Para fazer curso de cabeleireiro da Prefeitura de Fortaleza aluno tem de provar que é gay

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Fonte: Roberto Maciel – Diário do Nordeste

A Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Fortaleza inicia hoje (*) curso de cabeleireiro.

Mas não é para qualquer um não, aviso logo: o interessado terá de provar por A mais B que integra o público LGBTTT – sigla que a cada dia ganha mais letras, assim como cada dia ganha mais adesões o movimento gay. O curso de cabeleireiro será realizado na Av. Presidente Costa e Silva, 2112 – Mondubim. Há 20 vagas.

Hetero, coitado, foi excluído da dita “ação de inclusão” da Prefeitura de Fortaleza. Só aqui mesmo para acontecer coisa assim.

Antes de concluir, e para não deixar que o senhor e a senhora fiquem desatualizados: até agorinha, LGBTTT significava Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros – seja lá o que “transgêneros” signifique.

(*) A data é de 6 de fevereiro de 2012

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7 COMMENTS

  1. Luciano, sou cearense e residente há bastante tempo em Fortaleza. Infelizmente, essa notícia apenas mostra a ponta de um iceberg que assola a capital cearense há muitos anos: a dominação política esquerdista.

    Aqui, já tivemos como prefeita uma marxista esquizóide e agora temos outra quase do mesmo “nível”. Só para você ter uma idéia do fanatismo ideológico da atual prefeita: por vários meses, no início de sua primeira gestão (Yes, sir, ela foi reeleita) a digníssima chefe do executivo desta cidade só aparecia publicamente vestida de vermelho! E não era por motivação estética, não.

    Um dos prédios mais significativos do equipamento público inagurado pela prefeita tem o nome – adivinhe de quem! – do assassino covarde Che Guevara!

  2. Outra “ação” da prefeita foi comparecer a Brasília para emprestar apoio à palhaçada em torno do outro assassino Cesare Batisti. Agora, me diz o que tem a ver uma administradora pública com um assunto desses?

    E, sim, o gayzismo é outra das plataformas mais importantes da gestão petista. }Incluindo, até, cartilhas confeccionadas pelo município repletas de ideologia de gênero, para distribuição nas escolas municipais. Educação, que é bom, necas. Mas doutrinação política é com eles mesmo!

  3. Caso o autor do blog queira saber, e se procurar a Secretaria de Direitos Humanos da Prefeitura de Fortaleza, descobrirá duas coisas:

    1. O curso não é exclusivo para o público LGBTT. Ele foi uma solicitação deste público por meio do Orçamento Participativo, ou seja, os próprios homossexuais que pediram um curso de cabeleireiro e, conforme rege o OP da cidade, quando é feito um pedido, ele deve ser aprovado pela Assembleia Geral do bairro, da Regional. Assim, aqueles que não são LGBTT, também ouviram e votaram a favor. Isto se chama democracia.
    2. As vagas deste curso, apesar de serem uma prioridade para aqueles que pediram, não são EXCLUSIVAS. Ou seja, qualquer pessoa pode fazer.

    Se você quer fazer um bom trabalho jornalístico, não saia copiando e colando informações de blogs de outras pessoas. Faça você mesmo a busca pela informação ouvindo sempre os dois lados.

    • http://www.fortaleza.ce.gov.br/sde/index.php?option=com_content&task=view&id=192

      O site da Secretaria de Direitos Humanos da Prefeitura de Fortaleza dirá o seguinte:

      “Com o objetivo de oferecer qualificação profissional para o público LGBT (Lesbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros), a Prefeitura de Fortaleza, através da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), inicia curso de Cabeleireiro na próxima segunda-feira (6), no bairro Mondubim (Regional V).”

      Ué, e os cabeleireiros heterossexuais? Há um cabeleireiro, em minha cidade natal, que é heterossexual. Como fica?

      • tsc tsc…isso que é forçar o ponto. Ficou claríssimo que se tratava de uma demanda pública para qualificar uma minoria (assim como existem editais públicos que favorecem nordestinos) e que o indivíduo não se enquadrava no edital. Não há discriminação alguma. Só haveria se isso não fizesse parte, explicitamente, da ação pública. Que bloguezinho lixo!

      • Faço questão de deixar passar esse tipo de comentário esquerdista desaforado para que os leitores percebam o BAIXO NÍVEL da argumentação esquerdista. É sempre assim, e o pior é ele reconhecer “editais públicos que favorecem nordestinos”, o que também está errado. Citei o caso de cabeleireiros que não são gays, e que são DESFAVORECIDOS. O pior, essa discriminação aos heterossexuais é financiada pelo ESTADO, ou seja, nossos impostos. Se fosse uma entidade LGBTTT organizando e financiando tudo, obviamente eu não denunciaria aqui.

  4. Saudade da época das barbearias onde não havia esse esteriótipo homossexual para quem corta cabelo, pow esses gays acham que essa profissão é deles?

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