Os humanistas e a arte de promover crenças perigosas e injustificadas

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Sabemos que o humanista mente a todo momento que abre a boca. Ou que escreve, o que dá no mesmo.

Assim como para todos esquerdistas, mentir para eles é uma arte.

Mesmo assim, algumas das mentiras alcançam a dianteira.

Como a crença no homem. Todo humanista acredita que o ser humano, por sua ação, irá criar um mundo melhor, para todos os outros.

Obviamente, uma crença doente.

Vejamos em um exemplo corporativo.

Suponhamos que existam 10 pessoas em sua equipe que possuam a senha master do servidor principal da empresa.

Uma dessas pessoas passa a alimentar uma crença no homem e acredita que se um estranho pedir essa senha, ele deve fornecer, pois pessoas estranhas vão adquirir, aos poucos, uma “empatia” pelo outro a ponto de até receber uma senha de acesso ao servidor master e não realizar alguma ação danosa.

Considerando a organização, qual a pessoa mais perigosa entre os 10?

Obviamente, que é este sujeito que tem FIXAÇÃO em confiar em estranhos.

Qualquer pessoa que já tenha atuado em auditoria sabe disso.

Quem confiar em estranhos, nas organizações, é PERIGOSO para a sua organização.

Todas as pessoas tem o direito de acreditar no que quiser, mas devem ser QUESTIONADAS se sua crença ao mesmo tempo é injustificável e perigosa.

No caso, demitir o funcionário é a melhor opção.

E no mercado de idéias vale a mesma coisa. Quando dizemos que a crença do humanista é a mais PERIGOSA das grandes crenças atuais (e que em essência originou todas as ideologias da esquerda), é pelo mesmo princípio.

Quando dizemos que os conservadores querem o estado enxuto, é simplesmente por que NÃO CONFIAMOS nas pessoas que tomam conta do estado.

A AUSÊNCIA DE CONFIANÇA EM ESTRANHOS é algo que dinamita todas as esperanças humanistas.

Tanto Hitler como Stalin alcançaram o poder de forma totalitária. Prometeram maravilhas. Pediram confiança. Receberam esta confiança.

Mas a questão é clara: quem confia, o faz por sua conta e risco.

É preciso mudar a postura em relação aos crentes no homem.

Temos que ter a seguinte concepção: ENQUANTO eles mantiverem sua crença sem evidências, pessoas correm risco. Foi assim nos tempos dos genocídios comunistas/nazistas e a tendência é que o perigo aumente. (Nossa tecnologia de matança é muito maior hoje do que há 50 anos atrás)

A divulgação das crenças humanistas requer vigilância e refutação.

Por exemplo, mesmo com os exemplos de Hitler e Stalin, os humanistas não se contentam e lutam pelo GOVERNO GLOBAL.

A promessa é de que AÍ SIM existirá a paz, pois não existirão nações em guerra.

O problema é que sem a estrutura da soberania entre as nações, não há nenhuma evidência de que os conflitos diminuirão. Pelo contrário. As guerras de menor escala (guerras civis, por exemplo) tendem a aumentar, pois a luta por recursos é inerente à existência humana.

Se a crença em um governo global como solução para a paz no mundo é injustificada, por que eles acreditam tanto?

É aí que o humanismo cai na mesma categoria da fé cega e injustificável. Em suma, do pior tipo de religião. (Sim, pois nem toda manifestação religiosa é saudável)

A partir do momento em que o humanista comprou a idéia de que ele é o construtor de um mundo belo, aparentemente o que se vê é a manutenção desta crença, mesmo que todas as evidências mostrem o contrário. E mostram mesmo

Dizem eles que “promovem a idéia de que o sofrimento diminuirá” se forem abandonadas “tradições ruins”.

E quais essas tradições ruins?

Aha. A religião.

A partir daí prometem que no dia em que o ser humano não tiver mais crenças religiosas, todos terão o mesmo ideal, e irão criar esse mundo sem sofrimento.

Novamente, aí precisam mentir para esconder as evidências incontestáveis do gregarismo, visto em todas as espécies. Portanto, está presente na espécie humana também.

A promessa de diminuição (ou até encerramento) do gregarismo na espécie humana por causa da eliminação da religião é um dos argumentos mais doentios da era pós-iluminista.

Detalhe: ele é um argumento que tem por função a criação de um bode expiatório contra a fantasia deste mundo com “menos sofrimento”.

Em suma, a própria idéia de um mundo unificado, por um governo global, é perigosa SE for executada, pois aí teríamos o cúmulo do totalitarismo.

E na luta por esse ideal insano eles ainda mantém a crença doentia do fim do gregarismo, mas SOMENTE se a religião for extinta.

Em organizações pessoas com idéias doentias e inerentemente perigosas são expurgadas através da demissão.

No caso da sociedade, o papel de expurgar pessoas com crenças perigosas é nosso.

Devemos apontar o dedo para eles e denunciá-los aos nossos iguais.

Não é preciso cometer nenhum ato de violência contra eles, claro. Assim como não precisamos cometer nenhum ato de violência contra pessoas de mentalidade doentia nas organizações.

O que precisamos é mostrar à sociedade o que eles são.

São pessoas perigosas.

Mas o perigo reside apenas enquanto damos atenção à eles.

Se os humanistas gostam tanto de falar (mal) da religião, temos que em retorno falar deles em grande proporção nas universidades, mídia, redes sociais e o que valha.

E, enfim, colocá-los na arena.

Se eles conseguem defender o humanismo, que sejam desafiados a isso.

E que paguem o preço por serem humanistas.

Esse preço é o de serem identificados publicamente como pessoas perigosas devido às crenças que possuem.

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4 COMMENTS

  1. *A partir daí prometem que no dia em que o ser humano não tiver mais crenças religiosas, todos terão o mesmo ideal, e irão criar esse mundo sem sofrimento.*

    As vezes, para mim, é difícil acreditar que tem gente que acredita nisso.

    Ótimo post Luciano.

    Abraços

  2. Caro Luciano,

    eu não sei como fazer o que vou te pedir, por isso vou te pedir.

    Gostaria que alguém pedisse ao Olavo de Carvalho, para ele escrever um artigo sobre a confusão que os positivistas fizeram acerca da Metafísica.

    Se tiver como grato.

    Abraços

  3. Sabemos que o humanista mente a todo momento que abre a boca.
    e eis que começa a prepotência
    como para todos esquerdistas
    continua com intolerância
    o ser humano[…]irá criar um mundo melhor[…]uma crença doente.
    tanta fé no homem!

    e desenvolve um texto sem pés nem cabeça incitando ao ódio, preconceito, intolerância

    fica um vídeo que me veio à memória após ler o que vai nessa cabeça
    http://www.youtube.com/watch?v=4uKQT-BKzwI

    este blog é um manual de maus costumes

  4. Nuno, o humanista, aquele que quer o dinheiro dos que trabalham
    e eis que começa a prepotência
    Não. São os fatos. Vocês mentem o tempo todo, e sabem disso.
    http://lucianoayan.wordpress.com/2010/09/21/27-mentiras-em-9-minutos-esse-e-richard-dawkins-o-amigao-da-humanidade/
    continua com intolerância
    Para o Nuno, mostrar as fraudes intelectuais dos esquerdistas é “intolerância”.
    Ele já está igual a Dilma em debate… rs.
    tanta fé no homem!
    e desenvolve um texto sem pés nem cabeça incitando ao ódio, preconceito, intolerância
    fica um vídeo que me veio à memória após ler o que vai nessa cabeça


    É exatamente o contrário.
    Não tenho “fé no homem”. Isso é crença de vocês, e por isso vocês mataram quase 200 milhões de pessoa com o comunismo e o nazismo. E querem matar muito mais.
    No meu texto, não há incitação ao ódio, preconceito e intolerância, somente o apontamento de fatos.
    Aliás, o vídeo que te “veio” a cabeça simplesmente comprova como vocês, humanistas, mentem o tempo todo. No vídeo, um garoto está em um culto em um palco. Eu não vou a cultos rs.
    É engraçado que humanista quanto mais esperneia, mais se afunda…
    este blog é um manual de maus costumes
    Hehehehehehe
    Como humanista mente sempre, podemos entender como o inverso, portanto.
    Até por que o Nuno não argumentou.
    Ele usou o recurso de todo esquerdista desonesto. Quando não tem argumento, apela à emoção da platéia.
    Eu fiz uma analogia do comportamento humanista com alguém que em uma corporação confia “no homem”.
    Ele não refutou isso. Cabe a ele o draminha.
    É exatamente igual a Dilma quando foi identificada a ligação do PT com as FARC.
    Ela ficou com chororô e disse que era “campanha de ódio”.
    Mas refutar que é bom, nada…

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