Os cães de guerra da esquerda

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Chegará um dia, espero, em que tenhamos conscientização suficiente para ensinar nossos filhos a lidar com e entender todos os perfis de esquerdistas que eles encontrarão pela frente, seja escrevendo em um jornal, pregando em uma sala de aula ou até atuando nas redes sociais.

É essencial ambicionarmos um futuro no qual tenhamos esse tipo de conscientização, o que é essencial em qualquer ambiente democrático. Se esquerdistas podem mapear os perfis de adeptos da direita, nada mais justo que mapearmos os perfis de adeptos da esquerda.

“Perfis” podem ser considerados em dois contextos. Um deles envolve tipos de religião esquerdista. Por exemplo, nazismo, marxismo, fascismo, humanismo, positivismo, chavismo, enfim, todos são tipos de religião esquerdista. Um leitor usou o termo “espécies” para se definir a esses tipos. Outro contexto é o perfil de militância gerado pela esquerda, independentemente da “espécie” na qual ela se enquadra. Em alguns casos, pode se enquadrar em várias espécies, assim como os olhos existem em várias espécies animais.

A cada um destes perfis de militância trato como se fossem diferentes grupos de cães de guerra dos beneficiários da esquerda. Os beneficiários, como já é de conhecimento dos leitores deste blog, são os que obtem o fruto da luta dos militantes. Os funcionais são aqueles que militam fervorosamente por uma causa, mesmo que na visão dos beneficiários não passem de idiotas úteis. Há uma serventia para o cão de guerra, e funciona de maneira similar ao que vemos na relação entre um cão de caça e o seu dono. Embora o cão tenha algumas habilidades e bastante coragem, ele jamais possui a inteligência do dono. Por isso, ele o serve. E exatamente por isso, um cão de guerra esquerdista serve a um beneficiário.

O mais vital é mapear alguns desses grupos de cães de guerra, para exatamente criar a conscientização necessária entre os conservadores (desde a mais tenra infância) para reduzir riscos de doutrinação escolar, por exemplo. Na verdade, as rotinas dos esquerdistas perdem efeito se nos conscientizamos (e conscientizamos aos outros) de que elas não passam de rotinas.

Outro ponto importante é mapear, para cada grupo destes, a funcionalidade que eles possuem dentro do espectro político desenhado pelos beneficiários.

Por exemplo, para que serve um gayzista? Obviamente, ele acredita estar lutando pela “igualdade” de direitos dos gays (em relação aos heterossexuais), e ajudando a criar um mundo onde o homossexualismo será tão normal quanto a heterossexualidade. Mas se a biologia nos mostra que essa “normatização” não passa de uma fantasia, temos que investigar os reais motivos para que os gayzistas sejam tão ardorosamente financiados pelos beneficiários. Uma hipótese fortíssima é notar que os gayzistas, por terem demandas absurdas, poderão requerer gastos estatais para financiarem suas manias (através de paradas gays, propagandas na TV, etc.), que servirão como pretexto para aumentar o tamanho do estado. E, é claro, beneficiários esquerdistas adoram dinheiro. Há um outro motivo para os gayzistas serem financiados pela esquerda, pois se estes conseguirem criminalizar a crítica ao homossexualismo, poderão arrumar pretexto para criminalizar os religiosos tradicionais. E este é um baita ganho político esquerdista. Enfim, já sabemos para que gayzistas servem.

Mas já que falei de anti-religião, outros cães de guerra da esquerda são os neo ateus. Como sempre, a garotada viciada em Dawkins, que ronda a Interenet, acredita que luta por um mundo “secular”, em que a ciência substituirá a religião e enfim o ser humano controlará o próprio destino. Mas basta estudarmos o discurso dos autores neo ateus que veremos que não há nada de “científico” na argumentação deles, portanto os discípulos de Dawkins podem tirar o cavalinho da chuva. Não há nenhuma “luta por ciência” aqui. Uma hipótese incontestável é o fato de que, se a ciência diz que o ser humano é predisposto à crença, lutar para tirar a crença em Deus naturalmente serviria para aumentar as chances de alguém ser doutrinado em outra crença substitutiva, no caso o humanismo – e uma breve investigação nos mostra que todos os neo ateus são humanistas. Com o humanismo “inserido” na mente, o adepto está pronto a aceitar a crença no Estado, o que é consequência natural da crença no homem. Como se vê, não é muito difícil mapear a serventia dos neo ateus.

E assim por diante, podemos estudar todos os grupos de cães de guerra da esquerda, incluindo feministas, ecochatos, teólogos da libertação, etc.

O que importa principalmente é sabermos não só quem eles são, mas também os truques que eles usam. E, especialmente como conscientização, também deixar claro para o maior número de pessoas por que eles abanam o rabinho.

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5 COMMENTS

  1. Off-topic: dê uma olhada nesse vídeo Luciano: http://www.youtube.com/watch?v=OqQMJra20MQ

    Não concordo com alguns pontos, mas o cara realmente sabe como ridicularizar os ambientalistas fanáticos, que já tremem só de ouvir que o aquecimento global antropogênico é uma farsa, e quem diria qual seria sua reação se algum dia eles chegassem a assistir esse vídeo.

  2. LH,

    Olavão colocando alguns pingos em vários “is” a respeito dos gays e do gayzismo, sendo que este é um dos mais notórios cães de guerra da esquerda atualmente. Fala muito bem da questão da guerra política. Até os 40 min, mais ou menos.

    Detalhe: Olavo já deixou, parcialmente, os gayzistas controlarem o frame da discussão, porque ele acaba usando o termo “homofobia” (pouco depois da metade do vídeo) em sentido parecido ao que a militância o dá, e não no sentido estrito, que seria o seguinte (texto do antropólogo carioca Flávio Gordon):

    “Tecnicamente falando, “homofobia” deriva de “homoerotofobia”, termo cunhado por Wainwright Churchill em Homosexual Behavior Among Males (1967) para descrever uma patologia de cunho emocional. Na década de 1970, a palavra “homofobia” foi popularizada por K. T. Smith e, sobretudo, por George Weinberg, que, no livro Society and the Healthy Homosexual (1972), deu a definição clássica do conceito: o sentimento de medo e ódio em relação a homossexuais, a ponto de conduzir à violência criminosa e, no limite, ao homicídio.

    “Homofobia”, portanto, deveria caracterizar exclusivamente aquelas pessoas que, tomadas por um ódio patológico, são capazes de cometer crimes contra homossexuais. Mas, no Brasil, o termo vem sendo usado das maneiras mais elásticas e oportunistas pelo movimento LGBT, cujos membros não parecem demonstrar nem sinal da louvável honestidade com a qual um célebre militante gayzista norte-americano, Ricton Norton, comentou certa vez sobre a palavra: “Eu admito que, no uso corrente, o conceito de homofobia é, muitas vezes, nada mais que uma metáfora política usada para castigar pessoas que não gostam de homossexuais” (ler aqui – grifos meus)”.

  3. Tem muito ateu que não é esquerdista. Muito pelo contrário, luta fervorosamente contra tais “cães de guerra”. Se o autor do texto é católico, já aqui demonstrou uma cultura burra ao englobar, no mesmo saco, os ateus “ateus” e os ateus “marxistas”. Estava, até, gostando do texto e até iria compartilhá-lo no face, mas a “burrice” do autor me desestimulou. Deve ser um dos “beija-mãos-papais”.

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