Feministas em fúria caem definitivamente na espiral da bobagem

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Uma tese que fiz a respeito da espiral da bobagem dá forte justificação para investirmos no ceticismo político.

Para quem se lembra da espiral do silêncio, esta é uma tese de Elizabeth Noelle-Neuman, e fala do espaço ocupado por um grupo ideológico que se CALOU perante a atuação de um outro grupo, que é aquele dominante ideologicamente.

O problema é que precisamos do crivo cético não dos adeptos do grupo ideológico, mas de opositores dele. É a mesma lógica que funciona nas organizações, onde atividades de controle de qualidade e auditoria ficam a cargo não do grupo que faz uma atividade, mas de grupos que NÃO TEM INTERESSE na conclusão da atividade. É por isso que consideramos a auditoria como uma função adversária.

Isso nos leva a tese da espiral da bobagem que explica o seguinte: se o grupo adversário ao grupo dominante se calou, perde-se a crítica adversária. Se o grupo dominante não tem mais críticos entre seus adversários (pois estes se calaram, já que estão na espiral do silêncio), este grupo ganha o direito de entrar na espiral da bobagem, que significa conquistar um cenário onde qualquer bobagem poderá ser dita.

É exatamente isso o que tem acontecido com o movimento feminista, uma das subdivisões do pensamento de esquerda mais em voga atualmente (que tem conseguido até fazer homens mijarem sentados lá pela Suécia). Movimentos rivais ao feminismo, como o masculinismo, estão relegados ao silêncio. Por isso, as feministas hoje em dia dizem tanta bobagem, mas tanta bobagem que apenas nutriríamos pena por elas, não fosse o fato de que elas são perigosas pelo fato de se aliarem sempre aos regimes mais totalitários disponíveis. Hoje em dia, por exemplo, elas amam o PT. Não fosse isso, elas (as feministas, não as mulheres) seriam apenas motivo de riso e comiseração.

Há uns 10 dias, mais ou menos, eu fiz o post “Momento impagável no Facebook: Feministas do Coletivo Feminista da FFLCH-USP irritadíssimas com piada… não tem preço”, onde mostrei uma piada feita por um usuário do Facebook que irritou várias feministas. A piada era simplesmente o seguinte: ele mostrava uma foto das mulheres (baranguíssimas por sinal) do Coletivo Feminista, com os dizeres “Ei, Coletivo Feminista da FFLCH-USP, gostei de vocês”. Em seguida, ele mostra uma outra foto dele com duas coelhinhas (lindas), e a frase “Mas eu prefiro as minhas”. Foi o suficiente para várias feministas espernearem de raiva.

Não satisfeitas, elas ainda lançaram uma nota de repúdio, que pode ser vista aqui, com o título: “Nota de repúdio do Coletivo Feminista Marias baderna da Letras-USP sobre as publicações machistas do estudante José Oswaldo“.

Vamos investigar o texto?

Segundo o dicionário Michaelis, machismo é “um comportamento de quem não admite a igualdade de direitos para o homem e a mulher”. No campo político, definir o machismo exige mais complexidade. Para nós, o machismo é uma forma de opressão e exploração e chamamos de opressão toda conduta ou ação utilizada para beneficiar um determinado grupo em relação a outro. A opressão à mulher se expressa de várias formas: na piada que ridiculariza as mulheres por sua condição de mulher: “dirige mal, só podia mesmo ser mulher”; na diferença salarial entre homens e mulheres: hoje, em nosso país, uma mulher ganha até 30% menos que um homem; na agressão física, verbal ou psicológica: no Brasil, a cada dois minutos, cinco mulheres são agredidas.

Como se nota, é a trucagem de sempre.

Dizer que uma mulher ganha até 30% menos que um homem é uma constatação dos fatos, mas dizer que isso implicaria em machismo não passa de delírio. A verdade é bem diferente, segundo pode ser visto aqui: “Uma das explicações seria reflexo do próprio profissional: ele tem o poder de escolher a prioridade e o foco que dará em sua carreira. A avaliação é do consultor em Gestão de Pessoas e estudioso da Neurociência Comportamental, Eduardo Ferraz. Para ele, as empresas têm basicamente quatro moedas para oferecer aos funcionários: dinheiro, segurança, status e aprendizado. Quem gosta mais de dinheiro vai, inconscientemente, deixar em segundo plano as outras moedas e abrir mão da segurança dos horários fixos, estabilidade e tempo para dedicar à família. Há mais homens ganhando mais e em cargos de chefia porque eles, culturalmente, priorizam a carreira e colocam a família em segundo plano, explica o consultor. Para Ferraz, a grande maioria das mulheres preferem trabalhos que privilegiem segurança a dinheiro. Mas tanto homens como mulheres que deixam de lado a segurança, seja por estarem atrás de mais dinheiro, status ou aprendizado, correm o risco de tornarem-se instáveis por conta da carga horária mais elevada e pela pressão constante por resultados.”

Não posso deixar de citar, obviamente, o fato científico mostrando que o maior perigo para as mulheres, no mercado de trabalho… são outras mulheres.

Em relação à “cinco mulheres” agredidas a cada dois minutos, isso não é evidência de machismo, já que homens batem muito mais em outros homens do que em mulheres. Aliás, basta fazer uma busca por “catfight” que você verá uma quantidade muito maior de mulheres batendo em mulheres (e elas batem forte mesmo, puxam o cabelo e tentam arrancar a roupa da que perde) do que homens batendo em mulheres. Um exemplo está no site When Girls Fight, no qual os proprietários pagam 2.500 dólares por quem tenha filmado uma briga selvagem de mulheres no meio da rua. (Aliás, não sei se vocês se lembram, mas eu já comentei que reality shows e vídeos gravados ao vivo são um material de estudo da dinâmica social…)

Quanto à “piada que ridiculariza as mulheres”, o que impede as mulheres de fazerem piadas sobre homens? Ei, esperem, elas já fazem. Um exemplo é quando elas zoam os homens que ficam assistindo futebol enquanto elas pedem atenção.

Ou seja, os três exemplos de “opressão à mulher” citados pelas feministas na verdade não existem, e na análise da própria definição forçadíssima  que elas trouxeram (“Para nós, o machismo é uma forma de opressão e exploração e chamamos de opressão toda conduta ou ação utilizada para beneficiar um determinado grupo em relação a outro”) os exemplos mostram que elas não tem um “case” a favor de que são oprimidas.

Vamos ao próximo parágrafo:

Infelizmente, a USP não está imune dessa sociedade machista, por isso seguimos vendo dentro da universidade casos e mais casos de machismo, o mais recente foi aquele com qual nos deparamos na madrugada de quarta-feira, 06 de junho. O politécnico José Oswaldo, publicou uma montagem em sua página do Facebook com duas fotos: uma foto nossa, de mulheres integrantes do Coletivo Feminista da Letras, Marias Baderna, e outra com duas mulheres, conhecidas como “As coelhinhas da Playboy” e ele. A frase da montagem é “Ei, coletivo feminista FFLCH-USP, gostei de vocês. Mas prefiro as minhas”. Vimos a público, por meio desta nota, manifestar nosso repúdio a essa ação machista que expõe mulheres do coletivo,  veiculando sua imagem com uma intenção claramente provocativa.

O problema é que não há absolutamente nada de machismo na piada feita por José Oswaldo. Na verdade, ele manifestou preferência por coelhinhas (ou no máximo fez uma piada, o que tanto fez, tanto faz), exercendo o seu direito de escolha. O que há de machismo nisso? O que impediria por exemplo as feministas em fazerem uma imagem mostrando-se agarradas aos brutamontes daqueles clubes de mulheres e com legendas similares? Simplesmente nada. Isso seria um exemplo de “opressão feminina”? Claro que não. Novamente, as feministas estão procurando pêlo em ovo.

Para limpar terreno, não estamos falando de um estudante que desconhece as mulheres da foto, que desconhece o terreno onde pisa. José Oswaldo é um integrante reconhecido de um grupo de estudantes conservador da USP que, há algum tempo, atua em unissom com a reitoria da universidade. Sua ação machista não foi tão inconsciente assim, sequer foi apenas uma ação individual, já que o machismo se apoia num conjunto falsas ideias para se sustentar. Sabemos que Zé Oswaldo não está sozinho e que muito outros compartilham de seus ideais, muito outros acharam espirituoso da parte dele tamanha sagacidade na montagem da foto.

Vejam que curioso. Se o grupo atua de “acordo” com a reitoria da USP, e esta seria “aliada” ao PSDB, não temos uma ação conservadora, mas esquerdista moderada. A diferença é que as feministas do Coletivo Feminista da Letras, Marias Baderna, são de orientação marxista. Daí é natural que considerem tudo que não estiver na posição extrema delas como “conservadora”. Isso é a estratégia das tesouras, de Lênin, já tratada por aqui também.

Entretanto, mesmo como um esquerdista moderado (isso se ele for aliado à uma reitoria que estaria alinhada ao PSDB – estou trabalhando com hipóteses, somente, e não estou fazendo julgamento se isso é um fato ou não), José Oswaldo foi perspicaz ao notar o nível de insanidade que hoje acomete os marxistas da USP. A sagacidade dele está em perceber isso e traduzir tudo isso em uma piada que causou uma reação histérica das feministas. Só isso já seria motivo para elogiar sua ação. É, meninas, vocês foram impulsivas demais, e pouco “cerebrais” nessa reação.

Não bastasse a foto, o estudante, publica um texto, depois que muitas mulheres se manifestaram, indignadas. No texto ele afirma: “Ao fazer esse banner no Facebook que faz uma analogia as feministas da FFLCH-USP e entre as coelhinhas da Playboy, a minha intenção era fazer uma crítica ao atual movimento feminista, que só valoriza e leva em consideração um estilo de mulher, a teoricamente “consciente”, excluindo e menosprezando outros modelos de comportamento existentes.”. Em primeiro lugar, quem disse ao José Oswaldo que as “coelhinhas da playboy” não são, teoricamente, conscientes? Foi a ideologia machista que ensinou isso a ele. Ideologia que objetifica as mulheres, que nos separa em grupos; as conscientes, com um modelo comportamental e as, belas, que têm outro. Quem, senão os machistas, separam as mulheres segundo seu comportamento social? Se o estudante defende que foi alguma feminista que disse isso, que nos mostre onde! Certamente não ira encontrar – o feminismo é para todas as mulheres, não somente algumas. Lutamos pela libertação de todas, independente do estereotipo que nos seja imposto.

Mas são muito burrinhas mesmo. E isso não é uma crítica as mulheres, mas às feministas radicais. E não foram muitas “mulheres” que se manifestaram contra José Oswaldo, mas só as dementes, ops, digo, as feministas.

A explicação dele também não tem nada de condenável e não leva de jeito algum às interpretações delirantes feitas por elas.

Notem quando ele escreve satirizando as mulheres que se descrevem como “teoricamente ‘conscientes'”, ou seja, ele até mesmo colocou a expressão “conscientes” entre aspas. Obviamente, ele quis dizer que na cabeça das feministas, ou a mulher está envolvida de forma fanática em movimentos lutando contra a “opressão masculina” (que, como já mostrei, não existe) ou então está contra essa luta. Aí ele mostra duas coelhinhas que estão fazendo uso de sua beleza, felizes, e sem ligar para toda essa patacoada feminista.

Não deixa de ser cômico ver elas choramingando: ” quem disse ao José Oswaldo que as “coelhinhas da playboy” não são, teoricamente, conscientes?”. Não, antinhas, ele não disse que elas não eram conscientes, mas sim que VOCÊS, feministas, é que definem essas mulheres como “não conscientes”. É mole? Toda a separação de mulheres (entre conscientes e não conscientes) que está sendo criticada não é a feita pelos homens, mas pelas feministas. Nós, homens, gostamos de mulher. Mas quanto menos neuroses elas tiverem, melhor. Esse é o grande problema: o excesso de neurose na mente das feministas.

No mesmo texto, o politécnico afirma que sua intenção foi criticar o modelo “autoritário” com o qual, nós, feministas, tratamos os machistas. Vejamos que é alvo de opressão constante, dentro da universidade: leilão de calouras. “Miss bixete”. Simulação de sexo oral nos trotes. Cartazes de festas com mulheres em posições eróticas, como se fossem parte do cardápio, junto com a cerveja, os destilados etc. Expulsão da moradia estudantil e/ou perda de bolsas em caso de gravidez. Ausência de creches e um longo etc. Quem são as vitimas dessas situações? Mulheres. Quem, em geral, promove essas situações? Homens. E por que eles acham que podem fazer isso com as mulheres? Porque o machismo ensina. O movimento feminista, por lutar contra tudo isso, por lutar para que homens e mulheres sejam iguais, é considerado autoritário.

Mais exemplos de simulação de falsa opressão. Se há leilão de calouras, nada as impede de fazer um leilão de calouros. Se há “Miss bixete”, nada as impede de fazer uma versão “Mr. bicho”. Se há simulação de sexo oral nos trotes, elas podem fazê-lo. Alguns homens não iriam reclamar. Mas não venham com as mais barangas, claro. Se há cartazes de festas com mulheres em posições eróticas, que algumas mulheres façam cartazes com homens, oras. Mas talvez homens não queiram frequentar essas festas. Fazer o quê, né?

Já a choradeira de expulsão da moradia estudantil e/ou perda de bolsas em caso de gravidez, isso não implica em uma imposição masculina. Recentemente, vi uma gestora pedir a transferência de uma mulher que tinha acabado de engravidar para um projeto menos crítico. Obviamente isso prejudicou a carreira dessa analista, mas foi uma opção dela. Não podíamos colocar o projeto em risco. Por isso, ações tomadas em relação à gravidez feminina NÃO IMPLICAM em machismo, mas geralmente são ações tomadas tanto por homens quanto mulheres.

O grotesco também é vê-las reclamando de ausência de creches na USP. Ora, já estão ganhando estudo de graça, ainda querem creche? E por que os homens não reclamam  por creche? Esperem aí, se as feministas querem “igualdade”, por que reclamam coisas que os homens não reclamam? Detalhes…

Se o movimento feminista quer um favorecimento pelo fato de ficarem grávidas, então elas estão indo contra os ideais de “igualdade” entre os sexos. Se querem ser IGUAIS aos homens, basta não ficarem grávidas, fazendo a ligadura das Trompas de Falópio. Façam tratamentos hormonais, e daí por diante.

Em relação ao comportamento autoritário das feministas, temos o exemplo da fúria de feministas que não aceitam nem sequer ver o direito exercido por um homem em preferir as coelhinhas. Quer dizer, se uma mulher quiser sair com um dos irmãos Gêmeos (aqueles que apareciam na TV),  nós, homens, não ligamos. Mas se um homem quiser escolher as coelhinhas, elas ficam histéricas. Para as feministas, a opção natural do homem por mulheres belas incomoda-as.

Mas não é só nisso que são autoritárias. Na Marcha das Vadias, no DF, ocorreu um exemplo claro de tentativa de agressão (em bando, claro) contra um homem que protestou contra esse movimento. Enfim, autoritarismo total. É o eterno truque esquerdista: arrumar um grupo de “vítimas”, se aliar a este grupo, e depois tentar punir de forma autoritária (inclusive cerceando a liberdade de expressão) todos os que não concordam com as propostas desse grupo. É exatamente o que os gayzistas estão tentando fazer em relação aos religiosos tradicionais. Essa estratégia, aliás, já foi extensivamente denunciada de forma brilhante no livro “Guilty”, de Ann Coulter.

No fim de seu texto, José Oswaldo reivindica a liberdade de expressão como direito conquistado a duras penas. A luta hoje na universidade de São Paulo, é uma luta pela liberdade de expressão, pois aqueles que se expressam contra a reitoria de Rodas são calados com processos, intimações e até prisões. As feministas da USP estão, diferentemente de José Oswaldo, ao lado dessa luta, luta pelo fim dos processos contra estudantes, pela universidade mais aberta à população e por mais qualidade de ensino e, é por lutar por isso que muitas de nós somos vitimas de retaliação. No entanto, se o que o estudante nos pede é liberdade para ser machista, de nossa parte, não terá! O machismo, o racismo e lesbofobia/homofobia não têm espaço na universidade que todas nós lutamos para construir.

Elas dizem que não possuem “liberdade de expressão”. O motivo essa reclamação são as prisões sofridas por baderneiros que tentaram invadir a reitoria, por exemplo. Mas isso não é exercer a liberdade de expressão, mas sim cometer um crime contra o patrimônio público. Portanto, não há vetos à liberdade de expressão. Se as feministas quiserem escrevem um manifesto besta como essa “nota de repúdio”, elas podem fazê-lo. Mas não podem invadir territórios alheios, com a desculpinha de “liberdade de expressão”.

Os processos contra estudantes criminosos DEVEM CONTINUAR, pois não é o fato de alguém ser comunista que dá a essa pessoa direito de cometer crimes de forma impune.

Quanto à “universidade mais aberta à população”, que raio de demanda é essa? Que eu saiba, universidade é lugar para ESTUDAR. Se a população for lá estudar, ótimo. Senão, não é para transformarem a USP em um parquinho de diversões. Para isso tem o Parque do Butantã, que fica lá pertinho.

O irônico vem ao final, quando elas escrevem: “No entanto, se o que o estudante nos pede é liberdade para ser machista, de nossa parte, não terá! O machismo, o racismo e lesbofobia/homofobia não têm espaço na universidade que todas nós lutamos para construir.”

Machismo, para elas, é gostar de coelhinhas e publicar uma foto mostrando isso em uma piada. E se os homens querem liberdade para manifestar seus gostos, elas dizem “de nossa parte não terá”. Para elas, isso “não tem espaço na universidade” que, segundo elas, “lutaram para construir”.

O delírio é absoluto. Primeiro, por que a construção da USP foi feita com o dinheiro público. Se hoje a USP virou reduto de militância marxista, isso é a estratégia gramsciana, e no máximo elas fazem uma confissão de que estão usando o território universitário para doutrinação esquerdista, o que vai contra os objetivos acadêmicos (lembremos dos ideais de neutralidade no ensino, estado laico, etc.). Segundo, que enquanto protestam dizendo que não são autoritárias e lutam pela “liberdade de expressão”, confessam (em um ato falho, talvez?), que são a favor sim do autoritarismo e o fim da liberdade de expressão de todos aqueles que não concordam com elas. Até se esta liberdade de expressão envolver o direito de alguém publicar uma foto ao lado de coelhinhas. É, elas estão descontroladas mesmo.

Por isso, exigimos a retirada imediata da foto da página do estudante, que sequer tinha autorização das mulheres expostas para publicá-la, além disso, exigimos retratação pública, e não um texto cheio de justificativas e teorizações sobre como a publicação não é machista. Não cabe ao opressor essa decisão. As mulheres disseram categoricamente: é machismo. Que a resposta seja um constrangido pedido de desculpa e reconhecimento do erro.

Não sei se José Oswaldo será ingênuo para aceitar esta imposição. Tecnicamente, duvido.

É muito engraçado ver o tom com que as feministas terminam o manifesto: “exigimos a retirada imediata da foto”. Patético.

Se fosse uma mulher falando pro marido algo do tipo “exijo que você volte pra casa antes da meia noite”, até aceitaríamos. Mas levar esse tipo de comportamento pro debate público? Simplesmente, elas perderam definitivamente o senso de ridículo.

Retratação pública em relação a que? Achar as coelhinhas da Playboy preferíveis em relação às “meninas” do Coletivo Feminista? Eu prefiro, e qualquer homem normal prefere. E daí. Vão sair exigindo retratação também?

Aliás, esta parte aqui também é insana: “As mulheres disseram categoricamente: é machismo”, e depois “não cabe ao opressor essa decisão”. Já mostrei aqui que não foram “as mulheres” que decidiram, mas uma turminha de feministas, que nem de longe representam todas as mulheres. Esse é o truque mais facilmente denunciável da esquerda. A eterna mania de dizer que “representam grupos”. Não, feministas, vocês representam vocês mesmas. A maioria das mulheres ri da cara de vocês. Até as coelhinhas, provavelmente. Estas, assim como os homens sadios, não precisam aceitar esse raciocínio totalitário feminista.

Não há nenhuma retratação que vocês mereçam. As coelhinhas da foto são bonitas. Podem até ser neuróticas, mas não aparentam isso. Já vocês? Não possuem nem valor de fertilidade e nem de convivência, pois seu comportamento antisocial e neurótico as torna inconvenientes.

O “manifesto” após concluido, traz uma lista de entidades que apóiam a tal “nota de repúdio”:

  • Coletivo Feminista da Letras Marias Baderna
  • Frente Feminista da USP
  • DCE livre da USP
  • CAELL
  • CEUPES
  • CALC
  • AMORCRUSP
  • ANEL
  • Mulheres em Luta
  • Juntas!
  • Marcha Mundial das Mulheres
  • CAER
  • CEFISMA
  • CEGE
  • CAM
  • Coletivo Feminista Dandara
  • Coletivo Avante
  • Núcleo de Consciência Negra

O problema é que se várias entidades de esquerda apóiam uma bobagem, isso é um agravante, não um atenuante. Isso significa que tem muita gente se aproveitando de discursos vazios para obtenção de benefício político.

Eu não podia deixar passar também essa manifestação de uma usuária feminista do Facebook, Naiara Melo:

Porque vocês não deixam o link desse sujeito no grupo , desta forma as (os) indignados por essa palhaçada podem denuncia-lo ao face e bloquear a página dele, acho que um idiota ( e como vocês disseram nem tão idiota assim) como este, ser expulso do face seria um favor pra todos.

Como se vê, acima está a prova de que o feminismo (tal qual qualquer manifestação esquerdista) é autoritário em essência.

Como conclusão, não posso deixar de notar que as feministas do Coletivo Feminista estão ofendidas pelo fato de que um homem achou outras mulheres mais atraentes que elas. É, segundo a biologia, isso as machuca profundamente na alma.

É por isso que fica claro também o motivo pelo qual elas querem a retirada das fotos dela da imagem do José Oswaldo. O que há de errado em divulgar uma foto pública? Somente o fato de todos verem que elas não são bonitas o suficiente? Mas não são elas que rejeitam a “ditadura da beleza”? Deviam se orgulhar de “não depender da beleza”.

Ironicamente, mesmo fazendo uma nota de repúdio querendo a “igualdade” (que nunca ninguém negou a elas), elas continuam competindo entre si. No caso da foto das coelhinhas, as feministas da USP perdem feio.

Aí elas ficam descontroladas…

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6 COMMENTS

    • O objetivo das feministas é tornar o machismo[seja la o que isso quer dizer] crime e passível de cadeia!
      Só que o termo machismo é tão elástico que poderá ser usado por qualquer coisa que contrariem a vontade da mulher.
      Vai chegar num tempo em que se o cara der o fora na mulher gorda, feia e bogoduda será acusado de machismo e irá pra cadeia.
      Elas querem criminalizar os homens e como não vão conseguir isso usam subjetividades para atingir os homens.

  1. Essas feministas de fato fazem comentários dos mais esquisitos. Elas simplesmente reclamam e conseguem enxergar machismo em TUDO. Elas vão para as ruas exigir seus direitos sexuais e dizem que querem ter o direito de fazerem sexo com quem quiserem. Quando os homens representam o que elas mesmo exigem – sua promiscuidade sexual – elas vão às ruas reclamar: “MACHISTAS”; Oras, mas não foram vocês mesmas que andavam às ruas exigindo que fossem tratadas como promíscuas, em nome do Feminismo?

  2. Sobre não exatamente o texto, mas sim o tema em questão:

    http://www.youtube.com/watch?v=EwogDPh-Sow&feature=share

    O mais interessante é a conclusão: eventuais diferenças salariais entre homens e mulheres se devem mais à cultura e à própria diferença de aptidões que existe naturalmente, na média, entre os gêneros (diferença que o darwinismo e a psicologia evolutiva ajudam a explicar), do que propriamente a um “preconceito contra mulheres” no mercado de trabalho.

    Para as feminazi, é um tapa na cara; para quem quer pensar a sério sobre o assunto, é um bom ponto de partida para um reflexão.

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