Psicóloga Marisa Lobo sai em defesa de Silas Malafaia e aproveita para “ownar” Jean Wyllys

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Fonte: Notícias Gospel +

Após as afirmações do deputado Jean Wyllys, que questionou a competência do pastor Silas Malafaia para falar sobre homossexualismo, a psicóloga cristã afirmou que o líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo “é um psicólogo, e não apenas um professor de história, ganhador de um BBB, que se aproveitou de um programa, para ser deputado”.

Lobo afirma que o deputado e ativista gay é quem “não tem autoridade científica alguma, para falar de homossexualidade”, e emenda dizendo que Jean Wyllys pode falar sobre  assunto apenas “de conhecimento prático, da sua sexualidade vivenciada. Pois sua experiência acadêmica o deixa longe de discussões científicas, que são neste caso da área médica e de saúde mental, que é a área de formação acadêmica do pastor Silas Malafaia”.

A psicóloga Marisa Lobo afirma que o fato de Jean Wyllys questionar a autoridade de Silas Malafaia sobre o assunto demonstra falta de conhecimento por parte do deputado: “Somente quem não tem conhecimento filosófico e não enxerga nada além de seu umbigo apenas, e vive surfando na onda social dos prazeres relativos pode cometer esta gafe”, pontua.

A sociedade, segundo Marisa Lobo, não se omitirá às afirmações do deputado federal Jean Wyllys: “O Brasil está acordando, não cola mais. Dessa vez esse deputado Jean Wyllys se referiu a um líder de conhecimento acadêmico, científico e de uma inteligência, reconhecida pelos maiores pensadores de nosso tempo. Malafaia queiram ou não é referência”.

Confira abaixo a íntegra do artigo da psicóloga Marisa Lobo sobre o as afirmações de Jean Wyllys:

Assistindo a entrevista do deputado Jean Wyllys, no jogo do poder na CNT pude observar a arrogância, desse deputado, a perseguição e preconceito aos cristãos principalmente aos pastores, que este deixa claro em todas suas falas.

Descredenciar cristãos, e nos taxar de incultos tem sido a ferramenta, o mote de campanha de desvalorização e difamação da nossa fé, são meros pretextos a serviço de uma ideologia neocomunista, que tem em sua prática o totalitarismo. O que na verdade é apenas uma defesa (formação reativa) e Freud explica porque nessa ditadura que desejam instalar à força, surgem profissionais, como nós que temos a coragem de assumir nossa fé, e gritar aos quatros cantos que o fato de  sermos Cristãos não nos incapacita ou nos transforma em seres incultos, raça burra. E que principalmente não somos massa de manobra. Sim, pensamos.

É ou não é discriminação e preconceito essa tentativa de nos descaracterizar, por sermos Cristãos?

Esse papo de que o pastor Silas Malafaia não tem autoridade para falar de homossexualidade, é de dar risada, pois o pastor Silas é um psicólogo, e não apenas um professor de história, ganhador de um BBB, que se aproveitou de um programa, para ser deputado, pode dizer que ele sim, não tem autoridade para falar de bíblia, já que nunca leu, e não acredita nela. A sua ética e falta de conhecimento bíblico é de envergonhar qualquer criança.

Acredito que esse deputado sim, não tem autoridade científica alguma, para falar de homossexualidade, e sim de conhecimento prático, da sua sexualidade vivenciada. Pois sua experiência acadêmica o deixa longe de discussões científicas, que são neste caso da área médica e de saúde mental, que é a área de formação acadêmica do pastor Silas Malafaia.

Me pego a pensar como os seres humanos são perversos, e ingênuos quando tentam com falácias, com perversidade oral, implantar mentiras na sociedade. O Brasil está acordando, não cola mais. Dessa vez esse deputado Jean Wyllys se referiu a um líder de conhecimento acadêmico, científico e de uma inteligência, reconhecida pelos maiores pensadores de nosso tempo. Malafaia queiram ou não é referência.

Somente quem não tem conhecimento filosófico e não enxerga nada além de seu umbigo apenas, e vive surfando na onda social dos prazeres relativos pode cometer esta gafe.

Essa conversa desses militantes gays não convence mais ninguém. Se enche de razão porque é um parlamentar, mas cá entre nós, não entrou na política pela sua militância, o que seria louvável, e sim por ficar famoso em um reality show. Então deixa pra lá.

Marisa Lobo

MEUS COMENTÁRIOS

Não sou o maior fã de Marisa Lobo. Acho-a fraquíssima em termos de estratégia para a guerra política. Silas Malafaia, por outro lado, é bem melhor.

Mas que Marisa mandou bem nessa resposta ao Jean Wyllys, quanto a isso eu não posso negar.

Foi uma verdadeira ownada.

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16 COMMENTS

  1. Ai lembramos da palhaçada que é o Brasil, a maior parte dos cargos públicos de importância que deveriam ser ocupadas por conhecedores do assunto (doutores) são na verdade comandadas por militantes, desonestos e outro bando de “sabem-tudo”.

    Os partidos pouco se lixam para o povo que elegem seus candidatos e isso é fato. Fato também é que esses candidatos mentem na cara dura para só conseguir o voto dos trouxas e cuspir na cara deles depois dizendo que “estão lutando para satisfazer a vontade de quem os elegeu” fazendo exatamente o CONTRÁRIO da vontade de quem os elegeu.**

    O povo, prejudicado não faz nada, afinal o pão e circo instalado o faz gastar todas suas energias em protestos violentos por causa da má performance do jogador x no time y que está a n jogos sem marcar gols… ¬¬

    **Exemplo: Todo mundo lembra do quão ridículamente obvia foi a canalhice da Dilma Roussef em sua campanha eleitoral? Dizendo que era cristã, que não aceitaria a aprovação do aborto,que os cristãos poderiam confiar nela, etc? Quase uma santa…

  2. Também acho ela muito fraca para se defender, mas aprecio o esforço e a coragem dela não ceder a pressão gayzista.

    O Luiz Mott já ficou queimado agora é hora de tirar este picareta arrogante do Wyllys de qualquer discussão pública relevante sobre esse assunto.

  3. Perai, isso é noticia?
    Noticia é o roubo constante de todos da bancada religiosa!!!

    Gente, religião n define ninguem!! Oq define é caráter e, pelo q vejo, nenhum dos q deveriam ter (bancada cristã), a tem!

  4. Não entendi, thiago…

    É melhor se explicar, pois sua afirmação de saída já parece cometer quatro falácias:
    – Duas vezes a falácia de generalização irrestrita (roubo de TODOS da bancada religiosa sem conhecer a religiosidade de todos os que estão lá), e (NENHUM da bancada religiosa tem caráter, além de não saber da religião de todos não sabe o que todos fazem).
    – um estilo sem substância: (pelo apelo vago à noção de caráter, pela afirmação gratuita de que é ele quem define alguém, e, enfim, por não ter precisado em que sentido está usando a expressão “definição de uma pessoa”)
    – E, por fim, uma falácia de Falácia de Consequência Irrelevante ou Ignoratio Elenchi (por concluir que Religião não define ninguém [quem é bom], porque alguns religiosos são ladrões).

  5. Eu não tenho certeza, mas acho que tem algo de errado aí na fala da Marisa Lobo…
    Afinal, tanto ela quanto Silas Malafaia devem ter assegurado o seu direito afirmar a sua crença de que o comportamento homossexual é condenável, com base em suas convicções religiosas, mas não com base em estudos psicológicos, não com base em uma postura pretensamente “científica” contra a homossexualidade, como ela diz.

    O fato do Malafaia e dela própria terem formação acadêmica em psicologia, não os autoriza a falar como “psicólogos” que a homossexualidade é uma “doença” passível de “cura” ou “tratamento”. Se querem falar de “conversão” à fé e aos valores do cristianismo, e como consequência o abandono das práticas homossexuais, beleza, que eles e outros falem como cristãos, como pastor(a), como evangelizador(a), pregador(a) ou sei lá o quê mais, emfim, como cidadãos.

    Eu não sou versado em assuntos de psicologia, mas sei que há muito tempo homossexualidade não é “discussão científica para a área médica ou de saúde mental” como M. Lobo diz, pelo menos não no sentido de condená-la ou para tratá-la ou “curá-la”. Numa olhada rápida na wikipedia, encontrei essas informações, com suas respectivas fontes:

    “As principais organizações mundiais de saúde, incluindo muitas de psicologia, não mais consideram a homossexualidade uma doença, distúrbio ou perversão. Desde 1973 a homossexualidade deixou de ser classificada como tal pela Associação Americana de Psiquiatria. Em 1975 a Associação Americana de Psicologia adotou o mesmo procedimento, deixando de considerar a homossexualidade uma doença.[20] No Brasil, em 1984, a Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) posicionou-se contra a discriminação e considerou a homossexualidade como algo não prejudicial à sociedade.[21] Em 1985, a ABP foi seguida pelo Conselho Federal de Psicologia, que deixou de considerar a homossexualidade um desvio sexual e, em 1999, estabeleceu regras para a atuação dos psicólogos em relação às questões de orientação sexual, declarando que “a homossexualidade não constitui doença, nem distúrbio e nem perversão” e que os psicólogos não colaborarão com eventos e serviços que proponham tratamento e/ou cura da homossexualidade.[22][23] No dia 17 de maio de 1990, a Assembleia-geral da Organização Mundial de Saúde (sigla OMS) retirou a homossexualidade da sua lista de doenças mentais, a Classificação Internacional de Doenças (sigla CID).[23][20]”

    Por outro lado, concordo com ela que ninguém pode ser desclassifica como “burro”, “incompetente” ou “incapaz” pelo fato de professar uma ou outra religião (ou religião nenhuma), e concordo com a tônica geral da discussão desse blog, segundo a qual não tem sentido exaltar a homossexualidade como “comportamento padrão”, muito menos colocar os homossexuais numa redoma, ou acima de qualquer outro grupo humano.

    • Olha tudo o que você escreveu como sendo “científico” que a homossexualidade não é doença, está mais para Falácia de apelo à autoridade, aliás só é:

      Ou seja, se a Associação Americana de Psiquiatria, a Americana de Psicologia, a ABP, o Conselho Federal de Psicologia, a sigla OMS e etc disseram que ela nao é doênça, então… NÃO É…

      Estranho isso me soa nada cientifico e sim político, vocÊ pode não mudar de opinião, mas mesmo assim deixo como exemplo um dos umtimos artigos do blog http://ohomossexualismo.blogspot.com.br/:

      “Tendo como base as consequências médicas, porque é que o homossexualismo não é qualificado de desordem?”

      Por Kathleen Melonakos, M.A., R.N.

      Durante os anos 80 e 90 trabalhei como RN na Stanford University Medical Center, onde pude ver alguns dos estragos que os homossexuais levavam a cabo nos seus próprios corpos com algumas das suas prácticas. Como resultado dessa experiência reveladora, eu admiro o trabalho que a NARTH leva a cabo na pesquisa e no tratamento do homossexualismo.

      Há já algum tempo que me preocupo com as sérias consequências médicas que resultam das atitudes de “afirmação” gay que predominam na San Francisco Bay Area. Por exemplo, eu conhecia pessoalmente um dermatologista, um dentista, um engenheiro e um cabeleireiro que morreram na casa dos 40 devido a doenças infecciosas relacionadas com o padrão do seu comportamento homossexual. Conheço muitos outros que morreram jovens como resultado do estilo de vida homossexual que levavam.

      A co-autora do meu livro médico de referência, Saunders Pocket Reference for Nurses, foi directora do departamento de cirurgia em Stanford. Ela relatou casos de homossexuais a precisarem de cirurgia de emergência devido ao “fisting”, “brincar com brinquedos” (inserir objectos no recto) e outros actos bizarros.

      Tendo como base a minha experiência clínica e o tempo que investi a fazer um estudo considerável em torno disto, estou certa que a homossexualidade não é nem normal nem benigna; pelo contrário, é um vício comportamental letal, tal como o Dr. Jeffrey Satinover demonstra no seu livro Homosexuality and the Politics of Truth [Satinover, Jeffrey, Homosexuality and the Politics of Truth, Hamewith/Baker Books, 1996.].

      Tanto quando sei, com a excepção dos homossexuais activos, não há outro grupo de pessoas nos EUA que morre na casa dos 40 como resultado de doenças infecciosas. Isto, para mim, é trágico, especialmente quando sabemos que, em muitos casos e com suficiente motivação e ajuda, a homossexualidade pode ser prevenida ou substancialmente tratada durante a vida adulta.

      Hoje em dia vivo em Delaware e trabalho em união com a Delaware Family Foundation para informar o público acerca das questões homossexuais. Actualmente temos estado a debater com activistas homossexuais que tentam acrescentar “descriminação sexual” ao nosso código anti-descriminação.

      Ao tentarmos construir um argumento em favor da tese de que a homossexualidade não é saudável e não deveria ser encorajada, lutamos contra o facto da American Psychiatric Association e a American Psychological Association não a reconhecerem como uma desordem. Os nossos opositores afirmam que estamos a usar a “táctica do medo”.

      O Dr. Satinover brilhantemente disponibilizou no seu livro “Homosexuality and the Politics of Truth” evidências sólidas e irrefutáveis que demonstram a existência de consequências letais na práctica das actividades normais do homossexualismo masculino – isto é, a promiscuidade e o sexo anal.

      Não é preciso ser alguém com conhecimentos médicos para reconhecer que, como Brian Camenker (Parent Right’s Coalition) disse num canal nacional, “Um vida inteira de sexo anal não faz coisas boas ao teu corpo.” Brian acrescentou ainda:

      Por mais perturbadora que esta declaração possa soar, a verdade é que não há argumento contra ela.
      Portanto, a mais comum das pessoas reconhece o que deveria ser óbvio, especialmente para aqueles com conhecimentos médicos e que estão cientes dos factos básicos em torno do homossexualismo. Parece-me que os profissionais médicos deveriam estar mais cientes e preocupados com as consequências de se envolver regularmente em sexo anal promíscuo, bem como outras prácticas orais-anais de homossexuais activos. [http://www.cprmd.org/, “Homosexual Myths—Male Homosexuals are Healthy and Have Normal Sex Lives.”]
      O risco de cancro anal aumenta de forma impressionante para 4000%, e duplica mais uma vez entre os seropositivos.

      Será que alguém pode refutar o facto do sexo anal rasgar revestimento do recto do parceiro receptor – quer se use ou não um preservativo – e o subsequente contacto com matéria fecal leva a uma série de doenças?

      O tipo de doenças a que os homossexuais activos são vulneráveis são classificadas do seguinte modo:

      Doenças clássicas sexualmente transmitidas (gonorrhea, infections with Chlamydia trachomatis, syphilis, herpes simplex infections, genital warts, pubic lice, scabies);
      Doenças entéricas (infections with Shigella species, Campylobacter jejuni, Entamoeba histolytica, Giardia lamblia, [“gay bowel disease”], Hepatitis A, B, C, D, and cytomegalovirus);

      Trauma (related to and/or resulting in fecal incontinence, hemorroids, anal fissure, foreign bodies lodged in the rectum, rectosigmoid tears, allergic proctitis, penile edema, chemical sinusitis, inhaled nitrite burns, and sexual assault of the male patient); and the acquired immunodeficiency syndrome (AIDS).

      Pode alguém refutar o facto do incremento da morbidez e mortalidade ser um resultado incontornável do sexo entre homens – sem falar nas maiores taxas de alcoolismo, uso de drogas, depressão e outras doenças que frequentemente acompanham o estilo de vida homossexual? Pessoas com este conjunto de problemas comportamentais são de alguma forma “normais”?

      A minha questão principal é: tendo como base apenas e só as suas consequências médicas, porque é que o homossexualismo não é considerado uma desordem? O Dr. Satinover e outros construíram um argumento sólido sobre o porquê do homossexualismo ter paralelos com o alcoolismo como um vício insalubre. Devido a isso, deveria ter um diagnóstico paralelo.

      Existe uma vasta gama de literatura, incluindo no site da NARTH, que discute a forma como a homossexualidade foi removida da lista de diagnósticos em 1973. O argumento contra a mudança parece centrar-se em coisas como “padrões sociais”, relativismo moral, “angustia subjectiva” do cliente e se há ou não forma objectiva para se determinar o que é a normalidade “psicológica” ( por exemplo, o debate entre Joseph Nicolosi e o Dr. Michael Wertheimer em “A Clash In Worldviews: An Interview with Dr. Michael Wertheimer”).

      Embora estas considerações sejam importantes, parece-me que podemos temporariamente pôr de lado a discussão se deveríamos ou não classificar a homossexualidade de transtorno do desenvolvimento. De modo aparentemente simples, uma pessoa objectiva que olhe para as consequências do homossexualismo teria que classificar esse estilo de vida como um tipo de patologia.

      Essa conduta diminui ou não diminui de modo drástico o tempo de vida? Os estudos dizem que diminui, chegando até aos 40% – sendo o estudo de Cameron apenas um dos muitos que sugerem exactamente isto.

      Levando tudo em consideração, estes estudos demonstram que o homossexualismo é mais mortífero que fumar, o álcool ou o vício da droga. No entanto. tendo como base as suas adversas consequências para a saúde, parece que poucos médicos ou outros profissionais estão a levantar argumentos em favor da homossexualidade como diagnóstico.

      Enquanto fazia pesquisa em torno dos eventos por trás da decisão de 1973 de remover o homossexualismo do manual de diagnósticos, fiquei chocada ao descobrir o raciocínios sobre qual a decisão foi baseada, e como médicos qualificados permitiram que a decisão se mantivesse.
      No dia 2 de Fevereiro de 2002, correspondi-me por email com o Dr. Robert Spitzer da APA e pedi-lhe que me enviasse referências para os artigos e estudos sobre os quais o seu comité se baseou na sua decisão de remover o homossexualismo da lista de diagnósticos. Ele indicou-me que o mais próximo existia dum documento de posição (American Journal of Psychiatry,130:11, 1207-1216), e disse:

      Não existia uma lista específica de referências mas o que se revelou igualmente influente foi o estudo de Evelyn Hooker Rorshach e o estudo comunitário de Eli Robins community study.
      Eu já li muitas críticas ao estudo de Hooker – como os inquiridos foram escolhidos a dedo e não escolhidos de forma aleatória, e outras limitações metodológicas.
      O Dr. Charles Socarides (…) informa-nos que Spitzer foi influenciado pelo Relatório Kinsey, que foi reconhecido em 1976 por “progressistas sociais” tais como o Prof. Paul Robinson da Stanford como “manifestação patética da ingenuidade filosófica de Kinsey . . uma mecânica invenção que . . . não tinha muitas relações com a realidade,” e que desde então já foi desacreditado pelo trabalho de Judith Reisman e pelo trabalho de outros.

      É mais do que óbvio que o Dr. Socarides estava certo quando afirmou que a decisão de remover o homossexualismo da lista de diagnóstico “envolvia uma rejeição frontal não só de centenas de artigos e relatórios de pesquisa psiquiátrica e psicanalítica, como outros estudos sérios levados a cabo por grupos de psiquiatras, psicólogos, e educadores durante os últimos 70 anos”.

      Torna-se cada vez mais óbvio que uma colecção substancial de evidências que demonstram que o homossexualismo envolve um comportamento perigoso para a saúde associado a uma componente aditiva foram ignoradas.

      **********************************
      Bastante claro que não foi as evidências cientificas que retiraram o homossexualismo da lista de distúrbios, não é?

      • Artigo completo: http://www.lifesitenews.com/news/archive/ldn/1961/13/61130

        E a bibliografia ciÊntifica para que não se diga que o artigo é apenas uma opinião:

        Melonakos, Kathleen, Saunders Pocket Reference for Nurses, Philadelphia: Saunders, 1990, (2nd ed)., with Sheryl Michelson, , 1995.

        [ii] Satinover, Jeffrey, Homosexuality and the Politics of Truth, Hamewith/Baker Books, 1996.

        [iiia] For an eye-opening survey of the medical studies and journal reports describing the unhygienic and disease-producing practices of homosexuals, see http://www.cprmd.org/, “Homosexual Myths—Male Homosexuals are Healthy and Have Normal Sex Lives.”

        [iiib] Fenger, C. “Anal Neoplasia and Its Precursors: Facts and Controversies,” Seminars in Diagnostic Pathology 8, no. 3, August 1991, pp.190-201; Daling, J.R. et al., “Sexual Practices, Sexually Transmitted Diseases, and the Incidence of Anal Cancer,” New England Journal of Medicine 317, no.16, 15 October 1987, pp. 973-77; Holly, E.A. et al., “Anal Cancer Incidence: Genital Warts, Anal Fissure or Fistula, Hemorrhoids, and Smoking,” Journal of the National Cancer Institute 81, no. 22, November 1989, pp. 1726-31; Daling, J.R. et.al, “Correlates of Homosexual Behavior and the Incidence of Anal Cancer,” Journal of the American Medical Association 247, no.14, 9 April 1982, pp. 1988-90; Cooper, H.S., Patchefsky, A.S. and Marks, G., “Cloacogenic Carcinoma of the Anorectum in Homosexual Men: An Observation of Four Cases”; Diseases of the Colon and Rectum 22, no. 8, 1979, pp. 557-58. Also see Between the Lines, Michigan’s statewide gay newspaper, reporting on the risk of anal cancer for men who have sex with men, http://www.afa.net/homosexual_agenda/ha031901.asp

        [iv] W.E. Owen Jr., “Medical Problems of the Homosexual Adolescent,” Journal of Adolescent Health Care6, No.4, July 1985, pp. 278-85.

        [v] See O’Leary, Dale, “Recent Studies on Homosexuality and Mental Health,” http://www.narth.com/docs/recent.html. O’Leary gives a summary of health findings and references for specific studies.

        [vi] Mr. Trey Kern, President of the Citizen’s for Parent Rights, in Pasadena, Maryland has collected an impressive amount data on studies documenting the diminished lifespan of active homosexuals. See http://www.cprmd.org/, “Homosexual Myths: Homosexuals Live Long Lives, Fact Sheet. Studies include: (G. Tardieu, 1858; M. Hirschfield, 1914, Kinsey, 1930’s, 1940’s; Mattachine Society, 1950’s: Berger, 1960’s, Kinsey Institute, 1969; Spada Report 1978; M. Mendola, 1979; Cameron, Playfair, Wellum, 1994; Hogg, R.S., et. al, International Journal of Epidemiology, 1997; Cameron, P, Cameron, K, Playfair, WL., Psychological Reports, 1998.

        [vii] Bayer, R. Homosexuality and American Psychiatry, Princeton University Press, 1987. Mr. Bayer chronicled the story of how homosexuality was removed as a diagnosis. It confirms that the APA did not officially investigate or study the issue thoroughly before it gave formal approval of the deletion of homosexuality from the DSMII.

        [viii] Personal e-mail correspondence with Dr. Spitzer, Feb. 5, 2002.

        [ix] Socarides, Charles, W., “Sexual Politics and Scientific Logic: The Issue of Homosexuality,” The Journal of Psychohistory, 10:3, 1992, p. 309 Dr. Socarides explains that a task force within the APA itself concluded in 1973 that Hooker’s study was full of methodological errors, and did not warrant her conclusions. See also, Joseph Nicolosi, “Clash of Worldviews: Interview with Michael Wertheimer”, http://www.narth.com/.

        [x] Socarides, p. 324.

        [xi].Socarides, p. 315

        [xii] Spitzer, R.L, et. al, in “Symposium: Should Homosexuality Be in the APA Nomenclature?” American Journal of Psychiatry, 130:11, 1973 make no mention whatsoever of any health implications of homosexuality. Also, I asked Dr. Spitzer in an e-mail correspondence April 4, 2001, whether there was any chance the APA might change its policy in light of evidence that sexual orientation can be changed and the negative impact of homosexual practices upon lifespan. He acknowledged nothing about shortened lifespan, but gave a one-sentence reply that said there was no possibility that APA would change its policy on homosexuality at that time.

        [xiii] “APA’s Practical Guidelines for the Treatment of Patients with HIV/AIDS,” Epidemiology, Clinical Features Influencing Treatment, sections, http://www.psych.org/aids/

        [xiv] Ibid, Anti-Viral Treatment section.

        [xv] The HIV/AIDS Surveillance Report, U.S. Department of Health and Human Services, Centers for Disease Control, National Center for Infectious Diseases, Division of HIV/AIDS, January, 1992, p. 9.

        [xvi] Satinover, Jeffrey, “Reflections: Interview with NARTH,” Feb. 5, 2001, http:www.narth.com/docs/satinover.html.

        [xvii] See American Psychiatric Association website, http://www.psych.org/aids/, or obtain bound copy of report available from American Psychiatric Publishing, Inc., 1-800-368-5777, or http://www.appi.org/.

        [xviii] Monograph is available from The Institute of Sexual Health, P.O.Box 162306, Austin, TX 78716, ph (512) 328-6268, fax (ph) 538-6269.

        [xix] Spitzer, R.L, et. al, “Symposium: Should Homosexuality Be in the APA Nomenclature?” p.1215.

        [xx] Spitzer, R.L, “Two Hundred Subjects Who Claim to Have Changed Their Sexual Orientation from Homosexual to Heterosexual,” presentation made at the American Psychiatric Association, May 9th, 2001, in New Orleans, available from NYS Psychiatric Institute, New York, NY, 10032, phone (212) 543-5524.

        [xxi] Rev. Dr. Earle Fox, former president of the chapter of Exodus Intl. whose members picketed the 2000 APA convention to protest the denial of therapy to those who want it (which resulted in Dr. Robert Spitzer’s 2001 study on reorientation therapy), tells in “Homosexuality Wrongly a Civil Right,” Delaware State News, January 13, 2002, how no one was disputing that sexual orientation could be changed until gay activists, Kirk and Madsen, in After the Ball: How America will Conquer It’s Fear and Hatred of Gays in the 90’s, Doubleday, 1989, outlined their plan to convince America gays were “born that way,” and “beyond the realm of moral choice,” p. 189.

        [xxii] For an extensive survey of the articles promoting the view opposing reorientation therapy, see Diamond, Eugene, et.al, Homosexuality and Hope, the results of a two-year study, published by the Catholic Medical Association, p. 14, obtainable at P.O. Box 757, Pewaukee, WI, 53072 or http://www.cathmed.org/ . Some of the articles quoted are Davison, G., 1982; Gittings, 1973; Begelman, 1975, 1977; Murphy 1992; Sleek 1997; Silverstein, 1972; Smith, 1988. See also, “Psychiatrists Reject Therapy to Alter Gays: Efforts aimed at Turning Homosexuals into Heterosexuals are Harmful, Professional Board Declares, Even for Those Not Being Treated,” Los Angeles Times, Dec. 12, 1998.

        [xxiii] Socarides, p. 310. See also, Satinover, p. 31-40.

        [xxiv] See Satinover, p. 36,180-182, and Stern, Mark, E, “The Battle Against the A.P.A. Resolution”, http://www.narth.com/, Interviews/Testimonies.

        [xxv] Rev. Dr. Earle Fox, Delaware State News, Jan. 13, 2002.

        [xxvi] NARTH Bulletin, Vol. 10, No. 3, Dec. 2001, Letter from Clinton W. Anderson to Drs. Nicolosi and Byrd, p. 16.

        [xxvii] Satinover, p. 47.

      • Ok, Igorgitirana, obrigado por comentar.
        Como eu falei, já que não sou da área, prefiro acreditar no “consenso” das associações dos profissionais e pesquisadores da área, sem negar o seu direito de se contrapor e defender suas análises. Abçs.

      • Existe um problema sério. O Conselho Federal de Psicologia está “dominado” em termos políticos pela esquerda radical. Veja evidencias:

        http://www.midiasemmascara.org/mediawatch/noticiasfaltantes/denuncias/12520-o-ativismo-politico-do-conselho-federal-de-psicologia.html

        Em cima disso, não há mais como acreditar no “consenso” de associações deste tipo. O ceticismo é assim, e é válido não só para religiões, mas quaisquer grupos políticos. Neste caso, o “consenso” de pessoas relacionadas ao CTP passaria a ser um ad populum.

  6. Washington,

    Você diz: “O fato do Malafaia e dela própria terem formação acadêmica em psicologia, não os autoriza a falar como “psicólogos” que a homossexualidade é uma “doença” passível de “cura” ou “tratamento”.

    Primeiro, acho que é bem isso que ela pretendeu dizer. A defesa do Malafaia pretendeu exatamente dizer que se ele tem autoridade para falar, não é pela crença, mas pelo conhecimento de psicologia.

    Segundo, não é consenso algum na ciência acerca da causa da homossexualidade (se é psiquica, se é genética, se é ambas as coisas ou se é uma escolha motivada por fatores culturais, etc). Com isso, o estatuto psicológico da homossexualidade não é definido. A OMS tirou o homossexualismo de sua lista (e o nomeou “homossexualidade”) por questões que já conhecemos: leia Marcuse, Eros e Civilização, e você entenderá como e por que se iniciou a revolução sexual na década de 70. Nesse sentido, a questão é eminentemente política, de revolução cultural. O Brasil segue a cartilha americana em tudo nessa revolução. Basta ler material americano e notar que aqui é tudo repeteco. O detalhe é ler Marcuse, Gramsci e só pra confirmar, Dias Gomes (sua autobiografia: “apenas um subervsivo”). Dá pra entender bem qual é a agenda desse grupo.

    Ora, se o assunto é político, e nem tanto de psicologia, então, Malafaia teria o todo direito de se pronunciar, e não por ser religioso, mas porque vivemos numa democracia. O detalhe a perceber é que o Jean desqualificou o Malafaia apelando para a desautoridade da religião, então eles responderam pontualmente. A resposta subliminar da Marisa foi: Jean, se você está desviando o foco da revolução Cultural e política, e está dizendo que a questão é de autoridade para falar do assunto, então você é quem menos tem autoridade. Sacou?

    Terceiro, o ponto dos religiosos nem sempre é compreendido. E esse ponto é: o que é um juízo de valor moral? É um juízo que diz que uma conduta é aprovada e recomendável ou reprovada e não recomendável. Sem aprovação e recomendação, a ética é clara, não se trata de um valor moral.
    (Com isso eu ganhei um debate com um professor meu da filosofia).

    Ou seja, para alguém dizer que é a favor da homossexualidade no sentido moral, deve estar disposto a dizer “eu aprovo e recomendo a conduta”. E obviamente, se a pergunta fosse feita assim para o povo, a imensa maioria da população diria: “não, eu não aprovo nem recomendo, eu respeito”. Ora, respeito não faz valor moral, pode fundar leis contra discriminação, mas não consegue mostrar que o casamento legal seja certo, que seja família, etc. Não é questão de religião, a religião (como os conservadores, mesmo nao religiosos) apenas entenderam, como a ética ou pela ética, que juízo de valor moral não tem nada a ver com respeito ou preconceito. Por isso os religiosos, os direitistas, os conservadores continuarão sempre dizendo que é errado, porque dizer que é certo não tem nada a ver com não discriminar, é não recomendar a conduta.

    Agora, analise as pesquisas feitas sobre a homossexualidade no país e no mundo, ninguém faz a pesquisa perguntando: “você aprova e recomenda a prática da homossexualidade?” Essa é a pergunta mais crua e neutra, é uma pergunta por um juízo moral, não por tolerância ou intolerância.
    Mas a pergunta que fazem é: você é contra o homossexual?” Você aceita o homossexual? Você é tolerante em relação à homossexualidade? Ou seja, confundem preconceito e a discriminação com juízo de valor moral de reprovação ou aprovação de conduta. isso é manipulação de resposta…

    Me estendi um pouco. rs

    Abraço!
    Eduardo

    • Valeu, Eduardo.
      Mesmo assim, entendo que é muito mais eficiente para Marisa Lobo defender a sua posição e o seu direito de se manifestar como “cidadã”, que tem direito às suas convicções religiosas e filosóficas dentro dos termos da lei. Assim como o Silas Malafaia, já que eles estão muito longe do “consenso” científico/médico/psicológico a respeito da homossexualidade, apesar de terem formação e atuação na área, assim como afirmou o Igor acima.

      É claro que ela tem o direito de falar, mas é inócuo ela dizer “nós somos psicólogos, e temos autoridade pra nos posicionar a favor da caracterização do comportamento homossexual como desvio/doença, e do tratamento e da cura da homossexualidade”, já que a sociedade não vai dar ouvidos a isso mesmo…

  7. Como o próprio LH lembrou, no caso em questão há uma quase presunção de “ad populum”.

    Eu sei muito bem o que é isso: a OAB-RJ (à qual sou filiado) tem um presidente notoriamente e altamente esquerdopata, no que é secundado por um número razoável de pessoas-chave lá dentro. A instituição, hoje, é mais uma franja do petismo, é mais um órgão que se presta à estratégia gramsciana. Não vou entrar aqui nos detalhes nem em exemplos concretos; uma simples verificação dos pronunciamentos públicos do Presidente (que fala pela Seccional) e das edições dos últimos anos da “Tribuna do Advogado” (o jornal institucional) demonstram o ativismo político esquerdista.

    Então, sempre que virem Wadih Damos falando em nome próprio ou da OAB-RJ sobre aborto, direitos civil de casais homossexuais, “homofobia”, cotas de qualquer tipo e em qualquer contexto, Comissão “da Verdade” (esta em especial), saibam: franja do petismo, estratégia gramsciana, intelectual orgânico. Não caiam no conto do “minha opinião profissional”, do “como advogado, penso que…”. Não há nenhum tecnicismo jurídico ali.

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