Humanismo: religião ou não?

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Templo positivista (clique para ampliar)

Há alguns leitores deste blog que fazem ótimas objeções, como Eduardo, O Macartista e Leonardo Bruno, para os quais publiquei posts comentando suas objeções, de forma respeitosa. Entretanto, há alguns que são malucos de pedra, e não raro não entendem absolutamente nada do que está escrito aqui. Estes geralmente estão na esquerda, cada vez mais descontrolados de rancor e ódio por causa do desmascaramento implacável que a religião política aqui sofre. Um destes, claro, é Bruno Almeida, que escreveu o seguinte sobre mim: “Alguns vão querer cair da cadeira agora, mas ele chegou a declarar que o ensino do humanismo na escola fere o estado laico! Caraca, isso é o cúmulo extremo da falta de noção! É muito sem noção enlatada mesmo!”

O que dá para notar é que no mundo fantástico de Bruno eu devo ter inventado que humanismo é uma religião, certo?

Entretanto, nota-se que falta cultura a ele, pois caso tivesse investigado um pouco saberia que o conceito de religião politica é muito mais antigo do que ele pensa. Eric Voegelin publicou “As Religiões Políticas”, em 1938. Isso era a época em que meu avô nem sequer conhecia a minha avó. Portanto, eu não posso ter escrito esse livro para o Voegelin.

John Gray escreveu “Cachorros de Palha” em 2003, época em que eu sequer tinha adentrado ao território dos debates políticos. Mas, como já disse, Gray não fez nada de novo. (E, por humanismo, não estou tratando da escola literária, mais antiga que a Renascença, mas sim a filosofia político/ideológica que nada mais é que uma adaptação secular do cristianismo, conforme disse Gray)

Mas e se eu lhe dissesse que Voegelin e Gray somente nomearam algo já existente? Embora isso não seja uma surpresa para alguns dos leitores deste blog, com certeza para o Bruno será um choque do qual dificilmente ele se recuperará.

O humanismo nada mais é que o positivismo com uma modificação de nomenclatura, mas com os mesmos ideais. E o criador do positivismo foi Auguste Comte, que sempre quis criar uma “nova religião” para substituir as religiões tradicionais. Comte, que morreu em 1857, sempre dizia que os “verdadeiros positivistas eram os religiosos” (o restante eram os positivistas incompletos). Nada mais justo, pois o humanismo (especialmente o humanismo secular), tal qual o positivismo, sempre foi uma religião. Uma evidência disso está no Manifesto Humanista, copiado ipsis literis do positivismo comtiano, e recheado de tons proféticos e apocalípticos, esperançoso (sem esquecer da estratégia de “fim da história”), dotado de uma cosmovisão completa, e, como não poderia deixar de ser, com âncoras adequadas para gerar a catarse no adepto. Mas é melhor que Auguste Comte nos diga mais (citações oriundas da Wikipedia):

“O nome religião não apresenta, pela sua etimologia, nenhuma solidariedade necessária com as opiniões quaisquer que possam ser empregadas para atingir o fim que ele designa. Em si mesmo, este vocábulo indica o estado de completa unidade que distingue nossa existência, ao mesmo tempo pessoal e social, quando todas as suas partes, tanto morais como físicas, convergem habitualmente para um destino comum. Assim, este termo seria equivalente à palavra síntese, se esta não estivesse, segundo um uso quase universal, limitado hoje ao domínio só do espírito, ao passo que a outra compreende o conjunto dos atributos humanos. A religião consiste, pois, em regular cada natureza individual e em congregar todas as individualidades; o que constitui apenas dois casos distintos de um problema único. Visto que todo homem difere sucessivamente de si mesmo tanto quanto difere simultaneamente dos outros; de maneira que a fixidez e a comunidade seguem leis idênticas (“regular e congregar exigem necessariamente as mesmas condições fundamentais. A diversidade dos indivíduos não ultrapassa a dos estados sucessivos de cada espírito, de conformidade com o conjunto de suas dependências, exteriores e interiores. Toda doutrina própria para regular plenamente um só entendimento torna-se capaz de congregar gradualmente os outros cérebros, cujo número só pode influenciar na rapidez desse concurso. Este critério natural constituiu sempre a fonte secreta da confiança involuntária dos diversos renovadores filosóficos no ascendente social de todo sistema dignamente sancionado por essa prova pessoal. A fixidez de suas próprias convicções assegurava necessariamente a universalidade final dele”) (SPP, II, p. 10).

“Não podendo semelhante harmonia, individual ou coletiva, realizar-se nunca plenamente em uma existência tão complicada como a nossa, esta definição da religião caracteriza, portanto, o tipo imutável para o qual tende cada vez mais o conjunto dos esforços humanos. Nossa felicidade e nosso mérito consistem sobretudo em nos aproximarmos tanto quanto possível dessa unidade, cujo surto gradual constitui a melhor medida do verdadeiro aperfeiçoamento, pessoal ou social. Quanto mais se desenvolvem os diversos atributos humanos, tanto mais importância adquire o concurso habitual deles; este, porém, se tornaria também mais difícil se essa evolução não tendesse espontaneamente a tornar-nos mais disciplináveis”.

“O apreço que sempre se ligou a esse estado sintético devia concentrar a atenção sobre o modo de o instituir. Foi-se assim levado, tomando o meio pelo fim, a transferir o nome de religião ao sistema qualquer das opiniões correspondentes”.

“Por mais inconciliáveis, porém, que pareçam à primeira vista, essas numerosas crenças, o positivismo as combina essencialmente, referindo cada uma ao seu destino temporário e local”.

“ Não existe, no fundo, senão uma única religião, ao mesmo tempo universal e definitiva, para a qual tenderam cada vez mais as sínteses parciais e provisórias, tanto quanto o comportavam as respectivas situações. A esses diversos esforços empíricos sucede agora o desenvolvimento sistemático da unidade humana, cuja constituição direta e completa tornou-se enfim possível graças ao conjunto de nossas preparações espontâneas”.

“É assim que o positivismo dissipa naturalmente o antagonismo mútuo das diferentes religiões anteriores, formando seu domínio próprio do fundo comum a que todas se reportaram de modo instintivo. A sua doutrina não poderia tornar-se universal, se, apesar de seus princípios antiteológicos, o seu espírito relativo não lhe ministrasse necessariamente afinidades essenciais com cada crença capaz de dirigir passageiramente uma porção qualquer da Humanidade”.

E, para que Bruno tenha pesadelos recorrentes, nada mais justo que clicar na imagem que ilustra este post, e ver o Templo Positivista do Brasil, em Porto Alegre/RS. Também é possível ver que um dos símbolos/lemas nesse templo é “Ordem e Progresso”, presente na bandeira brasileira. Ou seja, uma religião política tem seu símbolo estampado em nossa bandeira e, enquanto eles gritam “se não tirar os crucifixos das repartições, não vira estado laico, mas se tirar, aí vira laico”, ignoram completamente (ou fingem ignorar) que sua religião política é estampada em nossa bandeira. Resumindo, um peso e duas medidas. Como sempre se espera dos crentes da religião política.

Como se vê, constatar que o humanismo é uma religião (e uma religião política, perigosíssima) é apenas atentar para os fatos. Já para negar que o humanismo seja uma religião será preciso negar a confissão do líder espiritual da legião humanista.

Assim como já dito algumas vezes, o humanismo é uma religião, que tem vários adeptos em grau extremo de fanatismo (os neo ateus, os humanistas seculares, etc.), que não possui crença em Deus, mas sim a crença no homem. E em várias escolas “seculares” norte-americanas e inglesas existem capelas humanistas.

Ao questionarmos essa crença, humanistas tendem a perder o controle, pois o aspecto absolutista do humanismo tecnicamente considera os questionadores como inimigos de morte. Nada de novo, pois algumas adaptações do perfil humanista, como nazistas e marxistas, sempre foram totalitárias.

Mas eu não tenho medo de cara feia. 🙂

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13 COMMENTS

  1. Olá Luciano.
    Percebo que você fez uma grande confusão quanto ao que realmente é o humanismo ao descrevê-lo como uma crença ateísta. (isto é muito comum nos tempos modernos, e acredito que este desvirtuamento começou com a ascensão da burguesia).
    O humanismo é uma das três correntes filosóficas que a filosofia moderna tomou emprestada da Renascença junto com o individualismo e o nominalismo, mas o humanismo já existia muito antes disso, e remonta ao tempo do apogeu grego.
    Para muitos, “humanista” é sinônimo de “ateu”, por poder designar alguém que não acredita em Deus. No entanto, não era esse o significado clássico da palavra. Os gregos antigos realmente acreditavam no homem, mas também no divino. Do contrário não teriam construído templos e criado mitos. O que tornava sua crença especial era o fato de olharem para a natureza humana e enxergarem o seu potencial divino. Sócrates, por exemplo, pode ter sido julgado e condenado por não venerar os deuses gregos da maneira convencional, mas não havia homem mais conscientemente comprometido com a mensagem gravada no alto da porta do oráculo de Delfos: “Conhece-te a ti mesmo.”
    Assim como Sócrates, deveríamos levar um pouco mais longe seu passatempo favorito: atribuir definição às coisas. É preciso fazer distinção entre as duas conotações da palavra “humano” que deu origem ao termo “humanismo”. Do ponto de vista biológico, somo de fato humanos, mas ser humano, na conotação humanística, requer esforço. Nela está implícita a noção de que existem sensibilidades latentes em nosso caráter que devem ser cultivadas para que possamos atingir nosso potencial completo. Essa tarefa, afirmaram os gregos, é o imperativo mora de nossa existência.
    Ironicamente, a origem da palavra “humano”, nem mesmo é grega, e sim latina. Os romanos é que foram humanizados pelo contato com a cultura grega e só então transmitiram os ideais helênicos para o mundo que governavam, traduzindo-os para sua própria língua. Foi assim que nas universidades da Itália medieval uma nova palavra latina, humanitas, entrou na moda, numa referência aos estudos – de língua e literatura – que poderiam liberar a mente. Hoje, eles são chamados de ciências humanas ou humanidades, e ainda é por intermédio deles – começando com a língua e a literatura da Grécia e da Roma antigas – que melhor podemos descobrir nosso potencial humano, nas duas acepções do termo.
    Consequentemente, o humanismo implica o compromisso com a capacidade e os talentos especiais. O segundo passo é aplicá-lo de modo efetivo em nosso dia a dia. O fato de reconhecer nosso potencial por si só já pode nos colocar no rumo certo.
    Resumindo: Na verdade, para eles o homem era potencialmente superior aos deuses, embora estes fossem onipotentes e imortais. Por causa de sua fraqueza, no entanto, o homem tinha mais valor. Como somente os homens podiam arriscar e perder, só eles eram capazes de viver plenamente.
    Abraços.

    • Há alguns equívocos em sua resposta, sendo o primeiro deles dizer que eu disse que o humanismo era crença ateísta, mas sim uma crença que tinha FOCO na crença no homem, a qual é amplificada pela ausência de crença em Deus (mas não é obrigatória, pois existe o humanismo teísta, que é tão bizarro quanto o original).

      Ademais, citar as origens gregas de POSSÍVEIS influências do humanismo não é citar o humanismo. Até porque o cristianismo tem mais influencias para o humanismo do que a religião grega.

      Outro erro está em comparar a escola literária humanista com a filosofia humanista, que adquiriu espaço no iluminismo.

      Um acerto que eu poderia fazer em meu texto, no entanto, é associar o humanismo moderno como adaptação do positivismo de Comte. Todos os humanistas atuais seguem esta tendência da religião da humanidade.

      Entretanto, há alguns itens engraçados em sua análise. Veja só:

      “do ponto de vista biológico, somo de fato humanos, mas ser humano, na conotação humanística, requer esforço” <- não há evidência de maior esforço demonstrado. é self-selling, no máximo.
      "nela está implícita a noção de que existem sensibilidades latentes em nosso caráter que devem ser cultivadas para que possamos atingir nosso potencial completo" <- não há evidências de que é preciso de humanismo para cultivar tais habilidades
      "hoje, eles são chamados de ciências humanas ou humanidades, e ainda é por intermédio deles – começando com a língua e a literatura da Grécia e da Roma antigas – que melhor podemos descobrir nosso potencial humano, nas duas acepções do termo" <- não há evidência de que o uso da expressão "humanitas" é o que aumentou o potencial humano
      "consequentemente, o humanismo implica o compromisso com a capacidade e os talentos especiais" <- é preciso comprovar esta alegação, e ainda faltam evidências
      "o segundo passo é aplicá-lo de modo efetivo em nosso dia a dia" <- mais uma alegação política a ser testada.
      "o fato de reconhecer nosso potencial por si só já pode nos colocar no rumo certo" <- já entregou o jogo aqui ao usar a estratégia "fim da história" ou "rumo certo". rumo certo para que?
      "como somente os homens podiam arriscar e perder, só eles eram capazes de viver plenamente" <- como se prova o "viver plenamente"?

      Não sei se você ainda não está acostumado com o ceticismo político.

      Recomendo-lhe um texto para avaliação, antes de tentar uma resposta. Vai ser melhor para ti:

      http://lucianoayan.com/2012/07/20/ceticismo-politico-dinamica-social-e-guerra-politica-uma-resposta-ao-colega-leonardo-bruno-trazendo-exemplos-do-paradigma-deste-blog/

    • Diego Duarte escreveu:

      «
      Os gregos antigos realmente acreditavam no homem, mas também no divino. Do contrário não teriam construído templos e criado mitos. O que tornava sua crença especial era o fato de olharem para a natureza humana e enxergarem o seu potencial divino. Sócrates, por exemplo, pode ter sido julgado e condenado por não venerar os deuses gregos da maneira convencional, mas não havia homem mais conscientemente comprometido com a mensagem gravada no alto da porta do oráculo de Delfos: “Conhece-te a ti mesmo.”
      »

      O que você (aparentemente) enxerga como “os gregos clássicos típicos”, outros, provavelmente menos iludidos, definem como *o início da decadência da cultura grega* 😉 A maioria das pessoas ainda insiste em ignorar que as religiões “normais” são derivadas da Tradição e dependentes de uma fundamentação *esotérica*. Não duvido de que Sócrates, assim como Pitágoras, Platão, Aristarco de Samos e tantos outros, tenha conhecido de perto alguma coisa sobre os “mistérios dos Templos”, mas por motivos de discrição forçada, podiam no máximo fazer alusões muito vagas e indiretas à verdadeira fonte de suas “novas idéias”. A frase “Gnóthi seautón” por exemplo, originalmente significava algo (embaraçosamente) próximo da expressão com duplo-sentido “… e Adão *conheceu* sua companheira Eva…”, e indica que o “conhecimento gnóstico” nunca foi o conhecimento meramente “racional” e “utilitário” do assim-chamado homem moderno, que teima em enxergar o passado com os olhos do presente.

  2. É muito provável que o Bruno Almeida *desmaie* toda vez que ele tentar abrir esta página do blog.
    Sendo ele um chilicótico, o desejo de negar as evidências deve falar mais alto. 🙂

  3. Cotrim, lambe-saco do Bruno, tentou uma cartada

    “Logica do ayan:
    1-Comte era um filosofo influenciado pelo humanista.
    2-Comte crou uma religião influenciada pelo humanismo.
    3-O humanismo sempre foi uma religião,mesmo antes de Comte.Se voce discorda vai ter cque discutir com o Comte

    Agora vamos aplicar a logica do Ayan a ficção cientifica.

    1-L.Ron Hubbard era um escritor de ficção cientifica.
    2-Hurbbard criou uma religião(cientologia) influenciada pela ficção cientifica.
    3- Logo a Ficção cientifica sempro foi uma religião,se voce discorda vai ter que discutir com o L.Ron Hubbard”

    Eu tentei ler o texto do Luciano e encontrar onde ele falou que Comte era filósofo influenciado pelo humanismo, e criou uma religião influenciada pelo humanismo, e não achei.

    Luciano, esclareça por favor, pois me parece que o Cotrim está mentindo.

    • Fiz um ajuste no texto depois que fui questionado aqui mesmo. Logo, o truque do Cotrim não servirá mais. O fato é que o humanismo vigente hoje em dia (não o humanismo literário) é clonado do postivismo de Comte. Aliás, até o conceito de capelas humanistas é tirado da igreja positivista. Farei um texto sobre Saint-Simon, Condorcet e Comte, mostrando o protótipo da religião política, que será ainda mais humilhante para eles.

      O Cotrim vai ter que fazer muita simulação de falso entendimento para tentar capitalizar. 🙂

  4. Olá Luciano.
    Me desculpe se fui grosseiro, apenas quis deixar um alerta de que a origem do humanismo não é ateísta porque talvez tenha sido induzido ao erro por este trecho da sua postagem:
    “Assim como já dito algumas vezes, o humanismo é uma religião, que tem vários adeptos em grau extremo de fanatismo (os neo ateus, os humanistas seculares, etc.), que não possui crença em Deus, mas sim a crença no homem. E em várias escolas “seculares” norte-americanas e inglesas existem capelas humanistas.”
    Você tem ótimos artigos no blog.
    Abraços

    • Olá Diego, eu também peço desculpas, pois o ceticismo aqui apresentado às vezes pode parecer grosseiros também.

      De certo, estas premissas que você trouxe do humanismo podem existir. Mas é assim que devemos questioná-los.

      Abs,

  5. Luciano, a máscara esquerdista do Paulo Lopes caiu. Esse ateuzinho de lixo demonstrou que apoia os progressista pedófilos da teologia da libertação!

    Respondendo a um comentário de um esquerdista, Paulo Lopes saiu com essa pérola:

    “No começo, a Igreja Católica apoiou o golpe militar, mas depois passou para a oposição, tendo à frente o destemido cardeal dom Paulo Arns. Houve padres esquerdistas que foram torturados. Henrique Pereira Neto, assessor de dom Hélder Câmara, por exemplo, foi assassinado. Sei bem do que falo, meu caro. Não me engano, não. Eu vivi esses fatos. Sou uma “testemunha ocular” dessa história. Rs, rs.”

    http://www.paulopes.com.br/2012/07/igreja-catolica-foi-colaboradora-da-ditadura-argentina.html?showComment=1343227754950#c5668395558149737010

  6. “(E, por humanismo, não estou tratando da escola literária, mais antiga que a Renascença, mas sim a filosofia político/ideológica que nada mais é que uma adaptação secular do cristianismo, conforme disse Gray)”

    E assim, pelo menos de minha parte, minha “torcida de nariz” com o suposto fato de você usar a frase “humanismo é religião” de forma descabida cessa com essa ressalva definitiva ;D

    É um acerto, ao meu ver, você estar planejando escrever algo sobre um Condorcet e, em especial, Saint-Simon. Aliás, é importantíssimo, ao meu ver, que se estude os anteriormente renegados “socialistas utópicos” como o próprio Saint-Simon, Fourier, Michelet e outros que ressuscitaram, de certo modo, graças ao pessoal doidivanas da “Era de Aquário” das revoluções do final da década de 60 e início de 70. A crença desmedida na ciência, influências gnósticas *de novo), humanimo na compreensão do termo usado aqui no blog…

    Por agora, é isso.

    P.S.: Seu endereço para recebimento de livros continua sendo o mesmo? É que enfim coletei mais coisas para lhe enviar e queria já fazer isso até setembro.

    Ou então, eu posso mandar para uma outra “identidade secreta” sua 😛 (malucos não entenderão a piada e farão teorias conspiratórias)

  7. O Bruno Almeida postou num comentário dele , no próprio blog, que vai desmascarar o artigo apontando uma falácia suprema E que só não diz agora pra não estragar a surpresa. Vamos ver se ele fala mesmo, ou se ele inventa…
    A propósito, pra variar, foi um comentário cheio de xingamentos e ofensas desmedidas á sua pessoa. Controle emocional absoluto, hein.

    • dá uma olhada nos comentários que o bruno deixou no blog dele, na ”resposta genial” que ele deu. Os colaboradores dele linkam a página do blog NO MURAL DA PÀGINA DO BLOG NO FACEBOOK (http://www.facebook.com/pages/Luciano-Ayan/296215913772224) ,confere a publicação do Marco Aurélio Suriani. E ele fala como se fosse impossível algum leitor do seu blog(sendo que a maioria deve curtir sua pagina no facebook e dar uma olhada de vez em quando) descobrir o blog… muito honesto intelectualmente.

      • VNR, eu li lá a “resposta genial” do Bruno. Ri litros. 🙂

        O engraçado é que ele anuncia que vai ter a parte 2. Quando ele terminar a série, vou revelar o truque no qual ele caiu. Vou manter a surpresa até ele terminar a “série”.

        Realmente ele é muito, mas muito ingênuo.

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