Jean Wyllys comete ato falho e confessa a guerra política em rede: ele se empolga com proibição a crucificos em repartições públicas

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Fonte: Gospel +

O deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) manifestou-se favoravelmente à decisão da Justiça, que proibiu o uso de símbolos religiosos em prédios públicos do Rio Grande do Sul.

Jean, conhecido ativista gay, parabenizou a Liga Brasileira de Lésbicas (LBL) pela ação, e segundo ele “em uma sociedade multicultural e plurirreligiosa como a nossa, em que convivem pessoas das mais diferentes crenças a laicidade é indispensável para que todos sejam tratados com o mesmo respeito e consideração”.

A decisão favorável do Tribunal à ação se deu após a LBL recorrer de um veto ao mesmo pedido no último mês de Dezembro. O conselho havia se recusado a aceitar a retirada dos símbolos religiosos pois a presença dos crucifixos são uma homenagem à religiosidade, independentemente de qualquer que seja a crença dos cidadãos.

De acordo com informações no site do deputado, Wyllys afirmou que a justificativa que havia sido usada para negar o pedido “é tão absurda quanto a perseguição sistemática aos homossexuais por parte dos fundamentalistas religiosos”.

O pastor Marco Feliciano publicou artigo criticando a decisão do tribunal em acatar o pedido da LBL e afirmou que os ativistas gays são fascitas que querem expulsar Deus do Brasil.

Meus comentários

Sempre que alguém da direita denuncia a guerra assimétrica, esquerdistas afirmam “é teoria da conspiração”. Para eles, o ideal é que todos achássemos que os conflitos ideológicos hoje são espontâneos, e não o alinhamento direcionado entre vários grupos políticos com um objetivo só: favorecer a religião política (esquerda), e com isso aumentar o poder do estado. (Isso tem a ver com o conhecimento que trouxe aqui a partir da auditoria de fraudes corporativas: o fraudador depende da ingenuidade daquele que é vítima da fraude)

Quando eu chamo os neo ateus de esquerdistas, assim como o são os gayzistas, muitos deles reclamam, afirmando “não sou de esquerda, não me rotule”.

Só que Jean Wyllys, deputado federal pelo PSOL, e ex-BBB, já é conhecido como um fervoroso defensor das causas gays, sendo extremamente intolerante com qualquer religioso que apareça em sua frente. Hoje ele é um ícone da militância gay.

Mas há um detalhe: a luta para a retirada de crucifixos das repartições públicas é uma luta dos neo ateus, humanistas e demais anti-religiosos. E, como eu tenho dito, a anti-religião é essencialmente esquerdista, tal qual os gayzistas são.

Jean Wyllys bem que poderia ter ficado calado e não comprovado minha tese. Mas sua euforia com o veto a crucifixos nos prédios do Rio Grande do Sul foi tanta que ele não conseguiu se segurar.(Agora, a pergunta: que raios tem a ver uma ação anti-religiosa com os “direitos gays”? Aliás, por que uma organização de gays e lésbicas foi a responsável pela ação?)

Com essa atitude de apoio e comemoração, Wyllys simplesmente comprova que tanto ele como os anti-religiosos fazem parte de uma grande família: os religiosos políticos.

P.S.: Justiça seja feita, a comemoração da foto no vídeo não é relativa à decisão de retirar os crucifixos, mas quando ele ganhou o BBB. Mas isso nos leva a outro questionamento: sendo ele um esquerdista, quantos % do prêmio ganho foi doado por ele de forma VOLUNTÁRIA para criação da “justiça social”?

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