Estratégia de Esquerda: Apologia e Tolerância ao Crime

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Essa é uma das estratégias que mais deixam os conservadores a pensar: o que será que os esquerdistas tem na cabeça?

Por causa desta estratégia, todo país dominado pela esquerda apresenta aumento da impunidade dos criminosos violentos, especialmente sequestradores, traficantes, assaltantes, estupradores e assassinos.

Da mesma forma, por causa desta estratégia, hoje temos o Estatuto da Criança e do Adolescente no Brasil, que garante impunidade aos menores infratores, independente do crime que eles cometam. Também temos coisas como cada vez mais redução de penalidades em países de todo o mundo.

É uma regra: quanto mais influência da esquerda, maior o aumento da impunidade.

Outro fator é que, além da tolerância ao crime, existem muitos deles que, na indústria cultural, praticam verdadeiras apologias ao bandido. O texto “Bandidos e Letrados”, de Olavo de Carvalho, dá vários exemplos disso.

Meu intereresse aqui, no entanto, é identificar a ORIGEM desta estratégia. Quero saber o que realmente há na cabeça do esquerdista ao gastar tanto esforço em ações de apologia e tolerância ao crime. (Justiça seja feita: alguns esquerdistas focam especialmente na tolerância ao crime, enquanto outros focam nos dois aspectos)

Existem três motivações básicas: (1) vingança contra o sistema, (2) manutenção da crença no homem, (3) capitalização durante apontamento de bodes expiatórios.

No caso da vingança contra o sistema, já sabemos que o esquerdista acostumou-se a odiar, 24 horas por dia, todo o sistema atualmente estabelecido. Ele vive com “projetos” na cabeça para “mudar o mundo”.

O criminoso, ao matar alguém, estaria atacando este sistema.

O infeliz não percebe que muitas das vítimas dos criminosos são pessoas desfavorecidas, mas basta ele editar essa informação da cabeça.

No caso do esquerdista que está focado na inveja e rancor contra os poderosos, se o crime for contra alguém que tenha posses, a tendência já é partir para a comemoração.

Portanto, temos que entender que, nesse aspecto, a ação criminosa (desde que não seja contra ele, é claro) age como se fosseuma dopamina, um neurotransmissor cerebral que libera substâncias no cérebro que promovem sensações como prazer e motivação.

Mas ainda mais importante é a manutenção da crença no homem.

Temos aqui que relembrar da questão das alegações de suporte. No caso, temos a alegação da maioria dos sistemas esquedistas: (a) grupos devem assumir o poder, em um estado inchado, para cuidar dos outros, (b) o homem é bom.

Ou seja, para que (a) seja verdadeiro, o cérebro tem que aceitar que (b) também o é, caso contrário os esquerdistas entrarão em conflitos internos o tempo todo. Para evitar esse conflitos internos, eles aceitam, com fervor, a alegação (b).

Portanto, sempre que ocorre um crime, a tendência deles não é olhar para o criminoso como alguém a ser punido, mas sim alguém que é vítima de um sistema, pois a crença padrão deles é “o homem é  bom”. Se o homem é inerentemente bom, não pode ser culpado pelos seus crimes. Logo, o bandido não seria tão culpado assim.

Mas se o bandido não poderia ser culpado pelos seus crimes, quem deveria ser culpado?

É aí que a terceira motivação básica do esquerdista entra: ao acontecer um crime, e SE o homem é bom (portanto, o bandido é bom em essência), a CULPA é do sistema que deixou o bandido se tornar criminoso.

Aí o esquerdista capitaliza dizendo: “por isso estou correto ao dizer que temos que mudar o mundo”.

Entendendo essas três motivações básicas do esquerdista em relação aos crimes, saberemos que é impossível para a mente deles, a partir do aceite desses paradigmas, encarar o crime da forma que uma pessoa normal encara.

A empatia que o esquerdista gerará pelo criminoso automaticamente é assombrosa, enquanto as pessoas normais tendem a ficar com raiva dos bandidos. Da mesma forma, imediatamente após o relato de um crime, o esquerdista começa a capitalizar com seus discursos com “soluções para o problema”. E, em vários casos, existe uma satisfação automática ao ver o “sistema” ser atingido.

É importante notar que há uma EXCEÇÃO à essa regra. Ela ocorre no caso de um crime cometido por alguém que tenha muito mais recursos financeiros do que a vítima. Por exemplo, se um industrial atropela um morador de rua.

NESTE CASO, o sistema de apologia e tolerância ao crime, que eles possuem ativados para quase todos os casos de arrastões, assaltos, estupros e latrocínios, por exemplo, é DESATIVADO e eles passam a pedir a punição ao criminoso.

Mas, para a maioria absoluta dos crimes noticiados nos jornais, a postura do esquerdista é a de total apologia e tolerância ao crime, e de forma fervorosíssima.

E as 3 principais motivações que eles possuem para isso, conforme apontei aqui, podem ser visualizadas nos comentários que eles geralmente fazem em sites de notícias QUANDO ocorrem crimes contra cidadãos de bem e que pagam seus impostos. Um exemplo gritante ocorreu nesta nesta notícia comentada recentemente aqui, sobre os marginais que saem da Cracolândia e vão incomodar os moradores de Higienópolis.

Entender essa estratégia é fundamental para entender que nós e eles estamos em LADOS OPOSTOS no que diz respeito ao combate ao crime.

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19 COMMENTS

  1. Luciano,
    Ano passado assisti a três documentários que tratam da criminalidade em classes mais baixas, de nome “Bagatela”, “Justiça” e “Juízo”. Todos foram para matéria da faculdade. Acompanhando as postagens sobre a forma de pensar da esquerda, percebi que estes documentários apresentam justamente esa mentalidade de que a culpa pelos crimes é do sistema e não do criminoso. Recomendo que voce assista a pelo menos um deles e veja em grande escala as técnicas que você tem analisado aqui. Todos estão disponíveis no youtube.
    Valeu, abraços.

  2. Luciano

    Me lembro de uma aula do Padre Paulo Ricardo sobre Marxismo Cultural, onde ele disse que, enquanto Marx disse que o proletariado era a força revolucionária, Herbert Marcuse séculos depois descobriu que o poder revolucionário era formado por pessoas totalmente desprovidas de valores morais. Lenin tinha dito também, isso eu ouvi num audio do Olavo de Carvalho, que os bandidos são peças importantes no processo revolucionário.

    Aqui está a primeira aula, para não assinantes, do Padre Paulo Ricardo sobre Marxismo Cultural e Revolução Cultural:

    • Jordan, esse vídeo é simplesmente sensacional. Não tinha assistido ainda. O Pe. Paulo Ricardo é sem dúvida um baita de um intelectual. Abs, LH.

  3. Luciano… Me ocorreu uma curiosidade…
    Se os esquerdistas crêem que o ser humano é naturalmente bom (e eles crêem nisso), e os poderosos que possuem a maior parte do poder no sistema (ou ao menos a parcela mais visível do poder) são também seres humanos…
    Porque raios os esquerdistas não crêem serem os poderosos bons também? o.O

    Tipo… (está separado em tópicos para facilitar a compreensão, mas NÃO é um argumento formal.)
    1) Humanos são naturalmente bons;
    2) O sistema atual, por ser corrupto, que os corrompe;
    3) O sistema atual deve ser substituido por um novo sistema que não mais corrompa;
    -3a) Portanto, é possível criar um novo sistema que não corrompa os humanos;
    4) O sistema atual é feito pelos poderosos;
    5) Os poderosos são humanos;
    6) Os poderosos criaram um sistema corrupto;
    7) Mas, sendo humanos, os poderosos deveriam ser naturalmente bons;
    Dúvida) Como concilia-se a natureza humana bondosa dos poderosos com a criação de um sistema corrupto por eles?

    Só vejo duas explicações plausíveis para isso…
    1) Os poderosos não são humanos (portanto devem ser aliens ou coisa assim);
    2) Os poderosos são humanos, mas foram corrompidos pelo sistema dos aliens ou coisa assim.

  4. Luciano, vou aproveitar e te passar um link de um video e um artigo do Julio Severo, aparentemente vem a calhar pelo tema abordado:

    Videoê (atenção também aos comentários, e como estão demonizando a policia):
    http://www.youtube.com/watch?v=iNAolrMSioU

    Artigo (mais de criminosos, dessa vez pedófilos, olhe como estão indo na onda do homossexuais, algo que a anos qualquer pessoa sensata diria que iria acontecer e todo mundo zombava achando absurdo e que uma coisa nada tinha a ver com outra):
    http://juliosevero.blogspot.com/2012/01/conheca-os-lideres-universitarios-que.html

    Ps: Olhe a novilingua, trocar pedofilia por “intimidade sexual intergeracional”, da mesma forma homossexuais militantes obrigaram a mudança de homossexual para “homoafetivo”.

  5. De fato, boa parte dos brasileiros segue essa mentalidade esquerdista. O cara rouba a loja, e é pego em flagrante: “Oh, coitado, ele não teve outra oportunidade!”, e se você discorda ainda é demonizado: “Mas ele estudou em uma escola pública, muito pior que a sua! É fácil você dizer isso, já que não está na situação dele!”, como se estudar em uma escola pública o impedisse de se esforçar para conseguir o que quer…. Enfim, as vezes chega a ser vergonhosa a defesa desse pessoal.

    Concordo que muita gente não tem as condições que pessoas de classes mais altas possuem, mas isso não impede que elas se esforcem para ter o que desejarem sem precisar roubar nada.

  6. Luciano,

    Este PDF é uma cartilha do Conselho Federal de Psicologia, o mesmo que está perseguindo a Psicóloga Marisa Lobo.

    Um exemplo pratíco de apologia ao crime:
    http://www.pol.org.br/pol/export/sites/default/pol/publicacoes/publicacoesDocumentos/cartilha_falando_serio.pdf

    Só para dar uma idéia do que tem lá:

    “Para superar os ciclos viciosos, é preciso tratar os desiguais
    sociais desigualmente, reconhecendo essa condição como
    determinante das suas possibilidades de existência no mundo.
    Não se trata de uma desresponsabilização dos sujeitos pelos seus
    atos perante a comunidade, mas de derivar daí que as
    possibilidades de responsabilização dos sujeitos são variáveis
    dependentes do quanto a sociedade efetivamente é capaz de se
    responsabilizar em relação a eles.”

    Quer dizer que o bandido não tem culpa, a culpa é da sociedade….

    “Falar a sério em relação ao tema da crise do sistema
    prisional brasileiro significa construir de uma política pública
    que rompa o paradigma radical do encarceramento como
    resposta ao desvio, para produzir uma política social que invista
    na promoção humana, no apoio e no suporte às pessoas,
    efetivando novas ofertas para o fortalecimento do laço social
    onde ele se encontra frágil e mais ameaçado”

    Romper paradigma radical do encarceramento… porque não levam os detentos para o CFP, poderiamos aproveitar e construir um muro ao redor e só permitir a saida dos bandidos e dos “caras” do CFP quando o problema estiver resolvido.

  7. Primeiramente, não tenho uma posição política firme, dependendo do argumento posso ser da esquerda, direita, centro.

    Um dos argumentos ‘dos esquerdistas’ é que o crime é culpa do sistema. Você discorda disto? Por exemplo, conheço alguns tratamentos psicológicos que se baseiam na análise do sistema no qual o indivíduo está inserido e geralmente um comportamento de um dos integrantes só pode ser modificado ou melhorado quando são analisados os outros integrantes do sistema. Esta é uma prática utilizada no tratamento psicológico de problemas familiares (http://kanzlermelo.wordpress.com/2012/10/09/o-que-e-terapia-familiar-sistemica/).

    Supondo que os psicólogos estão corretos e que o sistema precisa ser analisado para solucionar o problema dos indivíduos acredito que afirmar que a culpa não é do sistema e somente do indivíduo me paresse uma generalização apressada… Claro, seguindo a mesma linha de raciocínio para análise psicológica do indivíduo (no caso o criminoso), a psicologia não isenta ele da culpa e das possíveis punições por seus atos, e neste sentido pecam “os esquerdistas”, mas se desejamos coibir ações criminosas de qualquer espécie, acredito eu que precisamos atacar as duas frentes: analisar e modificar o sistema para que não gere mais este tipo de problema e criar um sistema de punição que dê um sentimento de justiça para a população.

  8. Luciano você poderia me enviar algum contéudo através de link, ou referência de livros sobre assuntos que deixem claro o que é esquerda e o que é direita no mundo político e quando e como começou esses rotulos.
    Pois depois de ler o texto e alguns comentários, tive um insight, aí pensei; e se eu colocar no texto do Luciano a palavra DIREITA no lugar das palavras ESQUERDA e VICE-VERSA o que aconteceria com minha mente???? Já que os lados significam a mesma coisa??? Só que UM quer colocar no OUTRO uma característica e o OUTRO que colocar no UM a mesma caracterítica também. Aí te pergunto Luciano, o que faço para saber que o UM e o OUTRO não são a mesma coisa, apenas com trocas de papeis uma vez e outra???? Me ajude nessa incógnita…

  9. Eu vejo a tolerância ao crime como uma das formas das táticas de subversão aplicadas pela antiga KGB nos países alvos para implantação do comunismo. Depois de inundar a mídia com essa forma de pensar apresentada por Luciano, faz-se a acusação de que a polícia militar deve ser desmilitarizada e que o ideal é que as polícias sejam integradas e fiquem todas sob o comando de um líder central do Estado ( totalitarismo ). Em um pensamento raso: ” É mesmo… Afinal, que sistema de combate ao crime é este que não consegue reduzir uma estatística de violência e ainda mata inocentes?” A esquerda então omite nos seus argumentos o quanto trabalhou para que a violência fosse tolerada; o quanto patrocinou ONG´s para orientar bandidos em todas as fases jurídicas que possibilitam sua soltura; o quanto defendem penas alternativas ao encarceramento; o quanto são contras a redução da maioridade penal mas a favor do instituto do menor que apenas protegem menores infratores e não menores em geral e etc. Se você lembrá-los destes fatos, você é um fascista assassino. O pilar da vez a ser subvertido neste caso é a relação de autoridade.

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