Neo ateus da ATEA agora estão indignados com a… Marcha para Jesus. É mole?

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Em um post no Facebook, a ATEA escreveu o seguinte, junto com a imagem acima: “MARCHA PARA JESUS??? Expresse sua indignação!!!”, juntamente com a carinha triste acima.

Esperem aí… a Parada Gay pode ocorrer, mas a Marcha para Jesus não pode? O que a Marcha para Jesus prejudicaria um ateu como eu? É claro que não me prejudica em nada, mas os neo ateus da ATEA não pensam assim. Para eles, a mera manifestação de religiosidade de um povo os ofende. Como sempre, a veia totalitária deles fica à flor da pele.

Algumas opiniões de neo ateus de lá seriam hilárias não fossem tão perigosas.

O tal de Christian Zero Um disse “Como esta a organizacao pra marcha do dia 15 ?Vocês estão no meio?”. Como é? Vai ter Marcha de Ateus/Agnósticos, mas mesmo assim não pode ter uma Marcha de religiosos? Nota-se que é algo mais ou menos como o nazismo, no qual os alemães podiam ter direitos de se expressarem, mas o mesmo direito não poderia ser dado aos judeus.

Rafael Barcelos disse: “Não é só por ser, nada contra, mas é bagunça, é barulho, eu tenho o direito de não ter que aturar um cara pregando em cima de um trio elétrico em plena avenida popular, trancando todo o transito, por uma causa digamos ‘ inútil’.”. Mas quais causas seriam “úteis”? Quem define isso? A “causa” gay é útil mas uma manifestação religiosa não é?

Eddie Xavier já mostra toda a sua ‘gentileza’: “Esses filhos de uma puta não organizam essas merdas aos sabados de madrugada por que? O asilo nao deixa sair ? Bando de filho da puta atrapalhando a vida de quem trabalha.” O detalhe é que a Marcha para Jesus for organizada para o sábado.

É isso aí. Notemos a “democracia” defendida pelos neo ateus. E, justiça seja feita, o post da ATEA foi de tão baixo nível que até alguns neo ateus apaziguaram, dizendo como “Deixemos eles realizarem a Marcha…”. Entretanto, o fato de um bom número deles deferem defendido a tese da “justa indignação contra a Marcha” é algo a ser investigado cada vez mais.

Se a religião política (o neo ateísmo político) é um fenômeno natural, temos que estudar suas consequências cada vez mais.

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10 COMMENTS

  1. A parada gay e a causa gay em si, tem como fundamento uma condição humana natural.A ciência não considera a homossexualidade uma doença (diga-se de passagem).Isso é BEM diferente de qualquer crença e manifestação religiosa. Digamos que, protestando na avenida, os gays pretendem acelerar o processo de reconhecimento de seus direitos perante o estado (casamento, adoção, etc) e também perante a sociedade. Enquanto isso, no lado extremo-oposto, uma manifestação que exalta certos aspectos da crença cristã insinua jogar uma pá de cal neles que, perante a legislação, não existem e são ignorados. A parada gay reivindica, cobra,denuncia. A marcha pra jesus somente celebra uma crença. E cá pra nós, já temos muitos feriados com essa função: o estado brasileiro não é laico. Se você se considera uma espécie de cético, deve saber.

    • Argumento muito ruim o teu. Segundo você “a marcha para jesus somente celebra uma crença”, ao passo que a Parada Gay celebra somente uma opção sexual, a que curte o sexo igual. Portanto, você não tem um argumento contra a Marcha para Jesus somente por ela celebrar uma crença. Ademais, se é permitido que até ateus façam passeatas, o ato de você querer proibir os religiosos de realizarem uma passeata é um sinal de que, como esquerdista (gayzista e neo ateu), você está indo contra os princípios do estado laico. Como se vê, não é preciso de muita investigação para ver você se embretar.

      Outro problema é que segundo você a manifestação dos religiosos “insinua jogar uma pá de cal” na causa gayzista. Novamente, isso não é motivo para vetá-la, já que você estaria em público reconhecendo o totalitarismo ao dizer que só aqueles que apóiam a causa gay podem se manifestar.

      Vários atos falhos em sua postagem.

    • Uma crença? Uma crença natural humana, digamos. Já que seu impacto social e civilizacional, é maior que o do homossexualismo. Vale ressaltar que o homossexualismo sempre existiu, alegam, no entanto o cristianismo tem pouco mais de 2000 anos, e já em tão pouco tempo, tornou-se algo mais influente e reconhecido pelas pessoas, de todas as classes sociais, níveis culturais, e etc, que o mero fato, supostamente louvável, de incorrer em atos libidinosos com alguém do mesmo sexo

      Homossexualismo é só uma prática, o cristianismo é alma do povo. Não concordo com preconceito contra homossexuais, até porque, o que alguém faz para ter prazer físico, é algo que não me interessa, mas discordo da politização sexual da sociedade, e discordo de se endeusar o homossexualismo e perseguir o cristianismo.

  2. A passeata gay denuncia o quê? A heterossexualidade da maioria? Hehe…
    Passeata gay não é nada mais do q um manifesto público criado por ativistas gays com o objetivo de bradar: “TENHO ORGULHO DE DAR O CUZÃO E QUERO RECEBER VANTAGENS SOCIAIS POR ISSO!!!”
    Esse negócio de reivindicar e cobrar enquanto gay é coisa de canalha, abusado, cretino.
    Estes caras q vem defender essa “bosta gay” provavelmente apoiariam a passeata dos bêbados, passeata dos pedófilos, passeata dos zoófilos…

    • KKKK Pois é… o cara acha que dar cú dele é cultuar uma divindade, e que pelo fato de louvarem este deus anal, cheio de excrementos, eles são superiores e tem mais direitos que o resto da humanidade! Jesus Cristo, não, mas o deus anal sim! KKKK

  3. Luciano, já sabemos q vc é ateu em termos práticos. No começo do artigo vc assume seu ateísmo (agnóstico). No entanto, vc é um conservador. O q acha de criar um artigo com uma lista de ateus conservadores para servir de exemplo para os ateus de direita q acompanham este blog?

  4. “A parada gay e a causa gay em si, tem como fundamento uma condição humana natural.”

    Esse tipo de argumento a fim de tornar a prática homossexual como algo “sacrossanto” e digno de louvor pode ser aplicada à qualquer espécie de parafilia possível.

    Desde a pré-história o ser humano apresenta diversas maneiras de se conduzir no âmbito sexual, desde relações heterossexuais no estilo “papai-mamãe” no escurinho até condutas bizarras (ao meu ver), tais como, a introdução de um pênis na vagina de uma criança de 4 anos de idade (pedofilia), manipulação de fezes durante o ato sexual, introdução de membros amputados no orificio anal do parceiro, dentre centenas (quem sabe milhares) de outras condutas.

    Nenhuma dessas condutas, absolutamente nenhuma (nem mesmo as relações heterossexuais no estilo “papai-mamãe” no escurinho), alcançaram status de algo sacrossanto, inquestionável, livre de criticas e ressalvas.

    Para os gaysistas e seus simpatizantes somente as relações homossexuais possuem as características acima citadas onde qualquer crítica a tal comportamento deve ser terminantemente proibida e o sujeito que assim procede deve ir para a cadeia, ser tratado como um criminoso e taxado de homofóbico.

    Esta ai um dos motivos das paradas gays, elevar a conduta homossexual (em suas mais variadas facetas) à um patamar onde nenhuma outra conduta sexual chegou (mesmo aquela realizada entre casais heteros) .

    “A ciência não considera a homossexualidade uma doença (diga-se de passagem).”

    O homossexualismo deixou de ser considerado doença pela OMS a mais de 20 anos, no entanto a homossexualidade em suas múltiplas facetas não desapareceu por inteiro do Catálogo Internacional de Doenças adotado pela Organização Mundial de Saúde. O travestismo e o transexualismo, por exemplo, continuam a fazer parte da CID, sendo considerados “transtornos da personalidade e do comportamento do adulto”. Luiz Mott, decano líder do movimento gay na Bahia, em uma tese de doutorado intitulado “Grupos Gays, Educação e a Construção do Sujeito Homossexual” tenta convencer jovens homossexuais a não se tornarem travestis, talvez pela razão acima exposta, salvo se ele possui outro motivo para tanto.

    “Isso é BEM diferente de qualquer crença e manifestação religiosa.”

    Quer dizer que passeatas gays são válidas pelos motivos que você elencou ao passo que as marchas para Jesus são inválidas?

    Devo concluir então que a crença religiosa é uma condição humana “anti natural” e que a ciência deveria considerá-la uma doença?

    Se bem que eu já li diversos argumentos de militantes gays e neo ateus defendendo tais premissas. Não ficaria surpreso se você pensar desta maneira também (pois é o que parece).

    “Digamos que, protestando na avenida, os gays pretendem acelerar o processo de reconhecimento de seus direitos perante o estado (casamento, adoção, etc) e também perante a sociedade.”

    Ah sim claro, tanto é que depois que os gays conseguirem alcançar TODOS os seus objetivos (casamento, adoção, criminalizar a opinião contra a prática homossexual) as paradas gays serão encerradas.

    Conta outra amigão…

    “Enquanto isso, no lado extremo-oposto, uma manifestação que exalta certos aspectos da crença cristã insinua jogar uma pá de cal neles que, perante a legislação, não existem e são ignorados.”

    Perante a legislação brasileira os homossexuais não existem e são ignorados?

    Que legislação seria essa? Será que no Brasil foi implementada Leis Iranianas contra a homossexualidade e esqueceram de me avisar?

    Ora, as ONG’s responsáveis pelas paradas gays recebem do Estado milhões de reais todos os anos (dinheiro dos cofres públicos), a mídia em geral é simpatizante do movimento gaysista, as novelas sempre retratam os personagens homossexuais cheio de qualidades (ao passo que os personagens evangélicos são colocados em papeis cômicos) e você vem com esse papo de que os homossexuais são vistos como “inexistentes” e “ignorados”?

    “A parada gay reivindica, cobra, denuncia.”

    Tenho um parente homossexual. Ele é um sujeito normal, não faz militância em torno da sua homossexualidade e pouco se importa com os dogmas religiosos em torno da prática. Ele também não tem interesse em casar com um indivíduo do mesmo sexo e muito menos planeja adotar uma criança. Ele também não deseja ver na cadeia quem critica a conduta homossexual.

    Interessante é que ele fica eufórico quando é dia de Parada Gay na Av. Paulista. Tal euforia não é por motivos políticos, reivindicações, cobranças e denúncias. A euforia dele é por que nas passeatas gays rola muita promiscuidade, música, badalação, paquera, sexo fácil, uso demasiado de bebidas alcoólicas (e outras drogas também), dentre tantas outras coisas que costumam rolar em manifestações carnavalescas semelhantes.

    Tente financiar uma parada gay sem aspecto carnavalesco para ver se aparece algum homossexual para “reivindicar, cobrar e denunciar.”

    Em outras palavras, o intuito das paradas gays é promover uma grande balada GLS a céu aberto com dinheiro financiado dos cofres públicos. Ou seja, a grande balada GLS a céu aberto regada com muito sexo, promiscuidade, cerveja, cachaça e carros elétricos é financiada com dinheiro que sai do nosso bolso!

    Que beleza, não?

    “A marcha pra jesus somente celebra uma crença. E cá pra nós, já temos muitos feriados com essa função: o estado brasileiro não é laico. Se você se considera uma espécie de cético, deve saber.”

    Esse seu parecer confirma o post do Luciano. Essa cambada é TOTALITÁRIA, INTOLERANTE e NÃO SUPORTA PENSAMENTOS DIVERGENTES.

    Já estão se mobilizando para coibir manifestações religiosas que, conforme você mesmo diz, APENAS celebram uma crença (vale ressaltar que esta celebração é realizada de maneira civilizada, pacífica e limpa).

    Os organizadores da Marcha para Jesus não recebem dinheiro publico para tal fim, nesse tipo de manifestação não existe promiscuidade, não existe uso abusado de álcool e não se estimula as crianças a terem uma vida sexual precoce por meio da exposição desenfreada de comportamentos com conotações sexuais explicitas* (podemos dizer o mesmo das paradas gays?). Mesmo assim vocês querem coibir a Marcha para Jesus.

    *minha tia, simpatizante do universo homossexual, levou seus filhos em uma parada gay. As crianças testemunharam diversas cenas de conduta sexual durante o evento, desde beijos grupais entre homens e mulheres até sexo oral ao ar livre.

    É assim que eles “reivindicam, cobram e denunciam.”

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