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Professora agredida em sala de aula adora discurso psicopático e defende agressão (contra seus adversários políticos)

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Uma das características fundamentais de um psicopata é o duplo padrão. Ou seja, a decisão de não julgar os eventos do mundo por uma ótica de certo ou errado, mas apenas de conveniência.

A professora de extrema esquerda, Marcia Friggi, que foi agredida  em Idaial, cidade de 65 mil habitantes, disse claramente à Rádio Gaúcha que a agressão contra ela é errada.

Mas a agressão contra Bolsonaro (contra o qual foi jogado um ovo por uma militante do PCdoB) não seria uma “agressão”, pois jogar ovo não seria agressivo.

O repórter questionou se não haveria um problema se o aluno jogasse um ovo nela. Aí ela adotou o full mode psychopath on e disse que falar isso seria “nazismo”.

Em suma, essa professora é um monstro que defende a violência. Desde que seja contra aqueles que dela discordem:

Mais um exemplo da periculosidade dessa senhora:

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Guga Chacra pede que Trump se desculpe a pedido de Mitt Romney, mas este é quem deve desculpas

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O esquerdista Guga Chacra diz: “Mitt Romney, um republicano sério, conservador e competente, diz que Trump tem de se desculpar por suas declarações sobre Charlottesville https://t.co/xSMMQw4DU7“.

Parece mentira mas não é:

Bem, agora é Mitt Romney que tem que se desculpar com todos aqueles que foram agredidos pela extrema esquerda nesse fim de semana, pois essa agressão foi incentivada tanto pela mídia de esquerda como por direitistas “cuck” tipo Mitt Romney, que se recusaram a denunciar a violência dos dois lados.

Aliás, Mitt Romney republicano sério e competente?

Que eu me lembre toda a mídia esquerdista o comparava a Hitler e Mussolini durante a campanha de 2012 contra Obama.

A história da vergonha republicana está aí: John McCain (em 2008) e Mitt Romney (en 2012) apanharam até debaixo da língua da mídia de esquerda quando competiram e foram surrados por Obama. Foram rotulados de Hitler, obviamente. Agora, a dupla se junta à esquerda para chamar Trump de Hitler.

Não dá para descer mais baixo que isso.

Os diversos casos de violência contra a direita, ocorridos a partir deste fim de semana, também vão para a conta de Romney e McCain.

Miliciano de extrema esquerda do Canadá agride senhor de idade em Quebec e dá o tom: começou o expurgo

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Em uma ação organizada entre os esquerdistas (principalmente na mídia) e alguns conservadores que capitularam de forma oportunista para a esquerda, o objetivo parece ter sido alcançado: a violência sistematizada contra a direita já está acontecendo.

Como em toda história do fascismo, um dos componentes é o expurgo de inimigos. Em suma, o grupo que se declara “antifa” é o mais fascista de que se tem notícia na atualidade.

Para o expurgo de inimigos, entra em ação o grupo “antifa”, cada vez mais focado na prática de violência contra pessoas de direita.

Um exemplo segue abaixo, conforme o site Renova Mídia:

Como não poderia deixar de ser, a mídia está protegendo os agressores, escondendo fatos assim, que estão acontecendo às dezenas no Canadá e nos Estados Unidos desde o último fim de semana.

Um dos lemas mais conhecidos da política já não tem mais validade: “a única opção à política é a barbárie”.
 
Bem, hoje em dia já somos forçados a admitir que pela a ação política é possível promover muito mais barbárie até mesmo do que quando se ignora a política.
 
Um exemplo está em como a mídia começou a organizar expurgo de pessoas de direita. É uma ação política, que deve ser combatida com forte denunciação.

A Bolívia fecha parcialmente fronteira com o Brasil mas os críticos de Trump não dão um pio

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Carlos Romero Bonifaz, ministro do Interior da Bolívia, confirmou que o Brasil concordou em fechar durante um mês 37 trechos de sua longa fronteira para combater o crime organizado. A medida se limita aos postos fronteiriços do Departamento (Estado) boliviano de Pando. Ela está em vigor desde sábado e deve durar um mês. As informações são da revista Exame.

Bonifaz disse que o objetivo é combater o narcotráfico, o tráfico de armas, de pessoas e outros delitos.

Em julho, integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC) assaltaram uma joalheria em Santa Cruz de la Sierra em uma operação que deixou cinco mortos. Em março, o PCC roubou um carro-forte na cidade de Roboré, próximo à fronteira com o Brasil.

Até aí tudo bem. Tudo muito bom.

Mas como é que fica aquela turma que disse que sob nenhuma circunstância se deve estabelecer controle de fronteiras? Não era para deixar todas as portas abertas? Ou a regra só vale para criticar o muro de Trump?

Professora que tomou soco na cara viverá com medo por causa de impunidade apoiada pela extrema esquerda

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A professora de Língua Portuguesa e Literatura do CEJA (Centro de Educação de Jovens e Adultos) de Indaial-SC, Marcia Friggi, foi agredida com socos ao pedir para um aluno de 15 anos se retirar da sala. Um desses socos foi em seu rosto.

Como lembra o ILISP, em uma publicação feita no Facebook na tarde desta segunda-feira (21), a professora detalhou a agressão, que foi feita logo após ela pedir que o aluno colocasse o livro sobre a mesa.

O monstro em forma de aluno disse: “Eu coloco o livro onde eu bem quiser”. Contestado, ele mandou a professora “se foder”. Por isso, foi expulso da sala.

A professora acompanhou o aluno à diretoria da escola. Ali ele a agrediu com uma sequência de socos.

“Estou dilacerada por ter sido agredida fisicamente. Estou dilacerada por saber que não sou a única, talvez não seja a última. Estou dilacerada por já ter sofrido agressão verbal, por ver meus colegas sofrerem. Estou dilacerada porque me sinto em desamparo, como estão desamparados todos os professores brasileiros”, disse Márcia.

Porém, há um detalhe: como o monstro é um “menor de idade”, ficará impune.

Daqui a alguns dias ele estará nas ruas de novo e poderá fazer o que quiser com a professora, que agora viverá com medo. Se tivéssemos um pouco de Justiça, essa aberração em forma de aluno ficaria alguns anos preso.

Lembre-se de quem apoia esse tipo de impunidade aos menores: a extrema esquerda.

Aliás, há quem diga que a professora também apoia as ideias de extrema esquerda. Seja lá como for, quando o aluno voltar para se vingar (e podendo ir muito além do que praticar socos), ela deve se lembrar na conta de quem a impunidade dele deve ser debitada.

Depois da escalada da violência, Trump precisa apontar o dedo também na direção da Direita Chamberlain

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Na semana passada, ao comentar os eventos em Charlottesvile, Trump disse que a violência vinha dos dois lados.

Muita gente caiu de pau em cima dele. Não apenas a mídia, como também “cucks” da direita como Marco Rubio e John McCain.

Fizeram o maior teatrinho dizendo que Trump não poderia apontar a violência da extrema esquerda, apenas a de pessoas supostamente relacionadas à direita. Claro que Rubio e McCain capitulavam de maneira oportunista para a esquerda.

É a direita Neville Chamberlain. Ele foi o primeiro britânico que defendeu a capitulação dos ingleses para Hitler em 1938, chegando a assinar um acordo com eles. Churchill avisou: “Entre a desonra e a guerra, escolheram a desonra e terão a guerra”. Pois Hitler seguiu com sua agressão ao invadir a Polônia. Só aí os britânicos declararam guerra à Alemanha em 3 de setembro de 1939. Mas Chamberlain se queimou.

Uma semana depois, a extrema esquerda já está esfaqueando direitistas nos EUA. Há pelo menos uma dezena de vídeos de agressões praticadas pela extrema esquerda em Boston.

A polícia de Boston está até pedindo arrego: “por favor, não joguem mais sacos de urina, garrafas e outros objetos em nossos policiais”.

Ué, onde estão os “cucks” agora?

É hora de Trump apontar o dedo e dizer quem escondeu a violência da extrema esquerda com intenção de proteger os agressores e dar sanção à escalada da violência.

É preciso que Trump diga: “Vocês tiveram há uma semana a chance de condenar a violência de ambos os lados. Mas escolheram mentir, optando pela desonra. Só conseguiram o que se esperava: o aumento da barbárie. O que vier pela frente está na conta de vocês”.

Conforme planejado pela mídia, a direita está sendo agredida e esfaqueada nos Estados Unidos. E agora?

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É uma pena que a direita esteja demorando para entender o que está acontecendo – e essa demora de entendimento terá suas consequências trágicas – a respeito do comportamento extremista da mídia de esquerda dos EUA (comportamento copiado pela mídia do Brasil) contra os eleitores de Trump por lá e os eleitores de Bolsonaro e Doria por aqui.

Neste fim de semana, em Boston, aconteceu uma marcha de pessoas de direita pedindo liberdade de expressão. Apoiados pela mídia e demais esquerdistas, manifestantes de extrema esquerda foram às ruas e praticaram diversos atos de agressão.

Eis um exemplo:

Os vídeos estão pela Internet e este é apenas um exemplo. A agressão contra direitistas se tornou generalizada. Claro que isso vai escalar para assassinatos de direitistas muito em breve.

Uma matéria do Jornalivre, mostra que, também nos EUA, Joshua Witt, de 26 anos, foi esfaqueado por milícias de extrema esquerda que usaram a narrativa de que ele era neonazi. Detalhe: ele nunca foi neonazi. Mesmo assim, foi atacado.  Embora tenha sobrevivido, tomou facadas nos braços e nas mãos.

Como não poderia deixar de ser, a grande mídia está se recusando a comentar o assunto, pois está intencionalmente promovendo este tipo de violência.

É fácil entender a motivação da mídia:

1 – A direita está se manifestando demais, aparecendo em todos os cantos
2 – Logo, é preciso fazê-la recuar nessa motivação
3 – Isso só pode acontecer com o uso de violência em larga escala contra direitistas
4 – A melhor forma de fazer isso é uma campanha de estigmatização em estilo nazista (inclusive dizendo que “a direita é nazista) e sustentando que a violência contra a direita é legítima (aí é só chamar os black blocs de “anti racistas”)
5 – O processo deve seguir até o o ponto em que a direita decida se calar por medo de sofrer violência, diante dos vários casos de violência causados pela narrativa definida no item (4)

Enfim, a violência sistematizada (que irá incluir assassinatos, incluindo assassinatos em massa) contra pessoas de direita ou qualquer alvo que seja vulnerável que vai começar a acontecer não será acidental, mas planejada passo a passo por esquerdistas da mídia.

Como avisei aqui, o que a grande mídia busca é adquirir um poder: a violência sancionada. Isso significa adquirir a capacidade de praticar violência contra um grupo a partir do momento em que se convence setores da opinião pública que é não apenas aceitável, como também desejável expurgar este inimigo pela violência. É por isso que eles reagiram tanto ao fato de Trump apontar a verdade (de que havia a violência dos dois lados). Mas quem usa a violência sancionada não pode permitir jamais que sua barbárie seja considerada como barbárie.

Toda, absolutamente toda a cobertura da grande mídia sobre os eventos de Charlottesville foi direcionada a esse fim.

A cada caso de violência vocês já sabem em que conta principalmente isso deve ser debitado: da grande mídia.

Não se trata de “jornalistas vivendo em bolhas” ou “pessoas carentes de informação”. Eles sabem o que estão fazendo.

É preciso começar a denunciar esse tipo de coisa ou então a direita ainda vai apanhar muito, mas muito mesmo. Isso se não ver várias pessoa sendo executadas à sangue frio.

Ou a direita começa a denunciar a campanha de incentivo à violência praticada pela esquerda (principalmente na mídia) ou vai arcar com as consequências de se recusar a enfrentar esse problema.

Acredite se quiser: Sashimito é censurado no Twitter

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A Peixaria Brisamar fez uma homenagem ao Jair Bolsonaro e usou sashimis para criar uma imagem à sua “semelhança”.

Porém, o Twitter tratou isso como “material sensível”.

Duvidam?

Então vejam:

Quando clicarmos em “ver”, eis o que aparece:

Em suma, estamos em um nível de censura muito superior a qualquer coisa que se viu no regime militar.

Algo precisa ser feito.

Ataque em bloco contra Trump é similar ao que a mídia fez contra Bolsonaro na questão com Maria do Rosário

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Caiu do cavalo aquele que achou que o ataque orwelliano lançado contra Jair Bolsonaro – que disse que Maria do Rosário não merecia ser estuprada e foi punido por isso – não seria reproduzido pelas atuais configurações da esquerda vigente pelo mundo.

De fato, o colapso lógico é pervasivo em todos os países do Ocidente, nos quais a esquerda vigente está apelando a tudo para manter o poder (e as verbas estatais).

Até mesmo atacar Donald Trump por ter tomado a única atitude decente diante dos incidentes de Charlottesville: evitar acusar sem provas e condenar todos aqueles que partiram para agressões durante protestos.

Mesmo assim, ele está sendo questionado por ter “condenado ambos os lados”. Agora observe essa coletiva de imprensa e veja que Donald Trump é muito mais razoável do que os jornalistas de esquerda:

Os créditos da tradução vão para a Embaixada da Resistência.

ONU simplesmente se cala diante do risco da Venezuela entrar em guerra civil

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Nota-se a cada dia que a ONU nunca foi uma entidade destinada a buscar a paz no mundo, mas unicamente o alinhamento a seus interesses políticos.

Não passa um dia sequer em que não notamos a ditadura de Nicolas Maduro avançar.

Agora sabemos, por exemplo, que a Constituinte do ditador criou uma Comissão da Verdade para definir – por critérios vagos, obviamente – os responsáveis por “crimes de ódio” em manifestações. Na ótica orwelliana, “crime de ódio” é discordar do ditador.

Dias antes, a Constituinte assumiu os poderes do Congresso, tornando o termo “separação entre poderes” uma história da carochinha no país.

O presidente dos EUA Trump disse que não descarta uma intervenção militar. É o mínimo que se espera, pois quando o governo sírio massacrou seu povo foi aceita uma intervenção no país. Por que Maduro deveria ser tratado com a mesma leveza?

De qualquer forma, em vários países do mundo já se percebeu que a situação da Venezuela é inaceitável para o mundo civilizado. Mas por parte da ONU, só ouvimos o barulho do grilo.

Por que não estou surpreso?

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