Algumas inovações para conseguirmos suportar conviver com esquerdistas

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Os esquerdistas, assim como os humanistas, estão espalhados pela sociedade com duas funções: obter vantagens e prejudicar a vida dos outros que não são esquerdistas/humanistas.

Sempre tem sido assim desde o início dos sistemas de esquerda. E a coisa não tende a mudar tão cedo.

Tudo bem que eles não praticam mais genocídios como faziam nos tempos de Stalin, Hitler e Mao, mas mesmo assim ajudam a colocar no poder gente como Obama, Cristina Kirchner, Lula, e coisas como Hugo Chavez e Fidel Castro.

Entretanto, limitar os danos causados por eles somente à implantação de ditaduras formais (como nos casos de Chavez e Castro) ou ditaduras informais (como no exemplo de Lula) chega a ser ingênuo.

Na verdade, os prejuízos causados por eles podem ser vistos por todos os cantos.

Como por exemplo, na ousadia dos criminosos que dominam os morros. Muito influenciados, aliás, pela idolatria dos intelectuais de esquerda aos bandidos.

Se o pensamento de esquerda não nos causasse prejuízos, poderíamos deixá-los encostados em seu canto sem nos preocuparmos com o fato deles sempre lutarem para dar poder a algumas pessoas para que estas realizem a tal “justiça social”.

Mas o fato é que a mera atuação social esquerdista é voltada a causar esses danos.

Por isso, devemos inovar e apresentar propostas para que consigamos conviver com eles.

Uma das propostas seria a aplicação da pena para crimes hediondos com foco na vítima.

Mas no que constituiria essa inovação?

Simples. Desde os tempos de Foucault (dentre outros, claro, mas este foi realmente um fashion designer) virou mania de esquerdista pensar nos direitos dos criminosos, no conforto dos criminosos, na recuperação dos criminosos.

Mas e as vítimas? Para gente como Foucault, as vítimas que se danem.

Claro que isso é uma injustiça com uma grande parte da população que não adora criminosos na mesma proporção que eles.

Desta forma, nessa inovação poderíamos focar na vítima, ao invés do criminoso.

Uma sugestão seria que aos 16 anos alguém já poderia assinar um documento citando uma lista pré-definida de crimes hediondos passíveis de serem cometidos contra ele. E ele poderia definir as penas a serem aplicadas a um criminoso que cometesse esses crimes, incluindo até a pena de morte.

Vejamos no exemplo hipotético.

O cidadão X, de direita, poderia escolher pena de morte para um bandido que lhe tirasse a vida em latrocínio. Já o cidadão Y, de esquerda, poderia escolher reeducação (sem prisão formal) para alguém que cometesse o mesmo crime.

Ou seja, o esquerdista teria todo o direito de amar e idolatrar qualquer criminoso que atentasse contra SUA VIDA. Ou mesmo se o criminoso cometesse um crime que o deixasse vivo.

Claro que os criminosos continuariam com o risco de receberem punições justas. Mas isso somente se atacassem alguém de direita que tivesse selecionado punições mais fortes para crimes contra ele.

Com isso, famílias de cidadãos decentes de direita não teriam que se indignar tanto com o amor da esquerda pelo bandido.

Esse amor pelos criminosos continuaria existindo, mas seria mais sentido pelas famílias dos esquerdistas. Mas aí o problema é deles, certo?

Uma outra inovação poderia ser o imposto opcional para justiça social.

Vamos realizar. Todo esquerdista alega que luta pela justiça social contra os “malvados” direitistas.

Que tal tirarmos essa dúvida?

Essa lei poderia fixar uma alíquota base para todos os profissionais: 15% de impostos.

A partir daí, novas taxas opcionais seriam criadas, incluindo: 25%, 50%, 75% e 90%. Naturalmente, esses números são apenas opções.

Suponhamos o Luis Nassif, que segundo as más línguas é um jornalista ferrenho apoiador do PT e que ganha mais de R$ 80.000, 00 / mês. (Fonte: livro “Lula é minha anta”, de Diogo Mainardi).

Ora, o sr. Nassif poderia escolher a alíquota de 90%, e todo mês ficar apenas com 10% de seus ganhos para si próprio, e o restante sendo destinado para a “justiça social”.

A partir daí, quando um esquerdista sair protestando contra os “burgueses”, poderíamos lhe perguntar de volta: “Quanto você OPTOU por pagar de imposto? Eu pago a taxa básica. Mas já que você alega ser mais ‘justiceiro social’, mostre o seu informe de imposto de renda opcional…”

Se realmente o esquerdista quer o sacrifício em prol da “justiça social”, algum sacrifício ele deveria fazer, não? (Ao invés de defender os impostos para todos…)

E deveríamos, naturalmente, ter uma forma de checar se ele é “justiceiro social” mesmo ou é só garganta.

Para concluir, uma terceira inovação poderia ser a educação rotulada.

Assim como hoje em dia “religião não pode” em salas de aula, por que doutrinações de esquerda e do humanismo podem?

Por isso, poderíamos ter um sistema que identifica discursos. Sejam discursos religiosos, humanistas, esquerdistas, etc.

Com isso, cada escola que oferece uma vaga a um pai de aluno, seja pública ou privada, teria que informar à esse pai que tipo de conteúdo é oferecido lá.

Assim como podemos comprar balas e refrigerantes “sugar free”, por que não podemos comprar e pagar por aulas “ideology free”?

E pais de alunos esquerdistas que querem seus filhos ouvindo aquela ladainha de “Che Guevara é rei” também poderiam ter a opção de registrar um filho seu para assistir aula em uma escola que está catalogada como possuidora de tal ideologia.

Essa inovação permitiria que os esquerdistas não entupissem os ouvidos de nossos filhos com suas sandices, mas tivessem pleno direito de entupir os ouvidos dos FILHOS DELES com o mesmo discurso.

Em resumo, essas três inovações seriam exemplos de medidas que poderíamos explorar para tornar a nossa convivência com eles algo mais sadio.

A partir daí, eles poderiam até divulgar suas idéias em euforia.

Mas teriam espaço limitado para nos incomodar.

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11 COMMENTS

  1. Propostas ousadas do Luciano, vamos ver se algum esquerdista topa… 😉

    O problema é que, para a mentalidade esquerdista típica, não pode haver nada “left free”. O esquerdopata tem a mais absoluta certeza de que a sua visão de mundo, muitas vezes adquirida por meio de mera lavagem cerebral midiática e acadêmica, é “A VERDADE”, e tem de ser imposta a todos. O papo da “diversidade”, tão comum na esquerda moderninha, é só lorota, enganação para avançar sua tirania.

    Não é pra spamear, mas vejam um exemplo:

    Hoje, 15/12, será realizado um seminário na Câmara Federal, organizado pelo deputado Paulo Pimenta (PT-RS) e grupos gays, para “discutir” (tradução: impor) os limites entre liberdade de expressão, censura e a tal “homofobia”, pretexto gayzista pra se fazer de vítima e impor sua vontade. Convidados para o “debate” estão, além da mídia servil, APENAS defensores da causa gayzista. Nada de religiosos, direitistas ou coisa parecida. Só esquerdistas e gayzistas:

    Gayzistas buscam aumentar seu controle sobre a mídia
    http://liberdadeexpressao.wordpress.com/2010/12/13/gayzistas-buscam-aumentar-seu-controle-sobre-a-midia

    O fato é que o marxismo cultural e o politicamente correto exigem a ocupação de todos os espaços (e a mídia é um dos mais preciosos) para se perpetuar e impor o pensamento único.

    Para essa corja totalitária, “um outro mundo”, sem discordância a suas preferências e exigências, sem direita, sem cristãos, é possível. Esse mundo “right free” e “christian free” cada vez mais se impõe como o único. E se concretiza, diante da pasmaceira da quase totalidade de suas vítimas.

    Saudações.

  2. Nuno Dias

    ó Luciano pá! Tu estás a confundir os esquerdistas com os canhotos! Que raio de argumentos os teus…

    Qual argumento é falho? Seja específico… rs.

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