Quando um neo ateu confessa seu totalitarismo

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Fonte: Bule Voador (citando o site Consciência)

Recentemente o escritor Luís Eugênio Sanábio e Souza escreveu, para a Tribuna de Minas, um artigo intitulado “Diálogo com os ateus”. Parecia pelo título que ele tentaria estabelecer um diálogo de verdade, apontando convergências entre cristãos e ateus, pregando o respeito mútuo entre ambos – o que poderia incluir também o abandono dos ataques mútuos em prol de um debate respeitoso sobre os fundamentos do cristianismo e do ateísmo. Mas, ao lermos o texto, vemos o contrário.

Percebemos que ele não prega exatamente o respeito mútuo às (des)crenças e aos (des)crentes, pois desfere ataques descabidos e preconceituosos ao ateísmo desde o primeiro parágrafo, recorre ao credocentrismo – no qual nada faria sentido fora da cristandade –, usa o papa João XXIII para atacar os próprios ateus e no final ainda tenta convertê-los ao catolicismo ao lhes recomendar “considerar o Evangelho de Cristo”.

Abaixo está comentado cada parágrafo do texto em questão.

Cedo percebi que o desejo de Deus está inscrito no coração do homem e cedo aprendi que “a razão mais sublime da dignidade humana está na vocação do homem à união com Deus” (Concílio Vaticano II). Contudo, sabemos que muitas pessoas não percebem de modo algum essa união íntima e vital com Deus, ou explicitamente a rejeitam, a ponto de o ateísmo figurar entre os mais graves problemas de nosso tempo.

Esse trecho expressa a dificuldade que o autor tem de enxergar uma lógica fora do cristianismo – e respeitá-la. Para ele, o ateísmo seria uma mera rejeição ou impercepção do Deus cristão, “logo” um “problema gravíssimo”. Pergunto a ele se o candomblé, o hinduísmo, o xintoísmo, o budismo, a wicca, o taoísmo, a religião Asatrú etc., por naturalmente “negarem” ou ignorarem as crenças inerentes ao cristianismo, incluído nelas o próprio Deus, também são “graves problemas de nosso tempo”. É de se perguntar também o que ele acharia se um ateu começasse um texto chamado “Diálogo com os cristãos” dando ao cristianismo, logo de cara, tal atributo negativo e incriminador.

O ateísmo aparece como consequência do materialismo, da ignorância religiosa, do mau exemplo dos próprios crentes, da revolta contra o mal no mundo, e, enfim, dessa atitude do homem pecador que, por medo, se esconde diante de Deus e foge diante de seu chamado.

Essa parte é uma meia verdade no que concerne ao que levara alguns ateus (não todos) a terem abandonado o cristianismo e a crença na sua divindade, como o mau exemplo de religiosos – entre os quais o próprio autor se encontra, por ser tão preconceituoso para com o ateísmo e os próprios ateus – e o questionamento sobre por que Deus nada faz para deter a prevalência do mal sobre o bem em tantas situações ao redor do globo.

Mas em seguida volta ao vício do credocentrismo católico, à inabilidade de aceitar a existência de cosmovisões diferentes daquela de sua religião, ao manifestar a crença preconceituosa de que o ateísmo seria resultante da atitude de se fugir e se esconder do Deus dele – e ainda rotular os ateus, ou os “fugitivos” da divindade, de “pecadores”, mesmo com o conceito de pecado não tendo qualquer sentido no ateísmo.

Entretanto, não devemos confundir o ateísmo com o ateu. O ateu tem dignidade de pessoa e, enquanto tal, sempre merece estima. Ademais, nunca se extingue no ser humano a capacidade natural de abandonar o erro e abrir-se ao conhecimento de Deus, causa e fim de tudo. Quanto ao ateísmo, trata-se de um gravíssimo erro e sem dúvida não estão isentos de culpa todos aqueles que procuram voluntária e conscientemente expulsar Deus do seu coração.

A princípio ele tenta manifestar respeito e estima pelos ateus, jurando para si mesmo que não está se contradizendo nem seguindo uma lógica semelhante à da frase pseudotolerante “Respeito os homossexuais mas não a homossexualidade”. Mas os ataca logo na frase seguinte, deixando claro que considera o ateísmo um “erro” “gravíssimo” e os ateus “culpados” nem por contestar a existência de Deus, mas sim “expulsar Deus do seu coração”.

Ou seja, para o autor, os ateus estão “errados” e são “culpados” de um “gravíssimo erro”, enquanto, naturalmente, apenas os cristãos estariam certos. Uma autêntica postura de “dono da verdade”, que em absolutamente nada ajuda numa aproximação dialógica entre cristãos e ateus, mas sim só acirra a discórdia, o desrespeito mútuo e o próprio preconceito cristão ateofóbico.

Ao tentar atacar não os ateus como pessoas, mas a descrença deles, mas acabar chamando-os de errados e culpados – logo, mentirosos – ao invés de aceitar que creem numa verdade à parte dotada de sua própria lógica, ele falha contundentemente em sua tentativa de “dialogar” com o lado descrente.

Em seguida, ele transcreve parte de uma encíclica do Papa João XXIII, que também é comentada aqui:

“A ordem moral não pode existir sem Deus: separada dele, desintegra-se. O homem, pois, não é formado só de matéria, mas é também um ser espiritual, dotado de inteligência e liberdade. Exige, portanto, uma ordem moral e religiosa, que, mais do que todos e quaisquer valores materiais, influi na direção e nas soluções que deve dar aos problemas da vida individual e comunitária, dentro das comunidades nacionais e nas relações entre estas. Foi dito que, na era dos triunfos da ciência e da técnica, os homens podem construir a sua civilização, prescindindo de Deus.

A verdade é que mesmo os progressos científicos e técnicos apresentam problemas humanos de dimensões mundiais, apenas solúveis à luz de uma sincera e ativa fé em Deus, princípio e fim do homem e do mundo (…). Portanto, qualquer que seja o progresso técnico e econômico, não haverá no mundo justiça nem paz, enquanto os homens não tornarem a sentir a dignidade de criaturas e de filhos de Deus, primeira e última razão de ser de toda a criação. O homem, separado de Deus, torna-se desumano consigo mesmo e com os seus semelhantes, porque as relações bem ordenadas entre homens pressupõem relações bem ordenadas da consciência pessoal com Deus, fonte de verdade, de justiça e de amor.” (Papa João XXIII. Encíclica “Mater et magistra”, n. 207 e 214).

É evidente que o autor tenta impor verbalmente o catolicismo e suas crenças como a “única verdade absoluta” em detrimento das (des)crenças “falsas” e do direito dos ateus de não acreditarem em nenhum deus e não terem nenhuma religião. Nesse trecho, João XXIII, nas entrelinhas, esnoba os códigos morais de outras religiões e da secularidade, chama os ateus de “amorais” e “desumanos”, desacredita o Estado Laico e acusa o ateísmo e o humanismo secular de “incapazes” de promoverem a justiça e a paz.

Me pergunto se o que o autor pretende, ao fazer essa paráfrase do preconceituoso papa, é estabelecer um diálogo com os ateus ou monologar de forma impositiva, acusatória e nada tolerante contra a dignidade e a autonomia ético-moral deles.

A Igreja Católica considera que Deus pode, por caminhos dele conhecidos, levar à fé todos os homens que sem culpa ignoram o Evangelho. Pois “sem a fé, é impossível agradar-lhe” (Hebreus 11, 6). Mesmo assim, cabe à Igreja o dever e também o direito sagrado de evangelizar todos os homens em conformidade com a ordem claríssima de Jesus Cristo (Mateus 28,19-20). Dentro de um clima de diálogo sincero, a Igreja convida cortesmente os ateus a considerar com espírito aberto o Evangelho de Cristo.

Dois terços desse último parágrafo são dedicados a imputar à Igreja Católica o atributo de trator que deve passar por cima de todas as religiões e irreligiosidades existentes para impor aquela que se arroga como a única fé verdadeira e válida. Isso se percebe ao o vermos falando dos “homens (sic) que sem culpa ignoram o Evangelho”, em que estão incluídos toda a sorte de politeístas, deístas, ateus, panteístas, monoteístas não cristãos, sincretistas, animistas… E ainda revela sutilmente que o “diálogo” é uma farsa e na verdade não passa de uma tentativa de violar a não crença dos ateus e persuadi-los a aderir à religião católica.

No final, a mensagem resumida que podemos extrair do corpo do texto é:

Ateus, vocês estão errados, são pecadores e são culpados ante meu Deus de negar seu chamado mesmo que não acreditem sequer na existência dele. Sua descrença é um dos problemas mais graves da humanidade; vocês com sua descrença fazem deste mundo um lugar pior, até porque vocês, por não seguirem a meu Deus, são, segundo o papa João XXIII, amorais, desumanos e incapazes de serem moralmente retos. Peço-lhes que aceitem a religião católica como a única crença verdadeira e logicamente válida e deixem de ser pessoas erradas, pecadoras, amorais, desumanas e injustas.

Por isso eu dou um conselho ao encerrar este texto de resposta: Se você é cristão e não aceita a existência de cosmovisões não cristãs, se diz respeitar os ateus mas odeia a descrença deles e seu direito de não crer, você ajudará muito no diálogo entre cristãos e ateus omitindo-se de dar qualquer declaração sobre esse tema. Porque qualquer coisa que diga ao tentar compreender o ateísmo a partir da lógica de sua religião será deletéria, preconceituosa e ofensiva. Deixe o esforço dialógico e diplomático com os religiosos mais liberais, que sabem que todas as crenças e descrenças são dotadas de suas próprias lógicas e guiam a um mesmo caminho de retidão e respeitam de verdade tanto as outras (des)crenças como seus (des)crentes.

Meus comentários

O texto inteiro é uma demonstração de que o neo ateu age de uma forma com seus oponentes, mas pede que seus eles ajam de forma oposta. A regra dele ao que parece é “não faça comigo aquilo que eu faço com você”. Enfim, a hipocrisia campeia solta por todas as linhas escritas pelo autor Robson Fernando de Souza.

Ele começa citando o seguinte: “Percebemos que ele não prega exatamente o respeito mútuo às (des)crenças e aos (des)crentes, pois desfere ataques descabidos e preconceituosos ao ateísmo desde o primeiro parágrafo”. Sim, mas ataques ao teísmo são a totalidade do discurso neo ateu. Por que só o neo ateísmo tem o direito de crítica? Aliás, eu até concordo que as retaliações cristãs deveriam ser feitas aos neo ateus (e não a todos ateus), mas em guerra política, inocentes são atingidos. Se os religiosos moderados são vítimas dos neo ateus, os ateus também tendem a sê-lo.

Robson também reclama que o texto propaga uma idéia “na qual nada faria sentido fora da cristandade”. Mas isso é exatamente a retribuição ao que os neo ateus afirmam, dizendo que “nada faria sentido fora do ateísmo”. Portanto, pau que bate em Chico bate em Francisco.

Ele reclama que o texto cristão é preconceituoso por dizer que o ateísmo é um “problema gravíssimo”. Nada do que reclamar também, pois os neo ateus afirmam que o teísmo é um “problema gravíssimo”.

Ele questiona o seguinte: “É de se perguntar também o que ele acharia se um ateu começasse um texto chamado “Diálogo com os cristãos” dando ao cristianismo, logo de cara, tal atributo negativo e incriminador.”. Mesmo sendo ateu, reconheço evidentemente que todos os textos neo ateus em relação ao cristianismo trazem um atributo negativo e incriminador. Que eu saiba, os cristãos já se acostumaram a isso. Eles não esperam nada melhor do que isso dos oponentes. Eu também não me incomodo. Estranho o Robson se incomodar…

Engraçada também é essa reclamação: “… para o autor, os ateus estão “errados” e são “culpados” de um “gravíssimo erro”, enquanto, naturalmente, apenas os cristãos estariam certos. Uma autêntica postura de “dono da verdade”, que em absolutamente nada ajuda numa aproximação dialógica entre cristãos e ateus, mas sim só acirra a discórdia, o desrespeito mútuo e o próprio preconceito cristão ateofóbico.”

A pergunta: No que um cristão dizer que eu estou errado pelo meu ateísmo o torna ateofóbico? No que um cristão achar a minha cosmovisão ridícula implicaria em proibir uma aproximação dialógica? Quer dizer, o neo ateu Robson é quem não quer o diálogo. Ele só ACEITA o diálogo se o cristão mudar sua opinião.

Mais uma parte que se retribui com uma deliciosa ironia: “Ao tentar atacar não os ateus como pessoas, mas a descrença deles, mas acabar chamando-os de errados e culpados – logo, mentirosos – ao invés de aceitar que creem numa verdade à parte dotada de sua própria lógica, ele falha contundentemente em sua tentativa de “dialogar” com o lado descrente.” Alguém deveria lembrar ao Robson que um dos best sellers dos neo ateus é um livro chamado “Deus, Um Delírio”.

O final traz a cereja do bolo: “Se você é cristão e não aceita a existência de cosmovisões não cristãs, se diz respeitar os ateus mas odeia a descrença deles e seu direito de não crer, você ajudará muito no diálogo entre cristãos e ateus omitindo-se de dar qualquer declaração sobre esse tema.”

Ou seja, para ele o debate só pode ocorrer se o cristão CONCORDAR com ele. Discordâncias são proibidas. Mas, se dizer que discorda fortemente do ateísmo, Robson poderá dizer que você “odeia a descrença”, apelando ao emocional da platéia. Por fim, a recomendação: a participação de um cristão discordante do ateísmo será muito útil CASO ELE SE OMITA de dar qualquer declaração sobre esse tema.

Enfim, um texto no qual aparentemente o neo ateu (e humanista, obviamente) Robson começa clamando por “respeito entre as partes” e termina com uma confissão de que seu pensamento é totalitário. Para ele, discordar do ateísmo é uma blasfêmia.

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6 COMMENTS

  1. Putz já vi alguns textos nesse blog é de ficar com os cabelos em pé de tanta canalhice de mentiras ditas.

    Mais estava vendo uma discussão nesse texto e olha o que o Robson falou:

    “Realmente não quero ouvir opiniões preconceituosas e desprovidas de fundamento e consistência. Se ele criticasse o ateísmo com bases lógicas a partir da lógica do próprio ateísmo – tal como se critica a práxis neoateísta -, eu nem teria escrito este texto. Só respondo a textos religiosos que incidem em claro preconceito, não venho me engajando em discutir com religiosos, p.ex., a (in)existência de Deus, os dogmas inofensivos do cristianismo, a qualidade de Maomé como o principal profeta do islamismo etc.”

    Como criticar o ateismo com logicas ateis???? oh shit!!!
    Achei a qualidade do texto ruim mais a iniciativa é boa, os caras detonam os religosos agora ficam pegando de santos?

    Fala sério.

    paz!

  2. “Ou seja, para ele o debate só pode ocorrer se o cristão CONCORDAR com ele”.

    Ora, cristãos tb não fazem o mesmo? Nem todos(ainda bem), mas a grande maioria não respeita a descrença dos ateus – difícil é encontrar o cristão q respeite a descrença de quem não crê. Digo isto pq tanto ateus qto cristãos podem ser “totalitários”(a história prova exatamente isto), e todo este totalitarismo pode ocorrer por causa ou a despeito de ser ou não ser cristão.

    Mas q a religião – não raras vezes – incentiva ou corrobora o totalitarismo é impossível de negar(o islã, em todo o tempo e a igreja cristã, em muitas épocas de sua existência são exemplos gritantes, assim como o comunismo de muitos países, os quais, menos pela religião, mais pela ideologia e por considerar o cristianismo e a religião em si uma ameaça ao poder do regime comunista – bem como a muitos de seus “ideais”.)

    • Morena, para a validade do meu texto, é irrelevante se os cristãos fazem o mesmo ou não. O texto aponta a seguinte ironia: a criticarem os teístas por estes não admitirem a opinião contraria, ao mesmo tempo o neo ateus fazem EXATAMENTE O MESMO, não admitindo a opinião contraria. Logo, você dizer “Cristãos tb não fazem o mesmo…” não refuta nada do que está apontado aqui.

  3. “Ora, cristãos tb não fazem o mesmo? Nem todos(ainda bem), mas a grande maioria não respeita a descrença dos ateus.”

    Existe uma grande diferença entre desrespeitar descrença e não concordar com a mesma.

    Obviamente que, tendo eu a convicção pessoal da existência de Deus, jamais irei concordar com a descrença nesse mesmo Deus. E não estarei desrespeitando nínguem por isso.

    Vou me sentir desrespeitado se algum ufólogo me refutar por causa da minha descrença em extraterrestres “humanóides”?

    No contexto atual, os neo ateus não tem do que reclamar quando algum cristão critica sua descrença (e principalmente sua militância em torno dessa mesma descrença) posto que eles nas criticas direcionadas ao cristianismo são TOTALMENTE desonestos, mentirosos, totalitários e intolerantes.

    O neo ateísmo configura hoje como uma ideologia de caráter marxista (os neo ateus negam isso até a morte) por definirem a religião (principalmente o cristianismo) como a raiz de todas as mazelas no mundo ocidental (nada mais falso). É aquela velha definição dos bodes expiatórios que impedem o alcance do progresso e do paraíso na terra. Para eles basta eliminar qualquer resquício de cristianismo do mapa, implementarem doutrinas do humanismo secular na sociedade e o mundo estará pronto para uma nova era, sem Deus (ou deuses), sem preceitos morais defendido pelos religiosos e sem os próprios religiosos (não era isso que Marx ensinava em seus oráculos?).

    Atualmente o cristianismo possui essa ambição global? Nem de longe…

    O mesmo não podemos dizer dos humanistas…

    Trazer à baila como o cristianismo na figura da Igreja Católica atuava na Idade Média em nada acrescenta o debate. É simples tentativa de olhar para o passado a fim de imputar culpa nos cristãos atuais (como se todos eles fossem católicos). É a mesma coisa de alguém tentar criminalizar os alemães lembrando dos horrores nazistas orquestrados por eles durante a segunda guerra mundial.

    A alemanha de hoje não é a Alemanha Nazista dos tempos de Hitler. O cristianismo de hoje não é o cristianismo dos tempos de domínio da Igreja Católica na Idade Média.

    É visível que o humanismo de hoje é exatamente o mesmo humanismo dos tempos de domínio comunista/nazista/fascista em diversos países do globo com seus mesmos discursos de prosperidade mundial, definição de bodes expiatórios, destruição da influencia religiosa no mundo, ambição de domínio global centralizado, demasiado discurso pró-povo, ideias utópicas de coletividade, obtenção de autoridade moral, criminalização sumária com amparo estatal de todos aqueles que se opõem aos diferentes pilares da ideologia dominante, dentre tantas outras atitudes similares.

    Resumindo: Ver neo-ateus choramingando ao ler um texto de um cristão fazendo criticas ao ateísmo é, conforme título da postagem, se deparar com o totalitarismo dessa turma.

    Já que eles se preocupam tanto com argumentos desrespeitosos contra a crença (ou descrença) alheia deveriam escrever um artigo sobre um programa estadunidense chamado “The Atheist Experience”.

    Ah não… Eles jamais fariam isso. Como eles estão na luta de implementar o paraiso na terra, o “progesso” dos povos (sendo a religião a grande vilã por imperdir tal progresso no mundo) tudo o que seus confrades fazerem contra os religiosos estão a priori justificados. A choradeira só será vista quando algum cristão os criticarem, nunca o inverso.

    • Cara, cheguei definitivamente à conclusão de que você é irrecuperavelmente doente. Mais um fake? Eu sinceramente não entendo porque faz isso. Seu blog tem uma boa audiência e uma boa repercussão, vc tem comentadores assíduos e inteligentes como o Acauã e o JMK; além disso, tudo o que o “Hélio” escreveu acima vc poderia ter escrito com seu próprio perfil sem problema algum. Mas, seja lá qual for sua razão para proliferar seus fakes, por que não utilizou o Marcelo Rizzo ou o Investigador de Ateus, já conhecidos de seu público? O conteúdo do comentário casa bem com a postura “poodle-de-guarda-adestrado” que você criou para eles.

      Ei, Hélio, preste atenção. Agora a doidinha Dalila resolveu dizer que vocé meu fake. É mole?

      Dalila, não há evidências de que Investigador de Ateus e Marcelo Rizzo sejam fakes meus, até por que não precisaria disso (como você reconheceu). Mas sua mente neurótica lhe confunde.

      E cadê minha resposta? Cadê a dissecação implacável dos truques, falácias, carteiradas, rotinas e o caralho a quatro que vc enxergou no meu post em defesa do OTF? Se meu texto foi assim tão abaixo de suas expectativas, por que essa demora toda em responde-lo? Tá com prisão de ventre, é?

      Na verdade, eu responderei em breve, mas antes de fazê-lo eu queria falar de um elemento que será citado nesta refutação. Um dos recursos que você usou em seu texto e aqui também é o seguinte: http://lucianoayan.com/2012/06/27/mapeando-e-estudando-as-provocacoes-de-parquinho-dos-esquerdistas/

      Ou seja, o neo ateu (por ser humanista, uma das ideologia que mais gera fanatismo) não debate, mas executa truques.

      Mas sempre tem surgido algum post interessante, como por exemplo algo sobre a queda do Fernando Lugo. Por isso, você terá que esperar mais um pouquinho.

      Não se preocupe, tão logo o RM alcance uma média de 100 acessos diários eu paro com essas provocações demagógicas com o único intuito de me beneficiar de sua popularidade. Mas até lá não vou te dar sossego.

      Esse é um outro truque bobo. Na verdade, dizer que “provoca por que quer se beneficiar se uma popularidade do outro” é apenas um truque psicológico que você tenta. Ao dizer isso você TORCE para eu não responder. Mas não vai funcionar. Além do mais links citados em outros blogs, geram cerca de 1 a 2% de cliques, dentre os visitantes, portanto seu truque não funciona. Por exemplo, se você tem uma média de 100 acessos diários, 1 ou 2 vão clicar aqui após eu ser referenciado em seu blog. Aqui, com pouco mais de 1.000 acessos/dia, uns 10 a 20 vão clicar lá.

      Portanto, NÃO SEJA INGENUO. Esse teu truque não funcionará aqui.

      Dizer que ‘está provocando para eu te responder e gerar audiencia para você’ nao servirá como técnica de psicologia inversa para QUE EU NAO TE RESPONDA. 🙂

      O tolinho ainda não entendeu que debate com um especialista em dinâmica social e investigação de fraudadores.

      E se for mesmo responder, cuidado com a acusação de que eu forjei a página mostrando o link para seu gravatar no nick do Investigador de Ateus. Essa defesa não vai funcionar quando eu ou o Jairo Filipe do Arquivo Reaccionário mostrarmos a prova de que o Marcelo Rizzo é mais um de seus fakes.

      Em minha resposta, trarei uma EVIDÊNCIA mostrando que você fraudou aquela página. Aliás, a evidência virá em print screen também. Agradeço ao Adilson pela ajuda.

      Em relação à junção entre você e o Jairo, a tendência é que a fraude vá pelo mesmo caminho.

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