Quando a popularidade está em baixa, um presidente esquerdista como Rafael Correa, do Equador, sempre recorre ao costumeiro: um golpe que não existe!

0
24

Rafael-Correa-elec_1391807c

Fonte: Terra

O presidente do Equador, Rafael Correa, disse à Telesur que há setores no país que “tentam promover um golpe de Estado”. Em 2010, Correa foi alvo de um protesto de militares e interpretou a manifestação, que gerou uma crise política no país, como tentativa de golpe. Na ocasião, ele recebeu o apoio do Mercosul e da União de Nações Sul-Americanas (Unasul).

Correa é candidato à reeleição em 2013 – em fevereiro, haverá o primeiro turno, em abril, o segundo. Em fevereiro, também haverá eleições para a escolha dos 137 integrantes da Assembleia Nacional do Equador e cinco do Parlamento Andino.

Segundo o presidente, há esforço de alguns grupos para tentar quebrar a unidade existente entre o Equador e a Venezuela, que ele chama de família, por “medo de perder nas urnas”. Correa responsabiliza banqueiros e a burocracia internacional pela eventual campanha contra ele.

Correa, 49 anos, foi eleito presidente em 2006 vencendo o empresário Alvaro Noboa, que novamente estará na disputa. Na América do Sul, ele mantém relações próximas com os presidentes da Venezuela, Hugo Chávez, e da Bolívia, Evo Morales.

Meus comentários

Depois meus críticos dizem que eu exagero ao dizer que com esquerdista não se dialoga. Ao invés disso, proponho desmascará-los a partir do momento em que abrem a boca. A vida de um esquerdista é usar rotinas fraudulentas (sempre populistas, recheadas de apelos emocionais, truques linguísticos, etc.) para capitalizar politicamente.

Claro que em seu vício por capitalização política, eles não se emendam e sempre se entregam no que diz respeito às suas sanhas totalitárias. Um totalitário é aquele que não admite opinião dissidente e nem sequer qualquer tipo de manifestação em contrário.

Eis que uma mera manifestação de militares equatorianos gerou o discurso de Rafael: “é tentativa de golpe”. Quer dizer, para evitar a opinião divergente, passam a chamar os que discordam de “golpistas”.

Não é diferente do que ocorre no Brasil, quando o simples noticiamento de escândalos como os do Mensalão e Rosegate tem sido chamado de “golpe da mídia”.

Anúncios

Deixe uma resposta