John Loftus e o OTF: Está perdendo a graça refutar neo ateus. É cada vez mais fácil…

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É bem interessante ter um blog no WordPress, pois há um mecanismo que permite o rastreamento de citações feitas a este blog… em outros blogs.

Através dessas citações, descobri que Gilmar (aquele que também atende pelo nome de Dalila, uma cadela), está brabo por causa de meu post “Humanistas tentando se livrar da culpa pelo nazismo e mentindo aos borbotões? Refutar isso não tem preço”, em que a tentativa de Hector Ávalos em imputar as culpas do nazismo ao cristianismo é demolida. Além disso, demonstrei que as culpas do nazismo devem ser imputadas ao humanismo, religião política pela qual Dalila morre de paixões.

A única forma de Dalila contra-atacar efetivamente seria efetuando aquilo que se chama em debates de retribuição. Ou seja, a refutação de uma refutação. Como agravante, segundo Dalila, Avalos teria antecipado as minhas objeções em seu artigo, mas, de maneira patética, ele não foi capaz de citar as objeções específicas.

Ao invés disso, partiu para as ofensas, xingando o seu oponente de “idiota savant“. Ora, se eu fosse tão incapaz quanto ele propagou, por que ele não conseguiu me refutar? Se ele não consegue refutar um savant, vai refutar a quem?

Além de raivoso, Dalila ainda parte para uma mistura de neurose, delírio e fixação, e acaba tentando me visualizar em todos os lugares. Continua achando que eu e o Snowball somos a mesma pessoa, e agora começou a dizer que o Investigador de Ateus e eu… somos a mesma pessoa. Quer dizer, qualquer um que o refute, deve ser… Luciano Ayan.

Como já mostrei por aqui no passado, a tese de Paul Serieux (citada por Olavo de Carvalho) a respeito do delírio de interpretação se aplica aos esquerdistas em geral. Com Dalila não seria diferente.

Diante de tanto chororô, não deixa de ser risível ver que Dalila parece me pedir (como também a um outro oponente dele) o “trabalho de reflexão após a leitura do parecer de um antropólogo sobre o fênomeno da rica diversidade interna ao cristianismo, que por sua vez é um dos argumentos de suporte do”Teste da Fé do Infiel'”.

Segundo Dalila, seria uma “tradução meia boca” para The Outsider Test Of Faith [OTF]:

1. Pessoas racionais em regiões geográficas distintas ao redor do globo, de maneira esmagadora, adotam e defendem uma vasta diversidade de fés religiosas em decorrência de sua herança educacional e cultural. Esta é a tese da diversidade religiosa.

2. Consequentemente, parece bastante provável que a adesão a uma fé não é meramente uma questão de julgamento racional independente mas na verdade causalmente dependente em larga escala de condições culturais. Esta é a tese da dependência religiosa.

3. Consequentemente, é altamente provável que qualquer fé religiosa adotada seja falsa.

4. De modo que a melhor maneira para se testar a fé religiosa que se adotou é assumindo a perspectiva de alguém que não partilha dela com o mesmo grau de ceticismo utilizado para avaliar outras fés religiosas.  Em poucas palavras, isto resume o OTF.

Dalila aparentemente se emocionou com o trabalho de John W. Loftus, usuário deste argumento, e para ele lançou o truque erístico de falsa proclamação de vitória, ao dizer que ele [o desafio] “vem desafiando e exasperando os mais talentosos e destacadados teólogos e apologistas cristãos desde que foi proposto”.

Curiosamente, Dalila demonstra que é de fato o savant da história, pois ele não entendeu ainda que este blog é feito a partir de uma premissa ateísta, e não uma premissa cristã. Ele também não percebeu que eu inclusive aceitei a crítica feita ao Dinesh, quando Avalos afirmou que a associação do nazismo ao ateísmo era incorreta (nesse ponto eu concordei com Avalos). O que mostrei é que o nazismo é associado ao humanismo, não ao cristianismo e nem ao ateísmo.

Esses são exemplos mostrando que Dalila não consegue compreender o básico do que seus oponentes escrevem. Ele segue uma programação, usa alguns slogans, apela até a alguns truques psicológicos (facilmente mapeáveis, como sempre), mas dificilmente compreende o que o outro lado diz.

Pois, se tivesse feito isso, saberia que o argumento de John Loftus é facilmente demolido em uma análise do item 4. Inclusive a partir de uma visão ateísta. No caso aqui, temos um ateu refutando um neo ateu (Loftus).

O fracasso do OTF reside no fato de que a tal “perspectiva externa” é tratada como um lugar de referência objetiva. Quer dizer, um estado mental no qual alguém ficaria totalmente neutro na questão religiosa, assumindo então o papel de um “julgador imparcial universal”.

O problema é que, como conhecemos ao menos o básico sobre o ser humano em termos biológicos, já sabemos que o cérebro humano possui um sistema límbico profundo, que guarda emoções de diversos tipos, inclusive as “paixões” por uma ideologia, cosmologia, filosofia ou religião, tradicional ou política. Portanto, a tal “perspectiva externa”, na categoria de uma visão “de julgador imparcial universal” é uma ficção não muito diferente das fantasias de Erich Von Daniken.

Também temos o fato de que o questionamento a uma fé específica não depende de um “julgador imparcial universal” (alguém que não se contamina por paixões, impressões e quaisquer manifestações de cunho emocional).

Resumindo, a “melhor maneira para se testar a fé religiosa” é considerar a existência de uma perspectiva que existe  somente nos delírios de Loftus.

Achar que isso seja um “argumento desafiador” para qualquer um (ou qualquer religião) é com certeza vontade de disputar o título de campeão universal do auto-engano.

Foi até por isso que quando eu defini meu framework de ceticismo político, eu jamais tentei afirmar o truque de que o ceticismo só poderia ser praticado por aquele que não está “afetado de qualquer forma, garantindo uma isenção absoluta”. Fiz exatamente o oposto, assumindo que a validação é mais interessante se feita pelos adversários de uma postura da religião política, pois os adeptos dela já estão contaminados emocionalmente e provavelmente já recebem suas pagas (financeiras, no caso dos beneficiários, e psicológicas, no caso dos funcionais).

Fiz isso exatamente para não cair em armadilhas tão facilmente mapeáveis quanto essa feita por John Loftus.

Se Loftus usa o OTF, isso é um problema dele. Mas o tal “outsider test of faith” jamais pode ser considerado um desafio decente de qualquer tipo.

O único desafio que sobra é conseguir fazer os seguidores do neo ateísmo ganharem debates usando o OTF diante de alguém usando o ceticismo político.

Seja lá como for, a caixa de comentários está aberta para os contendores que aceitarem este desafio.

P.S.: Caso neo ateus aceitem o desafio, lembrem-se que a participação deles neste blog só é autorizada caso sejam elegantes e tenham uma postura adequada. Provocações de parquinhos e ofensas garantem que o comentário vá para a lixeira de imediato.

Update:

Dalila apareceu com o seguinte discurso: “Porque vc não entendeu o OTF. Por perspectiva externa, ele não quer dizer um ponto de vista isento de quaisquer preconcepções, muito pelo contrário. A perspectiva externa a uma fé específica é aquela de qualquer um que não partilha daquela fé; externo ao cristianismo, por exemplo, é não somente o ponto de vista dos céticos, ateus e agnósticos, como também o dos judeus, muçulmanos, hindus, budistas, e por aí vai. Coloque-se em qualquer um destes pontos de vista externos ao cristianismo, avalie o cristianismo com o mesmo grau de rigor que, de dentro do cristianismo, vc avalia estas outras fés (ou ausências de fé) e veja se o cristianismo sobrevive. (Ele não sobrevive. Se sobrevivessem não existiriam adeptos de outras religiões. E o mesmo vale para qualquer religião).”

Refutação à Dalila:

Dalila ainda não entendeu. Vamos lá a uma paródia do OTF. Chamarei de OTPF. Outsider Test of Political Faith.

1. Pessoas racionais em regiões geográficas distintas ao redor do globo, de maneira esmagadora, adotam e defendem uma vasta diversidade de fés da religião política em decorrência de sua doutrinação educacional e cultural. Esta é a tese da diversidade da religião política
2. Consequentemente, parece bastante provável que a adesão a uma fé da religião política não é meramente uma questão de julgamento racional independente mas na verdade causalmente dependente em larga escala de condições culturais. Esta é a tese da dependência da religião política.
3. Consequentemente, é altamente provável que qualquer fé da religião política adotada seja falsa.
4. De modo que a melhor maneira para se testar a fé da religião política que se adotou é assumindo a perspectiva de alguém que não partilha dela com o mesmo grau de ceticismo utilizado para avaliar outras fés da religião política. Em poucas palavras, isto resume o OTPF.

Na boa, chega a dar pena de alguém levar isso a sério. Vou agora reescrever o parágrafo de Dalila: “Coloque-se em qualquer um destes pontos de vista externos ao humanismo, avalie o humanismo com o mesmo grau de rigor que, de dentro do humanismo, vc avalia estas outras fés (ou ausências de fé) e veja se o humanismo sobrevive. (Ele não sobrevive. Se sobrevivessem não existiriam adeptos de outras religiões políticas. E o mesmo vale para qualquer religião política”. Esse argumento prova o que?  (risos)

Vamos destruir de vez Loftus:

5. Alguém pode afirmar que adotou o mesmo grau de ceticismo utilizado para avaliar outras fés, para avaliar a sua religião.
6. Essa pessoa poderá dizer em seguida: “minha religião sobreviveu ao questionamento”.
7. O neo ateu dirá: “então você não colocou o grau de ceticismo suficiente para a sua fé”.

Quer dizer, a única forma de usar Loftus para vencer debates contra adversários é USAR O RACIOCÍNIO CIRCULAR. E como isso é uma falácia, automaticamente o neo ateu já perdeu o jogo.

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60 COMMENTS

  1. Se vc leu o post todo, viu minhas lamúrias pelo atraso na entrega do WIBA. O WIBA foi o primeiro dos livros do Loftus, e os outros dois vieram como uma suplementação a ele. Inicialmente eu pretendia publicar traduções em ordem cronológica, mas devido ao problema mencionado, tive que mudar meus planos e comecei pelo final. Até porque aquele artigo do Carrier de fato me empolgou, me deixou eufórico mesmo. O do Avalos eu traduzi em parte atendendo o pedido do Cotrim, em parte porque poderia ser visto como uma sequencia de refutações ao D’Souza. A propósito, vc viu que o Avalos em pessoa veio me parabenizar pelo trabalho de traduzi-lo? Sei que é o autêntico porque ele tb curtiu o link para o post lá na página do RM no Facebook: http://www.facebook.com/hector.avalos.73?sk=wall. Fiquei emocionado com isso, puxa!

    Mas bem, acho que se eu tivesse seguido meus planos iniciais, apresentando primeiro o OTF e depois a suplementação a ele eu não precisaria fazer este comentário tentanto mostrar seu equívoco. Porque vc não entendeu o OTF. Por perspectiva externa, ele não quer dizer um ponto de vista isento de quaisquer preconcepções, muito pelo contrário. A perspectiva externa a uma fé específica é aquela de qualquer um que não partilha daquela fé; externo ao cristianismo, por exemplo, é não somente o ponto de vista dos céticos, ateus e agnósticos, como também o dos judeus, muçulmanos, hindus, budistas, e por aí vai. Coloque-se em qualquer um destes pontos de vista externos ao cristianismo, avalie o cristianismo com o mesmo grau de rigor que, de dentro do cristianismo, vc avalia estas outras fés (ou ausências de fé) e veja se o cristianismo sobrevive. (Ele não sobrevive. Se sobrevivessem não existiriam adeptos de outras religiões. E o mesmo vale para qualquer religião).
    Ou, colocando em termos políticos que vc tanto gosta: se vc é um esquerdista, coloque-se na perspectiva de um conservador direitista e avalie os pressupostos de sua visão de mundo com o mesmo grau de ceticismo que vc dirige às teses apresentadas pelos conservadores direitistas. Seu esquerdismo sobrevive?
    A epoché em relação às alegações de todas as religiões vem como uma consequencia da aplicação consistente do OTF. Não é um pressuposto para ele.
    Por fim, o OTF é dirigido àqueles que já foram persuadidos que convicções religiosas podem ser debatidas racionalmente (lembra do Dennett todo cauteloso gastando 70 páginas do Quebrando o Encanto antes de começar o ataque propriamente dito?). De nada adianta dirigi-los àqueles que acham que religião é questão de fé e ponto final, não se discute.

    E o trabalho do Loftus é bastante respeitado sim, reconhecido por gente da estatura de um Norman Geisler, por exemplo, autor de mais de 60 livros de apologética, e Victor Reppert. Sugiro que acompanhe o blog dele, o DebunkingChristianity, que figura há nem sei quanto tempo no topo do Biblioblogs.

    Pra terminar, recomendo sinceramente que vc reative o Snowball. Pega muito mal, além de comprometer sua credibilidade, ver alguém que se diz ateu mostrar-se tão zeloso na defesa do Cristianismo.

    • Dalila

      Se vc leu o post todo, viu minhas lamúrias pelo atraso na entrega do WIBA. O WIBA foi o primeiro dos livros do Loftus, e os outros dois vieram como uma suplementação a ele. Inicialmente eu pretendia publicar traduções em ordem cronológica, mas devido ao problema mencionado, tive que mudar meus planos e comecei pelo final. Até porque aquele artigo do Carrier de fato me empolgou, me deixou eufórico mesmo.

      Eu imagino, e vi que com 3 linhas o Investigador de Ateus refutou inteiramente aquele artigo do Carrier. Como se vê, humanistas se contentam com pouco. 🙂

      O do Avalos eu traduzi em parte atendendo o pedido do Cotrim, em parte porque poderia ser visto como uma sequencia de refutações ao D’Souza. A propósito, vc viu que o Avalos em pessoa veio me parabenizar pelo trabalho de traduzi-lo? Sei que é o autêntico porque ele tb curtiu o link para o post lá na página do RM no Facebook: http://www.facebook.com/hector.avalos.73?sk=wall. Fiquei emocionado com isso, puxa!

      Isso se chama tietagem, e é explicado. Humanistas costumam nutrir esse tipo de adoração pelos seus líderes, e por isso você se emocionou. Aliás, pela quantidade de vendas do Ávalos, você ainda não tem um “star” que lhe cite, portanto não entendi sua emoção.

      Mas convenhamos, é MUITO FÁCIL refutar o Ávalos. E ainda assim mostrar que você tem muito mais responsabilidade pelo nazismo do que os cristaõs, já que você é um humanista.;)

      Mas bem, acho que se eu tivesse seguido meus planos iniciais, apresentando primeiro o OTF e depois a suplementação a ele eu não precisaria fazer este comentário tentanto mostrar seu equívoco. Porque vc não entendeu o OTF. Por perspectiva externa, ele não quer dizer um ponto de vista isento de quaisquer preconcepções, muito pelo contrário. A perspectiva externa a uma fé específica é aquela de qualquer um que não partilha daquela fé; externo ao cristianismo, por exemplo, é não somente o ponto de vista dos céticos, ateus e agnósticos, como também o dos judeus, muçulmanos, hindus, budistas, e por aí vai. Coloque-se em qualquer um destes pontos de vista externos ao cristianismo, avalie o cristianismo com o mesmo grau de rigor que, de dentro do cristianismo, vc avalia estas outras fés (ou ausências de fé) e veja se o cristianismo sobrevive. (Ele não sobrevive. Se sobrevivessem não existiriam adeptos de outras religiões. E o mesmo vale para qualquer religião).

      Você ainda não entendeu. VAmos lá a uma paródia do OTF. Chamarei de OTPF. Outsider Test of Political Faith.

      1. Pessoas racionais em regiões geográficas distintas ao redor do globo, de maneira esmagadora, adotam e defendem uma vasta diversidade de fés da religião política em decorrência de sua doutrinação educacional e cultural. Esta é a tese da diversidade da religião política
      2. Consequentemente, parece bastante provável que a adesão a uma fé da religião política não é meramente uma questão de julgamento racional independente mas na verdade causalmente dependente em larga escala de condições culturais. Esta é a tese da dependência da religião política.
      3. Consequentemente, é altamente provável que qualquer fé da religião política adotada seja falsa.
      4. De modo que a melhor maneira para se testar a fé da religião política que se adotou é assumindo a perspectiva de alguém que não partilha dela com o mesmo grau de ceticismo utilizado para avaliar outras fés da religião política. Em poucas palavras, isto resume o OTPF.

      Na boa, chega a dar pena de você levar isso a sério.

      Vou agora reescrever o seu parágrafo: “Coloque-se em qualquer um destes pontos de vista externos ao humanismo, avalie o humanismo com o mesmo grau de rigor que, de dentro do humanismo, vc avalia estas outras fés (ou ausências de fé) e veja se o humanismo sobrevive. (Ele não sobrevive. Se sobrevivessem não existiriam adeptos de outras religiões políticas. E o mesmo vale para qualquer religião política”.

      Esse argumento prova o que? rs.

      Ou, colocando em termos políticos que vc tanto gosta: se vc é um esquerdista, coloque-se na perspectiva de um conservador direitista e avalie os pressupostos de sua visão de mundo com o mesmo grau de ceticismo que vc dirige às teses apresentadas pelos conservadores direitistas. Seu esquerdismo sobrevive?

      Basta alguém dizer que encarou a própria visão qe mundo com o mesmo grau de ceticismo que se dirige Às outras teses e afirmar “minha crença sobreviveu”. E aí? Está vendo como você foi ingênuo ao se emocionar com o Loftus…

      A epoché em relação às alegações de todas as religiões vem como uma consequencia da aplicação consistente do OTF. Não é um pressuposto para ele.
      Por fim, o OTF é dirigido àqueles que já foram persuadidos que convicções religiosas podem ser debatidas racionalmente (lembra do Dennett todo cauteloso gastando 70 páginas do Quebrando o Encanto antes de começar o ataque propriamente dito?). De nada adianta dirigi-los àqueles que acham que religião é questão de fé e ponto final, não se discute.

      O truque de Dennett era apenas para simular que o “estudo da religião” era sério, mas na verdade era um truque. Um indício disso era que em momento algum ele questionou a própria fé. rs.

      Em tempo: dizer que “o debate é racional” (como Dennett tentou fazer, mas não provou) é um truque de frame. rs.

      Aliás, Dennett foi descoberto como humanista, tal qual Ávalos é…

      Portanto, Dennett é parte interessada para atacar a religião, pois precisa da manutenção da crença no homem.

      E o trabalho do Loftus é bastante respeitado sim, reconhecido por gente da estatura de um Norman Geisler, por exemplo, autor de mais de 60 livros de apologética, e Victor Reppert. Sugiro que acompanhe o blog dele, o DebunkingChristianity, que figura há nem sei quanto tempo no topo do Biblioblogs.

      Norman Geisler é um autor bem fraquinho, e o livro dele é bastante ingênuo. Olha o teu argumento “Se o Geisler respeita, o Loftus é bom”.

      Tome vergonha, Dalila.

      Pra terminar, recomendo sinceramente que vc reative o Snowball. Pega muito mal, além de comprometer sua credibilidade, ver alguém que se diz ateu mostrar-se tão zeloso na defesa do Cristianismo.

      Como se nota, a maluquice esquerdista é tamanha que Dalila continua fantasiando que eu e Snowball somos a mesma pessoa. Paul Serieux estava certo.

      Vamos destruir de vez Loftus:

      5. Alguém pode afirmar que adotou o mesmo grau de ceticismo utilizado para avaliar outras fés, para avaliar a sua religião.
      6. Essa pessoa poderá dizer em seguida: “minha religião sobreviveu ao questionamento”.
      7. O neo ateu dirá: “então você não colocou o grau de ceticismo suficiente para a sua fé”.

      Quer dizer, a única forma de usar Loftus para vencer debates contra adversários é USAR O RACIOCÍNIO CIRCULAR.

      Melhor tentar outro truque de Loftus, pois este já não lhe serve mais.

      • Aliás, tem uma outra refutação ao Loftus, em relação ao ceticismo entre religiões diferentes. Loftus acha que ou se aceita a idéia completa ou não se aceita nada. Um exemplo seria a refutação a uma vertente do darwinismo. Ex. o darwinismo com gene egoísta, o darwinismo com memética, o darwinismo multi-nível, etc.
        O problema é que mesmo que os adeptos de cada uma questionem as outras vertentes, pode haver CONSENSO em relação a alguns cânones. Por isso, mesmo que um cristão questione um judeu quanto a este não achar Jesus um messias, ambos compartilham da crença em Deus. Mais um problema para Dalila resolver se quiser salvar Loftus.

      • Eu estou avisando. Teu truque com esse fake de araque é arrumar um modo de chamar quem você quiser de esquerdista para depois soterrá-lo com a enorme quantidade de crítica à esquerda (que diga-se de passagem, está 90% correta [que diga-se de passagem, os outros 10% foram escritos por gente do seu naipe intelectual]). Assim você cria um bypass e não pode ser acusado de estar sendo guiado por ideias religiosas.

        Posts como “vocês ainda não entenderam que o que eu quero que vocês entendam é o jogo político” e o mimo a usuários que abandonam esse fake mas não vão abandonar os outros escancaram essa verdade.

        Mas na boa, não quero que você publique esse comentário porque você sempre sai ganhando explorando o efeito backfire. Eu te refuto ou esfrego a verdade na cara dos leitores idiotas e o máximo que ganho é ver gente ainda mais apaixonada e que cultuam cada vez mais sua personalidade tosca.

        Então, só para garantir que você não vai publicar, vou deixar aqui um palavrão e uma propaganda esquerdista, já que você disse que não publica baixarias nem propagandas aqui.

        Vai tomar no cu!!

        Viva Fidel!!

        kkkk Chequemate! (Fala sério, você riu dessa agora, né?)

      • Pessoal, eu realmente estou me divertindo muito em ver o que está ocorrendo com o Bruno Almeida. Na verdade, ri de todo o post.

        Aliás, eu não publico provocações de parquinho e nem propagandas. Mas no seu caso, abri uma exceção. 🙂

        Então, vamos ver se eu entendi a teoria: “Eu seria o Snowball, que é o meu perfil real. Então, Luciano Ayan é fake do Snowball. Com o fake Luciano, eu posso fingir que sou ateu e desapegado às idéias religiosas, e daí atacar os esquerdistas.”

        Só não entendi uma coisa: qual o ‘cui bono?’ de eu fazer isso? (Supondo que tua teoria está correta)

        Mais uma coisa: culto à personalidade? Neste blog, eu falo de um MÉTODO, e defendo o método. Nunca me defini como “modelo” de conduta, etc, e outras coisas que pessoas que exploram “culto a personalidade” gostam.

        Talvez seja o fato de que meu método funciona (para questionamento), que você talvez não goste.

        Enfim, o que te aflige, Bruno?

      • “Basta alguém dizer que encarou a própria visão qe mundo com o mesmo grau de ceticismo que se dirige Às outras teses e afirmar “minha crença sobreviveu”. E aí? Está vendo como você foi ingênuo ao se emocionar com o Loftus…”

        Então para refutar o OTF, basta se declarar auto-cético? É isso mesmo? E aí? E aí? E aí? E aí? Hein?

        kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
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        kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

        Que otário!!! Cara, enfia o dedo no cu e rasga depois dessa. Na boa. Tá ficando patético já. Eu nem ia postar nada com relação à sua “refutação” ao texto do Gilmar, pq ele tá bem grandinho e não precisa de mim, mas……… eu não podia perder essa chance. Cara… enfia o dedo no cu e RASGA!

      • Não, doidinho. Alguém poderia realmente se declarar “cético em relação à sua religião, tanto quanto é cético em relação à religião dos outros”, e então dizer que a religião que ele acredita “sobreviveu ao questionamento”.

        Ao adepto da OTF, só restaria retrucar com “Então, você não foi realmente cético”.

        Ou seja, a OTF só funciona se for encarada como raciocínio circular, o que é uma falácia. 🙂

        Tente refutar sem ficar bravinho.

      • “Não, doidinho. Alguém poderia realmente se declarar “cético em relação à sua religião, tanto quanto é cético em relação à religião dos outros”, e então dizer que a religião que ele acredita “sobreviveu ao questionamento”.”

        Ou seja, se declarar auto-cético. Algo que você já provou estar errado. Diga-se de passagem, a sua teoria do auto-cético é que impõe uma circularidade à RESPOSTA ao OTF e não AO OTF. Cara, você parece um periquito, faz uma bagunça danada e depois grita “refutei!”. Pena que pra mim perdeu a graça.

        O que quero agora é regojizar na minha aflição de não ser tão genial como você. Afinal de contas, como diria o Adilson Stoelts, você é um gênio incompreendido que só vai ser reconhecido daqui uns 20 anos. Cara, isso dá uma invejinha esquerdista…

      • O engraçado é ver o Bruno irritado pelo que ALGUÉM falou de mim. Quer dizer, se agora a mãe do Bruno diz que está com vontade de dar para mim, eu passo a ser culpado pelo que ELA disse de mim. A lógica dele realmente é alguma coisa bizarra.

        Em relação ao OTF, não adianta o Bruno dar chiliques, o fato é claro. A própria declaração de “que alguém é cético quanto à própria doutrina quanto é com as outraS” já é de fato a rotina do auto-cético, portanto obviamente se alguém executar o OTF TERÁ que executar esta rotina. O Bruno é que faz uma bagunça na hora de entender e se perde todinho.

        O problema é que para seguir com o OTF (e automaticamente executar a rotina auto-cético), alguém poderia fazê-lo e AO MESMO TEMPO declarar que “sua crença passou no crivo”.

        A única alternativa seria rejeitar a afirmação de alguém que disse que “a crença religiosa passou no crivo”, tornando o truque do OTF um raciocínio circular.

        Já a rotina auto-cético realmente pode impor uma circularidade, mas a culpa não é minha, mas sim de quem uma a rotina.

        Eu apenas DESMASCARO a rotina.

        Mais uma que o Bruno não entendeu.. rs.

        Não sei se sou gênio incompreendido que só vai ser reconhecido daqui uns 20 anos. Mas não é preciso ser gênio para saber que o Bruno de lógica não sabe nada. 🙂

      • By the way, não resistiu em usar um efeitinho backfire de novo né? É assim mesmo, quanto mais chacota fazem contigo, mais seus fãs idolatram tua personalidade. Vale até ser hipócrita e quebrar as próprias regras, né?

      • Bruno, você não consegue fazer chacota com ninguém. Só o fato de você postar aqui irritadinho, dando chiliques (e eu deixando seus posts passarem somente para que os outros possasm rir de você), mostra que você está caindo em meu jogo com extrema facilidade.

        Então é assim… quando você der chiliques tamanhos que ficarem engraçados, eu deixarei seus posts passarem para todos poderem dar risada de você. 🙂

        É uma exceção à minha regra.

      • Oh my God!!

        Acabei de perceber que psicologia reversa funciona com ele! Se eu peço para ele publicar um comentário, ee não publica. Se mando não publicar, ele publica. Já sei o que vou fazer!

        Luciano, continue escrevendo que to amando!!

        ……..
        ………..
        ……..
        ……..
        …….
        …………….
        ………
        …….
        …………….

        ..
        .
        ………..

        Funcionou? Ele já apagou o blog dele?

      • Vamos lá neném…

        1. Alguns comentários você pede para publicar… e não passam.
        2. Outros você pede para não publicar… e estes passam.
        3. Mas há outros comentários que você pede para publicar, e… eles passam.

        Mas há um padrão para eu deixar alguns comentários seus passarem. 🙂

        Será que ele adivinha?

        P.S.: Aliás, o Bruno chora a vida inteira pedindo chance de postar por aqui. Quando eu deixo ele postar, por pena, ele… não consegue POSTAR UM ARGUMENTO SEQUER. Ai fica difícil termos pena dele de novo…

      • Não sei se você notou, mas minha ideia inicial era te irritar e não te refutar. Pra mim, tanto faz se vai publicar ou não. Ou você acha que faço questão de publicar em blog de baixa audiência?

        E outra: eu estava zuando o fato de você só fazer o contrário que eu falo para te “induzir” a apagar o blog. Foi uma piada, você não entendeu não? Ai que burro, agora até piada tenho que te explicar… vamos rever o meu post anterior que você apagou para ninguém rir da sua cara feia (eu tenho fotos suas no meu PC, sabia? Minha irmã até riu da tua cara quando mostrei para ela, porque você é muito feio) para ver se dessa vez:

        “Oh my God!!

        Acabei de perceber que psicologia reversa funciona com ele! Se eu peço para ele publicar um comentário, ee não publica. Se mando não publicar, ele publica. Já sei o que vou fazer!

        Luciano, continue escrevendo que to amando!!

        ……..
        ………..
        ……..
        ……..
        …….
        …………….
        ………
        …….
        …………….

        ..
        .
        ………..

        Funcionou? Ele já apagou o blog dele?”

        Entendeu agora a piada? Entendeu que eu não estava reclamando? Ou vai precisar de um desenho?

        Aliás, ficou com esse ar de ofendidinho porquê? Te magoei com alguma coisa? Desculpa, foi sem querer, tá? Só pra mostrar que minhas desculpas são sinceras, lembra daquele tópico na WatchGOD cheio de tirinhas sobre você? Pois é, amanhã tem mais lá! Olha que maravilha, vamos fazer festa!!

        E não publica isso não. Aliás publica. Ou melhor, segue o teu critério, que é fazer o contrário do que eu faço por birra. Ou seja, dessa vez, faz o contrário do que eu falei, ou seja, não faça birra e faça extamente o que mandei fazer, ou seja, não faça birra e não me obedeça, ou seja… ai, agora minha cabeça doeu.

        E diga-se de passagem, eu dei um argumento sim. Mas você apagou ele. Eu disse que a circularidade que você apresentou no OTF só é possível quando o cristão dá a resposta que você sugeriu. Ou seja, a circularidade está na sua resposta e não no OTF, pois este não era circular até você inserir tua premissa. Sacou? É um argumento, não? Então não venha mentir aqui. O argumento está printado e postado na WatchGOD. Já que é bom, refute-o e pare de mentir que não argumentei. Mentiroso safado. Salafrário. Sem vergonha. Cara de pau. (Lembra de mais um palavrão aí? Estou tão possesso de raiva por você que esqueci os palavrões! Me ajuuuda!)

      • Ô antinha, você ainda não está entendendo que até o seu post que você disse que eu não publiquei… está publicado. 🙂

        E não, você não me irrita, mas me diverte. Motivo: quando um esquerdista (e você é humanista, portanto um tipo de esquerdista) apela para a baixaria total, TUDO o que o esquerdista faz vai para a conta da esquerda. Como você não tem mais o que perder (haja vista que em público você se declara obcecado por mim), os seus colegas humanistas ainda podem ter um pouco de dignidade.

        Você pode fazer 200 tirinhas sobre mim, o que vai mostrar que os humanistas estão “todas descontroladas”. 🙂

        Neste duelo aqui eu venço fácil, pois enquanto eu fico apenas refutando o que os humanistas fazem, um representante deles começa a espernear e apelar para a baixaria.

        O Bruno é como aquele torcedor que invade o gramado sem perceber que é o time dele que será prejudicado.

        Por exemplo, quando um humanista escreve isso aqui: “E não publica isso não. Aliás publica. Ou melhor, segue o teu critério, que é fazer o contrário do que eu faço por birra. Ou seja, dessa vez, faz o contrário do que eu falei, ou seja, não faça birra e faça extamente o que mandei fazer, ou seja, não faça birra e não me obedeça, ou seja… ai, agora minha cabeça doeu.”

        Vou me ofender por que?

        Mas tem a parte do “argumentinho” do humanista Bruno: “E diga-se de passagem, eu dei um argumento sim. Mas você apagou ele. Eu disse que a circularidade que você apresentou no OTF só é possível quando o cristão dá a resposta que você sugeriu. Ou seja, a circularidade está na sua resposta e não no OTF, pois este não era circular até você inserir tua premissa. Sacou? É um argumento, não?”

        Replay da refutação: Em relação ao OTF, não adianta o Bruno dar chiliques, o fato é claro. A própria declaração de “que alguém é cético quanto à própria doutrina quanto é com as outraS” já é de fato a rotina do auto-cético, portanto obviamente se alguém executar o OTF TERÁ que executar esta rotina. O Bruno é que faz uma bagunça na hora de entender e se perde todinho. O problema é que para seguir com o OTF (e automaticamente executar a rotina auto-cético), alguém poderia fazê-lo e AO MESMO TEMPO declarar que “sua crença passou no crivo”. A única alternativa seria rejeitar a afirmação de alguém que disse que “a crença religiosa passou no crivo”, tornando o truque do OTF um raciocínio circular. Já a rotina auto-cético realmente pode impor uma circularidade, mas a culpa não é minha, mas sim de quem uma a rotina. Eu apenas DESMASCARO a rotina. Mais uma que o Bruno não entendeu.. rs.

        O Bruno é tão burro que não percebeu que se ele diz ter refutado o “cristão que tenta a rotina auto-cético”, ele estaria refutando o truque auto-cético, que está AUTOMATICAMENTE EMBUTIDO no quarto passo do OTF. Mas o auto-cético não é uma circularidade (ela pode impor uma circularidade, como disse, mas isso não é condição necessária). A circularidade ocorre quando SE USA o OTF para vencer um debate, quando o neo ateu tiver que recusar (corretamente) a rotina auto-cético. Ou seja, o truque o OTF tem uma conclusão que depende da execução de uma rotina desmascarável, e, para sair disso, o neo ateu é obrigado a usar o raciocínio circular se quiser vencer o debate.

        OTF é uma grande piada.

        Quanto mais eu vejo humanistas esperneando de fúria, para mim é uma vitória. Os humanistas (leitores de Dawkins, lembrem-se) finalizam sua ‘argumentação’ contra mim: “Lembra de mais um palavrão aí? Estou tão possesso de raiva por você que esqueci os palavrões! Me ajuuuda!”.

        Enfim, os humanistas seguem dignos de pena.

      • que feio, usando controle de frame aqui! Eu estou só querendo te ridicularizar, mas você fica repetindo que estou nervoso para deixar felizes os seus leitores est….dos. Vai entender pra quê… e ainda me chama de humanista, não sei nem porque. Já me viu aqui defendendo ideais humanistas?

        Até onde sei, humanista é aquele que enxerga que a política não deve ter como centro as vontades de Deus, mas as do homem. Se você não acredita em Deus, então acha que a política deve ser baseada nos objetivos de quem, se não é humanista também? Nos seus? Haaa… No dos conservadores? Ué, mas eles não são homens também?

        Vai entender tua cabeça. Por isso que não faço questão nenhuma de ter meus comentários aprovados aqui. Se quiser, enfia eles no teu rabo, modifica eles para parecer que estou falando besteira… faz o que quiseres, pois é tudo na lei.

        E outra se teu critério para aprovar comentários é só aprovar aqueles que avacalho para poder me ridicularizar, isso quer dizer que se eu postar algo só com argumentos, não será aprovado, certo? Ou seja, se for um argumento sério, você não aprova. Se for avacalhação, você deixa passar. E ainda reclama que não argumento aqui. Vai entender…

        Mas mais feio ainda foi admitir que eu realmente argumentei. Só que foi um argumentozinho, né? pfff Fala merda não.

        De fato, não vi que você tinha publicado meu “argumentozinho”, mas e daí? Não me preocupo com isso. Acho é engraçado você fazer tanta questão de me fazer parecer nervoso. O único nervoso aqui é você, que parece o Dr. Evil rindo compulsivamente de tudo. Como diriam os Titãs, “rir é bom, mas rir de tudo é desespero”.

        E por fim, uma dica. Que coisa deselegante e sem criatividade. Se te chamam de savant, você corre na wikipedia, descobre o que é, parafraseia e arruma um jeito de inverter. Se dizem que você não entendeu a piada, você dá um jeito de falar que eu que não entendi algo. Porra, será que se eu disser que você é inteligente, você vai responder que eu também sou? Acho que sim, já deve estar no automático essa sua rotininha de briga entre estudante de sétima série. Mais patético que isso, só ser um humanista tosco chamado Bruno Almeida, né?

      • que feio, usando controle de frame aqui! Eu estou só querendo te ridicularizar, mas você fica repetindo que estou nervoso para deixar felizes os seus leitores est….dos. Vai entender pra quê… e ainda me chama de humanista, não sei nem porque. Já me viu aqui defendendo ideais humanistas?

        Você está efetivamente nervoso e já confessou isso várias vezes. Aliás, mais de uma pessoa já me mandou seus textos declarando ódio, raiva e nervosismo em relação a mim. Portanto, não sou eu que diz que você está nervoso, mas você mesmo.

        Você é defensor de todo o material neo ateísta, e o neo ateísmo é uma manifestação radical do humanismo, em especial em sua perspectiva anti-clerical. Sim, você é um humanista retinto. E você sabe disso. Sua raiva por mim foi aumentando especialmente quando passei a atacar mais o humanismo do que defender a religião revelada. 😉

        Até onde sei, humanista é aquele que enxerga que a política não deve ter como centro as vontades de Deus, mas as do homem. Se você não acredita em Deus, então acha que a política deve ser baseada nos objetivos de quem, se não é humanista também? Nos seus? Haaa… No dos conservadores? Ué, mas eles não são homens também?

        Errado. Humanista é aquele que define o ser humano como um animal “a parte”, capaz de mudar suas contingencias, para enfim, pela ação política, “criar o mundo justo”. Pura crença infantil.

        Na verdade, conservadores buscam, na política, obter vantagem na mesma medida em que os esquerdistas. A diferença é que estes últimos pedem o poder de forma totalitária (através de estados inchados), e os conservadores não. Ou seja, os conservadores não nutrem crença em que o homem “trará a justiça na Terra”, e por isso desconfiam. Os esquerdistas, funcionais especialmente, possuem essa crença. Sei que te machuca ouvir isso, mas o efeito backfire não deixará você abandonar o esquerdismo.

        Vai entender tua cabeça. Por isso que não faço questão nenhuma de ter meus comentários aprovados aqui. Se quiser, enfia eles no teu rabo, modifica eles para parecer que estou falando besteira… faz o que quiseres, pois é tudo na lei.

        Eu não modifiquei absolutamente nenhum comentário seu. Todos os comentários seus, de ontem para hoje, estão na íntegra. Então, se você pareceu estar falando besteira, é por que falou besteira mesmo.

        Ah… o “faz o que quiseres, pois é tudo na lei” é um erro teu. A thelema diz “Faça o que quiseres há de ser O TODO da lei”. Na sua citação, dá a impressão de a lei “inclui” o faz o que quiseres, dentre outras coisas. Segundo Crowley, a lei TODA se resume a “faz o que quiseres”.

        Tenho que te ensinar até isso? 🙂

        E outra se teu critério para aprovar comentários é só aprovar aqueles que avacalho para poder me ridicularizar, isso quer dizer que se eu postar algo só com argumentos, não será aprovado, certo? Ou seja, se for um argumento sério, você não aprova. Se for avacalhação, você deixa passar. E ainda reclama que não argumento aqui. Vai entender…

        Teus comentários estão sendo todos aprovados, de ontem para hoje. Se você não argumentou, é por que não quis… 🙂

        Mas mais feio ainda foi admitir que eu realmente argumentei. Só que foi um argumentozinho, né? pfff Fala merda não.

        Foi bem fraquinho o argumento.

        De fato, não vi que você tinha publicado meu “argumentozinho”, mas e daí? Não me preocupo com isso. Acho é engraçado você fazer tanta questão de me fazer parecer nervoso. O único nervoso aqui é você, que parece o Dr. Evil rindo compulsivamente de tudo. Como diriam os Titãs, “rir é bom, mas rir de tudo é desespero”.

        Como já disse, você mesmo andou confessando aos quatro ventos que se enerva com o que escrevo aqui. Se eu fico nervoso? É uma HIPÓTESE. Eu não fico, pois analiso seu comportamento pela ótica da dinâmica social. Se estivéssemos em uma mesma organização, e você com seu comportamento obsessivo conseguisse me derrubar, obviamente eu ficaria nervoso. Mas aqui? Não, no way…

        Mas no seu caso, você confessou seu nervosismo. Aí temos certeza. O nervosismo meu é uma HIPÓTESE, o seu é um FATO.

        E por fim, uma dica. Que coisa deselegante e sem criatividade. Se te chamam de savant, você corre na wikipedia, descobre o que é, parafraseia e arruma um jeito de inverter. Se dizem que você não entendeu a piada, você dá um jeito de falar que eu que não entendi algo. Porra, será que se eu disser que você é inteligente, você vai responder que eu também sou? Acho que sim, já deve estar no automático essa sua rotininha de briga entre estudante de sétima série. Mais patético que isso, só ser um humanista tosco chamado Bruno Almeida, né?

        Aqui o bla bla bla é tão bobo que não requer resposta. Mas é fato, os humanistas são patéticos, por sua crença infantil e perigosa. Mas nenhum deles tão perigoso quanto Bruno Almeida.

        Mais um texto que irá lhe irritar: http://lucianoayan.com/2012/06/16/que-tal-usar-o-neo-ateismo-para-destruir-o-esquerdismo/

    • Gilmar escreveuw:

      «
      Pega muito mal, além de comprometer sua credibilidade, ver alguém que se diz ateu mostrar-se tão zeloso na defesa do Cristianismo.
      »

      Pois bem, muito antes de conhecer os blogs do Luciano e do Snowball, eu, que naquela época ainda era um ateu que não conhecia a Supremacia Agnóstica 🙂 , já desmascarava e ridicularizava a enorme ignorância e falta de lógica dos ateus militantes no Yahoo! Respostas. Isso nunca comprometeu minha credibilidade, mas obviamente, conseguia atrair os ódios figadais das marionettes da ATEA e do Bule Voador ¬¬ A propósito,

      *pega muito mal, além de comprometer a tua credibilidade, Gilmar, ver alguém que se diz ateu mostrar-se tão zeloso na defesa da Maçonaria, do Espiritismo e da Macumbaria* 😀

      (
      na verdade, eu não sei se você alguma vez se comportou exatamente como os neo-ateus típicos do Yahoo! Respostas, mas eu não me surpreenderia se a carapuça servisse direitinho na tua cabeça 😉
      )

      • JMK, confesso que não entendi bulhufas do que vc quis dizer com “pega muito mal, além de comprometer a tua credibilidade, Gilmar, ver alguém que se diz ateu mostrar-se tão zeloso na defesa da Maçonaria, do Espiritismo e da Macumbaria* :-D”

      • Está explicado. Dalila não é um ateu tradicional, ele é um neo ateu, portanto um humanista fervoroso. Por isso, ele tem que lutar funcionalmente contra a religião tradicional. 🙂

    • PQP!!! Esse seu último artigo me deixou muito puto!! Cansei de fingir que não estou nervoso. Agora a porra ficou séria! Vou sair correndo do computador e ir chorar no colo da minha mamãe!

      Só que não né..

      Aliás, tua mãe sabe que você é ateu? É sério, ela sabe? Já que você quer comer a minha, acho que você me deve essa resposta pela descortesia anterior.

      • Não, não quero comer sua mãe. Ela já perdeu valor de fertilidade. Mas mande a foto da irmazinha. 🙂

        Minha mãe sempre soube que eu era ateu (aliás, eu sempre fui ateu, tive apenas uma fase religiosa, e foi na época que duelei especificamente com os neo ateus). Hoje, estou de volta às raízes.

        Mas enquanto isso, o Bruno (que não fica nervoso, imagine, mesmo que os amigos dele falem para ele não ficar tão nervoso comigo) continua achando o oposto.

        Na boa, isso não tem preço!!! 🙂

      • Que??? Tu não queres minha mãe porque ela não é mais fértil… então você só faz sexo se for pra se reproduzir??

        kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

        Você tem filhos? Não né? Então você é virgem??

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        VIGEM!!!

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        aiaiai perdi o fôlego.. calma ai

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        Aiaiai não aguentei essa. Teu tiro saiu pela culatra feio agora hein amigão? Tive que voltar aqui por causa deste estalo.

        Agora eu vou embora mesmo, sr. “eu só faço sexo reprodutivo”. Isso é que dar levar a sério a Cleycianne.

      • Burro!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

        Valor de fertilidade é igual a “corpo feminino em capacidade de atrair o outro macho”.

        Mesmo que o sexo não seja para reprodução, a atração masculina por mulheres é focada em valor de fertilidade. rs.

        Sua mãe não tem mais isso. Ela não é atraente, está cheia de rugas.

        Se tu não sabe disso, tu não tem experiência com mulheres, ou só come mulheres barangas. Ah, entendi por que você ficou tão revoltadinho quando zoei as mulheres feias.

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        MANÉ!

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        IDIOTA SAVANT!

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        O teu tiro é que saiu pela culatra feio agora. Seu “estalo” te prejudicou ainda mais.

        SAVANT!

        Confundiu valor de fertilidade com “sexo para reprodução! hahahahahaha

        [youtube=http://www.youtube.com/watch?v=4eOVYs33Fo4]

        Enquanto tu tiver apegado emocionalmente nesse jogo de provocação, aí é que você não vai pontuar mesmo.

        Está cada vez mais fácil.

        Toda vez que você entender errado o que eu escrevi, eu pontuo. Já errou feio agora.

        Por isso não tem como refutar um texto em que mostro que você provavelmente tem déficit

        http://lucianoayan.com/2012/06/04/quando-um-humanista-ainda-nao-esta-entendendo-a-questao-do-ceticismo-politico/

      • De uma coisa eu tenho certeza, como sou mais novo que você, então a buceta da tua mãe com certeza está muito mais arregaçada. ECA, eu que não comeria aquilo. Ainda mais sabendo que você esfregou teu cu sujo quanto nasceu por ali.

      • Mas pelo menos eu não saio oferecendo a minha mãe na Net para os outros comerem. Você tentou isso e se deu mal. Bruninho, como sempre, é fácil de te humilhar. 🙂

  2. Não luciano, todos os que comentam aqui são você! você ainda não percebeu que eu e os outros somos apenas alter egos que vc criou… Lol

  3. Luciano, você bem é que podia propor um outro desafio na blogosfera aos seus adversários, em especial aos aderentes da tese “Luciano, o calhorda pseudocético das mil faces” (xD): que eles provem, COM DADOS CONCRETOS, OBJETIVOS E IRREFUTÁVEIS, que você é um farsante com várias identidades falsas (Snowball, Investigador de Ateus, Acauã K. Luciano Henrique, etc.). Seria divertido vê-los tentar ou mesmo ficarem em um silêncio ensurdecedor, provando ainda mais a irracionalidade deles.

  4. “O problema é que, como conhecemos ao menos o básico sobre o ser humano em termos biológicos, já sabemos que o cérebro humano possui um sistema límbico profundo, que guarda emoções de diversos tipos, inclusive as “paixões” por uma ideologia, cosmologia, filosofia ou religião, tradicional ou política. Portanto, a tal “perspectiva externa”, na categoria de uma visão “de julgador imparcial universal” é uma ficção não muito diferente das fantasias de Erich Von Daniken.”

    Qual é,Luciano,acho que você não conhece o trabalho de Däniken.A teoria dele condiz muito mais com a realidade do que adeptos da religião tradicional ou politica.(Até mesmo de céticos como você)Aliás,a teoria dele tem melhores argumentos para explicar a religião do que o darwinismo.Usar fatores biológicos para tentar explicar o porque do homem ter inventado deuses é falha.
    Me diga,como o darwinismo explica a “invenção” dos deuses pelo homem?
    Como dar conta de civilizações que não tinham nenhum contado contar as mesmas histórias?

    Acreditar que os nossos ancestrais “inventaram” os deuses para tentar explicar de onde vieram(Que imaginação a deles,hein? Rs) é mais fantasioso do que acreditar no nascimento virginal de uma divindade.(Aliás,a teoria dos alienígenas do passado tem argumentos para explicar isso).

    A questão é:eles não eram deuses,mas foram tratados como deuses pelo nossos ancestrais,porque era a unica forma de explicar o que viam.Aqui está a “chave”.os nossos ancestrais “endeusaram” os alienígenas porque era a unica forma de explicar o que viam,Não que eles inventaram os deuses do nada para explicar a origem do homem.Não,o que viam era REAL.Ou você acha mesmo que eles inventaram todas a quelas histórias? Fala sério,Luciano.Rs

    • http://lucianoayan.com/2012/05/06/o-inimigo-do-meu-inimigo-e-meu-amigo/#comment-9858

      Resumindo:

      — os “deuses” não eram necessariamente extra-terrestres, eles podem ter sido 100% terrestres, ou até mesmo, e por que não, “INTRA-terrestres” 🙂 [ não, isto não quer dizer que eu acredite que a Terra é ôca, quer dizer apenas que eu sou “mais criativo” 😛 na compreensão dos modelos matemáticos aplicáveis na Física 😉 — alíás, quem acreditava em planetas e satélites naturais “ôcos” era o Sr. Carl Sagan 🙂 , pelo menos de acordo com o livro “Intelligent Life In The Universe”, se não me falha a memória (eu li êsse livro em 1985, na biblioteca do Instituto Astronômico e Geofísico) ] ;

      — a tese “eles não eram deuses, mas foram tratados como deuses pelo nossos ancestrais, PORQUE era a unica forma de explicar o que viam”, não passa de ACHISMO — o qual se baseia, infelizmente, em vários pressupostos *errados* sobre a psicologia do homem supostamente “primitivo” [ diferente do que acreditam os comtistas, os freudistas, e quaisquer outros “~istas” que, tendo embarcado na canoa furada de Herbert Spencer, detectam a Deusa Evolução trabalhando até mesmo no reino do além-túmulo 🙂 , NÃO EXISTE paralelismo entre o desenvolvimento psicológico do indivíduo e o suposto desenvolvimento psicológico da humanidade ao longo da História ]

  5. ué, esse argumento do cara laranjada aí invalida até o ateísmo: “Se o ateísmo realmente fosse correto, não haveria adeptos de crenças religiosas.” aloka

  6. Sejamos elegantes então. Religião politica é um termo inexistente. É uma falácia pouco ou nada culta. Vejamos:

    Se há alguma política gerada a partir da religião, esta deve ser gerada por um ser específico, que é __________________ (por favor preencha com o nome próprio da divindade local), ser este de alçada sobrenatural.

    Assim sendo, por uma questão essencial, uma política religiosa deve agir apenas em âmbito sobrenatural.

    E é assim! Por exemplo __________________ (por favor preencha com o nome próprio da divindade local) pune aos benfeitores infiéis com __________________ (por favor preencha com a punição propiciada pela divindade local), enquanto agracia os malfeitores idólatras com __________________ (por favor preencha com a premiação propiciada pela divindade local).

    Isto pertence somente a esfera sobrenatural, não sofrendo qualquer ação material, natural ou humana.

    • Edejelmal,

      A religião tradicional é que possui crença em divindades.

      Segundo John Gray, é o seguinte. Algumas pessoas, na época do Iluminismo, viram que o cristinismo funcionava para as massas, e tinha efetivo uso político. Então criaram variações do cristianismo, com algumas adaptações:

      1. crença em Deus modificada para crença no homem
      2. crença em que Deus faz as mudanças, para crença em que os homens fazem a mudança
      3. o paraíso no céu, substituído para paraíso em Terra

      E daí por diante.

      Mais que isso, criaram cosmovisões, sistemas de identidade e até formas de culto (à personalidade, inclusive). Foi justamente aí que o cristianismo encontrou um rival. Se havia uma forma de culto (cristã), vigente, outras formas de culto, foram desenvolvidas para dar sustentação a isso: positivismo, humanismo, etc.

      É a isto que damos o nome de religião política. E que deu sustentação a todo o pensamento de esquerda. Na verdade, podemos supor que ela foi criada exatamente para isso: para dar poder totatlitário a líderes que façam uso deste discurso.

    • Pergunta:
      Se há alguma política gerada a partir da religião, esta deve ser gerada por um ser específico, que é __________________ (por favor preencha com o nome próprio da divindade local), ser este de alçada sobrenatural.

      Resposta: o próprio Belzebu, o Tinhoso em pessoa, o Cão Peçonhento, o Príncipe das Trevas, o Monstro dos Infernos 😀

      “Let him who have understanding reckon the number of the Beast;
      for it is a HUMAN number” 😉

  7. DESAFIO ACTIVIA

    Poste essas quatro imagens aqui como um post separado no seu blog, sem fazer nenhum comentário seu sobre o que acha, apenas dizendo que trata-se de um desafio para ver a opinião dos seus leitores. Vamos ver se eles conseguem se virar sozinhos, sem você dizer qual é opinião politicamente conservadora que eles devem adotar?

    http://img341.imageshack.us/img341/3772/humanismoumdelirio.jpg

    http://img812.imageshack.us/img812/2803/quintoneoateupolitico.jpg

    http://img23.imageshack.us/img23/8930/domquixotepolitico.jpg

    http://img801.imageshack.us/img801/438/rirdetudodesespero.jpg

    E aí, topa o desafio activia?

    • Mas cada imagem besta hein Bruno.

      A primeira mostra que você ficou com o ego machucado pelo fato de alguém ter me elogiado. Sua revolta é tanta que fica xingando o Adilson de “puxa-saco”. Aliás, que p… é essa de “Humanismo, um Delírio”. Dawkins atacou toda a religião tradicional e você quer dizer que eu ataco só o humanismo? Não, eu ataco toda a religião política, e o humanismo é só a faceta mais importante…

      A segunda imagem você deveria esconder. Olha só. Dawkins (o cientista), Harris (o acadêmico), Dennett (o “cético”) e Hitchens (o rebelde). hahahaha.. Parece que os cultos À personalidades feitos pelos neo ateus em direção aos seus ídolos não tem limites pro ridículo.

      O papo de “Dom Quixote Político” é puro truquezinho tentando dizer que o oponente luta contra inimigos imaginários. O problema é que depois dos escritos de Gramsci, os esquerdistas confessam suas intenções de dominação hegemônica. Criarei uma rotina para este truque teu, que é um truque típico de esquerdistas. Rotina seria “Meu oponente é estilo Dom Quixote”. rs.

      A última imagem é uma bobagem. É verdade que rir de tudo é desespero, mas estou rindo de você e sua tentativa boba. Não de tudo. 🙂

      Mas ficar fazendo um monte de imagens assim é um sintoma do teu desespero. O que é natural, pois eu denuncio a religião política (que segundo você, é “imaginária”) rs.

      Bruno, cada vez mais engraçado. 😀

      • Não topou o desafio, que frouxo. Não pode deixar de contar pros retardados qual a opinião que eles devem ter né?

        Aliás, desespero MESMO é refutar até piadas. Cara, fala sério. São piadas. Você trata como se eu estivesse usando argumentos irritados. É muita burrice ou muito controle de frame. Savant como vc é, fico com a primeira.

      • Ah, é, nem li o desafio. rs.

        Agora, se você postou as imagens, eu postei o COMENTÁRIO, e diante da propaganda sua, com a resposta minha, eles que façam o julgamento deles. Ou será que o julgamento só pode vir se uma das partes falar? heheheheh

        Em relação às piadas, apenas mostrei o quanto elas são bobinhas. Será que Bruno crê que piadas são coisas sacrossantas que não podem ser ridicularizadas? rs.

        Mas é fato que você está irritado, e seus amigos já postaram isso pedindo para você se acalmar.

        É Bruno, sabes que é um savant, assim como Gilmar é, e por isso é fácil te demolir. 🙂

      • Você foi lá e viu quando os comentários foram postados e a o que se referiam? Lógico que não, tua crença no homem e tua ingenuidade são tão grandes que qualquer coisa que te dizem e que te agrada já é alçado ao status de verdade. Não me surpreende.

        E outra, eu nunca disse que piadas não podem ser ridicularizadas. Eu só disse que você estava abordando elas “como se eu estivesse usando argumentos irritados”. Ou seja, piadas são combatidas com piadas… Para de mentir ser salafrário, isso é feio e seus leitores eventualmente irão perceber.

        Aliás, por hoje cansei. É tão viciante ficar aqui tirando onda com tua cara, mas tenho mais o que fazer. FUI

      • Expressões como “na merda por causa daquela estoria lá… do CdA…”, “cuiddo para não deixar essa sua perseguição acabar com vc n___n”, “só não quero que vc torna isso uma jihad pessoal XD e perca seu tempo XD” e em especial “vc deixa transparecer sua raiva na sua comunidade” comprovam que você leva as coisas pro lado pessoal.

        Outro ponto, você diz que “piadas são combatidas com piadas”. Quer dizer, você gostaria que eu criasse imagens em retorno. Mas aí eu me rebaixaria ao teu nível. Por isso, a melhor resposta é analisar o conteúdo do que você tentou em sua propaganda, mapear o padrão e demonstrar mais uma vez como os esquerdistas agem. Não há mentira nisso, mas uma exposição do motivo de eu agir assim.

        É por isso que você não está “tirando onda”, mas sendo um macaco de laboratório. Ao estudar o seu comportamento, entendemos o que torna os esquerdistas pessoas incapazes de convívio social, viciadas em ressentimento, ódio, e completa falta de limites.

        Enquanto você está em um embate contra eu (Luciano), eu não dou a mínima se o padrão estudado vem do Bruno, do cotrim, do Gilmar ou de qualquer outro. Eu sou um oponente dos esquerdistas. Minha abordagem é inversa a sua.

  8. Provas de que o Bruno está bravo e com problemas, e tb que ele é esquerdista (odeia os conservadores), estao nas palavras dos amigos dele de scrap no Orkut

    Eduardo Couto: “e ae … bruno XD… ainda tá na merda por causa daquela estoria lá… do CdA… ???”

    Eduardo Couto: “hhahahaa … o foda é que a galera ae que vc tá de olho são puramente de DIREITA extrema XD….ahhaha. não sou fã do conservadorismo… tipo está bem … talvez os neo-ateus talvezzzz sejam fãs de idéias esquerdistas… mas dizer que todo ateu vai pelo mesmo caminho, eu acho isso uma extrapolação muito grande XD”

    Eduardo Couto: “hahahahha … sabe cara, relaxa… eles estão com raiva das coisas n___n, mas tudo bem, eles tem o direito de ser assim. Cuiddo para não deixar essa sua perseguição acabar com vc n___n”

    Eduardo Couto: “hahhaha nada cara… só não quero que vc torna isso uma jihad pessoal XD e perca seu tempo XD”

    Eduardo Couto: “ahahhahah vc deixa transparecer sua raiva na sua comunidade XD eu acho que é de se esperar que vc parta pro lado mais XD porreta da força”

    Carlos Wilker escreveu um texto neo ateu, Bruno elogiou muito, e a resposta do Carlos: “Tu tá melhor? Tava cheio de problemas, né? Gostou do texto? É uma honra! Leio tudo que escreves, como sabes.”

  9. […] As objeções levantadas ao OTF pela pessoa que se esconde atrás do blogueiro Luciano Ayan, embora traiam um certo desespero, revelam muito mais seu despreparo para engajar-se em debates sérios e construtivos, bem como sua irrelevância intelectual. “Luciano Ayan”, que afirma ser um experiente e renomado auditor, ministrando cursos e palestras a profissionais do mundo corporativo, construiu sua reputação virtual adaptando indiscriminadamente supostas ferramentas de auditoria corporativa para a análise de discursos na esfera política. Desde seu primeiro blog, o Neoateísmo, Um delírio, vem elaborando uma longa cartilha cujas lições, ele afirma, imuniza seus leitores contra toda sorte de fraudes, embustes, manipulações e desonestidades intelectuais. Basta identificar as palavrinhas-chave nos discursos do adversário, buscar em seu banco de dados as técnicas mais apropriadas para lidar com os discursos em que estes termos ocorrem com mais frequencia e bingo! A investida é debelada, e a posição no espaço político é mantida ou recuperada. […]

    • Me decepcionei ao ver o texto de Dalila neste link aqui: http://rebeldiametafisica.wordpress.com/2012/06/16/em-defesa-do-teste-da-fe-do-infiel-otf/.

      Eu esperava algo mais dele mas as tais retribuições foram tão patéticas, que só poderei refutar isso voltando ao estilo de posts do passado, no qual eu pegava um parágrafo e marcava itens de forma numerada para refutar, pois a quantidade de fraudes é tão grande que a mera citação de parágrafos é insuficiente. A refutação, ponto a ponto, sai nos próximos dias, mas provavelmente no meio da semana.

      Ainda resta o fato bizarro da imagem que ele tentou fraudar, para fingir que eu e o Investigador de Ateus somos a mesma pessoa. Reproduzindo a fraude de Dalila, recebi, a partir de Adilson (leitor deste blog), uma imagem no qual o link que aparece não mostra o meu gravatar, mas o de Dalila. Assim como James Randi, Adilson entendeu a anatomia deste truque e o reproduziu. Refutarei o truque completo, e todas as fantasias de Dalila ao tentar dizer que eu, Jeremias, Snowball e Investigador de Ateus somos a mesma pessoa. É, eu avisei, ele e o Bruno compartilham delírios.

      Dalila está tão desesperado, tão desesperado, que apela aos expedientes mais baixos possíveis, inclusive a fraude. E isso cada vez mais comprova minha tese de que esquerdista só serve para fazer uma coisa na vida: sair mentindo, funcionalmente, contra os não esquerdistas.

      • Se decepcionou? Mas exatamente oque você esperava? O que vc espera que alguém faça com um mosquito que o azucrina? Chame o Corpo de Bombeiros?
        E já vou avisando que se tentar reabilitar o SEU teste da paródia vou ignorar sumariamente sua resposta. Na verdade vou ignora-lo se vc tentar reabilitar qualquer uma de suas objeções. Vou considerar uma tréplica apenas se vc vier com argumentos novos.
        Quanto a seus fakes, eu nem falei nada do Jeremias! Corre esse rumor por aí, mas nunca vi a menor razão para dar-lhe algum crédito.
        Mas, já que vc vai ter a ousadia de tentar responder o irrespondível (confessar que a aulinha sobre o Método de Interpretação Natural foi uma das maiores humilhações que um merdinha presunçoso como você já sofreu na sua vida. Reconheço as vantagens da utilização de fakes em situações assim), vim te comunicar que andei fazendo algumas revisões e acréscimos ao post original desde sua primeira versão, e pode ser que eu ainda faça mais algumas. Como vc decerto irá citar trechos, certifique-se de que está quotando a versão mais recente, e deixe um aviso na sua resposta alertando que o post original que vc está refutando pode ter sido alterado desde a última vez em que vc o acessou.
        No mais, aguardo sua “refutação” como quem aguarda o próximo pronunciamento do Papa sobre a quesão do aborto: uma conversinha fiada que não vai me fazer a menor diferença.

      • Se decepcionou? Mas exatamente oque você esperava? O que vc espera que alguém faça com um mosquito que o azucrina? Chame o Corpo de Bombeiros?

        Eu esperava alguma coisa mais desafiadora. Vi que você tem problemas sérios de entendimento do que o outro escreve. Não tem problema, a humilhação vai ser ainda pior para você.

        E já vou avisando que se tentar reabilitar o SEU teste da paródia vou ignorar sumariamente sua resposta. Na verdade vou ignora-lo se vc tentar reabilitar qualquer uma de suas objeções. Vou considerar uma tréplica apenas se vc vier com argumentos novos.

        Você ainda não está entendendo (por isso eu digo que tens déficit).

        Não importa se você vai ignorar ou não, ou se você “vai considerar” ou não. NÃO ATRIBUA A VOCÊ UMA IMPORTâNCIA QUE VOCÊ NÃO TEM. (Aliás, essa é uma das frases que todo duelista cético deveria saber decor)

        Quando James Randi desmascara um paranormal, ele não está se importando com o que o paranormal “vai considerar” ou não.

        Se você vai considerar uma tréplica ou não, isso é irrelevante.

        A refutação estará cá para todos os leitores lerem. 🙂

        Quanto a seus fakes, eu nem falei nada do Jeremias! Corre esse rumor por aí, mas nunca vi a menor razão para dar-lhe algum crédito.

        Dá no mesmo. Fantasiar que eu estou em 3 ou 4 lugares ao mesmo tempo, ou 6 ou 7 lugares, continua sendo neurose de tua parte.

        Mas, já que vc vai ter a ousadia de tentar responder o irrespondível (confessar que a aulinha sobre o Método de Interpretação Natural foi uma das maiores humilhações que um merdinha presunçoso como você já sofreu na sua vida. Reconheço as vantagens da utilização de fakes em situações assim), vim te comunicar que andei fazendo algumas revisões e acréscimos ao post original desde sua primeira versão, e pode ser que eu ainda faça mais algumas.

        Fazendo revisões constantes? Preocupado? Sim, você tem motivos para isso.

        Não, a explicação sobre Método de Interpretação Natural mostrou que você (como sempre) não foi capaz de entender que o teste da paródia é uma forma de demonstrar que estamos diante de um truque, não de um argumento sério. O Método de Interpretação Natural tem outra função. Sinal de que você é um idiota savant.

        Já descobri qual o teu problema. Você se perde em interpretação básica de textos, mas até consegue fazer traduções. Quando se baseia em usar os textos de outros autores, até não se complica tanto (os autores é que se complicam, quando vamos investigá-los). Mas na hora de você DIALOGAR E DEBATER, aí é que você se perde todo, pois precisa escrever algo por você próprio. Mas se você não entende o que o outro escreve, e nem o que você próprio traduziu, aí é que a situação fica extremamente constrangedora para você.

        Claro que todos os seus erros de entendimento serão impiedosamente tratados em minha resposta, que será no meio da semana. Antes farei um texto sobre investigacionismo, e usarei o teu post como exemplo de como os leitores podem aplicar este método. É bem útil quando temos casos de parágrafos com 4 ou 5 fraudes intelectuais, como no caso de seu texto.

        Como vc decerto irá citar trechos, certifique-se de que está quotando a versão mais recente, e deixe um aviso na sua resposta alertando que o post original que vc está refutando pode ter sido alterado desde a última vez em que vc o acessou.

        Não, eu vou pegar a tua idéia de terça-feira (data limite). Portanto, se apresse. 🙂

        No mais, aguardo sua “refutação” como quem aguarda o próximo pronunciamento do Papa sobre a quesão do aborto: uma conversinha fiada que não vai me fazer a menor diferença.

        A sua declaração de “como você vai aguardar o próximo post” não tem valor de evidência. Eu duvido que você esteja indiferente. Na verdade, podemos supor que você aguarda em pânico. Portanto, sua declaração não serve.

        Realmente, Dalila ainda não entendeu o que é o ceticismo político… rs.

      • Se o teste da paródia que vc propõe não é algo na linha das duas interpretações que proponho (método da interpretação natural ou construção de argumentos parecidos com conclusões contrárias ou contraditórias), não vejo como ele pode ajudar a identificar argumentos fraudulentos. Argumentos fraudulentos ou são inválidos ou não são sólidos. Invalidade vc detecta com contraexemplos. Falta de solidez, mostrando porque uma das premissas é falsa. Se o argumento pode ou não ser adaptado para outros domínios não tem nada a ver com ele ser fraudulento ou não. Em todo caso, as seguintes paródias do argumento moral de William Lane Craig:

        1. Se seres humanos não existissem, valores morais objetivos não existiriam.
        2. Valores morais objetivos existem.
        3. Ergo, seres humanos existem.

        e

        1. Se seres sencientes não existissem, valores morais objetivos não existiriam.
        2. Valores morais objetivos existem.
        3. Logo, seres sencientes existem.

        são tão aplicáveis quanto o original. Eu deveria alimentar a forte suspeita de estar diante de uma picaretagem?

      • Nota-se que você NÃO DOMINA ainda o teste da paródia. Você aplicou os argumentos do Craig em DOMÍNIOS diferentes.

        Quando eu fiz o teste da paródia, eu mantive tudo no mesmo DOMÍNIO, ou seja, o objeto de discussão.

        Voltando ao OTF, este é tão fraco, tão fraco, que invalidaria até o próprio ateísmo. Quer dizer, a própria trucagem de Loftus invalidaria a posição dele. E você já tem ciência de que o argumento é ruim, tanto que usou uma quantidade enorme de truques em seu post para tentar esconder as fraudes contidas lá.

        Mas o fato é que OTF não é nem um argumento, mas uma mera trucagem retórica que visa tentar dar um escopo a rotinas já conhecidas do neo ateísmo, como:

        – Eu sou ateu em relação a apenas mais um Deus que você
        – Se há diferentes religiões ao redor do mundo, então todas são falsas

        E bobagens do tipo.

        A diferença é que você usou mais trucagens retóricas ainda para tentar validar essa bobagem toda. Como mostrarei no post em que te refutarei, toda a armação ocorre apenas no aspecto psicológico, com rotinas de frame, mas jamais com argumentos válidos.

  10. Nota-se que você NÃO DOMINA ainda o teste da paródia. Você aplicou os argumentos do Craig em DOMÍNIOS diferentes.
    E daí? É o que se espera de um argumento facilmente parodiável, não? Aliás, em que domínio eu deveria procurar substitutos para os termos que aparecem neste argumento? Que outros “objetivadores” de valores morais existem, além de Deus? A senciência e capacidade reconhece-la, atributos dos seres humanos, me parecem bons candidatos, em que sentido eles não pertencem ao domínio em que este argumento opera?
    Quando eu fiz o teste da paródia, eu mantive tudo no mesmo DOMÍNIO, ou seja, o objeto de discussão.
    No exemplo que vc deu no post sobre o argumento de Feuerbach vc substituiu Deus por amor. Não me parece que Deus e amor estejam no mesmo domínio (o primeiro, se existir, é um agente pessoal sobrenatural, o segundo um sentimento), a não ser que vc tenha em mente aquele versículo bíblico que diz que Deus é amor… mas nesse caso vc ou estaria cometendo uma falácia de homonímia sutil ou parafraseando, não parodiando, o argumento. Nesse segundo caso, por que eu deveria suspeitar do argumento?

    Na verdade, quanto mais eu penso nesse teste da paródia mais eu vejo que ele é uma grande bobagem. É como eu disse antes, só tem algum valor se for para procurar contraexemplos ou para produzir argumentos parecidos com conclusões contrárias ou contraditórias ao argumento em disputa. Caso contrário, não diz absolutamente nada sobre a validade ou solidez do argumento contestado.

    Voltando ao OTF, este é tão fraco, tão fraco, que invalidaria até o próprio ateísmo. Quer dizer, a própria trucagem de Loftus invalidaria a posição dele.
    Começou a ficar interessante. Como eu disse no meu post, esse tipo de objeções eu discutirei com prazer. Não vou escrever nada agora, vou esperar vc publicar suas objeções.

    E você já tem ciência de que o argumento é ruim, tanto que usou uma quantidade enorme de truques em seu post para tentar esconder as fraudes contidas lá.
    Eu já disse que não perco meu tempo nem o dos meus leitores divulgando argumentos ultrapassados… quem faz isso é “seu amiguinho” Snowball, com as defesas do livre-arbítrio furadas e a noção de basicalidade apropriada que pode ser adaptada para qualquer teologia. Aliás, a epistemologia reformada do Plantinga é um bom exemplo de argumento facilmente parodiável de forma a produzir conclusões contrárias. Pena que vc abandonou a série sobre o evidencialismo lá no QuebrandoOEncanto, eu ia me divertir muito quando vc tentasse fazer o cristianismo passar por crença apropriadamente básica.

    Mas o fato é que OTF não é nem um argumento, mas uma mera trucagem retórica que visa tentar dar um escopo a rotinas já conhecidas do neo ateísmo, como:

    – Eu sou ateu em relação a apenas mais um Deus que você
    – Se há diferentes religiões ao redor do mundo, então todas são falsas

    E bobagens do tipo.
    Se vai tentar reduzir o OTF a esses espantalhos, vai facilitar muito meu trabalho. A primeira frase pode ser substituída, sem prejuízo de seu efeito, por ““Os (insira aqui os adeptos de qualquer religião que acredita em um ou mais deuses) acreditam que as divindades de todas as outras religiões são falsas. Os ateus apenas não abrem exceção para esta última.” Por que eles não abrem? Porque ela não passa pelo OTF!
    Já o argumento a favor do agnosticismo a partir da diversidade religiosa não conclui que todas são falsas, mas que a probabilidade de qualquer uma ser verdadeira é baixíssima. É um argumento subjacente ao OTF, mas o OTF vai além, já que também possui premissas baseadas no modo como as crenças religiosas são adquiridas.

    A diferença é que você usou mais trucagens retóricas ainda para tentar validar essa bobagem toda. Como mostrarei no post em que te refutarei, toda a armação ocorre apenas no aspecto psicológico, com rotinas de frame, mas jamais com argumentos válidos.
    Cara, definitivamente vc não deixou de ser crente. Nenhum ateu de verdade faria uma oposição tão ferrenha a um argumento com premissas tão evidentemente verdadeiras para uma pessoa minimamente esclarecida sobre religião. Faz o seguinte, escreve uma versão da sua refutação em inglês e submete diretamente ao Loftus. Se acha que ele não vai te julgar imparcialmente, submete pra publicação num dos inúmeros periódicos de filosofia da religião que existem, com filósofos tanto teístas quanto ateus no corpo editorial, e veja se consegue atender os requisitos mínimos para ser publicado. Sério, se vc conseguir mesmo refutar o OTF, vai ter um lugar garantido na história da apologética do século XXI. Boa sorte!

    • E daí? É o que se espera de um argumento facilmente parodiável, não? Aliás, em que domínio eu deveria procurar substitutos para os termos que aparecem neste argumento? Que outros “objetivadores” de valores morais existem, além de Deus? A senciência e capacidade reconhece-la, atributos dos seres humanos, me parecem bons candidatos, em que sentido eles não pertencem ao domínio em que este argumento opera?
      Quando eu fiz o teste da paródia, eu mantive tudo no mesmo DOMÍNIO, ou seja, o objeto de discussão.
      No exemplo que vc deu no post sobre o argumento de Feuerbach vc substituiu Deus por amor. Não me parece que Deus e amor estejam no mesmo domínio (o primeiro, se existir, é um agente pessoal sobrenatural, o segundo um sentimento), a não ser que vc tenha em mente aquele versículo bíblico que diz que Deus é amor… mas nesse caso vc ou estaria cometendo uma falácia de homonímia sutil ou parafraseando, não parodiando, o argumento. Nesse segundo caso, por que eu deveria suspeitar do argumento?

      Engraçado que além de substituir Deus por amor, eu ainda fiz o seguinte

      “Mas dá para fazer o mesmo para o ateísmo? Vejamos:

      (1) Existe Deus.
      (2) Mas muitas pessoas não acreditam em Deus. Por quê?
      (3) Porque elas querem consolação.
      (4) Assim, elas “projetam” ou “objetivam” seus desejos e chamam a isso de “inexistência de Deus”.
      (5) Assim, essa “inexistência de Deus”, inválida, é apenas a projeção dos desejos humanos.”

      Ou seja, dá para fazer para qualquer coisa que o argumento é exatamente a mesma coisa. Eu realmente tinha esquecido essa do ‘amor’.

      MAs o que importa é a comparação dessas duas, do teísmo e do ateísmo.

      Na verdade, quanto mais eu penso nesse teste da paródia mais eu vejo que ele é uma grande bobagem. É como eu disse antes, só tem algum valor se for para procurar contraexemplos ou para produzir argumentos parecidos com conclusões contrárias ou contraditórias ao argumento em disputa. Caso contrário, não diz absolutamente nada sobre a validade ou solidez do argumento contestado.

      Como eu disse, Dalila realmente não entende o que os outros escrevem. Releiam o que eu escrevi na época do teste de paródia

      “Mas poderia a parodia em si ser o suficiente para esmagar uma argumentação? Não. Se um argumento é tão facilmente parodiável como este, temos suspeitas fortes de que estamos diante de uma picaretagem, e a partir daí aplicamos os testes de consistência tradicionais na busca de erros lógicos. Só no argumento de Feuerbach, de cinco linhas, encontrei 2 erros graves”

      Eu já disse que não perco meu tempo nem o dos meus leitores divulgando argumentos ultrapassados… quem faz isso é “seu amiguinho” Snowball, com as defesas do livre-arbítrio furadas e a noção de basicalidade apropriada que pode ser adaptada para qualquer teologia. Aliás, a epistemologia reformada do Plantinga é um bom exemplo de argumento facilmente parodiável de forma a produzir conclusões contrárias. Pena que vc abandonou a série sobre o evidencialismo lá no QuebrandoOEncanto, eu ia me divertir muito quando vc tentasse fazer o cristianismo passar por crença apropriadamente básica.

      Eu não gosto muito de apologética. Gosto mais é de refutar farsantes, como você. (Cá entre nós, alguns apologetas são bem ruinzinhos – mas o Loftus chega a ser pior que eles).

      E o doidinho continua achando que sou o Snowball. rs.

      Se vai tentar reduzir o OTF a esses espantalhos, vai facilitar muito meu trabalho. A primeira frase pode ser substituída, sem prejuízo de seu efeito, por ““Os (insira aqui os adeptos de qualquer religião que acredita em um ou mais deuses) acreditam que as divindades de todas as outras religiões são falsas. Os ateus apenas não abrem exceção para esta última.” Por que eles não abrem? Porque ela não passa pelo OTF!

      Aqui não é preciso de apologética para notar sua fraude. Islamicos, judeus e cristãos acreditam no mesmo Deus. Ou seja, mesmo em religiões diferentes, concordaram com o mesmo Deus. Aí os três passariam pelo OTF e o ateísmo não? Quanta besteira, Dalila….

      Já o argumento a favor do agnosticismo a partir da diversidade religiosa não conclui que todas são falsas, mas que a probabilidade de qualquer uma ser verdadeira é baixíssima. É um argumento subjacente ao OTF, mas o OTF vai além, já que também possui premissas baseadas no modo como as crenças religiosas são adquiridas.

      Bastaria reproduzir como as crenças anti-religiosas são adquiridas, e pronto, lá se vai o OTF por água abaixo…

      Na boa, o OTF é muito trovão para pouca chuva.

      Cara, definitivamente vc não deixou de ser crente. Nenhum ateu de verdade faria uma oposição tão ferrenha a um argumento com premissas tão evidentemente verdadeiras para uma pessoa minimamente esclarecida sobre religião. Faz o seguinte, escreve uma versão da sua refutação em inglês e submete diretamente ao Loftus. Se acha que ele não vai te julgar imparcialmente, submete pra publicação num dos inúmeros periódicos de filosofia da religião que existem, com filósofos tanto teístas quanto ateus no corpo editorial, e veja se consegue atender os requisitos mínimos para ser publicado. Sério, se vc conseguir mesmo refutar o OTF, vai ter um lugar garantido na história da apologética do século XXI. Boa sorte!

      Não seja tonto, Dalila. Ao mesmo tempo que estou rejeitando alguns apologetas, faço o mesmo com o Loftus. Se na época em que eu era cristão, eu criticava vários líderes religiosos por sua estupidez, agora, como ateu, eu faço o mesmo com líderes estúpidos como Loftus, Carrier e Avalos. Não é usando meia dúzia de trucagens psicológicas que vão me impressionar.

      Não preciso de besteiras como OTF para ser ateu. Aliás, a dinâmica social é muito melhor para atacar a religião tradicional, mas também o seu humanismo infantil (e perigoso).

      Então, não adianta o truque do nenhum escocÊs de verdade. Eu sou um ateu, você é um NEO ATEU, humanista, que está emocionalmente apegado ao material do Loftus. Mas é só um apego emocional, não tem nada de racional. Alias, quando você diz “se vc conseguir mesmo refutar o OTF, vai ter um lugar garantido na história da apologética do século XXI”, na boa, não tente atribuir ao Loftus uma importância que ele não tem.

      Entre os neo ateus, ele está no segundo escalão. No primeiro estão Dawkins, Harris, etc.

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