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Em livro espetacular, Dinesh D’Souza mostra história de racismo, fascismo e nazismo do Partido Democrata

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O conservador Dinesh D’Souza é um dos grandes desmascadores de mitos criados pela esquerda.

Se ele sempre foi uma máquina de triturar mentiras inimigas, de uns anos para a cá ele tem se tornado cada vez mais devastador e contundente.

Em 2016, ele lançou “Hillary’s America: The Secret History of the Democratic Party”, em que já trazia fortes evidências de que o Partido Democrata estava por trás da escravidão nos EUA. 

Em seu novo livro, “The Big Lie: Exposing The Nazi Roots of the American Left”, ele mostra como o Partido Democrata tem origens relacionadas ao nazismo, bem ao contrário do Partido Republicano, que tem um histórico de luta contra os nazistas.

Em uma entrevista a CBN D’Souza comentou: “Veja esses grupos que se chamam antifas nos campi. Eles usam o nome de antifascistas, e quando vê observa seus trajes nota que eles usam máscaras, carregam porretes com pretos e usam tacos de baseball como armas”.

“Eles intimidam. Praticam terrorismo. Utilizam violência mesmo que criem a narrativa de que estão supostamente lutando contra o fascismo – porém eles se vestem como fascistas, conversam como fascistas e se comportam como fascistas”.

Ele lembra como a fundadora do Planned Parenthood inspirou as teorias nazistas raciais: “Margaret Sanger foi parte integrante do esquerdismo nos EUA e eles se tornaram a comunidade da eugenia”.

“Margaret Sanger apoiou esterilização forçada, e estas leis de esterilização forçada promovidas nos EUA foram cpiadas pelos nazistas em 1933 no conhecido programa de esterilização forçada nazista”.

Em resumo, ele conta: “Desde o advento de Trump, a esquerda o acusa de ser um fascista e que o Partido Republicano é o partido dos neonazistas – e tudo isso baseado na premissa de que o fascismo está na direita”.

“O que eu faço no livro é uma análise profunda da história do fascismo e do nazismo. E eu mostro que estes aspectos sempre vieram da esquerda”.

E assim por diante, D’Souza vai mostrando que a essência do nazismo traz muito do esquerdismo norte-americano.

Em uma entrevista a Fox News (créditos aos Tradutores de Direita), ele lembrou de onde vem o nacionalismo branco (e, novamente, vem do Partido Democrata):

Comprei o livro em formato Kindle e ainda estou quase terminando. Mas já é o suficiente para defini-lo como um trabalho espetacular.

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Candance Owens mostra que absolutamente tudo que a grande mídia diz sobre Charlottesville é mentira

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A vlogueira norte-americana Candance Owens lançou um vídeo que deixou a elite esquerdista descadeirada.

Ela denuncia, com excelelentes argumentos: “Supremacistas brancos!? Eu tenho cara de idiota!? A mídia está literalmente recriando a realidade!”.

Suas palavras mostram como cada vez mais é fácil perceber como a grande mídia mente para manipular a realidade, sendo a principal responsável por vários conflitos artificiais do dia a dia.

É evidente que a mídia decidiu levar a prática de “fake news” a um nível acima de quaisquer previsões orwellianas.

A tradução é do Embaixada da Resistência:

Mídia constrangida esconde caso de senadora que pediu assassinato de Trump

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Uma senadora esquerdista (do Partido Democrata) do estado do Missouri fez um post no Facebook em que dizia “esperar que o presidente Trump fosse assassinado”.

Maria Chappelle-Nadal fez uma narrativa de justificativa para sua barbárie ao alegar que estava frustrada com a resposta dada pelo presidente a uma briga envolvendo grupos marxistas e nazistas em Charlottesville, na Virgínia, no último fim de semana.

O caso é que Trump criticou todos os agressores, enquanto a extrema esquerda quer que os agressores marxistas não sejam criticados.

Senadores do Partido Republicano pediram que ela renunciasse ao cargo.

Ela se desculpou dizendo que errou ao escrever o post e alegou até que não torcia pela morte de Trump. Porém, se recusou a renunciar.

Sem surpresa, a midia está evitando comentar o assunto, pois adotou como tática esconder toda violência praticada pela direita, como forma de incentivar o aumento de práticas de barbarismo contra eleitores de Trump.

Por que a grande mídia só deu farta divulgação a uma destas imagens?

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Falaremos de chantagem emocional na prática.

As duas imagens abaixo são terríveis. Mas apenas a imagem do menino sírio refugiado morto foi divulgada a rodo pela mídia. A imagem da criança espanhola assassinada por terroristas foi ignorada.

Bons softwares já podem coletar as estatísticas de divulgação de cada imagem. Ou seja, não falamos de impressão, mas de um fato: a mídia ignora seletivamente tragédias em prol de agenda. Com imagens igualmente horríveis foram divulgadas de forma SELETIVA pela mídia para atender a uma agenda política, o público é instado sentir mais compaixão de uma vítima do que de outra.

Quem caiu no jogo foi vítima de uma chantagem emocional.

Agora se questiona a disparidade no uso das imagens. Pois já vi gente rebatendo e dizendo “como você não se importa com o menino sírio?”. Detalhe: ninguém deixou de se importar com o menino sírio, mas sim questionar o uso seletivo de imagens de duas situações igualmente trágicas.

Bem, se a pessoa recua diante dessa intimidação e deixa de reclamar da disparidade, acabou de ser vítima de novo de uma chantagem emocional.

Em suma, quem cai em chantagens emocionais tem sua integridade abalada, principalmente em como julga questões morais e até manifesta empatia.

Um dos desafios da direita é não cair em chantagens emocionais da esquerda.

Mídia segue promovendo violência contra a direita ao se recusar a denunciar petista que pediu morte de Sheherazade

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A cada dia que passa vemos novos exemplos de promoção de violência por parte da mídia.

Para tal, uma das táticas mais eficientes que utilizam é ignorar sumariamente qualquer ato de violência contra pessoas de direita. Em suma, tudo é permitido e nada é denunciado. O objetivo disso é inserir no senso comum que as agressões contra direitistas estão “validadas”, ou seja, não serão expostas ao público em sua barbárie. A partir desse momento, as pessoas se estimulam a agredir pessoas de direita.

Um exemplo desta atitude está no absoluto silêncio da mídia diante de um ato de apologia ao crime praticado por um petista contra Rachel Sheherazade.

Veja abaixo:

Em nenhum meio de comunicação você vê esse tipo de denúncia. Mas se ela fosse de esquerda, veríamos até chamadas no Jornal Nacional denunciando a agressão.

O duplo padrão está claro e a tolerância com a violência praticada contra a direita é fácil de ser medida estatisticamente.

É monstruoso.

Atitude de sociólogo da extrema esquerda dá a entender que PT seria o “novo nazismo”

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Para quem ainda se surpreende com a insistência com a qual a extrema esquerda tenta rotular o nazismo como sendo “de direita” (quando na verdade é de extrema esquerda), vale relembrar uma matéria do ano passado da Folha de São Paulo onde o sociólogo José de Souza Martins dizia que o PT era “de direita”.

Ele dizia que o PPS seria um partido de esquerda, mas reconhecia que o PT o rotulava falsamente de centro-direita: “Não é, isso é maldade dos petistas. O PT bota carimbo de direita em todo mundo. eles nem sabem o que é direita. Na verdade, eles são a direita hoje, porque se tornaram o partido do poder, não o partido de uma causa, da superação dos problemas políticos e sociais do país”.

A explicação da figura é que quase todo mundo de esquerda que está no poder seria “de direita”. Veja: “Se é do poder pelo poder e não para fazer superação das contradições, ele tem funções de direita e eu acho que o PT caiu nessa. Desde pelo menos 2002”.

Depois ele ainda diz: “A direita é a direita violenta, o regime militar, que justifica toda a violência possível contra as pessoas e as práticas iníquas que você pode imaginar”.

Em seguida, ele recua e diz que o PT não é tão direita assim, mas apenas centro-direita: “É um partido de centro-direita, corporativo, de tradição conservadora, com uma visão da sociedade de enquadramento, tanto que se você não for petista você não conversa com petista”.

É como Hobbes Matraca explica: “O PT é o novo nazismo”.

Ou seja, todo partido de extrema esquerda que chega ao poder acaba sendo rotulado de direita. Assim como esse sociólogo tentou fazer com o PT o resto da extrema esquerda também tenta fazer com o nazismo.

Pura palhaçada.

No fundo, tanto Lula como Hitler fazem parte da extrema esquerda em períodos históricos diferentes.

Ao lembrar que “o PT planejou inchar o estado”, Doria dá o tom de um discurso contra extrema esquerda em 2018

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Recentemente Doria disse que os 13 anos de administração do PT no País “incharam a máquina pública”.

“Não tenho dúvidas que isso foi mais do que deliberado. Foi planejado. O Estado tem de ser menor para ser eficiente, produtivo e menos suscetível à corrupção”, disse.

Para o prefeito paulistano, os resultados na capital podem influenciam outras cidades a enxugar suas máquinas administrativas.

Ele diz que o PT tenta instrumentalizar a discussão das reformas para, “erradamente, defender o estatismo”. “Em 2006, fizeram isso na eleição e os defensores do Estado menor ficaram inibidos. Deu no que deu”.

Este deveria ser o tom da discussão na campanha de 2018: começar a levar a questão da privatização para o centro do debate.

Um dos frames sugeridos é “privatização contra a corrupção”. Uma vez que vários esquerdistas e ultraesquerdistas não admitem falar em privatização, isso poderia demonstrar que muita gente que hoje fala contra a corrupção não fará nada para diminui-la, pois só é possível diminuir a corrupção com a redução das estatais.

Precisamos pressionar mais por esse tipo de debate.

Orwellianismo do STJ não impede que Bolsonaro possa ser eleito em 2018

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Algumas instâncias jurídicas podem ter dado sequência à encenação de Maria do Rosário e superada novilíngua – definida por George Orwell em “1984” – na tentativa de criar o clima para uma onda de decisões arbitrárias visando tirá-lo da disputa para 2018.

Bem, só se forem decisões futuras visando torna-lo inelegível, pois a decisão de terça não terá esse efeito.

Segundo o Globo: “Apesar da condenação, Bolsonaro não se torna inelegível porque a Lei da Ficha Limpa não se aplica a casos como o dele. A lei prevê que ficam inelegíveis aqueles condenados, em decisão transitada em julgado ou de órgão colegiado da Justiça Eleitoral, por: corrupção eleitoral; compra de voto; doação, arrecadação ou gastos ilícitos de recursos de campanha; abuso de poder econômico ou político; e lavagem ou ocultação de bens, direitos e valores, entre outros crimes”.

Fico imaginando o que tentarão inventar para as próximas tentativas. Deve ser uma transição de George Orwell básico para um orwellianismo misturado com dadaísmo.

O Lula que diz que Trump não deve “resolver conflitos com armas” defende o Maduro que manda matar seu povo

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O que seria da gente se não fossem os socialistas lutando pela paz, não é mesmo?

Geralmente é como aquele ancião do interior que se gabava de chegar ao 90 anos sem ter nenhum inimigo. Questionado sobre como conseguiu tal proeza, ele explica: “Matei-os todos”.

Algo como Fidel Castro fez em Cuba, matando mais de 100.000 opositores.

Mesmo assim Lula disse, nesta terça (15), que Trump não deveria pensar em intervenção militar na Venezuela: “Não podemos permitir que qualquer erro que o Maduro tenha cometido ou venha a cometer seja motivo para o Trump falar em intervenção. O Trump precisa aprender que não resolvemos conflito político com armas e sim com diálogo. E se eles não sabem, que deixem a gente fazer”.

Bem, o amigo de Lula – Nicolas Maduro – já matou mais de 100 pessoas nos últimos meses na Venezuela.

Bela forma de “resolver conflitos políticos sem armas, e com diálogo” não?

É um ser repugnante.

Campanha de ódio da mídia contra a direita causou agressão a Bolsonaro e pode resultar em tragédia

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Enquanto fazia uma visita a Ribeirão Preto, o candidato a presidente Jair Bolsonaro caminhava e conversava com fãs e correligionários. Ele parou em um estabelecimento comercial para conversar com o povo.

Ao fim de suas palavras, uma militante do PCdoB apareceu, xingando-o de “homofóbico”. Em seguida, ela jogou um ovo no candidato e saiu correndo.

Isso tudo resulta de uma campanha de estigmatização promovida em conjunto pela mídia e pela militância de extrema esquerda que, no Brasil, rotula de “homofóbico” (sem qualquer motivo) qualquer um que se oponha aos seus projetos totalitários.

A agressora usou a mesma narrativa adotada pela mídia. Este nível de rotulagem é produzido com este fim: causar violência.

Ao mesmo tempo, a mídia tratará a agressão com piadinhas e técnicas de atenuação, o que será entendido pelos militantes como uma sanção para escalar no uso da violência. Ou seja, depois de ovos, partir para o uso de facas e revólveres.

Nada disso é acidental. É planejado por elementos que estão em partidos de extrema esquerda e na grande mídia. Eles torcem para que o pior aconteça. Enfim, fica o aviso: a coisa vai escalar e agressões piores vão acontecer.

Veja o vídeo:

Em tempo: colunistas da extrema esquerda na mídia vão começar a validar a agressão dizendo que “foi merecido devido às posições políticas do candidato”.

Se Bolsonaro não reagir com processos à esses atos de incitação à violência, vai estar convidando os comunistas a escalarem na violência.

Enfim. É preciso escolher…

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