O interesse investido de Sugata Mitra na crítica ao estudo online

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Fonte: Folha

Professor da Universidade de Newcastle, na Inglaterra, o indiano Sugata Mitra ficou famoso pelo experimento conhecido como “buraco na parede”. Funciona da seguinte maneira: um computador com acesso à internet é colocado em uma localidade pobre –no início, uma periferia da Índia. A partir daí, as crianças aprendem a mexer sozinhas no PC e a acessar a internet.

Os dois princípios que regem a experiência são a auto-organização, porque uma criança ensina à outra, e a tecnologia ajudando a educação. O pesquisador falará sobre os dois assuntos em palestra na Campus Party, na terça-feira (7), às 19h, no palco principal do evento.

Em entrevista por e-mail à Folha, Sugata Mitra diz que, apesar de acreditar que a tecnologia ajuda o processo educativo, as maneiras como ela é utilizada atualmente são falhas. “Os atuais métodos de ensino on-line deixam a desejar”, exemplifica.

Para o indiano, o processo de aprendizado não é neutro –de mão única, do professor ao aluno–, e prova disso é a negociação entre crianças e pais. Além disso, a auto-organização, diz Mitra, também é uma forma de negociação entre pares.

“De alguns pontos de vista, a comunidade de software livre e a Wikipedia são exemplos de auto-organização”, diz. Mesmo assim, o pesquisador ressalva que a auto-organização física tem aspectos únicos, principalmente entre crianças.

Apesar de ser um defensor da educação on-line, Sugata Mitra acredita que a ida de estudantes de países menos desenvolvidos, como Brasil, China e Índia, a universidades europeias e americanas não é um problema. “Estudantes devem estar onde podem produzir melhor”, diz. “A humanidade é maior que países.”

Meus comentários

Deve-se tomar extremo cuidado com as declarações de Sugata Mitra, pois sua afirmação ao final é uma carta de intenções: “A humanidade é maior que países”.

Quando um sujeito já utiliza uma frase dessas temos motivos para nos arrepiar.

Aliás, nota-se o perfil de alguns dos crédulos no humanismo nos comentários da própria matéria. Veja este exemplo: “Nós todos somos Humanos em primeiro lugar, nossa humanidade transcende todas nossas diferenças sociais, raciais, ideológicas e qualquer outra que nossa conturbada imaginação conceber. As diferenças humanas estão em nossas cabeças, pois na realidade a Humanidade não passa de uma imensa família que habita uma imensa nave chamada planeta Terra. O respeito mútuo entre os humanos são a chave da paz e prosperidade futuras de todos nós. Que a Paz Prevaleça sobre a Terra. OM Shanti OM”

E a fuga da realidade segue sempre nessa toada.

Vamos aos fatos. Humanista é esquerdista, e como tal, PRECISA de escolas no modelo tradicional para efetuar DOUTRINAÇÃO dos alunos nas crenças da esquerda. Aí durante as aulas a martelação é intermitente: crença no governo global, na humanidade unificada em torno de um governo só, governo que toma conta de tudo, etc.

A facilidade de um professor no modelo tradicional é simples. Estando fechada a porta da sala de aula, o professor assume a autoridade. À portas fechadas, o professor pode FAZER O QUE QUISER. Alunos, especialmente crianças, NÃO TEM DISCERNIMENTO para perceber que, ao invés de aprenderem técnicas para desenvolvimento pessoal, estão na verdade sofrendo lavagem cerebral a partir da agenda executada pelo “professor”.

Em suma, os professores de esquerda hoje estão em uma zona de conforto, e podemos tirá-los dessa zona de conforto com a substituição gradativa do ensino tradicional pelo ensino online.

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