Rotina esquerdista: Comportamento piolho

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Última atualização: 16 de novembro de 2010 – [Índice de Técnicas][Página Principal]

O vídeo acima chega a ser engraçado e mostra exatamente o tipo de técnica que denunciarei aqui, compartilhada por alguns neo ateus de Orkut.

Também lembra muito o caso da bolinha de papel em José Serra, uma das coisas mais abjetas da política recente.

Para quem não se lembra, Serra foi agredido no dia 20/10 por militantes do PT no Rio de Janeiro.

Como isso politicamente não era bom para os petralhas, o SBT (*) arrumou uma reportagem muito suspeita, mostrando uma cena de 20 minutos antes da agressão em que uma bolinha de papel foi lançada na cabeça de Serra.

Depois, com endosso até do presidente Lula, começaram em coro: “O Serra simulou, por causa da bolinha de papel”.

A idéia, naturalmente, era tentar ridicularizar o candidato Serra.

Por mais que se mostrasse que estavam tratando de uma fraude, muitos petralhas só tinham o interesse em dizer a frase “O Serra simulou, por causa da bolinha de papel”.

Esse é o exemplo de como os fatos não importam para alguns militantes. Eles escolhem as frases a serem proferidas pelo potencial de difamação e só. E quanto mais repetem, melhor.

Quando o ser humano perde a dignidade, esse é o estado a que chegam.

É o mesmo caso de quando os neo ateus utilizam o truque do Amigo Imaginário, já refutado por mim, e pelo Snowball, dentre outros.

Na comunidade “Contradições do Ateísmo”, da qual sou moderador, apareceu uma tal de Mônica Duncan (obviamente um perfil fake), que continuou a executar a técnica do Amigo Imaginário (no caso, ela usou o termo “seres imaginários”, mas dá no mesmo).

Mesmo sendo continuamente refutada, ela sempre voltava com as provocações coringa. Os exemplos abaixo são do discurso dela, em posts diferentes em horários diferentes e no mesmo tópico. Vejam:

  • 1 – “Não importa o que Craig ou Dawkins digam, seres imaginários são produtos da mente humana, nada muda isto. Se mudar, então não era um ser imaginário de verdade, mas sim realidade. Sendo assim, até lá, seres imaginários não perdem este status.”
  • 2 – “É imaginário porque não reúne nele todas características próprias de seres reais. Por outro lado, ele é imaginário por que reune nele todas as características dos seres imaginários. Ou um ser é real ou é imaginário.”
  • 3 – “Não preciso de diploma de filosofia para saber a diferença entre um ser real e um ser imaginário.”
  • 4 – “Sei a diferença por que os seres reais tem característica específicas, entre elas, ocupar lugar no espaço, pode ser medido, tocado, pesado, contactado pelos sentidos humanos, odor, visão etc… Por outro lado, todos os seres imaginários não tem estas características acima mencionadas.”
  • 5 – “Quem gosta de ficar delirando, imaginando detalhes sobre a atuação imaginária dos seres imaginários junto a realidade são os teólogos, acho muito divertida a Teologia. Então tem vários pensamentos mágicos sobre os seres imaginários, para um teólogo X, o ser imaginário del tal dá nó em pingo d’água, então outro teólogo Y já diz quee não, discorda, na verdade o ser imaginário é diferente, ele asssobia e chupa cana, ele interage com a realidade assim e assado etc…”

Alguns, mais ingênuos, podem até achar que a forista acima está “enganada”. Ah, tá, se ela estiver, então os petralhas que alegavam “O Serra simulou, por causa da bolinha de papel” estavam também equivocados?

Claro que não.

Estas pessoas reúnem algumas características fundamentais:

  • Perderam toda a sua dignidade, portanto não têm mais nada a perder (imagem, moral, honra… enfim, nada), não raro aparecendo sob perfis fake – pois perfis reais talvez repetissem a mentira em menor quantidade e depois fugiriam
  • A afirmação é divulgada continuamente não por seu valor de verdade, mas por seu potencial de ofensa ao oponente
  • Quanto mais espaço for dado a essa pessoa, mais ela vai escrever, pois está embuída de uma vontade implacável, no estilo do Didi no vídeo

Quando encontramos neo ateus desta categoria, a mera refutação não é suficiente, pois eles repetirão a ofensa até 500 vezes se for necessário.

É por isso que no exemplo acima, a solução foi o banimento. E isso deve ser executado quando temos cristãos na moderação da comunidade.

Lembremos. O neo ateu não posta para argumentar, mas para fazer PROPAGANDA. Todo post de neo ateu deve ser encarado da mesma forma que se encara um post de petralha. Quando ainda existem alguns que argumentem, podemos refutá-lo. Mas nesse caso, a refutação não será suficiente, pois ele usará a “surdez estratégica”.

Em caso de posts em comunidades dominadas por neo ateus, a solução é deixar a comunidade e refutar em outras comunidades, citando o link onde a provocação original está sendo feita. Isso ajuda a levar o duelo para um território onde o neo ateu não terá a moderação a seu favor. (Neo ateus em moderação tendem a apoiar todo comportamento neo ateísta, mesmo quando executam a técnica do piolho)

Em outros casos, a ofensa pode ser usada como fator motivador. Podemos citar a ofensa em comunidades cristãs e conservadoras, de forma a tirar alguns cristãos da zona de conforto e mostrar a que baixo nível chegaram alguns elementos do exército adversário. Nesse exemplo, estaríamos iguais aos técnicos de futebol que utilizam brilhantemente as ofensas feitas por jogadores do time adversário para MOTIVAR o seu próprio time.

O fato é que os adeptos do comportamento piolho vão lutar para sempre ter a última palavra, portanto soluções estratégicas, como banimento, uso das ofensas para motivar o próprio time e mudança de local do embate são algumas soluções que funcionam.

(*) Em relação à isso, podemos levantar sérias suspeitas sobre o aporte feito pela Caixa Econômica Federal no Banco Pan Americano, propriedade de Sílvio Santos. Banco estes que tinha um rombo de 2,5 milhões de reais…

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