Modus operandi do FEMEN: agredir, e, quando alguém revidar, reclamar da agressão

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O vídeo acima mostra basicamente um padrão da mente esquerdista: em Paris, uma manifestante do FEMEN tenta arrancar a roupa de uma manifestante cristã (que protestava contra o casamento gay). O marido da cristã a defende, mas é agredido no rosto. As manifestantes do FEMEN são expulsas aos chutes. Daí reclamam de agressão.

Esta é a postura de um esquerdista em resumo. Agir sem limites morais de qualquer tipo, mas, quando atingido, reclamar por “justiça”.

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3 COMMENTS

  1. Não deixa de lembrar, por localização e dinâmica, aquilo que ocorreu após o maio de 1968, quando as ruas ficaram ainda mais cheias de cidadãos comuns franceses que protestavam contra aqueles que haviam posto de pernas para o ar o país. O resultado acabou sendo a retomada da ordem normal no país e os saudosos do quinto mês daquele ano até hoje tentando passar o recibo de que não foram defenestrados pela população a quem diziam representar.
    Ainda em relação a essas táticas de agredir com o exclusivo propósito de esperar reação para em cima dessa reação querer acusar o lado que foi agredido inicialmente de ser o iniciador da agressão (seja por mentir ao público que a reação foi o lance inicial ou que o simples propósito que o outro lado defende é a princípio merecedor de agressão), acrescente-se a essa conta o que aconteceu no dia 16 em Toronto, quando Warren Farrell (que já foi feminista e único homem a presidir uma instituição feminista) foi dar uma palestra sobre a defasagem que os homens estão tendo em relação às mulheres nos dias de hoje. Eis que ele foi lá e a reação na porta foi esta:

    Também houve acusações infundadas de que ele estaria defendendo estupro, incesto e atrocidades contra crianças, fora aquelas acusações-padrão de que homem querendo defender seus direitos seria um frustrado, homossexual enrustido e outros discursinhos decorados. Fora isso, note-se no fim do vídeo um trecho de texto de Warren Farrell totalmente descontextualizado para dar a entender que ele estaria defendendo estupro. Após tal cartaz, há outro que praticamente se autorresponde ao dizer ao mesmo tempo sobre mulheres receberem 30% menos que homens e serem 70% das pessoas que trabalham em meio-período (em dados que me parecem ser do Canadá):

    Veja também esta crítica do canal johntheother em relação ao episódio em questão. Diz ele se não estaria na hora de as feministas reconhecerem que elas é que estão sendo o grupo intolerante e de ódio (ao que me parece que ele não conhece o fato de que essas pessoas estão agindo segundo o conceito de “tolerância repressiva” de Herbert Marcuse, que lhes faz acreditar que cercear o discurso alheio que se oponha a algo supostamente vindo de “oprimidos” seria a garantia da verdadeira tolerância):

    Ainda sobre feministas agredindo primeiro para querer colher os louros da reação depois, temos exemplos mais perto de onde estamos, como o ocorrido em Posadas (Argentina), em que homens e mulheres que defendiam a catedral da cidade receberam cusparadas e foram pichados, sendo que em retorno respondiam com Ave Maria:

    Porém, há o problema de haver o tal comportamento de cristão manso, que prefere se retrair a seguir fazendo aquilo que faria normalmente, pois antes do ocorrido esse mesmo padre suspendeu a realização de missas durante o referido congresso:

    Ainda assim, o bispo local (ainda que em comentários do vídeo anterior o tenham acusado de dar abrigo a abortistas) parece ter pedido providências em relação aos ocorridos em Posadas. Ainda assim, ele parece de alguma forma atento em relação a essa estratégia de agredir primeiro para alegar ser agredido depois (porém, ele parece não ter notado que os fiéis que rezavam Ave Maria em momento algum agrediram quem os pichou e cuspiu):

    Diz ele que a Igreja chegou a falar com as feministas em relação a preparativos pré-congresso, mas ainda assim ele parece não ter notado que as radicais de outros lugares (segundo o que ele diz) estavam exatamente fazendo o serviço sujo que a ala moderada não poderia fazer (até porque Posadas é uma cidade em que todo mundo tende a conhecer todo mundo). Outro problema que mostra fraqueza é aceitar desculpas de quem não estava diretamente envolvido na história (que são os tais grupos moderados), quando deveriam buscar na justiça local a reparação dos danos ocorridos (e possivelmente processos por vandalismo e agressões, ainda mais quando estas estão bem documentadas).
    E falando em Brasil, acho que não rolou qualquer processo em relação àqueles que invadiram a Igreja N. S. de Copacabana, mesmo tendo rolado gritos como “uh, é Madalena!” (sendo que ela era prostituta arrependida) e terem xingado o papa:

    Fora terem feito o auê que conhecemos:

    Observe-se que os organizadores da Marcha ficaram na base do “veja bem” e que teriam subido a escadaria porque tomaram spray de pimenta na cara. Observem neste vídeo aqui que dá para ver inclusive aquela senhora que se feriu na mão e aquela outra que diz ser o fim do mundo que vimos no vídeo anterior. Notem também o padrão de movimentação dos manifestantes:

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