Alerta: Controle de Frame não é o mesmo que Estratégia Gramsciana

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A partir dos últimos 3 posts (sem contar o anterior, em que desmascarei uma fraude de Bruno Almeida) resolvi “meter o pé na jaca” e postar sem meias palavras especificamente sobre o Controle de Frame. Em “Introdução ao Controle de Frame OU Como Começar a Vencer os Esquerdistas” mostrei a essência do que é o controle de frame. Em “Falando ao Coração”, falei de um exemplo prático de como exerceríamos esse controle (discursos simples para atingir a massa, quando necessário). Essa é apenas uma das variações. No futuro mostrarei outras. E em “Usando o Controle de Frame para Demolir Esquerdistas Desonestos” dei o exemplo de como um esquerdista aparece com dezenas de mentiras, usa o controle de frame e, ao refutá-lo, eu controlo o frame em retorno.

O blogueiro Macartista postou algumas objeções muito interessantes a respeito desse conceito apresentado por mim. O tratamento a essas objeções permitirá que eu expanda o conceito e complemente-o, ajustando algumas pontas que possam ter ficado “soltas” especialmente no primeiro dos 3 textos.

Ele afirma que o controle de frame é a “raiz do argumentum ad populum, que consiste em seduzir um terceiro que acompanha o debate”.

Eu concordo com ele. Mas embora seja a “raiz” do argumento ad populum não é o mesmo que o ad populum em si. O Ad Populum é um raciocínio errado que busca UNICAMENTE apelar à platéia. Já o Controle de Frame fala da conquista da platéia (ou “alvo”), mas não necessariamente é feito para sustentar um argumento errado.

Além do mais, o controle de frame não é um argumento, mas uma ação. É uma ação tomada pelo argumentador. Este argumento é quem estaria de posse de um argumentos em mãos.

Por isso, o Controle de Frame não pode ser criticado como válido ou inválido, mas sim o argumento exercido DURANTE a ação de controlar o frame.

Noto que a visão inicial que TALVEZ eu tenha passado é de que o controle de frame implica “ganhar a qualquer custo, mentindo o quanto for necessário”. Não é isso, como explicarei aqui.

Uma crítica do Macartista foi a seguinte:

Se eu fosse resumir ao mínimo o seu texto sobre controle de frame, com o seu perdão pelas óbvios cortes de nuances e ponderações, e já transformando em algo prático, eu diria que: “O segredo para se derrotar, por exemplo, neo-ateus e esquerdistas em um debate, está em argumentar objetivando não a vitória formal do debate, mas a derrota de seu adversário subjetivamente na cabeça-campo-de-guerra de cada um dos que assistem ao debate.”

Eu não concordo com a definição, mas posso refazê-la. Eu escreveria assim:

“O segredo para se derrotar, por exemplo, neo-ateus e esquerdistas em um debate, está em argumentar objetivando a vitória formal do debate, mas sabendo que ela é inútil se também não ocorrer a derrota de seu adversário subjetivamente na cabeça-campo-de-guerra de cada um dos que assistem ao debate.”

Agora sim, entendo que ficou mais fiel ao que propus.

E por que a vitória formal também é importante na minha concepção do uso do Controle de Frame pelos conservadores? Simples. Pois se começarmos a usar essa técnica contra os esquerdistas, venceremos eles fácilmente, pois eles só se preocuparam durante os tempos com o controle de frame, mas não com a VALIDADE  dos argumentos apresentados. Se nos nos preocuparmos com o controle de frame e TAMBÉM com os argumentos apresentados, poderemos vencer fácil essa contenda. Claro que não antes de muito esforço de treino e aprendizado para aprender a controlar o frame nos debates.

Talvez os esquerdistas tenham acostumado a mentir tanto não por que são “maus”, mas sim por que aceitam um sistema de crenças cujos ideólogos principais sempre pregavam coisas como “a verdade é uma concepção burguesa”. Gramsci dizia que existia a “verdade da burguesia” e a “verdade do proletariado”. Isso já de cara mostrava a noção de que a verdade era “fluida”. Ora, sendo assim, sair mentindo não é um problema.

Por exemplo, dois esquerdistas podem muito bem combinar entre si quais mentiras sairão falando de um conservador em um ataque combinado às redes sociais.

Já os conservadores possuem como crença central a idéia de que existe uma verdade única. Isso provavelmente surja pelo fato de que há o respeito pelo conhecimento do passado, pelas tradições, e que há uma sabedoria embutida em toda essa tradição que não deve ser remodelada por “projeto”. Enfim, buscar a verdade é uma idéia do conservador.

Se eu chamar um conservador para uma conversa e combinar algumas mentiras para dizer em relação a esquerdistas, muito provavelmente ele ficará desestimulado a entrar em aliança comigo.

Portanto, em um debate, podemos seguir a máxima de Glenn Beck em seu ótimo livro “Arguing With Idiots”. Segundo ele, sempre que estivermos debatendo com um esquerdista, a dica é simples: fique com os fatos em mãos. Nada mais que isso.

Entretanto, vou além, e digo que somente ter os fatos em mãos e buscar argumentos que estejam aderentes aos fatos não é suficiente se não controlarmos o frame.

Creio que isso já começa a dissipar algumas desconfianças. Como eu não tinha sido muito claro em relação ao fato de que eu defendo o controle de frame para o uso dos conservadores (e sei que o paradigma de buscar a verdade está na raiz do pensamento conservador), dei margem à interpretação errônea de que eu estava com noções de que “os fins justificavam os meios”.

Por exemplo, veja essa preocupação do Macartista, em uma crítica a essa concepção do controle de frame:

Na guerra assimétrica, quando o inimigo tortura e mata, e nos furtamos a fazê-lo também, estamos em evidente desvantagem, ou seja, se jogarmos o jogo conforme as regras enquanto o adversário da de ombros para as regras PERDEMOS! No campo das idéias, a assimetria é ainda mais perigosa, porque os memes – usando um termo neo-ateísta – podem ultrapassar 1 século de vida humana com tranquilidade. Infelizmente, aumentar a simetria da guerra, o mano a mano, significa aproximar nossos métodos dos métodos do adversário, ou, nos tornamos iguais ao adversário em certos pontos. Deve-se avaliar se os pontos em questão não apagariam a linha que cria a dicotomia mesma dos debatedores. No caso do controle de frame, penso que o método em si, resolve não só o problema da assimetria, como apaga a divisória entre os debatedores. Se na guerra assimétrica da Guerra Fria resolvêssemos aumentar a simetria criando Gulags, teríamos naquele exato momento a vitória instantânea da URSS. Aumentar a simetria da guerra é mais perigoso do que a própria guerra assimétrica.

A sequência da crítica seria ainda mais preocupante:

Identificar o controle de frame alheio não chega a ser uma habilidade sobre-humana, mas utilizar-se da mesma arma me parece andar na corda bamba sobre uma piscina de jacarés, é estar diante de uma linha tênue que mais cedo ou mais tarde você atravessará, e se transformará em um esquerdista / neo-ateísta;  porque a medida que você perceber que seus argumentos conservadores e/ou religiosos são basicamente “retórica” – que é a arma em que você está utilizando o conservadorismo e a religião como munição -, você não mais os aceitará como expressão da VERDADE OBJETIVA.

Vou resolver essa preocupação agora com um exemplo.

Imagine que temos duas pessoas em uma organização. Um chama-se Jaime, Gerente de Auditoria. Outro é Alan, Gerente de uma das maiores unidades de negócio da empresa. Os donos da empresa estão suspeitando de que Alan está desviando dinheiro, contratando consultorias por valores exorbitantes. Há suspeitas fortes de que a consultoria está cobrando valores muito acima do mercado, repassando um percentual para Alan.

Após alguns meses de investigação, através do rastreamento de outras atividades da consultoria, Jaime descobre que realmente existem evidências de desvio de dinheiro, e que Alan é o maior beneficiário delas. Só que as investigações de Jaime também deixaram “rastros”, e os consultores, amigos de Alan, avisaram o Gerente de Unidade: “estão descobrindo tudo, e Jaime é quem tem as informações”.

Jaime resolve preparar os relatórios da investigação, confirmando a culpa de Alan, e dá um prazo aos Diretores de 1 mês para entregar uma apresentação com todas as evidências.

É tempo suficiente para que Alan comece a proteger sua pele, começando a se juntar a outros gerentes de unidade, usando recursos do medo (por exemplo, ele inventa que haveria a área de auditoria para realizar um downsizing, uma informação ficcional apenas para gerar o medo organizacional). Usando excelentes dotes de retórica, Alan convence uma elite de gerentes de unidade de que a área de Auditoria é um “dano” organizacional. O clima começa a pesar para a área de Jaime.

Jaime descobre os boatos lançados por Alan e resolve refutá-los, um a um. E começa a conversar com vários gerentes de unidade mostrando o VALOR da área de auditoria. Ele derruba todos os mitos implementados por Alan. Ele mostra que a Auditoria não está lá só para demitir pessoas, mas para AJUDAR aqueles que estão trabalhando direito.

Por alguns dias, o cargo de Jaime andou por um fio e todos os esforços de Auditoria seriam perdidos. Isso por que Alan estava controlando o frame. Mas Jaime controlou o frame novamente ao ALINHAR  a comunicação com os gerentes de unidade. Antes, Jaime só estava alinhado com a diretoria.

Notem que os métodos de divulgação de idéias e socialização foram os MESMOS, mas enquanto Alan queria burlar uma investigação, Jaime queria apenas apresentar os fatos relativos à investigação. Mas TEVE QUE OCORRER uma guerra de frame aí, pois senão o trabalho de Jaime seria perdido.

Resumindo: o fato de Jaime ter controlado o frame, da mesma maneira que Alan tinha feito antes, NÃO TORNOU-OS IGUAIS. A diferença era brutal. Um era um auditor com os fatos em mãos. Outro era um fraudador.

Por isso eu diria que se os conservadores passasse a utilizar o controle de frame, tal qual os esquerdista, isso não implicaria em “apagar a divisória entre os debatedores”. Assim como no exemplo organizacional, um auditor não irá se tornar similar a um gerente fraudador somente por que ambos entram em batalhas de frame.

Eu vejo que ao utilizarmos o controle de frame deixaremos de DAR A VANTAGEM DE BANDEJA aos esquerdistas. E aí sim tornaríamos a vida deles mais difícil.

O Macartista apresenta uma crítica a respeito da possibilidade de alguém, ao usar o controle de frame, “flexibilizar-se e às suas idéias para atingir certos fins”. Nisso haveria a consequência de assumir que “os fins justificam os meios”, o que deixaria estas pessoas próximas da figura do “psicopata.”

Entendo que a preocupação não se justifica, pois não é preciso achar que os “fins justificam os meios” para usar o controle de frame. Aliás, se fizermos isso sendo conservadores, não vamos conseguir fazê-lo. Creio que o controle de frame bem executado pelos conservadores depende de que estejamos ATERRADOS nos princípios conservadores, assim como os esquerdistas estão ATERRADOS nos princípios esquerdistas. Para eles, mentir é um princípio. Para nós, fugir da mentira é um princípio.

Continuaríamos em linhas opostas mesmo executando o controle de frame.

Concluindo, depois do que apresentei, a última parte do comentário do Macartista é aquela que mais merece minhas objeções.

Acredito que ainda vale a pena estar do lado da verdade, perdendo debates, perdendo aliados, perdendo tempo, enfim, nessa derrota toda, a ceder num ponto de suma importância como a INDIVIDUALIDADE e o LIVRE ARBÍTRIO da aceitação do terceiro da argumentação dos debatedores.

Eu também acredito que vale a pena estar do lado da verdade. E acho que seria uma estupidez irmos pro debate fugindo de nossos princípios.

Mas, em contrapartida, aceitar perder debates quando já sabemos como VENCÊ-LOS, acredito que seja ainda mais cruel. Seria uma crueldade especialmente com aqueles que são vítimas diárias da implementação das idéias esquerdistas.

Ao aceitarmos o controle de frame de esquerdistas, acabamos por tabela sendo omissos em relação a TODAS AS CONSEQUÊNCIAS advindas da aceitação da crença esquerdista na sociedade.

Se acreditamos que estamos do lado da verdade, não vejo nada de errado em estudar meios para CONSCIENTIZAR o cidadão comum de que estamos do lado deles.

Quando vimos o excelente filme “O Cavaleiro das Trevas”, sabíamos que havia uma hora em que o Batman deveria tomar as rédeas da situação e derrubar o Coringa. Isso não implica em que ele deveria se tornar igual o psicopata, mas sim controlar o frame para derrubá-lo.

Acho que a ação do personagem principal, de uma fase em que era somente passividade, para enfim um combate real ao psicopata, é uma metáfora excelente para o que significa um conservador controlar o frame.

E tudo isso sem tornarmo-nos iguais aos nossos inimigos. Apenas menos ingênuos.

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22 COMMENTS

  1. Sobre o controle de frame… Acho que os conservadores estão acostumados com debates intelectuais, e esquecem que parte significativa dos debates não são apenas para os intelectuais, mas para o povão também.
    Para se falar ao povão, é necessário ser simples e direto. Não significa que se deva mentir. A verdade não é por necessidade difícil de se entender.

    Mas acho que um ponto que complica é que a esquerda, de forma geral…
    1) Apela para esperanças utópicas, o que agrada muito àqueles simples de mente, enquanto a direita tende a ser mais realista, o que pode ser duro de engolir para os mesmos.
    2) A esquerda apela a interesses imediatos ou no máximo ao médio prazo, enquanto a direita apela para o médio e o longo prazo. É mais fácil pensar-se no curto prazo que no longo prazo.

    • Lendo tudo isso de Controle de Frame, lembro-me bastante de Jesus Cristo. Desconfio que mesmo o Ayan sendo ateu, já deve ter lido algo a respeito.

      Jesus Cristo tinha um jeito muito peculiar e eficiente de “falar ao coração” do povo: as parábolas. Ele usava termos e situações do cotidiano do seu público para transmitir a fé cristã.

      Entretanto, exatamente como o Licorne ressaltou no comentário acima, a mensagem do Evangelho é dura em muitos aspectos. Tanto que quando Jesus falou disso, a maioria dos seus seguidores O abandonou. A mensagem era dura demais para eles.

      Então, ALÉM da mensagem ser de fácil acesso ao povo, é necessário cada vez mais compreendê-la a fundo, para torná-la mais palatável ao público. Uma forma interessante seria comparar as consequências da mensagem verdadeira com as das mentiras dos esquerdistas: liberdade individual, prosperidade e civilização versus matança, escravidão e miséria.

      Vai ver por isso o LA enfatizou que não basta apenas controlar o frame, mas ser bem fundamentado no assunto que fala.

      Um abraço a todos.

  2. Quem aí achou q Luciano propôs jogar sujo, como meio de obter frame control? Quem pensou isto está cego, perdido e maluco… pois o objetivo do site é justamente apontar o jogo sujo na guerra política.
    Se Luciano estivesse sugerindo jogo sujo e estratagemas para se ganhar uma batalha intelectual, ele estaria ferrando com a própria proposta do blog.
    Eu sei, eu sei, para comprovar q Luciano briga pela honestidade intelectual, basta olhar os sites q ele apoia, juntamente com o conteúdo logo à direita nesta página.

  3. Luciano

    Na verdade os esquerdistas não tentaram desde sempre usurparem o controle de frame, q deveria ser apenas dos conservadores? O conservador, por outro lado, não deveria acreditar de todo coração que suas ideias deveriam ter maior impacto emocional na população do q as ideias dos esquerdistas? Sim, só pelo fato de, nós conservadores termos a convicção de q estamos ao lado da verdade, deveríamos NO MÍNIMO desconfiar q a verdade precisa ter maior impacto sobre as pessoas. Logo, deveríamos acreditar q o controle de frame deve ser nosso.

    OBS: Parece q alguns acham q o CF é uma arma desonesta inventado pelos esquerdistas. Mas é claro q NÃO. Esta arma originalmente era apenas nossa, dos conservadores. Por quê? Porque a ideologia direitista é anterior à esquerdista. Logo, antes de surgirem os mentirosos, os verdadeiros já falavam ao coração.

    Mas devido A INVERSÃO DE VALORES, parece q o SER HUMANO não está todo sempre interessado na verdade. Parece q ele quer ouvir mentiras, desde q sejam doces. E acho q este é o ponto de partida para a “obra do engano”, terreno fértil para psicopatas q gostam de se aproveitarem de fracos ingênuos.

    Pode apostar q essa molecada q foi angariada para as fileiras de esquerda, podem ter sido os famosos fracos ingênuos, q agora servem como idiotas úteis.

    CONCLUSÃO: Se continuarmos acreditando q o CF é propriedade dos “esquerdoides”, já estamos aceitando camisa de força + idiotice útil.

  4. Luciano

    “Quando vimos o excelente filme “O Cavaleiro das Trevas”, sabíamos que havia uma hora em que o Batman deveria tomar as rédeas da situação e derrubar o Coringa. Isso não implica em que ele deveria se tornar igual o psicopata, mas sim controlar o frame para derrubá-lo.”

    Melhor ilustração não há. O marcatista é nosso parceiro e por ter ótimas atitudes e intenções, vc falou a língua dele usando um filme.

    Marcatista

    Esse exemplo usando o filme eu pude sentir q foi uma dedicação e preocupação especial do Luciano para vc.

    Se vc é fera em mídia como já demonstrou ser, seu arsenal vai ficar cada vez mais profundo ao passo q vc se integrar com o Luciano.
    Vamos nessa. E parabéns!

  5. Isso me lembra o que o olavo de carvalho sempre disse, os conservadores tem mania de olhar os esquerdistas de forma paternalista como se eles fossem honestos quanto sua própria ideologia, apenas estão equivocados (coitados).

    Conservadores tentam dialogar de forma justa, se atendo à verdade, enquanto aqueles agem com mau caratismo sempre que podem, mesmo assim o conservador fica tentando ver no esquerdista apenas alguém confuso que pode ser esclarecido, XD

  6. Pequena dúvida: em vez de dizer “controle de frame”, não poderíamos dizer simplesmente “controle de/da SITUAÇÃO” ? O_o

    OBS.: Não nego que meu inglês técnico está longe de ser abrangente, e que um amigo de Chicago já me alertou de que o meu inglês “is not strong enough yet” =^.^=

  7. Com estas e outras ideias, basicamente o Luciano está respondendo a uma pergunta de William Lane Craig, sobre debates – em que o Craig dizia que não conhecia um curso de debates sobre filosofia da religião como ele fazia, apenas de debates políticos.
    Mas no fim das contas a ideia é a mesma: controlar a situação e apontar os erros de raciocínio.

      • Hehe ele pediu para a moderação apagar todo o texto do C.A., ou seja ele aproveitou uma brecha para colocar o C.A. como indisciplinado e iniciar uma imagem de vilão dele

      • É o que estou falando para os proprietários da comunidade. Eles foram ingênuos demais de permitir que neo ateus participassem lá. Eles criaram uma fantasia na mente deles de que é possível conviver civilizadamente com neo ateus. E agora os neo ateus se aproveitam das regras deles e burlam o jogo. O Bruno, como está desempregado, posta a rodo. Quanto mais o Bruno postar, melhor para eles. Acho difícil o C.A. refutar, pois não é possível passar o dia escrevendo.

    • Ele também está ignorando completamente os prints que o luciano presentou mostrando como ele é mentiroso, e ele vai continuar ignorando como se nada estivesse alí, sabe que se não fazer as pessoas esquecerem do ocorrido ele terá que fugir para nao voltar mais…

      • Ele está colocando alguns posts, apontando “cortes feitos pelo Luciano, em vez de um quote completo”. Vamos ver até onde isso vai.

      • Pelo que vi, o C.A. já colocou ele no devido lugar. O Bruno criou uma regra nova, nas quais quotes só são permitidos se fossem feitos pelo ‘texto todo’. Sendo assim, nenhum artigo científico é válido, pois eles não citam textos completos de outros artigos, só as partes relevantes. O Bruno é demente.

  8. O Bruno está liberado para postar aqui, desde que se atenha às regras:

    (1) Ele não poderá dar sequência às mentiras de que eu falsifiquei posts dele, pois isso eu já desmascarei
    (2) Não poderá usar estratagemas de falsa proclamação de vitória e provocações afins
    (3) Terá que ser formal em sua apresentação de argumentos

    Abraços aos leitores honestos,

    LH

    • O Bruno deve ter algum tipo de desequilíbrio – e falo sério. Não é provocação. Observem o comportamento dele. Acho melhor ignorar esse cara simplesmente, LH.

      • Concordo com você, Jules. Esse Bruno está atrasando o andamento normal do blog, segurando os artigos do Luciano “dentro do forno” 🙂

  9. Luciano, fico grato pela disposição, boa vontade e tempo dispendido nessa excelente refutação ponto a ponto, além é claro, do caráter amistoso, com respeito e educação que lhe são próprios e que pouco me constrangeram, muito pelo contrário, ampliaram minha admiração pelo pouco que conheço do seu trabalho e o sentimento de partilha de um mesmo campo de treinamento e guerra ideológica.

    Não tenho qualquer objeção às suas, sua apreciação ficou “redondinha”, bem explicada e já não tenho, ou estou tentando superar, o preconceito com a estratégia do controle de frame, originário provavelmente no que diz respeito a questão cerebral, biológica e darwinistica – um pouco incômoda, bem… bastante para mim; que se esconderam por trás
    das minhas perguntas.

    Tentarei aplicar os conhecimentos adquiridos no seu blog, e pelo que vi, ainda tenho muitos e muitos textos para ler, muito conteúdo para assimilar.

    Parabéns pelo seu trabalho
    Um abraço

    O Macartista

  10. Venho lendo os topicos sobre controle do frame, e não vi nada de “os fins justificavam os meios”. Ainda estou me perguntando, como alguem poderia pensar assim, talvez seja um leitor novo, não habituado na leitura do seu blog. Mas, de qualquer forma algumas coisas tem que ser bem “mastigadas” para o entendimento. Abçs. Ps: O Jeremias também achou a mesma coisa ^^

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