Tenha pena, tenha muita pena das mocréias que caírem no discurso do vídeo “Miss Representation”

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É impressionante a crueldade dos beneficiários esquerdistas. Sempre em sua sanha de capitalizarem politicamente e criarem nichos de revoltados, apelam aos expedientes mais baixos, independente do quanto machucarão várias pessoas que estiverem na esfera dessa atuação política.

Um exemplo evidente é o dos gays. Os esquerdistas vivem dizendo que o relacionamento gay deve ser considerado NO MESMO PATAMAR que o relacionamento heterossexual. É claro que não é. Dentre vários motivos, não podemos nos esquecer de que se o relacionamento homossexual se extinguir, nossa espécie segue incólume. Mas se o relacionamento heterossexual deixar de existir, nossa espécie é extinta. É óbvio que dizer aos gays que “serão um dia considerados tão normais em seu relacionamento quanto os heterossexuais” é mentir para eles.

Biologicamente, não temos nenhum programa que cause repulsa ao vermos um casal heterossexual se beijando ou até praticando sexo. Aliás, muitos filmes pornôs assistidos por heterossexuais envolvem… outros casais heterossexuais. Entretanto, se assistirmos a uma cena envolvendo gays, deixamos o filme de lado. Isso por que o relacionamento gay não é atrativo para nós, heterossexuais.

A única decisão racional possível para os gays é aprenderem a CONVIVER com isso. O fato de existirem muito mais heterossexuais que homossexuais, além da relação amorosa ter muito a ver com questão de identidade (se vemos um casal heterossexual, instintivamente achamos normal), seria o suficiente para os gays lutarem pelo direito de não serem discriminados, mas jamais lutarem pela “igualdade” e busca por NORMATIZAÇÃO de seu comportamento no mesmo nível em que o comportamento heterossexual.

É como aquela afirmação do Capitão Nascimento: “Nunca serão, jamais serão”. Homossexuais, queiram o quanto quiserem, jamais terão seu relacionamento visto no mesmo pé de igualdade que o relacionamento heterossexual, quando visto na perspectiva dos heterossexuais. Se conformar com a realidade (justificável em vários níveis, especialmente o biológico) seria a melhor opção para os gays. Mas, ao aceitarem o discurso de que “haverá um futuro em que os gays serão vistos no mesmo pé de igualdade que os heterossexuais”, vão sofrer muitas ilusões e viver de falsas esperanças.

O mesmo está ocorrendo agora com as mulheres feias. Já falei do documentário “Miss Representation”, ao avaliar o trailer tempos atrás, no post “A verdade nua e crua sobre a campanha contra a Ditadura da Beleza OU Como trazer mais miséria às mocréias”.

Agora, com o filme inteiro à disposição para assistirmos (cuidado que o som está baixo, portanto se você tiver um fone de ouvido, use-o), podemos ver o nível de hipocrisia pelos responsáveis por essa empreitada.

Abaixo, em uma das cenas iniciais do filme, está uma imagem de Jennifer Siebel Newsom, a diretora do documentário:

Note a simetria do rosto de Jennifer. Ela é uma mulher MUITO BONITA. Já a outra que está ao lado dela… como diria o crente religioso, “Deus o livre e guarde!”. Enfim, uma bela mulher fazendo um documentário defendendo o direito das mulheres feias não mais serem consideradas feias?!?! Há algo de errado por aqui.

Como agravante, Jennifer não é só bonita, como também BEM ARRUMADA. Note a seguinte foto abaixo:

E esta aqui também:

Com se nota, ela não descuida da maquiagem.

O que será que Jennifer pretende? Continuar bonita e torcer para a maioria das mulheres seguirem feias? Aí nessa caso, poderíamos suspeitar que Jennifer quer eliminar a concorrência.

Mas, deixando a implicância com a hipocrisia de Jennifer de lado, vamos avaliar ainda mais o show de baixarias no vídeo.

Aos 10 minutos, uma garota diz que sua irmã se cortou, pois os amigos de escola disseram a ela que “seu corpo não era perfeito”. Cheiro de mentira no ar! Não se vê pessoas aí zoando de outras por que “o corpo não é perfeito”. Provavelmente, a zoação é por que a irmã dela seja feia demais.  É como no mundo corporativo. Eu não critico trabalhos que apresentem meras imperfeições, mas sim o trabalho INACEITÁVEL.

A mesma garota segue com a propaganda que dará o tom no vídeo: “O que eu posso fazer para minha irmãzinha não se machucar por causa da mídia? Quanto tempo vai levar até que alguém tome uma posição?”.

Na visão esquizóide dessa menina, ela ignora que ao buscarmos mulheres bonitas, estamos atendendo a um instinto biológico, e não a motivações implantadas pela mídia. Na verdade, a mídia NOS ATENDE ao colocar mulheres bonitas por lá. Portanto, é uma ilusão achar que o sofrimento das feias é por causa de uma mídia cruel e malvada. É nosso programa biológico que faz desejarmos as mulheres bonitas.

Minutos à frente, Gigi Durnham (autora do livro “The Lolita Effect”) diz que a midia cria uma imagem artificial de uma mulher bela para forçar as mulheres a comprar os produtos de beleza. Como sempre, as esquerdistas ignoram a relação de causa e efeito. Na verdade é o oposto. Os homens desejam as mulheres bonitas, e portanto o MERCADO criará uma demanda por produtos de beleza e até cirurgias estéticas. As propagandas exibindo mulheres bonitas são uma CONSEQUÊNCIA desta demanda.

No minuto seguinte, Gigi tem um novo delírio, ao dizer que muitas mulheres gastam muito em beleza, e deveriam investir esse dinheiro em sua educação, que isso traria um melhor retorno à longo prazo. Depende. Se a mulher bela conseguir um marido rico, como ela pode definir o quanto a mulher deve investir ou não em beleza?

Mas é aí que o feminismo latente do vídeo aparece, quando ela diz que quando a mulher investe em beleza, “tem seu poder reduzido”. Esse viés se confirma aos 15 minutos, quando uma outra mulher diz que a busca das mulheres por beleza gera algo como “auto-objetificação”, em que as mulheres se considerariam um “objeto”. Isso reduziria a “eficácia política” das mulheres, e com o tempo as mulheres teriam menor chance de “concorrer a um cargo político e votar”. Ou seja, ela fantasiou uma relação de causa e efeito em que até o direito das mulheres votarem corre risco se as mulheres continuarem investindo em estética. É mole?

O show de sandices se prolifera, e vai até o final no mesmo tom monocórdio.

Não posso deixar de ressaltar a parte em que falam da indústria cinematográfica: segundo a turma do vídeo, os cinema IMPÕE estereótipos nos quais os homens são os heróis que lutam pela glória, enquanto as mulheres lutam para arrumar um marido. Se esquecem elas de que esses filmes, estilo “Uma Linda Mulher”, são os que fazem sucesso… entre as mulheres.

Ou seja, é mais uma vez o gosto feminino IMPONDO o que quer ao cinema, que em troca produz os filmes que elas querem assistir, e não o contrário.

Vamos a um resumo do reviralho geral feito pelas feministas do filme. O fato é que os homens gostam de mulheres bonitas, mulheres bonitas gostam de homens com poder. Por isso, mulheres investem em imagem, para aumentar sua chance de ter um homem com status. A ilusão das feministas envolve dizer que homens e mulheres nascem com a tábula rasa, sem gostos ou instintos. A vontade de homens por mulheres bonitas seria criada pela mídia. Obviamente, uma ingenuidade sem igual.

E qual a “solução” para o problema? Usar o governo para que este crie uma “cota de feias” nos comerciais de TV e coisas do tipo.

Fico imaginando como seria ter que, a cada 3 revistas Playboy com gostosas, aturar uma edição com a Preta Gil.

Mas na verdade essas soluções não resolverão “problema” algum, até por que não existe tal “problema”. Se as mulheres feias estão cansadas da “ditadura da beleza”, que se enfeiem. Engordem e comam tudo o que quiserem pela frente. Não usem maquiagem. Mas ao mesmo tempo contentem-se em não conseguirem homens de status.

O fato é que os homens não mudarão sua natureza, e nem as mulheres. E fingir que existirá um mundo onde as feias terão seu “espaço” no imaginário masculino é uma ilusão. E ver a ilusão quebrada as deixará ainda mais infelizes do que se aprendessem a ver a realidade como ela é desde o início.

Mulheres feias, conformem-se com sua feiúra, ou então INVISTAM em uma recauchutagem. Caso se incomodem com as propagandas na mídia, tentem ignorá-las, pois a publicidade está aí para NOS ATENDER.

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7 COMMENTS

  1. Por falar em mulher que força a barra… Que eu saiba, o único lugar em que o homem faz questão que a mulher tenha cabelos é no cocuruto, abundantemente, e também nas sobrancelhas, moderadamente.

    http://oglobo.globo.com/blogs/pagenotfound/posts/2012/05/04/mulher-que-nao-se-depila-ha-18-meses-se-exibe-na-tv-443400.asp

    A britânica Emer O’Toole, de 28 anos, decidiu deixar os pelos crescerem para ver se ela gosta deles e estudar como as pessoas reagem a eles.

    Resultado: ela não se depila há 18 meses!

    A pesquisadora foi convidada do programa “This Morning”, da TV do Reino Unido. Os pelos estão bem visíveis nas axilas e nas pernas.

    O apresentador do canal ITV1 Eamonn Holmes ficou boquiaberto!

    “Comecei a examinar a minha relação com a beleza e com o meu corpo. Por que tenho que me depilar?”, questionou a britânica, cujas amigas, incluindo brasileiras, não abrem mão do laser na depilação.

    • Dei uma bizoiada no link, e a dita-cuja não é lá muito atraente… duvido que a depilação regular iria fazer alguma diferença 😀

      Mas como eu sou um “herético” 🙂 , sei lá, penso que a maioria dos homens é meio-bitolada em muitos assuntos, incluindo esse aí. Por exemplo, se a mulher é MUITO bonita, ela pode até raspar a cabeça, ter mais pelos e mais músculos do que eu, que eu não me importo, muito pelo contrário 😉

      • hehehe… Meses atrás, num forum dos colegas de serviço, um deles usou como avatar a foto de uma mocinha até bonita mas com o sovaco peludo e aparado à escovinha; e adotou o nickname “suvaquinho cabeludo é bom demais”. As reações foram as mais díspares: as mulheres do grupo ficaram indignadas, alguns machos diziam ter vontade de vomitar, mas teve uma meia dúzia de foristas que aplaudiu e até começaram a trocar confidências – em público! – sobre o assunto (ah, eu gosto assim! / pois eu gosto assado!). Um deles até insinuou a urofilia.

        Como diria uma tia minha: “uns gostam do olho, outros da remela”.

        Pensando bem, até neste aspecto há mulheres que se submetem para atender à demanda masculina, caso o(s) macho(s) em questão lhe interesse(m) muito.

    • Em qualquer caso, Marco Antonio, tenha consciência de que, pelo menos neste caso, muito da chamada preferência “natural” contém algumas toneladas de influência *artificial* 😉 Pense bem, depilação é um ato não-natural, e toda mulher normal tem sim pelos nas pernas e no púbis, e não vejo naturalidade nem racionalidade no costume ocidental recente que afirma “mulher tem que se depilar, e o homem não pode se depilar”. Principalmente quando várias sociedades ditas “primitivas” ensinavam que depilação é bom tanto para os homens quanto para as mulheres. Ah!, mas eu disse bem, eram sociedades “primitivas”, que não sabiam o que é o “progresso” industrialeiro 😛

  2. O número de solteironas depressivas sem marido e filhos vai crescer cada vez mais…
    Em vez de incentivar a mulher a procurar suas próprias belezas incentivam ela a continuar totalmente feia. Q coisa.

  3. O padrão de beleza existe.
    Saindo um pouco do assunto: há quem diga que foram os homossexuais (maioria dos estilistas) que criaram o padrão magro de beleza feminina para se vingarem das mulheres, fazendo-as sofrer para emagrecer.
    Voltando: Mesmo com o padrão de beleza é bom lembrar que o gosto estético é bastante relativo. Muitas mulheres consideradas bonitas para mim são sem graça e vice-versa. A moça ao lado da Jennifer, por exemplo, para mim é muito bonita. Eu queria que toda feia fosse desse jeito. A Ugly Betty para mim, não tem nada de ugly (http://www.boxdeseries.com.br/site/wp-content/uploads/2011/08/ugly_betty.jpg).
    O homem que tem seu próprio gosto e não está nem aí para padrão de beleza feminino leva vantagem porque tem menos concorrentes.

  4. Luciano,texto perfeito.Expôs praticamente toda a verdade sobre o feminismo.

    Desde que comecei a ler seu blog eu aprendi muito,e estou gostando disso,mas ao mesmo tempo,me sinto um pouco estranho.Talvez o fato de ver o ser humano em toda a sua natureza está me deixando “chato”,posso dizer assim.Por exemplo:Quando estou com amigos eu sei o porque eles agem de certa forma,sei até como eles irão agir em determinados momentos quando estou com eles.Sem falar na politica,religião e etc.E eu estou adorando isso,mas mesmo assim ainda me sinto estranho em ver as coisas por esse prisma maior que agora posso ver.Talvez não tenha me acostumado totalmente com isso.Rs.
    Só queria saber se no começo,quando começou a estudar isso também foi assim com você?
    Abraços.

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