A polêmica burra sobre a “cura gay” e como derrubar os gayzistas nessa questão

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O vídeo acima mostra que Yuri Grecco, considerado um “líder” de vários neo ateus adolescentes, não passa de uma pessoa com sérios problemas, com pouquíssima capacidade de auto-crítica. A enrolação acima faz parte de uma série de vídeos em que Yuri mente e distorce tudo que seus oponentes dizem para propagar seu apoio à ideia ridícula dos gayzistas em proibir a mudança de comportamento gay através de terapia.

O blogueiro Ricardo Gama se disse a favor de um plebiscito para decidir a questão. Como Yuri acha que Ricardo Gama não é “imparcial” na questão (pois defenderia o direito ao tratamento), ele gasta uns 2 a 3 minutos só para expor a parcialidade de Ricardo. Ué, mas o próprio Yuri não é parcial em direção ao outro lado da questão?  Certo momento ele também diz que “todos os que apoiam Jair Bolsonaro são menos que merda”, o que não significa absolutamente nada, pois qualquer um que apoie Jean Wyllys também é menor do que merda para mim.

O mais grotesco é quando ele critica Ricardo por este ter afirmado que é importante o prebiscito pois “a voz do povo é a voz de Deus”. Como se fora um autista, Yuri diz que isso é um absurdo, pois “se a maioria do povo disser que o Brasil é um país de primeiro mundo, isso não tornará o Brasil um país de primeiro mundo”. Simplesmente, Yuri está tão emocionalmente envolvido na sua paixão pela causa gayzista que se esqueceu de que Ricardo não falou absolutamente nada sobre definição do que é verdeiro em termos epistêmicos ou não. Ricardo apenas disse que a vontade do povo é soberana e deve ser respeitada em QUESTÕES POLÍTICAS, não em determinação dos fatos. Portanto, colocar nas mãos do povo decisões sobre se devemos permitir o tratamento gay, proibir o consumo de trocar ou validar o desarmamento é diferente de dar ao povo a decisão de decidir se a chuva deve ser seca ou molhada.

Que Yuri não tenha percebido o tamanho de sua estupidez já é uma própria evidência que estamos diante de um ideólogo de esquerda de segunda categoria, mas jamais diante de alguém intelectualizado. Lá pela frente, Yuri também diz a extrema bobagem que a homossexualidade “não pode ser tratada, pois não é doença”, mas quem disse à ele que somente “doenças” podem ser parte de comportamentos que podem ser alterados?

Yuri também afirma que o objetivo do psicólogo não deveria ser “tratar alguém que quer mudar de opção sexual”, mas fazer alguém “aceitar essa opção sexual”. Quer dizer, ele coloca todas as escolas da psicologia abaixo de sua ideologia, e diz que “esse é o jeito do psicólogo lidar”. Talvez um psicólogo que considere a homossexualidade tão sacrossanta que não pode ser tratada, mas isso não significa “como um psicólogo deve agir”. Essa é a grande tragédia resultante da estratégia gramsciana. Por atuarem com doutrinação acadêmica, muitos, inclusive estudantes de Psicologia, saem da faculdade não para entregar um valor de fato aos que dele necessitam, mas para militar politicamente. Só uma mistura de pregação ideológica de esquerda com a tradicional psicologia poderia gerar a ideia de que “um psicólogo não pode fazer um gay mudar de orientação sexual, só pode fazê-lo aceitar”.

O problema é que isso não é nem de longe comprovado cientificamente, e a mudança de pessoas heterossexuais em homossexuais é plenamente viável – há uma amiga minha que decidiu virar lésbica, e depois voltou atrás, e hoje está casada, e com um homem.

Vamos então tirar o viés ideológico e tratar a questão de forma realista, sem as impregnações estúpidas de ideologia que Yuri tentou.

O fato é o seguinte: o sexo existe como mecanismo reprodutor. É para isso que o ato sexual é uma característica evolutiva que veio “para ficar”. Isso não significa que nós, humanos, não possamos usar o sexo só para diversão. Quem quiser usar o sexo somente para procriação que use. Eu acho que essas pessoas vão curtir muito menos a vida, mas é problema delas. Portanto, que fique claro: embora o instinto sexual (busca pelo sexo) tenha a função de reprodução, podemos driblar essa função e fazermos sexo só por curtição. Só que há um detalhe cruel para os gayzistas: ainda assim o instinto sexual tem a sua ORIGEM na função reprodutora. É isso que torna o instinto sexual algo do qual não podemos fugir, em situações normais. E um outro detalhe, ainda mais doloroso para os gays: isso só explica o sexo heterossexual.

Ai vem a pergunta: para que serve, em termos evolutivos, o sexo homossexual? A resposta é: não serve para nada. Não é a manutenção de um instinto do qual não se pode fugir. Isso não significa que eu esteja contra o direito dos gays darem o seu rabo, ou das mulheres gays fazerem suas brigas de aranhas. Eu defendo o direito deles. Só que o ato sexual homossexual nem de longe é um instinto humano do qual não se pode escapar, mas simplesmente uma mania. Por não estarem enquadrados no jogo sexual da espécie humana (para fins reprodutivos), os gays criaram um “simulacro” disso para terem alguma curtição.

Isso nos leva a seguinte conclusão: enquanto o sexo heterossexual é uma contingência da qual não podemos fugir (explicada em termos evolutivos), o sexo homossexual é uma mania para que eles também possam ter uma curtição com o sexo, mesmo que ele não surja da mesma contigência que surgiu para o heterossexual.

Se o sexo homossexual é apenas uma mania, é claro que esta mania possa ser alterada, embora podemos aceitar a idéia de que, se a pessoa não nasceu com instinto para a busca do sexo heterossexual, isso dificilmente vai ser mudado – ao menos com a tecnologia que temos hoje.

Se o sexo é apenas uma mania, cabe ao portador dessa mania decidir se deve ou não continuar com esse comportamento. Sendo apenas uma mania, podemos comparar o sexo homossexual ao consumo de cigarro. Seria insano um fumante ficar irritado se algum amigo seu procurasse ajuda para parar de fumar. Simplesmente continue fumando e deixe o seu amigo parar de fumar, oras. Da mesma forma, é insano que muitos gayzistas defendam o direito de continuarem sendo gays (e não tenho nada contra este direito), ao passo que queiram proibir pessoas que decidam mudar o seu comportamento de buscarem ajuda.

Por exemplo, um homem gay vai ter que enfiar o seu penis em outro ânus, que é um lugar feito para fazer cocô. Já a vagina da mulher é obviamente um orifício anatomicamente maravilhoso. Estudar a vagina (e manuseá-la de forma a levar a sua parceira à loucura) é praticamente uma arte. Os gays não tem essa oportunidade, e muitas vezes se sentem como “de fora” em uma discussão de homens em um happy hour, falando sobre as gostosas do pedaço. Isso já não seria um motivo suficiente para justificar o direito dele, se se sentir infeliz desta forma, buscar ajuda?

Um amigo, também conservador, disse que talvez a superpopulação tenha beneficiado o surgimento da homossexualidade como mecanismo de controle populacional. Talvez. Mas ainda assim isso não é um argumento para defender a ideia de que um gay não poderá buscar tratamento para mudar seu comportamento.

O slogan “homossexualidade não pode ser tratada, pois não é doença” não é nem um argumento, mas uma distorção dos fatos. O fato é que não é preciso que algo seja “uma doença” para ser tratado. Manias que lhe incomodem, sejam uma “doença” ou não, podem ser objeto de de tratamento.

O próprio termo “cura gay” não passa de difamação gayzista. O correto seria chamar “tratamento de mudança de manias sexuais”, muito mais condizente com a realidade.  Suponha que um sujeito tenha mania de comprar carros e colecioná-los, e decide que isso o incomoda. Ele pode procurar ajuda e mudar seu comportamento, através de hipnose, uso de âncoras, PNL, estimulações diversas, etc. Em sã consciência, ninguém deve sair protestando “ele não pode procurar ajuda, pois comprar muitos muitos carros não é doença”. Da mesma forma, o argumento de gayzistas afirmando que  “não se pode procurar ajuda de psicólogo para mudar a opção sexual, pois homossexualidade não é doença” é algo que pode (e deve) ser ridicularizado.

Ou o que será que a turma do Yuri quer dizer? Será que afirmam que “você pode tratar qualquer mania, menos a mania da viadagem”? Que vão lamber sabão!

Ao apoiar o tratamento de mudança de manias sexuais, estamos defendendo tanto o direito dos gays que querem continuar a serem gays, quando o direito dos gays que querem mudar. Enquanto isso, Yuri e sua turminha defendem só o direito da primeira categoria, proibindo aos que querem mudar o direito a um tratamento.

Como sempre, basta deixá-los falar e comprovarmos que eles são totalitários. Precisamos apenas mostrar à população que não estamos inviabilizando a vida de ninguém. Os inviabilizadores, neste caso, são os inimigos da vontade do povo.

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3 COMMENTS

  1. Outro exemplo também é alguém que tenha o peso ideal em 65kg e esteja pesando 76 kg.
    Obviamente é alguém acima do peso mas está longe de ser considerada doente, pois não chega nem sequer a ser uma pessoa obesa.

    Então os médicos estariam proibidos de dar tratamento a pessoas que estejam acima do peso mas não sejam consideradas obesas?

    Suponhamos que o exemplo a pessoa desejasse perder 6 kg, ela não poderia recorrer a um nutricionista ou algum outro profissional sob alegação de que só se trata doenças?

  2. Pra começar, queria dar os parabéns ao Luciano por ter conseguido a incrível façanha de ouvir o Yuri Grecco por 20 minutos. Eu simplesmente não consigo, tenho medo de perder neurônios… Esse homem é provavelmente um dos mais burros que já vi na vida, senão o mais burro. É simplesmente absurdo que um ser com tamanha falta de intelectualidade possa ser um formador de opiniões.

    Citando o LH agora:
    “Só que há um detalhe cruel para os gayzistas: ainda assim o instinto sexual tem a sua ORIGEM na função reprodutora.”

    O Yuri tem completa incapacidade de compreender isso, e olha que ele é Biólogo (!)… Ele disse que a principal função do sexo não é reprodução… É mole? E eu ri litros com o “que vão lamber sabão”….

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