A destrutiva mensagem do movimento feminista

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Fonte: blog Marxismo Cultural (Lucas, traduçã0), a partir de um original do Living (Lorraine Murray, autoria)

O Dia da Mãe pode ser doloroso para as mulheres sem filhos. Ansiamos ler os cartões floreados, exclamar sobre pacotes misteriosos e enterrar os nossos narizes em bouquets acetinados. Claro que fico contente quando a minha afilhada se lembra de mim todos os anos e me envia chocolates.

Mas mesmo assim eu olho para trás na minha vida e pergunto “Miúda, o que é que te passou pela cabeça?”

O que é que te passou pela cabeça quando te tornaste tão envolvida no movimento feminista ao ponto de aceitares todos os aspectos da propaganda?

O que é que te passou pela cabeça quando começaste a olhar para a gravidez como um problema e não como uma bênção?

E quando te viraste para a suposta solução feminista do aborto?

O que é que te passou pela cabeça quando saltaste para dentro da carruagem “sem-filhos-por-escolha”? A propósito, essa agenda recebeu o nome de “livre de crianças” – algo que implica um delicioso estado de desembaraço existencial.

Vamos ser honestos: a vida sem crianças significa um vazio nos nossos corações. Significa também que não recebes pequenos-almoços na cama durante o Dia da Mãe. Além disso, não tens a felicidade de ser anfitriã de festas lotadas de crianças pegajosas ao mesmo tempo que o cão salta por baixo da mesa, esperando pelas sobras.

Sim, o vazio da vida sem filhos pode ser parcialmente preenchido com o amor de sobrinhos, sobrinhas e afilhados, mas nada pode substituir a genuína maternidade.

Quando era jovem, não me apercebi da perigosa mensagem do movimento feminista (que ainda ataca as mulheres de hoje). As feministas motivaram as mulheres a perseguir os seus sonhos – quer eles fossem na escola médica ou em torno de trabalho policial – mas havia uma actividade que era suposto as mulheres ignorarem. Essa actividade era colocar o casamento e a maternidade em primeiro ligar na vida e no coração.

Quando as mulheres estavam determinadas em ter filhos, as feministas diziam para aguentar mais um pouco – até ter o curso superior ou aquela promoção ou até ter aquele contracto com a editora. E se isto significasse esperar até aos 40, 45 ou 50 anos, tudo bem.

Quando as mulheres descobriram que a mãe natureza não se conforma com esta forma de pensar – e os seus níveis de fertilidade começam a descer a partir dos 30 anos – as mulheres ficaram chocadas.

Apesar de todas as cativantes mensagens do Dia da Mãe, as feministas ainda tentam incutir nas mães um sentimento de culpa.

Há anos que andamos a ouvir a semântica feminista: “tecto salarial”, “segundo turno”, “conjugação de responsabilidades”, “guerra de mães”, e assim por diante. Talvez seja a hora de parar com todas estas queixas e admitir a verdade.

Para um grande número de mulheres, a busca mais feminina de todas é ser mãe de alguém a tempo inteiro.

Meus comentários

O grande drama de muitas mulheres atuais que caíram na conversa do feminismo radical é facil de ser identificado: a autora do texto, Lorraine Murray, fala que a busca mais feminina de todas é ser mãe de alguém a tempo inteiro.

Mas para as feministas, essa busca é uma “imposição machista”. Sendo assim, a imposição deve ser negada sempre que possível.

Na verdade, essa é uma necessidade biológica. Essa necessidade biológica, de uma mulher querendo instintivamente ser mãe, enquanto um homem quer instintivamente colocar sua semente, é o que permite a propagação de nossa espécie e nosso sucesso evolutivo.

Ao negar o instinto para gerar filhos, temos hoje em dia várias mulheres acima dos 40, já sem valor de fertilidade, e com dificuldade até para conseguir sexo casual, pensando coisas como “será que fiz a opção certa?”.

A tendência é a depressão e posteriormente o desespero, pois o instinto mais fundamental do desejo feminino foi ignorado.

Ao impor um tipo de comportamento para várias mulheres, as feministas se esqueceram de avisar a biologia.

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