Estratégia de Esquerda: Baixaria Total

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Essa é uma estratégia executada principalmente em fóruns da Internet, mas pode aparecer, em versões mais sutis, até em textos jornalísticos, debates na TV e outras mídias.

A idéia é essencialmente baixar o nível, como o nome da estratégia afirma. O nível será baixado de tal forma a ponto de muitas vezes levar o conservador a desistir do debate. E este é um dos objetivos principais da estratégia.

As variações de levar o debate para  a baixaria são múltiplas, e citarei algumas.

Por exemplo, certa vez um debatedor de esquerda, após ser refutado, disse o seguinte: “Você não pára de pensar nos esquerdistas. Algum esquerdista deve ter abusado de você na infância”.

Note que não há um traço de argumentação aí, mas apenas a ofensa direta.

Em outros casos, é possível que algum deles venha com coisas como: “Se conservadores não querem o casamento gay é por que devem ser gays”. (No que aliás, é uma contradição política. Ora se os gays não podem ser criticados,  na visão dos esquerdistas, como eles criticariam os conservadores, que, por criticarem os gays seriam na visão deles gays?)

Outras formas incluem a mera invenção e o uso de todo o tipo de difamação, como por exemplo fingir que um blogueiro estaria contra “os ateus”, quando na verdade argumenta contra os “neo ateus”. A idéia é claramente tentar jogar o blogueiro contra todos os ateus. Você notará este padrão quando afirmar algo como “preste atenção, este blog denuncia os neo ateus, não os ateus”, e o esquerdista prosseguir com “o blogueiro está contra os ateus, gente!”.

Esquerdistas que chegam neste nível são aqueles que não tem nada a perder. Um exemplo claro é o de Bruno Almeida, um dos ex-comentaristas deste blog (agora, sumariamente vetado de ter chiliques aqui), o que pode ser lido neste post, “Humilhando ainda mais um desonesto compulsivo que atende por Bruno Almeida”.

Vamos a um exemplo. Imagine que você esteja em um debate onde o sujeito mente e você afirma para ele “você mentiu”. Se o sujeito ainda tiver algo a perder, ele vai tentar convencer a platéia de que não é mentiroso. Talvez você esteja “enganado”, ele pode dizer. Ok, até este ponto é sinal de que estamos diante de alguém que ainda tem algo a perder, no caso, a honra.

Agora, se você estiver em debate com alguém que mente deslavadamente, e, quando interpelado, continua a justificar suas mentiras, então já é um sinal de que a pessoa não liga mais para coisas como imagem, honra e outros aspectos.

Pessoas que chegam neste estágio são aquelas que muitas vezes podemos claramente rotular de anti-sociais.

Não é diferente daquele velhinho senil que chega e abaixa as calças na frente das garotas na rua. E pior, sem conseguir uma ereção (!). O sujeito sabe que todos vão ridicularizá-lo mas ele nem liga. Ele se diverte muito com isso, na verdade.

E eis que temos um grande dilema: no caso da estratégia de baixaria total: como neutralizamos esse tipo de atitude?

Se tentarmos pelas vias naturais, de falar ao sujeito, não vai resultar em nada, pois pessoas normais possuem ainda este freio moral e tentam esconder dos outros suas torpezas, mas quando alguém se orgulha de ser torpe, alertá-lo de que ele está sendo torpe simplesmente não vai surtir qualquer tipo de efeito.

É como chegar e dizer ao velhinho: “Você não tem vergonha de mostrar esse seu pau mole para todo mundo?”. Ele vai morrer de rir e achar que está fazendo o maior sucesso.

O que temos que fazer, neste caso, é investigar os motivos que levaram alguém a chegar a tal estágio de decadência ética e moral.

O fato é que tais pessoas reúnem as seguintes características, em conjunto, também oriundas de outras estratégias da esquerda:

  • Ódio absoluto de conservadores, ou, no caso específico dos neo ateus, um ódio irrestrito dos religiosos como um todo (isso é conseguido através da estratégia “Retórica do Ódio”);
  • Dedicação exacerbada à crença esquerdista, levando a uma situação em que a crença defendida é muito mais importante que a pessoa em si. (É como no caso de “tudo pela revolución”. Recentemente, nas invasões à USP, tivemos vários casos de pessoas que não se importaram em fazer papelão em público. Isso ocorre por que estão tão fanatizados pela “causa” que a imagem de si próprio, mesmo que vista como desonesta e patética pelos outros, já não importa mais. Falarei desta estratégia específica em breve. )
  • Apologia da mentira, oriunda da crença epicurista de que a “verdade é uma ilusão”. Recentemente, esquerdistas como Richard Rorty também defendem o discurso focado em marketing, não na verdade. A totalidade dos adeptos de Epicuro são de esquerda. Isso gera neles um orgulho de mentir, pois o que importa é a causa, e não a verdade. A estratégia “Apologia da Mentira” também será tratada em breve.

Ora, somente nesses três pontos, vemos que as 3 estratégias de esquerda acima geram um COMPORTAMENTO.

Note que não é todo esquerdista que irá partir para a baixaria absoluta, apenas alguns deles. Mas é fato que temos como rastrear a origem deste tipo de comportamento.

E, se sabemos que este tipo de pessoa NÃO SE PREOCUPA mais com a própria imagem, é inútil a atacarmos.

Ann Coulter até fez um livro, chamado “Slander”, com mais de 250 páginas, somente mostrando exemplos de como esquerdistas usam rotinas de difamação sempre com uma cara de pau impressionante:

Ela apenas denuncia o fenômeno do comportamento antisocial esquerdista em debates. (Aliás, ela os chama de “liberais”, mas discordo dessa abordagem, e aqui mostrei o motivo)

Mas, se você já assistiu a filmes de zumbis, já deve ter notado que não adianta argumentar contra eles. Nesses filmes, se o personagem partir para uma discussão aristotélica contra os zumbis, vai acabar morto. Mas e se os zumbis do filme só existem por causa de um vírus que causa a “doença zumbi”?

Logo, o combate MAIS IMPORTANTE teria que ser ao vírus.

O vírus, nesse caso, é o uso de um conjunto de estratégias de esquerda, como mostrei, que GERA O COMPORTAMENTO ANTISOCIAL. A partir daí, temos pessoas que não ligam mais para coisas como moral e honra, e ficam iguais aqueles velhinhos que abaixam suas calças em público.

E, como já mostrei, esses esquerdistas não se preocupam com a própria imagem, mas SE PREOCUPAM COM A IDEOLOGIA.

Há um outro exemplo, que pode parecer cruel, mas é o seguinte. Imagine os pilotos kamikazes que atacavam Pearl Harbor. Os Estados Unidos iam perder a guerra, pois não adiantava lutar contra aqueles que NÃO TINHAM NADA A PERDER (tanto que jogavam seus aviões em cima dos americanos e sabiam que iam morrer mesmo). Foi por isso que tiveram que atacar Hiroshima e Nagazaki. (E, se não parassem, talvez tivessem que atacar Tóquio)

Já que os kamikazes não se importavam com a própria vida, então o ataque deveria ser em relação a algo que eles dão valor.

O mesmo vale no caso dos terroristas. Eles colocam fanáticos com bombas presas ao corpo, e não há diálogo com eles. E, se estão sacrificando suas próprias vidas, também não possuem nada a perder. Talvez por isso o ataque ao Afeganistão tenha sido algo mais inteligente do que parece.

Logo, temos que mostrar ao público, TODAS AS VEZES em que um esquerdista partir para esse tipo de baixaria, isso tudo como um EXEMPLO do comportamento de um esquerdista. Comportamento causado, obviamente, pelo  fato de que os doutrinadores de esquerda usaram um conjunto de estratégias nele. Em termos argumentativos, os esquerdistas que praticam a baixaria total devem ser contra-atacados da mesma forma que se faz com pilotos kamikazes e terroristas.

Os exemplos dos revides aos kamikazes e terroristas servem para mostrar que A ÚNICA FORMA eficiente de se contra-atacar uma postura esquerdista de tal tipo é responder não a ele, mas a UM REPRESENTANTE DA ESQUERDA.

Foi exatamente isso que Ann Coulter fez em seu livro, o que deixou esquerdistas extremamente irritados.

Ela simplesmente usava trechos assim: “vamos a uma série de exemplos de ofensas ditas por esquerdistas [liberais, segundo ela], seguindo o padrão X”. E aí citava os vários exemplos.

Resumindo: sempre que um esquerdista partir para a baixaria total (e você vai saber quando isso acontece quando sentir uma sensação de estupefação e pensar “a que ponto nos chegamos”, enquanto o outro estiver te ofendendo, difamando e partindo para provocações de parquinho), não se preocupe tanto com ele, mas coloque tudo NA CONTA DA ESQUERDA.

A partir disso, trate-o como um representante da esquerda e compile uma base de conhecimento de COMPORTAMENTOS ESQUERDISTAS, do tipo mais extremista, e use como tutorial aos outros a respeito das consequências que o fanatismo de esquerda gera.

Dessa forma, você estará deixando este esquerdista irritadíssimo, pois, se ele ri quando é atacado, ele se indigna quando a esquerda perde pontos políticos.

P.S.: Nos textos sobre estratégias da esquerda, não é meu costume mostrar as alternativas de contenção [deixo isso para quando falo das rotinas, técnicas, etc.]. Mas abri uma exceção, pois esta é uma estratégia que não passa de uma ação resultante de outras e não possui rotinas específicas, apenas embutindo rotinas de outras estratégias de forma extrema e desavergonhada. Por isso, aproveitei o espaço não só para explicar a estratégia, mas também explicar como neutralizá-la. Divirtam-se!

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9 COMMENTS

  1. Quando se fala em baixaria sempre tem o Bruno envolvido. No Orkut, nunca vi alguém tão patético. Deve ser aqueles caras frustrados e revoltados. Será que arrumou emprego?

    • Olha, Poirot, não conheço o Bruno, não tenho Orkut e não gosto de esquerdista, mas por tudo que li aqui constatei a desonestidade intelectual do dito cujo.
      Só que associá-lo à baixaria recorrente e soltar ad hominem para criticá-lo descredita sua participação.
      O que ele ser revoltado e frustrado interessa?
      Pior ainda, o que ter emprego ou não tem a ver com isso?

  2. Luciano, você poderia fazer um post sobre a obra de Edmund Burke? Ele parece ser considerado um dos grandes conservadores da história, e viveu numa época em que a Revolução Francesa estava no seu auge, sendo um ávido crítico dos filósofos Iluministas, especialmente Rosseau (a quem eu sempre considerei o mais torpe de todos, mesmo).

  3. É importante saber o nível de frustração de fanáticos neo ateus. É provável que Dawkins e outros se aproveitem desses garotos e façam eles descontarem suas frustrações nos outros. Acabei de ver que o Luciano baniu o Bruno da comunidade Área Radioativa. Fez muito bem. O Bruno podia aprender a parar de fazer baixaria e agir feito homem. Talvez assim consiga algum emprego. Hoje em dia as empresas valorizam pessoas éticas e equilibradas.

    • Poirot, veja o nível do Bruno esperneando em meu scrapbook, depois que eu o expulsei da comunidade “Área Radioativa”:

      peidou na farofa!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
      macho alfa medroso!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
      hahahahahhahahahahhahaha
      loooooooooserrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr
      minha vitória sobre você é moral
      você só consegue me calar na força bruta, não aguenta a pressão e peida!!!
      aguenta minha argumentação num campo neutro, otario!!!!!
      loooooooooooooooooooooooserrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr

      Dá para discutir com um sujeito desses? Não!

      Basta estudar o esquerdismo e ver que essa ideologia gera pessoas que agem histericamente e enlouquecem diante de um conservador.

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