Quando esquerdistas se juntam com os bandidos, os bandidos ficam mais corrompidos ainda…

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Quando surgiu o trailer do filme “400 contra 1” pela primeira vez, o avalei como uma apologia ao crime. Mantenho essa avaliação.

Mas há outra avaliação, mais profunda,  certificando a idéia de que a religião política é a mais perigosa de todas as religiões. E o filme é praticamente uma confissão não intencional que sustenta essa minha conclusão.

Basicamente, é a história da junção de terroristas de esquerda com bandidos comuns em uma prisão.

Resultado? Surgiu ali uma das mais perigosas organizações do crime organizado do Brasil.

Por que isso aconteceu? Muito simples.

Tecnicamente, um criminoso comum é aquele que comete o crime, mas normalmente se esconde. Tanto da família, como da sociedade. A maioria deles vive na penumbra. Muitos se envergonham e ficam de cabeça baixa quando são presos. (Geralmente é aquela expressão do gato de botas, no estilo do filme Shrek)

Já o esquerdista sente que todos os seus atos estão a priori justificados devido à “causa” pela qual lutam.

A mistura explosiva de criminosos que acham o crime algo não justificável (bandidos comuns) com aqueles que acham que todos os seus atos estão a priori justificados (os terroristas de esquerda) só podia dar nisso: o Comando Vermelho.

Se a direita perceber que a bola foi alçada para o cabeceio (sem que os esquerdistas percebessem), é só mandar para o gol, mostrando que a mera existência de um filme assim serve para ridicularizá-los por muito tempo.

A grande lição que “400 contra 1” nos deixa é a seguinte: Esquerdistas são perigosos. Não deixe um deles chegar perto de seu filho em sala de aula.Não deixe um deles chegar perto nem sequer de bandidos, pois estes correm o risco de ficarem piores depois do contato com os esquerdistas.

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