Fascismo feminista no Canadá

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Fonte: The Counter-Feminism, traduzido por O Marxismo Cultural

No diz 15 de Novembro de 2012 o Dr. Warren Farrell pensou que daria uma pacífica palestra pró-homem na Universidade de Toronto (Canadá). O que ele descobriu foi que o comité de boas vindas feminista não é bem dos mais cordiais e pacíficos do mundo. Como se pode ver pelo vídeo que se segue, só um esquadrão de polícias de choque conseguiu controlá-las.

Enquanto isso, e no bom espírito da “tolerância libertadora” de Herbert Marcuse, as feministas gritavam “Fora da nossa universidade! Fora da nossa universidade! Fora da nossa universidade!” Convém lembrar que quando as feminazis gritam “fim ao discurso de ódio” isso significa “fim à liberdade de expressão de quem não concorda connosco!”.

E o que é que Dr. Farrell planeava falar? Bem, o seu discurso fazia parte dum evento com o nome “Men’s Issues Awareness at the University of Toronto (MIAUT)” [Consciencialização dos Assuntos Masculinos na Universidade de Toronto]. Um sumário do “discurso de ódio” proposto:

Através do mundo industrializado, os rapazes estão certa de 1/4 de século atrás das meninas – abandonando a escola, preocupados com os vídeo-jogos, suicidando-se e demonstrando “fracasso na iniciação.”

Porque é que isto acontece e o que é que podemos fazer para resolver esta situação?

Oh, sintam o “ódio”! Mas os elementos universitários anti-homem não gostaram nada do que estava planeado, e não foram nada tímidos em demonstrá-lo ao mundo! (Não tenho notícias de terem sido usadas lâminas corta-papel).Eis aqui outro vídeo que não pode deixar de ser visto (inglês) onde se pode ver uma feminista local a ser entrevistada e a falar tal qual uma . . . . . feminista. É impressão minha ou ela está em vias de começar a chorar? Se sim, não seria a primeira vez que um grupo de feministas usa o choro como “argumento”.


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Finalmente, eis aqui uma tonelada de material do Twitter que te vai manter ocupado durante algum tempo.

MEUS COMENTÁRIOS

Depois de um post recente sobre o FEMEN, agora essa manifestação de insanidade das feministas no Canadá. É realmente um fenômeno: a religião política de fato torna as pessoas instáveis ao ponto da incapacidade de convívio social. Mas com as feministas militantes radicais a coisa consegue descer ainda mais de nível.

A parte mais grotesca, em completa violação dos princípios de Voltaire (“Da defesa da liberdade da expressão”), que os esquerdistas dizem seguir, é que eles se tornam incapazes de ouvir qualquer argumento adversário. A histeria não é uma exclusividade feminina, mas o feminismo radical parece ter levado todas as mulheres histéricas para lá.

Esse é o resumo da militância feminista atual: um grupo social que tenta ganhar não por argumentos, mas pelo acúmulo de chiliques histéricos a ponto de tentar fazer os outros desistirem com medo do escândalo.

Dicas e informações finais do autor do blog O Marxismo Cultural: “[…] se por acaso alguém fôr realizar eventos que se foquem em problemas que afectam exclusivamente os homens, tenham cuidado de tomar as precauções necessárias para garantir a vossa integridade física. Estejam também prontos para recolher todo o tipo de evidências (com máquinas de filmar, fotografias e testemunhas credíveis).Outra coisa que pode ser feita para desmascarar as feminazis é forçá-las a condenar veementemente actos como este. Se elas não condenarem, então ficamos com uma arma poderosa para usar contra elas. Ah, e Warren Farrell conseguiu, por fim, fazer a sua palestra. Pena é que a violência feminista a tenha atrasado em cerca de uma hora.”

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3 COMMENTS

  1. Uma coisa engraçada são homens (manginas) que estão se manifestando contra o palestrante também… será que eles acham que vão ter abraços, beijos e sexo com essas feministas?

    • Já havia passado esse vídeo (e outros de resposta) ao Luciano e seria uma boa que ele comentasse a esse respeito, ainda mais que aqui ele já estará com a vantagem de o terreno estar mais aberto pelas respostas que o pessoal já deu ao referido link do YouTube.

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