Batendo onde dói: como questionar o status social de alguns esquerdistas e como eles o utilizam para criar a “justiça social”

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Todo esquerdista pode ser facilmente questionado em seus cânones, mas ainda mais eficiente é tirar-lhes a autoridade moral, pois esta é a estratégia número 1 da esquerda. (Vejam a estratégia Obtenção de Autoridade Moral)

Ora, se a obtenção de autoridade moral é aquilo que eles mais prezam, questionarmos esse aspecto lhes causará dor.

Para um esquerdista, o maior valor é a autoridade moral obtida a partir de um discurso, portanto mais um motivo para entendermos que se você questionar essa autoridade, isso o deixará muito incomodado.

Por exemplo, quando um membro do Occupy Wall Street diz lutar contra a “sociedade capitalista”, podemos questionar por que ele usa a Internet e o IPAD, que são frutos do capitalismo. Ele provavelmente dirá que está usando os instrumentos do capitalismo para derrotá-lo. Ok, é uma sabonetada, mas pode ter algum efeito psicológico. Por isso, podemos aumentar o nível do questionamento, colocando sob crivo cético efetivamente tudo que for relacionado a autoridade moral.

Inicialmente, a idéia é identificar quais partes do discurso do esquerdista configuram esse apelo. Nesse texto, eu já dei a dica para iniciarmos a qualificação.

Agora, diante dessa premissa questionemos absolutamente tudo que for relacionado à auto-venda.

Há um questionamento em especial que gosto bastante, relacionado ao status social do esquerdista. Isso envolve coisas como o carro (ou carros) que ele dirige, as propriedades que possui, a renda declarada e tudo o mais.

A partir disso, ele deve ser avaliado por toda CONTRIBUIÇÃO VOLUNTÁRIA que faz para a “justiça social”.

Por exemplo, ele diz que “luta pela justiça social”, e argumenta que existem pessoas que “tem mais” oprimindo os que “tem menos”.

Também temos o cenário em que existe a CONTRIBUIÇÃO NÃO-VOLUNTÁRIA, ou seja, o pagamento de impostos. Mas isso não é mérito para ninguém, pois é uma ação FORÇADA pelo estado. Portanto, você cumprir a lei não te torna melhor que os outros. Deixar de cumprir a lei é o que o torna um energúmeno.

Se assumimos que o pagamento de impostos não é um mérito, mas uma obrigação, temos que achar o MÉRITO daquele que diz que é favor da “justiça social” e “distribuição de riquezas”. E aí temos que avaliar o salário (ou renda) desta pessoa, além de suas posses.

Se um esquerdista ganha 15.000 reais por mês, e tem deduzido de seu valor aproximadamente 4.000 reais, de impostos, ainda lhe sobram 11.000 reais por mês. Por que ele não doa metade do valor restante e sobrevive com apenas 5.500 por mês?

Se ele tiver uma propriedade que custe, vá lá, 800.000 reais, por que ele não a vende, e compra uma de apenas 200.000, mais simples, e doa os 600.000 reais que lhe sobraram para “corrigir as chagas sociais”?

Vamos aos fatos. Os esquerdistas afirmam que o “problema social” existe por que uns tem mais e outros tem menos. Segundo pesquisas, 30% da população brasileira é de petistas assumidos. Vários deles possuem um bom status social, como Emir Sader, Luis Nassif, José Dirceu, Lulinha, Elio Gáspari e outros.

Eles vivem sua vida dizendo que lutarão para “tirar dos ricos, para dar aos pobres”, mas eles próprios são ricos. Então, por que não tiram DELES PRÓPRIOS para doarem aos pobres?

Garanto que se todos os esquerdistas que ganham acima de 4.000 reais por mês se juntassem, e doassem toda renda mensal que estivesse acima deste valor, além de limitarem suas propriedades a 200.000 reais, com certeza “resolveriam o problema social”.

A pergunta é: por que não fazem isso? Será que eles não estariam apenas usando um discurso para obtenção de autoridade moral, enquanto simulam que “lutam pelos pobres”?

Há um outro fator grotesco: muitos esquerdistas lutam pelo aumento de impostos e depois recebem dinheiro do governo. Mas esse dinheiro é pago pelos MEUS IMPOSTOS. Aí o esquerdista cria uma ONG, atribui a si mesmo um salário arbitrário (por exemplo, uns 20.000 reais, como diretor de ONG), para que os impostos não impactem sua alta renda, e daí diz que “lutou pela justiça social”. Mas espere, ele ainda continua se dando bem somente com o uso de um discurso, por isso, para donos de ONGs, o questionamento deve ser ainda mais forte.

Para tirarmos a dúvida, eu vou postar esse link nos sites de TODOS os esquerdistas que eu citei aqui. Se eles REALMENTE “lutam pela justiça social”, vão me destruir moralmente, mostrando provas de que doaram seu dinheiro “excedente” para causas sociais. Caso contrário, vão ficar fulos e me banir, pois, como já disse, estou batendo onde dói.

E então, caro leitor, como você acha que eles responderão?

P.S.: Colocarei aqui na seção de comentários o feedback dos esquerdistas sob análise.

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9 COMMENTS

    • Boa pergunta. “Sabonetada” é um termo que já vi usarem quando um instrutor não sabe a resposta a um questionamento e inventa qualquer coisa, TORCENDO para que o interlocutor não o questione de novo.

      • “Sabonetada” é sinônimo de “vaselinada”. Sabonete e vaselina têm funções lubrificantes, ou sejam, tornam outras coisas escorregadias.

        A pessoa dá uma “sabonetada” ou uma “vaselinada” quando “sai pela tangente”; “fala, fala e não diz nada”; tergiversa, enfim. A resposta dada a uma questionamento objetivo e peremptório é escorregadia, vaga, inexata, indevidamente ampliada ou generalizada. O cara finge que responde e torce para o interlocutor fingir que se sentiu respondido.

        Exemplo básico:

        “- O que é isso? “A” ou “B?”
        “- Veja bem, não é que isso ‘seja’, assim, definitivamente, nem que possa ser ou ‘A’ ou ‘B’, tão simplesmente, sem considerar outras variáveis. Num universo complexo, que envolve ‘A’, ‘B’, ‘C, até ‘N’, é preciso partir de uma análise teleológico-sistemática para que se chegue a uma resposta principiológica de cunho estruturante, entendeu? Sem reducionismos ou simplificações que desconsiderem determinadas inconsistências internas da questão nem fatores circundantes que podem influir, em graus variáveis a depender das circunstâncias, para a resolução e mesmo a definição do problema. Veja que as circunstâncias…”.

        A depender da diferença entre as habilidades de raciocínio, improviso e retórica de “perguntador” e “respondedor”, o “perguntador” será jantado com batatas.

        Quebre o controle de frame dos esquerdistas e é fatalmente o que vai acontecer.

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