Carla Bruni dá atenção aos seus instintos femininos e deixa as feministas em polvorosa… Isso não tem preço

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Fonte: Época Negócios

Uma declaração da cantora e ex-primeira-dama da França, Carla Bruni Sarkozy, está gerando polêmica entre as feministas no Twitter. Em entrevista à revista Vogue, divulgada no último domingo (25/11), a cantora disse que não vê necessidade de defender a causa.

“Hoje em dia não há necessidade de ser feminista. Há pioneiras que abriram esse caminho. Eu não sou militante feminista para nada. Por outro lado, sou mais burguesa. Gosto da vida em família, de fazer o mesmo todos os dias e de ter um marido ao meu lado”, afirmou.

Imediatamente após a publicação, os usuários do Twitter começaram a expressar seus descontentamentos com a afirmação da ex-primeira dama.  Usando a hashtag “#ChereCarlaBruni” (QueridaCarlaBruni), os internautas franceses explicavam os motivos pelos quais a luta feminina ainda estava longe de se encerrar: salários desiguais, tabu em relação ao corpo e ao aborto e relação sexista entre as crianças.

Procurada pela imprensa francesa, Carla Bruni não se pronunciou a respeito da repercussão negativa, mas vai precisar achar uma boa saída para a situação se não quiser perder fãs. Uma usuária identificada como “Caramel”, por exemplo, postou no microblog: “Aqui há uma feminista que não comprará mais seus discos e que apela ao boicote de tua música e de tua voz na imprensa”.

Meus Comentários

Carla Bruni nada mais fez do que dar vazão aos instintos naturais femininos: curtir a vida nababesca ao lado de um marido poderoso. Entre as mulheres, ela é uma privilegiada.

Isso foi o suficiente para irritar as feministas, que alegam que há uma luta feminina “longe de se encerrar”, com combates para eliminar “salários desiguais”, “tabu em relação ao corpo” e “relação sexista entre as crianças”, e, portanto, Carla Bruni deveria estar lutando por elas ao invés de cair nas garras “do machismo”. Mas o mais justo seria dizer que ela caiu nas garras de seus instintos.

As feministas clamam (segundo a notícia) por três causas fadadas ao fracasso, mas que podem servir para capitalização política temporária (e por isso mesmo, devem ser combatidas). Em relação ao menor salário médio para as mulheres, isso ocorre por competição de mercado, ao invés da “discriminação”. Quanto a “ditadura da beleza”, existem homens que se preocupam com sua aparência hoje em grande quantidade, em comparação ao passado. Portanto, nem de longe esta é uma causa feminista. Aliás, não há status para tornar a crítica a “ditadura da beleza” (sempre entre aspas, é claro) algo legítimo. Quanto à “relação sexista” entre crianças, é a eterna raivinha que elas possuem ao verem meninos brincando com os G.I. Joe e as meninas com a Barbie. Qualquer “mudança” comportamental, como as que tem sido feito na Suécia, não são feitas para durar também. Não passam de vendas de ilusões.

Quando o comentarista da Época Negócios diz que Carla Bruni “precisa achar uma boa saída se não quiser perder fãs”, ele inverte a situação. Na ótica dele, uma mulher passa a ter que se desculpar de ser uma fêmea de fato, enquanto as feministas tem o direito à implementação de suas estratégais de pânico moral.

Mas não é Carla Bruni que deve desculpas à opinião pública, mas sim o movimento feminista. O movimento feminista deve ser exposto ao público como opressor, totalitário e anti-social, pela incapacidade de conviver com os que não compartilham das mesmas crenças que os adeptos do feminismo.

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