premiada do grupo J&F, que fundamentou duas denúncias apresentadas pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o presidente Michel Temer. O ministro discordou do argumento dos irmãos de que a decretação da prisão preventiva é desproporcional.

“Destaco que o decreto de prisão preventiva fundamentou o risco à ordem pública na gravidade concreta do crime que, na avaliação do magistrado, ‘afetou gravemente a economia nacional’, e na reiteração de práticas delitivas em circunstância particularmente desfavorável, na medida em que ‘mesmo após a negociação e assinatura dos termos de colaboração premiada, teriam tornado a praticar delitos’”, argumentou Gilmar Mendes em sua decisão.

“A gravidade concreta do crime, representada pelas circunstâncias especialmente gravosas da infração penal, é um indicativo válido da periculosidade do agente e de seu potencial para reiterar ilícitos”, concluiu o ministro, ao rejeitar os habeas corpus dos irmãos Batista.

Há uma grande ironia nisso tudo.

É claro que Gilmar Mendes – como todo ministro do STF – possui decisões questionáveis. As indicações ao STF sempre foram políticas, principalmente aquelas feitas pela extrema esquerda

Mas se todos os ministros do STF devem ser vistos com desconfiança, por que durante os últimos meses parecia que apenas Gilmar Mendes era “o vilão da história”.

No fundo, Gilmar foi atacado pela mídia de forma desproporcional durante 4 a 5 meses por questões políticas. A tropa de Janot – que estava em vantagem entre metade de maio e início de setembro – conseguiu criar um clima anti-Gilmar.

Seja lá como for, Gilmar hoje teve o poder de decisão e poderia muito bem livrar a cara dos irmãos Joesley e Wesley, o que traria um alívio ao PGR Rodrigo Janot, que agora vive com medo de uma delação premiada dos irmãos.

Ora, mas já que Gilmar era “o vilão do Brasil”, tinha a pressão: “Gilmar, mostre que você não é o vilão do Brasil: mantenha Joesley e Wesley presos”.

E assim aconteceu. Hoje foi feita justiça a partir de alguém que estava sob pressão por resultados, que havia sido causada principalmente por alguém que queria ver Joesley e Wesley soltos.

A política é ou não é poética?

Os exterminadores de empregos vão exterminar sua própria reputação: MPT usa falsa comunicação de crime contra dono da Riachuelo

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Na foto estão o procurador geral do trabalho Ronaldo Curado Fleury e a procuradora Ileana Neiva Mousinho

Como já se sabe, o Ministério Público do Trabalho (MPT) no Rio Grande do Norte está perseguindo o Grupo Guararapes – do qual a Riachuelo é uma das principais empresas – na região. A tática do MPT é tentar lançar sobre o grupo uma multa bizarra de R$ 38 milhões de reais a partir de uma acusação vaga. Isso pode causar o desemprego de 5000 pessoas na região, pois a operação pode deixar de existir.

O truque do MPT é perseguir a empresa após ela ter decidido decentralizar sua produção, pulverizar, em diversas fábricas no interior do Estado. Claramente uma ação que aumenta o potencial da empresa de gerar empregos e crescer de forma escalável. Mas isso anda irritando sindicatos que dependem do alto índice de desemprego para capitalizar politicamente.

O dono da Riachuelo, Flávio Rocha, disse, em seu Instagram: A nossa turma está animada. Todos se preparando para a grande manifestação de quinta-feira em frente à suntuosa sede do Ministério Público do Trabalho”.

A manifestação em favor dos empregos foi um sucesso, mobilizando a classe trabalhadora e colocando a procuradora que abriu a ação, Ileana Neiva Mousinho, contra a parede.

Como os trabalhadores já estavam se posicionando durante a semana do lado de seus empregos (e contra a procuradora), um dia antes, na quarta, o MPT decidiu apelar e o procurador geral do trabalho, Ronaldo Curado Fleury, entrou na jogada para tentar intimidar o Grupo Guararapes e a Riachuelo. Porém, eles foram longe demais na jogada.

De acordo com a Tribuna do Norte, vemos que Ronaldo ficou irritado e decidiu partir para o tudo ou nada, fazendo uso do cargo para a intimidação. Leia:

O Ministério Público do Trabalho (MPT) anunciou nesta quarta-feira que vai criar um grupo de trabalho para conduzir a ação civil pública movida contra o Grupo Guararapes, para responsabilizar a companhia por irregularidades em confecções que prestam serviços terceirizados.

Em coletiva de imprensa em Natal, o MPT informou que a decisão foi tomada para “despersonalizar” a ação, de forma a garantir a segurança dos envolvidos no caso. De acordo com o órgão, a procuradora Ileana Neiva Mousinho, que estava à frente do processo, tem sido alvo de uma série de ataques pessoais nas redes sociais nos últimos dias.

Ou seja, se a ação vai ser “despersonalizada”, isso significa um desvio de finalidade do órgão.

O fato é que o MPT está pedindo a responsabilização da companhia quanto aos direitos trabalhistas dos funcionários das chamadas “facções”, como são conhecidas as pequenas confecções terceirizadas, na região do Seridó. Porém, o truque da ação é simular que teriam existido “danos morais coletivos” (que sempre são abstratos) para pedir a multa de  R$ 37,7 milhões.

Como não há argumento que justifique esse tipo de coisa, o MPT estaria entrando para ajudar Ileana fazendo uso de um poder de intimidação.

Ronaldo Fleury já se entrega aqui:

Entramos com uma notícia-crime contra o empresário Flávio Rocha junto ao Ministério Público Federal, que agora vai analisar se há indícios de crime para abrir ou não uma ação penal contra ele. As ofensas pessoais e a incitação à violência foram atitudes absolutamente desproporcionadas e, sob o nosso ponto de vista, criminosas com relação à procuradora Ileana Neiva e ao MPT como um todo. Tenho 23 anos no Ministério Público e nunca vi uma reação como essa. Não sei se estão fazendo uso político dessa situação ou se é uma tentativa de intimidação do Judiciário. Mas se acham que vamos desistir, é uma loucura. Bastava ter um mínimo de bom senso para saber que isso não iria acontecer. Já deixei claro que não vamos desistir.

Nota-se que ele está destemperado, usando discursos de intimidação, provocação e rixa pessoal, que claramente serão utilizados judicialmente contra ele.

Uma matéria do Saiba Mais, diz o seguinte:

A denúncia apresentada pela procuradoria geral do Trabalho é uma notícia-crime. A partir de agora, o Ministério Público Federal vai analisar o processo para saber se dá prosseguimento e transforma a denúncia numa ação penal contra o empresário Flávio Rocha.

O presidente da Associação Nacional dos Procuradores do Trabalho Angelo da Costa afirmou que a entidade dará toda a assistência à procuradora Ileana Neiva, que também deve entrar pessoalmente com uma ação por dados morais em razão dos crimes de calúnia e injúria.

Porém, a observação dos prints (que seriam alvo da notícia-crime lançada contra o dono da Riachuelo) mostra que o MPT está apelando à uma falsa comunicação de crime.

Observe:

Basicamente, Flavio Rocha disse que a procuradora não vai às fábricas pois encontra alto índice de rejeição.

Ele até sugeriu um teste para avaliar a popularidade dela e de Nevaldo Rocha (pai de Flavio Rocha e fundador da empresa): ir à uma facção a ser escolhida por ela e verificar se aplausos são recebidos.

Ele também pediu para não ser perseguido.

Como se nota, não há nada acima que possa ser classificado como “crime de incitação à violência, coação no curso do processo, difamação e injúria”. Mas ao acusar falsamente Flávio Rocha, o MPT praticou falsa comunicação de crime, o que pode enrolá-los de vez.

Tudo dá a impressão de que há algo muito grave que essa gente quer esconder.

Provavelmente é medo de terem que se explicar ao povo caso as operações de confecção tenham que ser fechadas na região e transferidas à outras regiões do país onde não existam procuradores que atuem intencionalmente para causar desemprego.

Ou seja, estão basicamente usando táticas de intimidação para esconder a barbárie que estão praticando.

Porém, apelar à falsa comunicação de crime – como está claro nas palavras de Ronaldo Fleury – é sinal de desespero. No fim, eles podem ser processados – aí sim, com razão – de volta pelo dono da Riachuelo e terem que se preocupar com, além de serem reconhecidos como aqueles que querem causar propositalmente o desemprego na região, processos judiciais.

Ronaldo e Ileana ganham salários altíssimos e ainda possuem estabilidade. Não precisam se preocupar com o desemprego. Isso torna ainda mais grave a desumanidade que estão fazendo contra os trabalhadores. Aqueles que lutam para exterminar empregos estão exterminando a sua própria reputação.

Associação Brasileira de Imprensa perde razão de existir depois de sediar homenagem ao assassino Che Guevara

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Qualquer ser humano honesto que é jornalista ou diz defender jornalistas precisa, antes de tudo, se posicionar contra aqueles que buscam cercear a liberdade de imprensa e, nesse intento, chegam a matar jornalistas. Poucos tipos de seres humanos são tão inimigos dos jornalistas (honestos) quanto os ditadores.

Eis que a Associação Brasileira de Imprensa mostrou todo seu desrespeito aos jornalistas intelectualmente honestos ao homenagear o assassino Gue Guevara, como lemos em matéria do JornaLivre.

Che – morto em outubro de 1967, recebeu in memoriam a Medalha Abreu Lima 2017, concedida pela Casa da América Latina “grandes nomes que integraram e integram a luta pela hegemonia latino-americana”, em evento na sede da Associação Brasileira de Imprensa no último dia 20 de setembro.

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Durante a cerimônia, que lembrou os 50 anos da morte de Che e os 10 anos da Casa da América Latina, o filho mais novo de Che, o advogado Ernesto Guevara March, recebeu a medalha das mãos da jornalista Olga de Assis. A medalha também já foi concedida ao então ditador de Cuba, Fidel Castro.

Para um dos presentes na mesa, Lincoln Penna, historiador e professor aposentado da UFRJ, o terrorista Che Guevara é “uma das maiores lideranças históricas da história” e deve ser um referencial para os latino-americanos na luta pela independência e na defesa contra o imperialismo. “Hoje estamos vivendo um período difícil da humanidade, quando o grande capital financeiro está devorando a dignidade dos povos. O que enfrentamos hoje é mais do que uma ditadura. Creio que todos temos uma tarefa maior de denunciar e combater esse inimigo com o sentimento de pertencimento. Temos que ter Che como referência na ação libertadora das Américas”.

Ou seja, para a ABI vale a pena homenagear aqueles que assassinam a liberdade de imprensa.

Essa instituição não tem mais razão para existir.

Raquel Dodge faz bem ao demitir procurador burro que fez comentários táticos perto de jornalista da Folha

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O Estadão informa que Raquel Dodge “exonerou o procurador regional da República Sidney Pessoa Madruga do cargo de coordenador do Grupo Executivo Nacional da Função Eleitoral (Genafe). A exoneração, segundo a assessoria da procuradora-geral, foi feita a pedido de Madruga”.

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O procurador foi flagrado pela reportagem do jornal Folha de S. Paulo em conversa em restaurante no qual fala que a “tendência” no órgão é investigar o procurador Eduardo Pelella, que foi chefe de gabinete do ex-procurador-geral Rodrigo Janot.

De acordo com a assessoria da PGR, o pedido de exoneração da equipe foi apresentado “com a finalidade de evitar ilações impróprias e indevidas”.

“A PGR reitera informação repassada ao jornal de que o procurador mencionado não atua em matéria criminal e não teve acesso a nenhuma investigação ou ação penal conduzidas pela atual equipe do Grupo de Trabalho da Lava Jato, em Brasília. A portaria de exoneração foi assinada na tarde de hoje”, informou a assessoria da Procuradoria-Geral da República.

Na conversa flagrada pela publicação, Madruga falava sobre a atuação de Pelella, braço direito de Janot, na negociação da delação do grupo J&F.

Faz bem Raquel Dodge ao botá-lo pra fora, pois nesse contexto de guerra política puxar conversa perto de jornalista de esquerda – que provavelmente gravou tudo, é claro – é querer dar munição para o inimigo.

Ou as pessoa entendem que estão num cenário de guerra total ou é melhor sair do jogo.

Em tempo: o procurador demitido comentou que poderia “controlar a Lava Jato”. Bem, todo mundo sabe que a Lava Jato é controlada politicamente. Mas sair dizendo isso em público é burrice.

Quando alguém diz: “ai, ninguém controla a Lava Jato”, isso tem um significado.

Significa que a pessoa está do lado que está controlando a Lava Jato e, como tal, precisa esconder o controle.

Claro que nem todos estão conscientes do jogo. Mas se a pessoa não é consciente do jogo, aqueles que bolaram a narrativa de que “ninguém controla” seguem capitalizando do mesmo jeito. O que importa é que a emoção do tolo seja movida na direção correta.

Assim, quando a tropa de Janot estava na PGR, essa é a turma que deveria dizer que “ninguém controla a Lava Jato”. Agora que é a turma de Dodge, são eles que tem que dizer “ninguém controla a Lava Jato”. Ignorar isso é querer viver na infância política.

Aliás, nunca escondi que prefiro que o governo atual fique até o fim, para desespero dos petistas.

Ponto.

Por isso, uma postura previsível que eu poderia adotar a partir do momento em que assumiu a PGR Raquel Dodge – que não vai jogar no time dos petistas, é claro – era a de dissimular e passar a dizer: “ninguém controla a Lava Jato”.

É jogo fácil e simples de fazer.

Mas não consigo fazer isso diante de meus leitores, pois meu compromisso aqui é discutir a guerra política.

Mas é fato que a Lava Jato sempre foi controlada e vai continuar sendo. O que ocorre agora é apenas uma mudança de controle.

Marcelo Freixo faz discurso monstruoso ao reclamar da ação do Exército na Rocinha e toma paulada dos leitores

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A Rocinha está sob o caos e as gangues do tráfico dominam. Só restou então uma solução: chamar o Exército.

A extrema esquerda está ciente de sua responsabilidade por sempre ter ficado do lado do crime e contra a polícia. Ao lutarem pelo desarmamento, estimularam a violência contra a população civil.

Deviam no mínimo calar a boca neste momento.

Marcelo Freixo nem isso conseguiu fazer.

Veja o show de provocação:

E ele ainda teve a cara de pau de dizer que vai chamar a “Comissão de Direitos Humanos”, que sempre colaborou para o aumento do caos.

Seus leitores não perdoaram. Veja:

Freixo está exagerando na galhofa…

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