Desafio a todos os esquerdistas em relação ao problema dos desfavorecidos

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Esquerdistas adoram dizer que “cuidam dos pobres” pois lutam para que o estado fique inchado e os impostos abusivos. Na verdade, é sempre o plano de conquista do poder de forma totalitária, usando para isso um discurso populista para se chegar lá (ao menos no caso dos beneficiários, claro). Mas isso ainda pode gerar a seguinte pergunta, que daria o maior argumento de venda da esquerda: “E como ficam os desfavorecidos?”

O fato é que não precisamos do pensamento de esquerda para cuidar dos desfavorecidos, e demonstrarei aqui o porque. Eis então que proponho algo alternativo, e nesta proposta convido até os esquerdistas a participarem. Será que os esquerdistas querem me convencer de que não estão do lado da conquista do poder totalitário mas de fato do lado dos pobres? A adesão deles em peso à minha proposta pode refutar a minha teoria de que o esquerdismo serve à conquista de poder totalitário. (Aliás, mesmo se eles aceitarem o meu desafio, eles não provariam que são “o lado dos pobres”, mas apenas estão junto aqueles que se propõem a lutar pelos pobres, e, mesmo que alguns aceitem, ainda teremos os beneficiários que não toparão. O importante é que eles fossem criando aos poucos um movimento tipo “neo esquerdismo”, que lutaria pela redução do tamanho do estado.)

Antes de tudo, deve-se deixar claro que em uma sociedade tribal, os habitantes em geral (incluindo a “elite” da tribo) viviam de maneira muito pior que os mais desfavorecidos de hoje. Se hoje existe muito mais tecnologia e engenharia da produção, que permite nossos luxos, naquela época não havia nada. Mesmo assim, com a filosofia da direita ainda podemos fornecer aos pobres mais até do que os esquerdistas hoje alegam fazê-lo, e de uma forma muito melhor.

Uma forma é o uso da ação voluntária de forma premiada pelo estado (um exemplo seria na forma de abatimento de impostos, que já deveriam ser baixos) e até por associações privadas. Note que a ação pode ser feita por grupos de indivíduos sem recorrer ao governo, mas com uma premiação do governo. Outra forma é dar a oportunidade aos esquerdistas de pagarem impostos OPCIONAIS, o que desoneraria a obrigação de muitos direitistas. Chamaria isso de IOJS, ou seja, Imposto Opcional para Justiça Social. Com isso, um esquerdista poderia optar por pagar ao governo, vá lá, 70% de sua renda mensalmente, sabendo que este dinheiro iria para os pobres. Note que é um imposto específico que só poderia ser gasto em ações como Bolsa Família, por exemplo.

Observe que ao termos duas formas de geração de valor aos pobres (uma por ação voluntária premiada, e outra por imposto opcional), substituímos a única forma hoje, que é através do inchamento do estado. Com as duas fórmulas sugeridas aqui, reduzimos o risco de tomada de poder totalitário, como ocorreu na Argentina e na Venezuela. E ao mesmo tempo atendemos as demandas dos pobres. E com menos dinheiro gasto em impostos, este poderá servir como capital de investimento ou até na geração de novos negócios, aumentando a qualidade de vida de todos. Com mais dinheiro no bolso, até os direitistas que não pagam o IOJS poderiam fazer mais filantropia. Ou seja, o aumento do dinheiro no bolso no povo seria um terceiro fator para a melhoria da vida de todos, além dos dois fatores que citei anteriormente.

Logo, se há um problema dos desfavorecidos, estes podem ser resolvidos muito mais com o pensamento de direita do que de esquerda. Quando Obama diz “Yes, we can… hope for the change” (Sim, nós podemos… Esperança pela mudança), esse seria um slogan muito mais útil a quem é de direita. Se hoje pagamos muitos impostos, reduzi-los é um ato de mudança, e os que ficarem indignados com isso poderiam ser tachados de reacionários da esquerda. Sim, nós podemos…

Eis então que podemos colocar todos os esquerdistas funcionais em um dilema: qual é sua missão no mundo? De fato “ajudar os pobres” (e neste caso junte-se a nós) ou então ajudar a financiar governos com intenções totalitárias que de fato gastarão o suado dinheiro do contribuinte em mensalões da vida?

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6 COMMENTS

  1. Meu caro, quer militar pela redução de impostos no Brasil? Ótimo, somos dois. Agora esse post depõe contra essas boas intenções pela falta de rigor. As presunções tomadas aqui não tem validade, vejamos:
    1 – A adesão deles em peso à minha proposta pode refutar a minha teoria de que o esquerdismo serve à conquista de poder totalitário.
    Mentira. A proposta é ruim, independentemente do perfil ideológico de quem discorda. O autor do post está, literalmente, ‘jogando com a platéia’;
    2 – Uma forma é o uso da ação voluntária de forma premiada pelo estado … e até por associações privadas.
    Aqui, temos a presunção de que ações filantrópicas voluntárias e privadas são mais desejáveis ou eficazes que a ação do Estado. E quanto essa presunção, que é o centro da sua argumentação, não foi apresentada nenhuma pesquisa que a validasse, colocado do jeito que está, é um ato de fé do autor do post.
    3 – dar a oportunidade aos esquerdistas de pagarem impostos OPCIONAIS.
    Parafraseando uma argumentação anterior, aqui o Estado vira uma espécie de prostituta ideológica: Uma instituição a qual você adere o quanto mais ela lhe agrada. Seguindo essa linha de raciocínio, brevemente teríamos um município de São Paulo corintiano ou palmeirense, um município do Rio de Janeiro ‘mangueira’ ou ‘beija-flor’.
    4 – Com mais dinheiro no bolso, até os direitistas que não pagam o IOJS poderiam fazer mais filantropia.
    A associação entre essas duas variáveis existe somente no mundo das crenças do autor do post.
    5 -Logo, se há um problema dos desfavorecidos, estes podem ser resolvidos muito mais com o pensamento de direita do que de esquerda.
    Por mais que defendamos redução de impostos, aqui você aponta apenas um lado da questão como suficiente para lidar com o problema. Uma coisa é reduzir o volume de impostos, outra é analisar como eles são gastos, e aqui, a interpretação do autor do post é particularmente limítrofe: Dinheiro de impostos não serve para reduzir pobreza ou ajudar ‘desfavorecidos’, iria exclusivamente para a corrupção. Direita de um lado, esquerda de outro.
    5 – De fato “ajudar os pobres” (e neste caso junte-se a nós) ou então ajudar a financiar governos com intenções totalitárias que de fato gastarão o suado dinheiro do contribuinte em mensalões da vida?
    Você me lembrou um slogan antigo do PT: algo do tipo ‘Se você é contra a pobreza então é um pouco PT’, o que já diz da qualidade deste argumento.

    • Danilo
      Meu caro, quer militar pela redução de impostos no Brasil? Ótimo, somos dois.
      Será mesmo? Isto é o que vamos testar agora…
      Agora esse post depõe contra essas boas intenções pela falta de rigor. As presunções tomadas aqui não tem validade
      A meu ver você usou de espantalhos em relação a minha proposta, pois sabe que é uma proposta que inviabiliza o poder totalitário.
      Mentira. A proposta é ruim, independentemente do perfil ideológico de quem discorda. O autor do post está, literalmente, ‘jogando com a platéia’;
      A proposta é ruim, mas para alguém achá-la ruim precisa estar com a agenda do inchamento do estado em mãos. Não sei se você percebeu, mas há algo que esquerdistas não percebem a primeira vista…
      Aqui, temos a presunção de que ações filantrópicas voluntárias e privadas são mais desejáveis ou eficazes que a ação do Estado. E quanto essa presunção, que é o centro da sua argumentação, não foi apresentada nenhuma pesquisa que a validasse, colocado do jeito que está, é um ato de fé do autor do post.
      Aqui você distorceu toda a proposta. Primeiramente, eu citei um argumento a favor dessas ações serem melhores. Primeiramente, por que elas estão fora da mão do estado, o qual é historicamente ineficiente, além de ter aumento do poder com o seu inchaço. Note que esta é a premissa do meu argumento. Claro que é uma proposta indesejável para alguém que planejar ver o estado inchado, e, por isso, aparelhado. O centro de minha argumentação se baseia em propostas alternativas que ao mesmo tempo reduzam o poder do estado. Note que o ato de fé é teu, pois o esquerdista é doutrinado a cultuar o estado. Você terá que desafiar tua fé, e por enquanto eu tenho uma proposta a ser discutida,e, é claro, aprimorada, sempre, é claro, baseada na redução do poder do estado. Sim, eu sei que te coloquei em maus lençóis…
      Parafraseando uma argumentação anterior, aqui o Estado vira uma espécie de prostituta ideológica: Uma instituição a qual você adere o quanto mais ela lhe agrada. Seguindo essa linha de raciocínio, brevemente teríamos um município de São Paulo corintiano ou palmeirense, um município do Rio de Janeiro ‘mangueira’ ou ‘beija-flor’.
      Falácia do apelo à consequência com falácia do espantalho. Sim, é verdade, paga-se impostos opcionais, além de uma taxa mínima, digamos uns 10%, que seriam obrigatórios. Esta é uma proposta que dá maior liberdade aos cidadãos, não acha? Mais um motivo para validar meu argumento.
      A associação entre essas duas variáveis existe somente no mundo das crenças do autor do post.
      Não, são estatísticas. Direitistas, historicamente, fazem mais filantropia que esquerdistas. Posso procurar um post mostrando essa investigação, que foi publicada em um brilhante estudo científico e em livro.
      Por mais que defendamos redução de impostos, aqui você aponta apenas um lado da questão como suficiente para lidar com o problema. Uma coisa é reduzir o volume de impostos, outra é analisar como eles são gastos, e aqui, a interpretação do autor do post é particularmente limítrofe: Dinheiro de impostos não serve para reduzir pobreza ou ajudar ‘desfavorecidos’, iria exclusivamente para a corrupção. Direita de um lado, esquerda de outro.
      Não, eu disse que dinheiro de impostos vão para um estado aparelhado, inchado e ineficiente, o que potencializa as chances de corrupção. Minha proposta é contra essa ineficiência e aparelhamento, e, portanto, atinge os esquerdistas que, segundo minha teoria, são motivados somente a INCHAR ESTADO, e, nesse caso, o discurso de “ajuda aos pobres” não passaria de pretexto. Minha proposta de discussão é para que vocês consigam escapar desta acusação. Nós, da direita, podemos fazer esta proposta sozinho, mas estamos convidando vocês para até nos ajudar a melhorá-la. Mas isso, claro, se vocês quiserem deixar de aparelhar o estado.
      5 – De fato “ajudar os pobres” (e neste caso junte-se a nós) ou então ajudar a financiar governos com intenções totalitárias que de fato gastarão o suado dinheiro do contribuinte em mensalões da vida?
      Você me lembrou um slogan antigo do PT: algo do tipo ‘Se você é contra a pobreza então …

      De novo a falácia do espantalho. Se você de fato é a favor de ajudar os pobres, mas só isso (e sem agendas de inchamento de estado), deve discutir propostas que permitam os mesmos benefícios aos pobres sem o inchamento do estado. Isso é uma argumentação lógica, que você não conseguiu refutar.
      Mas lembremos: esquerdistas foram doutrinados a inchar o estado,e portanto será difícil para eles discutirem propostas alternativas. Você terá uma luta psicológica terrível para sequer aceitar discussões sobre desinchamento do estado… 🙂
      Meu argumento seque inatacado por você. Melhore na próxima.

      • Interessantíssimo como você caiu o nível da discussão. Retira o foco no argumento e passa a atacar o discutor, desqualificando-o, ao invés de colocar evidências e pesquisas a seu favor. Agora virei um ‘esquerdista’, que não conseguiria ver o brilhantismo canhestro do autor do post. Mas vamos manter o foco nos argumentos:
        1 – Se você de fato é a favor de ajudar os pobres, mas só isso (e sem agendas de inchamento de estado), deve discutir propostas que permitam os mesmos benefícios aos pobres sem o inchamento do estado. Isso é uma argumentação lógica, que você não conseguiu refutar.
        Mentira. Posso ser a favor de ajudar pobres e posso me dispor a fazê-lo através de ações do Estado. As duas coisas não são auto-excludentes. Confunde-se militância anti-Estado com combate à pobreza.
        2 – A proposta é ruim, mas para alguém achá-la ruim precisa estar com a agenda do inchamento do estado em mãos.
        Mentira. A pertinência de um argumento não deve depender da filiação ideológica do discutor às suas crenças. Aqui, desloca-se a discussão do argumento para a desqualificação do discutor, coisa, aliás, que você mesmo aponta e critica em posts anteriores e tem ignorado neste.
        3 – Esta é uma proposta que dá maior liberdade aos cidadãos, não acha? Mais um motivo para validar meu argumento.
        Dar mais liberdade ao cidadão e ajudar pobres são questões linearmente independentes. Dar liberdade ao cidadão é desejável, mas não valida sua argumentação em nenhum aspecto.
        4 – Primeiramente, eu citei um argumento a favor dessas ações serem melhores. Primeiramente, por que elas estão fora da mão do estado, o qual é historicamente ineficiente.
        Dizer que o Estado é ineficiente não implica que ações privadas voluntárias o seriam. Uma coisa não implica na outra. A falta de validação persiste.
        5 – Não, eu disse que dinheiro de impostos vão para um estado aparelhado, inchado e ineficiente, o que potencializa as chances de corrupção.
        Idem nº 4
        6 – Não, são estatísticas. Direitistas, historicamente, fazem mais filantropia que esquerdistas. Posso procurar um post mostrando essa investigação, que foi publicada em um brilhante estudo científico e em livro.
        Maravilhoso. Apresente esse dado. Aí sim teríamos algo com o que discutir.
        7 – Isso é uma argumentação lógica, que você não conseguiu refutar.
        Sim, o fiz.

      • Danilo, não tente apelar ao emocional. Eu não te desqualifiquei por ser esquerdista neste debate, eu te identifiquei pois você tem seu comportamento testado. Se é um debate para desafiar esquerdistas, obviamente tenho que te identificar. Assim como se fosse um ateu desafiando teístas, oras.

        Mas as evidências estão todas aqui, e você as verá. E terá que refutá-las, pois, como já percebi, o seu culto ao estado não sera abandonado, e isto é previsto pela teoria.

        Mentira. Posso ser a favor de ajudar pobres e posso me dispor a fazê-lo através de ações do Estado. As duas coisas não são auto-excludentes. Confunde-se militância anti-Estado com combate à pobreza.
        Mentira tua, pois na verdade a proposta minha já engloba isso. Note que você cai na armadilha mental se só aceitar “ajudar de pobres” se for com “ações do Estado”, mas é o mesmo que somente aceitar a moral “se vier de Deus”. Não, é possível existir moral sem Deus, e é possível existirem ações sem serem do Estado. Por isso, eu proponho a mesma “ajuda aos pobres” sem “ações do Estado”. Logo, o desafio é que os esquerdistas sejam expostos a essas possibilidades e testados se na verdade eles querem “ajudar os pobres” ou “ajudar os pobres, mas só se for por ação do Estado”, o que mostra que o “ajudar aos pobres” é tão prioritário para vocês quanto “inchar o Estado”. Entendeu o problema em que você se enfiou? Estou te desafiando a pensar fora do esquema de doutrinação mental de inchamento ao Estado, e discutir propostas viáveis para “ajuda aos pobres”, sem o “inchamento ao Estado”. E tua reação repleta de falácias e ataques somente com esta proposta é uma mostra de que a acusação de que o esquerdismo usa de “ajuda aos pobres” como pretexto para “inchamento do Estado” é facilmente imputável aos esquerdistas. Entendeu o problema?
        Mentira. A pertinência de um argumento não deve depender da filiação ideológica do discutor às suas crenças. Aqui, desloca-se a discussão do argumento para a desqualificação do discutor, coisa, aliás, que você mesmo aponta e critica em posts anteriores e tem ignorado neste.
        Mentira tua, pois eu não disse que meu argumento era válido somente por que os esquerdistas inchadores do estado não o aceitavam. Tentar identificar falácia e errar em um duelo deste tipo é vergonhoso de tua parte. O que eu disse é que há pessoas que usam “ajuda aos pobres como pretexto para o inchamento do estado”, e estas pessoas tem motivo para serem contra o meu argumento, pois ele é justamente contra o inchamento do estado, propondo-se a discutir alternativas para ajuda aos pobres sem o inchamento do estado. Entendeu?
        A proposta de ajuda aos pobres é ruim por que? Não pode ser só por que não incha o estado, pois o objetivo da proposta é exatamente esse. Note que você ainda não percebeu a armadilha em que você está preso.
        A sua insistência em dizer que só “aceita ajuda aos pobres se for com interferência do estado” é um dado que é parte da investigação, sacou?
        Dar mais liberdade ao cidadão e ajudar pobres são questões linearmente independentes. Dar liberdade ao cidadão é desejável, mas não valida sua argumentação em nenhum aspecto.
        Pelo contrário, minha proposta é ajudar aos pobres sem limitar a liberdade dos cidadãos. Se é para isso que a proposta foi feita, então é nestes termos que a proposta tem que ser discutida. A proposta surgiu exatamente pela suspeita que temos de que esquerdistas querem usar “ajuda aos pobres” como PRETEXTO para “inchar o estado”. É dessa acusação que você tem que fugir. Ou aceitá-la de vez.
        Dizer que o Estado é ineficiente não implica que ações privadas voluntárias o seriam. Uma coisa não implica na outra. A falta de validação persiste.
        Espantalho. Eu sugeri ações voluntárias e premiadas, que se COMPLEMENTEM às ações unicamente voluntárias. Portanto, há um core bem sólido de propostas a serem discutidas, todas elas com ganhos para os pobres, e sem o inchamento do estado. E este é o desafio. Expor propostas que ajudem os pobres, sem inchamento do estado, e testar a reação dos esquerdistas
        Maravilhoso. Apresente esse dado. Aí sim teríamos algo com o que discutir.
        http://www.midiasemmascara.org/artigos/cultura/11709-o-avarento-scrooge-era-esquerdista.html
        O livro é “Who Really Cares?”, de Arthur Brooks
        Sim, o fiz.
        Sua refutação não existiu. Não se refuta uma proposta dizendo que é possível existir moral sem um Deus, somente citando que “só aceita moral que vier de Deus”. Esse é teu problema. Você não conseguiu sequer entender o desafio, e a cada tentativa de atacá-lo você dá solidez à proposta de que o esquerdista se divide entre “ajudar os pobres” e “inchar o estado”. E esta é a acusação que está sobre vocês.
        Acho que você devia convidar um outro esquerdista que consiga se desapegar ao inchamento do Estado, pois neste desafio você não se saiu nada bem, lamento por ti.
        Abs,
        LH

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