Gays protestam em SP após beijo proibido em lanchonete… eu avisei, eu avisei…

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Fonte: Folha

Sob gritos de “Contra a homofobia, a luta é todo dia”, casais gays se beijaram na tarde deste sábado em frente à lanchonete Parada da Vergueiro, onde dois homossexuais dizem ter sido intimidados por um funcionário com uma faca após trocarem carinhos dentro do estabelecimento.

Cerca de 50 pessoas participaram do ato na rua Vergueiro, que fica em frente ao Centro Cultural São Paulo, na região central da capital paulista.

A lanchonete baixou as portas depois que o grupo começou a se concentrar em frente ao local, por volta das 16h. Onze policiais acompanharam o ato, que foi pacífico. O gerente do estabelecimento não quis conversar com a Folha.

“Temos direito de manifestar afeto em qualquer lugar. Ninguém pode aceitar ser expulso de um estabelecimento só porque trocou carinho com alguém”, disse o advogado Luís Arruda, 34, que divulgou o protesto em sua comunidade no Facebook “Ato contra a homofobia”.

Ele e o namorado, Otávio Matias, 26, trocaram um beijo ali, cobertos por uma bandeira do movimento gay.

O jornalista Marcelo Hailer, 29, diz que um gerente do estabelecimento bateu com uma faca no balcão depois que ele e um acompanhante se beijaram na mesa da lanchonete. “Ele disse que aquilo não poderia acontecer ali. Ficamos sem reação e saímos”, disse ele, que também participou da manifestação.

Hailer afirma já ter registrado um boletim de ocorrência e diz esperar que a lanchonete seja punida.

Meus comentários

Conforme sempre tenho avisado, os movimentos gayzistas não se importam com os direitos do gays, mas sim a imposição de seu estilo de vida aos heterossexuais.

E, para evitar que dramalhões ocorram (como no post sobre o Nebacetin), que fique claro: imposição do estilo de vida gay aos heterossexuais não é o mesmo que forçar os heterossexuais a serem gays (embora lá no futuro isso possa até ocorrer), mas sim impor aos heterossexuais que o estilo de vida gay é tão padronizado quando o do heterossexual.

Mas sejamos racionais: um cidadão heterossexual tem tanto o direito de não achar o comportamento gay normal, como tem o direito de não achar pedofilia e zoofilia comportamentos normais.

Se algum dia darem direitos aos zoófilos, não significa que o dono de um bar tenha que achar normal o sujeito se esfregar com sua cadela em um bar. Mesmo que esse dono do bar seja obrigado a respeitar os direitos do sujeito transar com sua cadela quando quiser, em sua casa.

Não precisamos achar normalíssimo ver dois marmanjos se beijando, da mesma forma que não precisamos achar legal ver um sujeito de 40 anos acariciando uma menina de 12. É normal ao ser humano achar estranho e até incômodo assistir comportamentos que nada tem a ver com o instinto reprodutivo.

É preciso explicar aos gays que eles tem o direito de fazer o que quiserem com os fiofós deles, mas não venham fazer suas demonstrações em ambientes basicamente heterossexuais. Aliás, os gays podem até selecionar os bares cujos proprietários acham linda a homossexualidade. Nesses bares, tirando os simpatizantes, provavelmente os heterossexuais não frequentarão. (Aí é o livre mercado em ação)

Deixem que o dono do bar não aceite beijos (sejam gays ou não) em sua lanchonete. Escolham outra lanchonete.

Deve ser explicado aos gays o seguinte: eles tem o direito de viver sua vida em paz. Mas deixem que nós vivamos nossa vida em paz também.

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18 COMMENTS

  1. Tudo agora é homofobia e todo dia “aparece” alguém que sofreu isso, quer saber? sempre defendi essa causa mas to começando a achar que virou palhaçada.

  2. Por favor, chega de hipocrisia, vivo perto dessa lanchonete, e ontem fui ao cinema e ao voltar encontrei essa cena RÍDICULA, eram no máximo 15 PESSOAS e 6 POLICIAIS, NÃO SOU HOMOFÓBICO, respeito a escolha do outro mas que não mecha comigo… O que tenho a ver com isso?? Se estou em uma lanchonete ou bar, vejo uma cena de duas pessoas do mesmo sexo se beijando, É CLARO que isso CHOCA, já que uma grande maioria da população foi criada de modo HETEROSEXUAL. Nada contra HOMOS mas que me respeitem…

  3. Coitado do funcionario do restaurante …. Qualquer dia vou nu num restaurante e vou processar quem for contra(nao tinha lugar pra fumar machonha e fazer P… Utaria ?)

    • Pq essa é a essência da militância gayzista. Eles não se contentam em dar o rabo, mas querem transformar sua boiolice em um “ato político”.

  4. O detalhe que mais chama atenção na matéria que foi postada aqui. e que diz respeito à estratégia pedante do movimento gayzista é este:

    O jornalista Marcelo Hailer, 29, diz que um gerente do estabelecimento bateu com uma faca no balcão depois que ele e um acompanhante se beijaram na mesa da lanchonete. “Ele disse que aquilo não poderia acontecer ali. Ficamos sem reação e saímos”

    Viram bem o que o próprio “ofendido” disse? Eles saíram, deixaram o local. Mas, para criar a sensação, a alegação da manifestação é de que ninguém pode ser _expulso_ de um estabelecimento. Ou eles foram expulsos, ou saíram do local “sem reação”. isso faz toda a diferença.

    Todo o gayzismo consiste nisso: exagerar e perverter a realidade. E perverter é uma palavra-chave aqui…

  5. Posso até concordar com o direito do homem da lanchonete exigir que seus clientes não tenham um determinado comportamento mas o cara teria que botar uma placa com letras bem grandes “Não toleramos beijos gays se insistir nosso funcionário te ameaçá com uma faca”assim os simpatizantes da causa não iriam frequentar mais esse lugar.

    OBS: Vejo que ainda compara a homossexualidade com praticas criminais como a zoofilia e a pedofilia como se sentiria se eu associasse todo movimento conservador a Ku Klux Klan ?

    • o fato é que pedofilia e zoofilia HOJE são crime. Mas segundo o discurso de esquerda basta chamar essa punição de “arbitrária” e dizer que o amor entre espécies é algo tao normal quanto o amor entre homem e mulher.

  6. Luciano, topa um debate na Área Radioativa pra debatermos sobre essa rotina de associar homossexualismo a pedofilia e zoofilia, se é válida ou não?

    Também quero entender como funciona isso de “Eu respeito os gays, desde que eles não ajam como gays rs”

  7. Se um dia conseguirem provar que bichos ou crianças com menos de 12 anos sentem atracão sexual por adultos isso poderá ser discutido caso o contrario toda relação sexual com crianças ou animais continua a ser considerado estupro.

    • Pode-se estabelecer um limite, sei lá, uns 13 anos. No caso de animais, existem vários casos de cachorros doberman transando com as donas. Se o cão transa com a dona, então possui atração. Basta estimular. 🙂

      Mas continuo achando algo bizarro, naturalmente.

  8. e eu uma agressão contra animais,cachorros doberman são um caso a parte quando estão no cio eles trassam até com almofadas mas tente enfiar um pênis humano num Doberman e ele ira fugir ou ate morder.

    Idade de consentimento sexual para 13 anos?nossa ta ai uma postura liberal

  9. Galera,

    a “idade de consentimento” no direito brasileiro é 14 anos, nos termos da (péssima) redação atual do Código Penal (dada pela Lei nº 12.015/2009):

    “Estupro de vulnerável
    Art. 217-A. Ter conjunção carnal ou praticar outro ato libidinoso com menor de 14 (catorze) anos:
    Pena – reclusão, de 8 (oito) a 15 (quinze) anos. (Incluído pela Lei nº 12.015, de 2009)
    (…)

    Corrupção de menores
    Art. 218. Induzir alguém menor de 14 (catorze) anos a satisfazer a lascívia de outrem:
    Pena – reclusão, de 2 (dois) a 5 (cinco) anos. (Redação dada pela Lei nº 12.015, de 2009)
    (…)

    Satisfação de lascívia mediante presença de criança ou adolescente
    Art. 218-A. Praticar, na presença de alguém menor de 14 (catorze) anos, ou induzi-lo a presenciar, conjunção carnal ou outro ato libidinoso, a fim de satisfazer lascívia própria ou de outrem:
    Pena – reclusão, de 2 (dois) a 4 (quatro) anos.”
    (…)”

  10. Esse texto é um espantalho, porque relações humanas (onde os dois concordam com aquilo) não tem correlação com relações bestiais.(onde talvez o animal não concorda)

    Heteros e gays devem ser contidos nas manifestações de carinho nas ruas, mas tudo que for permitido aos heteros deve ser permitido aos gays, beijos curtos e mãos dadas por exemplo.

    Homens russos se beijam na boca para cumprimentar. Toda essa ótica de “direito de não gostar” é obviamente preconceito por ignorância.

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