E lá vamos nós… mais uma palhaçada da patrulha politicamente correta contra Rafinha Bastos

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Fonte: Portal PS

Rafinha Bastos teve todos os DVDs do stand up comedy “A Arte do Insulto” recolhidos pela justiça. De acordo com o “Jornal da Tarde” desta quinta-feira (02), isso deve acontecer em até vinte dias a contar da data de hoje.

Durante a apresentação que foi registrada e transformada em DVD, Rafinha Bastos faz uma piada onde cita a Associação de Pais e Amigos do Excepcionais, a Apae. Ele diz que teve que internar o pênis dele na entidade depois de usar um preservativo com efeito retardante.

A Apae entrou com o pedido na 2ª Vara Cível de São Paulo que concedeu em carater de liminar o recolhimento das cópias. O advogado explica que as lojas receberam a liminar proibindo a venda, mas é Rafinha que deve retirar os DVDs das lojas. Além da multa indenizatória no valor de R$ 200 mil, Rafinha está sujeito a multa de R$ 30 mil por DVD não recolhido e de R$ 20 mil por novas citações, diretas ou indiretas, à Apae e aos deficientes

Na noite desta quarta-feira, Rafinha comentou o assunto no Twitter. “E como diria a bruxa do Pica-Pau: e lá vamos nós” e na sequencia copiou a manchete dos jornais.

Meus comentários

Como sempre alertei (dentre vários a alertar): estava óbvio que o discurso politicamente correto seria utilizado para fazer censura.

Rafinha Bastos resolveu encarar de frente o politicamente correto e partiu para as piadas politicamente incorretas.

Não demorou para esquerdistas usarem a estratégia da Sensibilidade Artificial Histérica e defenderem de forma pública qualquer ação contra Rafinha.

A partir de agora, os esquerdistas estão em guerra de processos contra Rafinha. Esses dois processos que vieram (lembremos o processo de Wanessa Camargo) são os primeiros dentre muitos. Qualquer “minoria” será utilizada como massa de manobra para simulações de chantagem emocional contra Rafinha.

Cabe ao Judiciário, de forma patética, fazer o que ultimamente tem feito: dar razão de causa a quem grita mais. Nesse caso, os “ofendidos” pela piada do Rafinha. Mesmo que ele não tenha praticado nenhum tipo de difamação contra a APAE ou os deficientes mentais.

E assim caminha a mediocridade nessa enorme Venezuela a que chamamos de Brasil…

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5 COMMENTS

  1. Sabe, isso também serve como um “bem feito” pro Rafinha Bastos, afinal…

    Quem mandou o esperto assinar contrato com canal de televisão e fazer matérias esquerdistas para o CQC e A LIGA? Sobrou que no momento que ele saiu da coleira (ou seja, saiu do roteiro) os esquerdistas ficaram “horrorizados” e trataram de se livrar dele e com o claro objetivo de leva-lo à ruína para que ele não se apresente como ameaça a ideologia deles com sua fama…

  2. Off-topic, mas…
    http://www.youtube.com/watch?v=EU7_Ju5QTyY – Esse é um documentário independente feito lá nos EU, chamado Indoctrinate U.
    A grande diferença, me parece, é que nos EU o politicamente correto controla todas as Universidades, no Brasil controla todo o Sistema. (o que é ainda pior)

    Ficarias incomodado, Luciano, se eu te pedisse, por favor, para fazeres um artigo baseado nesse documentário? xD

  3. O caso da Vanessa é bem complicado e pessoal, não diria ser patrulha do politicamente correto.
    Para o caso da Apae, é um pouco mais difícil, embora ninguém goste de ter pênis associado a coisas que gostam, no caso, seus filhos. É uma associação feita por quem interpreta talvez exagerada.
    No mais, concordo com o comentário do igorgiritana.

  4. Rafinha Bastos vem pegando pesado, talvez um pouco demais. Acho que há formas mais inteligentes de dar combate ao politicamente correto sem incorrer em exageros que acabam se voltando contra ele. Recentemente (tem circulado pela internet e pelo Facebook), Danilo Gentili deu um exemplo disso: fez uma piada “incorreta”, foi patrulhado e intimidado por uma ONG racialista, e depois demonstrou que não havia qualquer conteúdo racista na piadinha: racismo havia, isto sim, na mente de quem lia a piada com a lente da “luta racial”. E depois desceu a lenha.

    Sobre a piada do Rafinha, em si, certamente ela é ofensiva. Mas uma piada de loira, de gay histriônico, de obeso, de magrelo, de branquelo, de português… não podem, todas, causar incômodo a seus respectivos objetos (enquanto todos os demais riem)? Não é esse o objetivo do humor ácido, fazer todos rirem de um, sendo que a cada momento um grupo ou categoria será esse “um”? Certamente um judeu ri com piada de loira burra, bichona histérica, gordão elefantão… até que se faça uma piada de judeu, em cima de sua “típica” (ou mítica, sei lá) avareza.

    Esse pessoal que é “pela igualdade”, “pela inclusão” (expressão que trai uma escolha ideológica, porque só se pode incluir quem está excluído – olha o marxismo mal disfarçado aí!), não pode rir da piada dos outros e dizer “ah, comigo não”. Eu já vi muito comunista de butique (frequentadores assíduos de DCE que vão de carro para a faculdade, moram com os pais e por eles são integralmente bancados) rir de desenhos de “capitalista gordo, branquelo, de fraque e cartola, fumando charuto”, uma imagem bem fim do século XIX, começo do século XX. E se ofender ao serem chamados de “aquela gente que não toma banho”. Ué, estereotipar os outros pode, é?

    Mas o fato é que mesmo o objeto, o destinatário da piada “politicamente incorreta”, vai rir também se tiver maturidade, se for bem-resolvido. Se for, como já ouvi de alguns psicólogos, “terapiado”. Aliás, já fui a uma colação de grau justamente em Psicologia em que um dos integrantes, cego, cantou o “Rap do Ceguinho”, por iniciativa própria – ele sugeriu à Comissão de Colação como “homenagem”, já que todos os alunos seriam homenageados (com uma zoadinha, também). Detalhe: o rapaz, cego, morava sozinho, trabalhava e, com o trabalho, pagava a faculdade. Sem “coitadismo”!

    Particularmente, eu ri da piada do Rafinha. E olha que sou frequentador da Apae de Muriaé – MG, já que é nessa cidade que mora minha mãe, com meu irmão que tem Down. A piada foi boa, eu sei a dificuldade que é ter um Down na família, não preciso que ninguém se apiede de mim por causa disso. Simples assim.

    Abraço!

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