A boa manifestação ucraniana… e bota BOA nisso!

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Já me disseram que eu tenho má vontade com manifestantes de esquerda. Injustiça. Quando a manifestação é boa, eu atribuo os méritos.

É claro que estamos falando das manifestantes ucranianas do FEMEN, que fazem seus protestos esquerdistas de topless.

Na foto acima, está aquela que achei a mais bonita. Mas tem para todos os gostos. Clique no link do UOL para ver todas as fotos.

Elas protestam contra um monte de coisas: zona do Euro, Berlusconi, o governo de governo Yanukovich, o escândalo de Strauss-Kahn, machistas malvados e, principalmente, o fato de que a Ucrânia tem sido considerada terra propícia para turismo sexual.

Mas, pensando bem, com manifestantes assim, qualquer um pensaria em vestir uma camisa do Che Guevara. Isso, é claro, até levar uma dessas para a cama. Recomenda-se, depois, para equilibrar o jogo, fazer com que ela vista uma camisa de Ann Coulter.

Uma pena que protestos assim sejam inviáveis no Brasil, pois as feministas daqui são mais feias do que bater em mãe por causa de mistura.

Fica apenas uma sugestão de melhoria: que elas façam os próximos protestos não só de topless, mas completamente nuas. E, de preferência, que façam poses bem sugestivas. No estilo da Revista Sexy. Nada do estilo casto da Playboy.

Outro detalhe: se elas são tão contra o turismo sexual por lá, por que fazem tanta propaganda do “talento” das ucranianas? Do jeito que é feito, esse tipo de protesto está mais para um convite para que visitemos a Ucrânia.

E viva la Revolución!

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9 COMMENTS

  1. Esse foi um “momento relax” do blog? 😀

    Como diriam no Fórum Realidade, “muito bom este tópico” 😛

    «mais feias do que bater em mãe por causa de mistura» — há séculos que eu não lia nem ouvia essa expressão, KKKKK

    E que Revista Sexy que nada, somente a HUSTLER “mostra tudo” 😉

  2. Peraí, não gostam que a ucrânia seja vista como terra de turismo sexual e manisfestam iguais a prostitutas?

    O feminismo é genial!!!!!!!!!!!!!!

    Odeiam o “homem branco, conservador e cristãos por que ele é mau e oprime a todos” e querem substituí-lo polo “homem socialista politicamente correto que pensa no coletivo (igual um corno manso)” e que dará “valor” para o seu topless? (quem sabe trata-la como “rainha” na cama e joga-la fora como objeto, mas como esse homem é de esquerda, vale a pena não é?)

  3. Pode até parecer ironia da minha parte, mas este artigo foi um dos mais geniais do Luciano, devido a parábola q está por trás do noticiário. A propósito, o ataque à esquerda foi de uma sutileza de dar água na boca. É ótimo mostrar o quão ridícula é a esquerda. Motivo de piada.
    Queremos movimentos de esquerda desde q sejam com estas fêmeas deliciosas. Hehehe…
    Mas eu prefiro a loirinha! http://s0.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif?m=1306998945g

  4. Esta é para o colega «omacartista»:

    Além do zoófilo 🙂 Kinsey, a listinha da sexologia “revolucionária” inclui também:

    Wilhelm Reich, Herbert Marcuse, Alex Comfort, William Masters e Virginia Johnson, Shere Hite, e, ¿quem sabe?, até os maluquettes 😛 Michel Foucault e Camille Paglia.

    • JMK, vi a lista sua acima. Marcuse, Reich, Foucault e Kinsey eu já sabia (embora, no caso de Kinsey, eu ainda estou a procura de mais dados) dos mequetrefes da “sexologia revolucionária”. Alex Comfort e Shere Hire eram nomes novos e o pouco que pesquisei deles já foi o bastante para ver que eram picaretas-mor (grato por citá-los aqui, à propósito). Mas quanto a Masters & Johnson e Camille Paglia, quais os fundamentos teóricos deles, de forma específica, que os colocam no mesmo rol dos larápios acima?

      Veja bem: não sei, é bom frisar, nada de Paglia com relação a sexualidade (a única coisa com relação a isso que eu sei dela é que ela é lésbica assumida – e já que, aliás, esse post do Luciano foi dedicado à putaria sob n aspectos, confesso que, ESTETICAMENTE falando, lesbianismo me enoja u.u), mas já li o escritos culturais dela nos quais, entre outras coisas, ela “desce a lenha” na turma estruturalista de Foucault, Derrida e congêneres, defende a volta do ensino religioso e incentiva a leitura da Bíblia (e ela é agnóstica – como o Luciano =) ) e teve até um embate ÉPICO com Christopher Hitchens com relação a isso. Quanto ao ex-casal Masters & Johnson, a única coisa até agora que me chamou atenção com eles foi as críticas que eles receberam por criar programas que faziam homossexuais tentarem voltar a ser heteros caso assim esses quisessem.

      Enfim, se me indicar pontos com relação a esses dois – e não só eles – para desmascará-los, seria um provavel ganho para o blog.

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