A semelhança entre os líderes do tráfico e os esquerdistas

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Os líder esquerdistas conseguem obter poder através de uma série de funcionais que atuam para eles. Estes funcionais são aqueles que normalmente chamamos por “militantes de esquerda”.

O esquerdista funcional acredita que está criando um mundo melhor. O esquerdista beneficiário obtem poder pois o funcional tem REALMENTE a crença de um mundo melhor. E assim a espiral do esquerdismo prossegue.

Mesmo que isso tudo seja claro como a neve, um dos fatores mais difíceis do combate à ideologia esquerdista é que existem realmente alguns agrados que os líderes esquerdistas fazem, e estes agrados podem dar a falsa impressão de que realmente eles “se importam com os desfavorecidos”.

Para exemplificar melhor o que estamos falando, imagine um debate onde facilmente um marxista ou progressista seja desmascarado. Depois de uma certa prática e uso do raciocínio investigativo, creio que isso já não deva ser difícil. Existem alguns leitores deste blog que já possuem isso no DNA.

Ainda assim, um marxista poderá surgir com uma frase do tipo: “A educação em Cuba atende a todos!” ou “A taxa de mortalidade infantil em Cuba é mínima”. Um progressista poderá dizer: “Na França esquerdista, o sistema de saúde é de graça”.

Nesse momento, os adeptos do esquerdista chegam a molhar a calcinha, de emoção, afirmando: “Vencemos o debate, derrubarmos este conservador maldito, que não se preocupa com os pobres”.

A comemoração pela vitória poderia até enganar os mais incautos, mas, Houston, we have a problem…

O fato de existirem alguns aspectos de melhoria, não significa em si um valor para justificar o esquerdismo. Aliás, em todos os estados do esquerdismo os trade-offs não compensam.

É verdade que a saúde de Cuba é citada em vários órgãos mundiais por garantir o atendimento a todos, assim como o sistema de saúde da França atende a todos gratuitamente. Mas esses pequenos detalhes não provam para dizer que a esquerda é a melhor opção SIMPLESMENTE PELO FATO DE QUE os alegados benefícios acontecem através de custos que são lançados sobre a população. E quando eu falo em avaliar os trade-offs, falo em avaliar aquilo que está sendo entregue à população em comparação com o que está sendo tirado dela.

No caso de Cuba, perdem a liberdade, direito à inovações (andam em carroças, praticamente), e ainda tem que sustentar um estado no qual seus líderes vivem o luxo dos antigos monarcas. No caso da França, pagam impostos criminosos, que, se fossem reduzidos à metade, permitiriam que seus cidadãos pudessem bancar a saúde privada sem depender do estado.

Nos dois casos, temos uma troca que não compensa, e portanto o “valor agregado” do esquerdismo não vale a pena, se analisado criticamente.

A melhor comparação que podemos fazer do esquerdismo, em relação aos seus “agrados”, é com os líderes do tráfico.

Os traficantes do morro ajudam a população carente e até criam sistemas de financiamento nos quais as pessoas não precisam ter garantias de pagamento. Até pessoas com nome sujo recebem dinheiro emprestado. Várias doações também são feitas à comunidade.

Os traficantes fazem esses “agrados” à população carente, apenas com o objetivo de receber retaguarda e apoio popular para auxiliá-los no caso de uma possível invasão policial.

Esses “agrados” acabam dando uma falsa segurança à população, e alguns até acham que os traficantes são “homens abençoados”. (Se alguém assistiu o filme “O Poderoso Chefão”, talvez se lembrará da cena inicial, onde várias pessoas recebem favores de Don Corleone. Essa é a idéia)

Entretanto, a aliança com o crime traz os prejuízos. No caso da associação com os traficantes, os habitantes precisam viver em um território de guerra (guerra trazida exatamente pelos traficantes). No caso dos esquerdistas, a população será obrigada a viver pagando impostos altos e perdendo cada vez mais suas liberdades.

É por isso que quando um esquerdista comemora os pequenos “agrados” da esquerda para o povo (não posso esquecer da Bolsa Família, claro…), isso não significa absolutamente nada em termos argumentativos. Pequenos “agrados” até traficantes de morro fazem.

A questão é perguntamos se a relação custo X benefício do aceite desses “agrados” compensa.

Qualquer investigação crítica mostrará que não compensa.

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2 COMMENTS

  1. Destaco o seguinte trecho:
    “sustentar um estado no qual seus líderes vivem o luxo dos antigos monarcas”

    E não é que, pelo menos na Coréia Setentrional e em Cuba, já está claramente delineada uma “dinastia comunista”? 🙂

    Mas peraí, dinastia não é coisa de sociedades “atrasadas” 😉 , “necessariamente” religiosas ? 😀

    Falando mais sério agora, com todos esses sinais de uma *religião às avessas*, muitos monoteístas devem ter lá sua dose de razão ao insistirem que “o comunismo é coisa do Diabo” 😛

    • Mas peraí, dinastia não é coisa de sociedades “atrasadas” , “necessariamente” religiosas ?

      Ué, os lideres antigos dos comunistas não são tratados como deuses? (isso é ainda melhor exemplificado na coreia do norte) hehehehe….

      Toda a anti-religião do marxismo só tem o objetivo de trocar o Deus-supremo-fora-do-espaço-tempo, de uma população para colocar o deus-líder-humano-mortal no lugar, eu chamo isso de retrocesso, utopia é uma estupidez do tamanho do Everest mesmo…

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