Uma razão prática para irmos contra a PL 122

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Segundo o UOL, o atacante inglês Lee Steele (foto da esquerda) foi demitido do Oxford City.

Motivo? Ele teria dado uma declaração homofóbica.

Qual a declaração homofóbica? Ele disse que “não escolheria a cama ao lado de Gareth Thomas” (foto da direita).

Explicando: Gareth Tomas é um ex-jogador profissional de rúgbi e participante do Big Brother inglês.

O treinador da equipe, Mike Ford, afirmou: “Nesta ocasião, Lee teve de pagar por seu erro de julgamento. Fez um comentário homofóbico, mas isso não quer dizer que ele é homofóbico”.

Qualquer pessoa que não está tomada por ideologia sabe que não existiu nada de homofóbico na declaração de Lee Steele.

Steele teve apenas uma reação natural: como dividir o quarto com alguém que poderia sentir atração por ele?

Ora, Steele poderia preferir dividir o quarto com uma mulher. De preferência bonita, claro. Aí poderiam acasalar (darwinisticamente falando). Ou então poderia dividir o quarto com um homem heterossexual. E aí ambos poderiam combinar como iriam azarar as outras mulheres. Homens heterossexuais, por exemplo, podem ajudar os amigos a conseguirem mais mulheres. (Quem quiser que estude sobre o papel do wingman)

A reação de Steele é portanto plenamente justificável. Um homem heterossexual no quarto pode ser aliado em azarações de outras mulheres, e uma mulher poderia ser parceira de acasalamento. Na possibilidade de escolher, a maioria dos homens escolheriam ficar com a mulher. E outros, já que não poderiam estar com a mulher (se ela for bela), estariam com um outro sujeito, heterossexual, que poderia ser wingman. (Aliás, o que mais ocorre nesses Big Brothers é xavecação, portanto estou avaliando a situação em seu contexto)

O problema é que a ação de pânico moral hoje em dia na Inglaterra visa dar ao homossexual uma situação em que ele sequer poderá ser preterido em uma reação heterossexual natural e nem um pouco ofensiva.

Por exemplo, se alguém disser que “prefere mulheres” já poderiam taxar alguém de homofóbico. Se alguém disser que “é feliz por gostar de mulher” também vão taxar de homofóbico. Se disser que ficaria desconfiado de abaixar para pegar um sabonete em um banheiro frequentado pelo Gareth Thomas, é homofóbico. Ou seja, a definição do que é “homofobia” torna-se tão elástica que qualquer um que aja naturalmente em seu cotidiano, de acordo com os padrões naturais do que é ser homem, já poderá ser acusado de homofóbico.

É exatamente essa situação na qual os gayzistas apologistas da PL 122 querem lançar o Brasil. Não é por outro motivo que a lei quer proibir discordância “filosófica” em relação ao homossexualismo.

Enfim, que a situação vexatória na qual hoje se encontram os ingleses (que hoje se envergonham de agirem como homens) sirva como um exemplo REAL das consequências que teremos se aceitarmos essa lei.

Será que vocês também querem ser proibidos de pensar e agir como homens normais? (que, quando perguntados, poderão dizer que é melhor ficar com uma gatinha do que com um jacaré)

Se não quiserem, é melhor começar a reforçar a luta contra a PL 122.

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12 COMMENTS

  1. “A gravidade do insulto, em si, é monstruosa, e qualquer pessoa que o sofra pode e deve processar criminalmente o atacante antes que este, usando seu próprio crime como prova contra a vítima, a processe por “homofobia”. Toda e qualquer acusação de “homofobia”, se não dirigida a autor comprovado de crime violento contra homossexuais, é crime de injúria, difamação e calúnia, acrescido do uso fraudulento da justiça como instrumento de perseguição política.” Retirado de http://www.olavodecarvalho.org/semana/070523dce.html

    Quando o Olavo escreveu isso, talvez ainda fosse possível buscar abrigo na justiça contra a militância gayzista. Hoje em dia, acho difícil. Como os gayzistas foram absorvidos como massa de manobra na estrategia de dominação petista, e como o PT partidarizou o judiciário, é uma questão de tempo até que a farsa da homofobia seja intitucionalizada. Se é que já não está.

  2. Se fosse uma mulher dizendo que não quer dividir o quarto com um homem, seria “compreensível”, “quer manter a privacidade”, “é uma decisão dela e deve ser respeitada”, etc. Se essa é a regra, então deveria valer para os dois lados.

  3. Não sei, mas defender a ação do jogador com o darwinismo pode acabar resultando em algum tipo de falacia da natureza.
    Acho que a simples liberdade do jogador querer outro companheiro de quarto é mais válida como defesa que a força de uma natureza normal, padrão.

    • Yuri,
      Eu não acho que o darwinismo é a defesa da ação do jogador, até pq elementos da natureza, como pedofilia, não são defensáveis somente por que estão na natureza. O que eu quis dizer é que, além de ser considerado um padrão social, moralmente falando, os instintos para acasalamento são explicados darwinisticamente. Ou seja, além da explicação moral, temos a explicação natural. E o que eu quis dizer é que o sujeito teve apenas uma reação natural, que não possui nada de errado em termos morais, e ainda assim foi acusado de homofóbico.
      Abs,
      LH.

  4. Quando alguém diz “não escolheria a cama ao lado de Gareth Thomas”, pode-se completar isso com a) “porque não gosto de gays” quanto com b) “porque prefiro outros indivíduos”.

    (a) é claramente homofóbica, (b) não.
    A diferença é tênue e o indivíduo em (b) não necessariamente está em (a).

    Mas foi a interpretação de (a) que atribuiram ao jogador. =/
    Realmente, pânico moral.

    • Detalhe: isso é o que se chama de proibir “divergência filosófica” em relação ao homossexualismo. Está explicado o motivo pelo qual este blog é extremamente contra a PL 122.

  5. E o gayzismo se espalha pela internet graças a revolução cultural. E o imaginário dos idiotas úteis vai se formando sem que eles saibam como e de que forma. Blogs de humor, de notícias, de esporte, não há mais como escapar. Gostaria de ter o ânimo do Luciano para fazer um site como esse aqui, mas no máximo vou combatendo aos poucos a má intenção alheia.

    http://www.treta.com.br/2012/01/10-motivos-para-no-aprovar-o-casamento-gay.html#comment-44105

      • Evidente que pode!
        Minha iniciativa é só uma indignação indomável. Já o seu site é uma das poucas (e necessárias) vozes contrárias a essa palhaçada toda. Pena que jamais terá o apelo de um blog como o Treta ou o Bule Voador, mas espero que, ao menos, você continue marcando presença e desmascarando essas fraudes intelectuais.

        Abraços.

      • Não sou advogado do Laerte, mas sou da opinião de que, já há muito tempo, todos os, digamos, “toaletes coletivos” deveriam ser *unissex*, bastando para isto *não instalar* a constrangedora “louça de parede”. Que eu saiba, nenhuma residência “normal” possui banheiros específicos para cada sexo, por que então a regra tem que ser diferente para outros tipos de edificações ???

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