O dia em que a Carta Capital chegou à loucura: as mentiras e insanidades do artigo “A velha cara da nova direita”

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Que a revista Carta Capital sempre gostou de baixar o nível em sua defesa do totalitarismo petralha, quanto a isso não pairam dúvidas. Mas normalmente tudo era feito com uma simulação de jornalismo, ao invés da confissão formal de mera panfletagem.

Toda essa simulação foi jogada por água abaixo na edição mais recente, que traz a matéria de capa “A velha cara da nova direita”, na qual toda encenação de jornalismo vira mera provocação de parquinho. O texto nada mais é que um manifesto de um sujeito chamado Leandro Fortes (editor do blog Brasilia, Eu Vi), cujo objetivo é a demonização dos novos movimentos de direita, em especial o trabalho do Instituto Millenium (que, na verdade, é focado apenas em liberalismo econômico, com quase nada do conservadorismo de direita tradicional).

Achando uma “direita” onde temos um centro

As trucagens de Fortes começam logo no primeiro parágrafo, onde ele cita uma reunião de março de 2010, com anfitriões como Roberto Civita (Editora Abril), Otávio Frias Filho (Folha de São Paulo) e Roberto Irineu Marinho (Globo). Segundo Fortes, eles seriam “milionários”, o que tiraria a legitimidade do Instituto. Só que ele omite o fato de que o governo do PT é aliado dos maiores empresários do Brasil, incluindo Eike Batista, portanto “aliança com milionários” não é um bom argumento para ele desqualificar o trabalho de alguém, a não ser que ele queira desqualificar seu partidão. Além do mais, o Instituto Millenium é mais anti-esquerdista do que de direita “puro-sangue”. No fundo, são bastante pragmáticos.

De fato, há muito pouco de conservadorismo no Instituto Millenium, sendo que muitos participantes ali são uma mistura entre esquerda e direita. A urgência do Instituto Millenium, por outro lado, está no fato de que uma esquerda bolivariana e adepta do caudilhismo tomou conta do Brasil, e é preciso de uma oposição a isso. Isso ainda não é o suficiente para qualificar um opositor como sendo “de direita”.

Quando Fortes diz que “muitos dos integrantes atuais engrossaram as marchas da família nos anos 60 e sustentaram a ditadura”, ele sabe que está mentindo, pois muitos dos participantes do Instituto Millenium também apoiam o PSDB (seja por esquerdismo ou por pragmatismo, o que, em termos políticos, as vezes não faz diferença), cujos membros eram perseguidos pela ditadura. Em outras palavras, o Instituto Millenium é hoje em dia uma das várias manifestações do pensamento anti-esquerdista radical, que luta a favor da liberdade de expressão em um momento onde o PT luta pra implantar a censura.

Outro truque de Fortes é quando ele diz que há vários comediantes no Instituto Millenium, mas consegue citar apenas Marcelo Madureira, do Casseta & Planeta, já que o outro citado, Arnaldo Jabor, jamais foi comediante. Aliás, Jabor é mais uma evidência em contrário a tudo que a Carta Capital trouxe em seu artigo, pois ele é um apoiador de Barack Obama, que mostra que o Instituto Millenium dá tanto espaço a pessoas da direita como da esquerda.

Mesmo assim, Fortes diz que Madureira possui uma “tacanha origem conservadora”. Só se for em sua imaginação fértil, pois o comediante do Casseta & Planeta era membro do Partido Comunista Brasileiro, e hoje se desiludiu com o marxismo.

Truques de demonização

Grande parte da matéria refere-se a truques de demonização. Um dos momentos mais grotescos está abaixo:

O símbolo do Millenium é um círculo de sigmas, a letra grega da bandeira integralista, aquela turma no Brasil que apoiou os nazistas.

Essa falácia do sigma é uma das coisas mais bizarras que já vi. Quem quer que já tenha lido qualquer texto do Instituto Millenium, dificilmente verá alguma tonalidade religiosa, enquanto o Integralismo era influenciado pela religião católica. Mesmo assim, nem mesmo o Integralismo foi algo que “apoiou os nazistas”, mas simplesmente se opôs ao marxismo em uma época em que os marxistas estavam querendo tomar no poder na Alemanha e na Itália.

Transformando o que Fortes diz em silogismo temos a seguinte construção:

  • Instituto Millenium usa a letra Sigma
  • Integralismo usou a letra Sigma
  • Logo, Instituto Millenium é o Integralismo
  • Integralismo se aliou a governos anti-marxistas antes da Segunda Guerra
  • Logo, Integraismo é fascista e nazista
  • Portanto, Instituto Millenium é fascista e nazista

O truque de Fortes não vale nem como piada, e só serve para mostrar o quão baixo eles podem chegar em suas diatribes contra qualquer um que se oponha ao establishment gramsciano do governo petralha.

Mesmo assim, Fortes usa a estratégia do “acuse-os do que fazemos” abaixo:

[O Instituto Millenium] virou um bunker antiesquerda e principal irradiador do ódio de classes e do ressentimento eleitoral dedicado até hoje ao ex-presidente Lula.

É engraçado existir um bunker antiesquerda que permite a participação de vários esquerdistas em suas fileiras. E ódio de classes? Na verdade o ódio entre classes é uma bandeira do marxismo, defendido pelo governo do PT, e é exatamente contra o ódio entre classes que a direita se opõe.

Outro momento em que Fortes mente na “cara dura”:

Meio empresa, meio quartel, o Millenium funciona sob uma impressionante estrutura hierárquica comandada e financiada por medalhões da indústria.

A verdade é exatamente a oposta. Encontramos empresas grandes financiando o Instituto Millenium, como Gerdau e Suzano, mas isso não se compara ao apoio dos principais bancos e de Eike Batista ao PT. Aliás, o que tem a ver estrutura hierárquica com “quartel”? Qualquer organização que queira funcionar adequadamente possui estrutura hierárquica. Isso permite uma atribuição melhor de responsabilidades e direcionamento de ações. Será que Fortes é contra isso?

Vejam só que beleza:

No fundo, o discurso liberal esconde um frequente flerte com o moralismo udenista, o discurso golpista e a desqualificação do debate público.

Novamente, a realidade nos diz o contrário. O discurso liberal (em termos econômicos) do Instituto Millenium é tão abrangente que pode englobar tanto o discurso udenista como o libertário, o que é uma manifestação de liberdade de pensamento que não consegue ser idealizada por qualquer petista. O tal “discurso golpista” existe apenas na mente de Fortes, e ele não conseguiu em toda sua matéria trazer qualquer evidência de “golpismo” no que é publicado no Instituto Millenium. A expressão “desqualificação do debate público” é inócua e sem sentido, pois o que temos é a defesa da liberdade irrestrita de expressão, que é aquela contra a qual se opõem os petistas.

Um dos pontos mais bizarros é quando Leandro Fortes diz o seguinte:

O Millenium investe ainda em palestras, lançamentos de livros e debates abertos ao público, quase sempre voltados para assuntos econômicos e para a discussão tão obsessiva quanto inútil sobre liberdade de imprensa e liberdade de expressão.

Eu não sei se Fortes fez revisão em seu texto, mas devia estar tão irritado que deixou escapar um ato falho imperdoável. Melhor para mim, que encontrei uma pérola que vai ficar gravada nos autos dos esquerdistas. Se existe uma “inutilidade” da discussão sobre liberdade de imprensa e de expressão, por que o PT luta tanto para modificar as regras do jogo para implementar a censura, disfarçando-a de “controle da mídia”? Mais: qual a inutilidade em defender (seja de forma obsessiva ou não) a liberdade de imprensa e de expressão? Essa não é uma boa “obsessão”? Quer dizer, em um parágrafo, Fortes entregou o ouro mostrando que não gosta daqueles que falam em liberdade de mídia, como também tirou a autoridade moral do PT para mexer nas regras do jogo. Realmente, é um paspalhão.

Mais um momento digno de vergonha alheia é quando Fortes tenta jogar o Instituto Millenium contra os negros, pelo fato deles serem todos “brancos”. Acredite se quiser, mas Fortes escreveu exatamente o que está abaixo:

Os “especialistas” [do Instituto Millenium] são todos, curiosamente, brancos. Talvez por conta da adesão furiosa da agremiação aos manifestantes anticotas raciais.

Neste caso, vou citar o texto de Rodrigo Constantino, “Os negros da Carta Capital”, em que ele refuta de forma fulminante todo o estratagema esquerdista:

Como um trecho tão curto pode conter tanto a essência da esquerda? Notem que em momento algum a questão das cotas em si foi debatida. Funciona assim: se você é branco, você condena as cotas raciais… porque é branco! Se um think tank tem maioria branca, então por isso condena as cotas raciais ou atrai aqueles que condenam.

O que a Carta Capital tem a dizer de Thomas Sowell, que é contra as cotas, um pensador liberal e muito respeitado por todos do Instituto Millenium? Aliás, eu votaria nele para presidente do instituto, quiçá do país! O que a revista diria disso? Que ele é um “traidor”, porque é negro mas condena as cotas racistas, digo, raciais?

Estamos diante da velha tática esquerdista de atacar pessoas, não idéias ou argumentos. O racismo está na Carta Capital, que julga pela cor da pele. É asqueroso, como todo o resto que vem dessa revista de quinta categoria, que só sobrevive graças às esmolas estatais.

Mas para finalizar, vamos fazer a pergunta: e quem são os “especialistas” da Carta Capital? Seriam eles negros? Será que o Mino Carta aplica o critério das cotas em sua própria revista? Vejamos:

Mino Carta

Luis Nassif

Leandro Fortes

Delfim Netto

Ildo Sauer

Cynara Menezes

Claudio Bernabucci

Como fica claro, esse time de “especialistas”, a começar pelo próprio chefe, não representa exatamente aquilo que chamaríamos de “negão” por aqui. O mais escurinho da turma conseguiria passe para a Ku Klux Klan se quisesse. KKK, para quem não sabe, era aquele clã racista formado basicamente por democratas (esquerda) nos Estados Unidos, que hoje fingem ser os maiores combatentes do racismo. A esquerda é assim mesmo: adora apagar o passado.

Voltando à reportagem, o Instituto Millenium foi acusado por ter muitos brancos. Fica a pergunta: onde estão os negros da Carta Capital? Ai se a esquerda não tivesse sempre que apelar para padrões duplos de julgamento…

Ainda fulo com Constantino, a matéria de Fortes inclui um outro trecho em que o esquerdista abusa de uma teoria da conspiração. Segundo ele, o livro “Privatize Já”, de Rodrigo Constantino (autor do qual já discordei mais de uma vez) é “um libelo privatizante feito sob encomenda para se contrapor ao livro A Privataria Tucana, do jornalista Amaury Ribeiro Jr.”. Em outra resposta em seu blog, Constantino escreveu o texto “A Encomenda”, em que toma a única ação possível em relação às acusações tão torpes e infundidadas. Esta ação é a ridicularização do jornalista mentiroso da Carta Capital:

Prezado Mino Carta, tenha a caridade de me dizer QUEM foi que encomendou meu livro, pois até agora nenhum centavo pingou em minha conta. Foi a CIA? A Mossad? Os tucanos que são criticados no livro (se ao menos os “jornalistas” da revista tivessem LIDO mais que o título)? Foi o Iluminatti? A Maçonaria? Gostaria muito de ter essa informação, para enviar a fatura.

Talvez quem encomendou o livro tenha feito algum depósito na Suíça ou em um paraíso fiscal e ainda não me avisou. Mino, caso você não conheça os meandros dessas contas secretas, será que poderia perguntar aos colegas do PT como isso funciona? Será que o Duda Mendonça faria a gentileza de me dar umas aulas sobre o assunto?

Sobre o livro do Amaury Ribeiro Jr., eu confesso que li. Na verdade, “tive” que ler, pois tinha uma PARTE do meu livro que fala da privataria petista, e eu queria saber se poderia aproveitar alguma coisa do livro dele. Doce ilusão! O livro não fala nada de privatização em si, e não passa de um ataque requentado ao José Serra (que eu, caso não saibam, jamais defendi – esquerdista demais).

Portanto, o meu livro não tem absolutamente NADA a ver com o privataria tucana. Meu livro é uma compilação teórica e empírica que demonstra o sucesso da privatização, no Brasil e no mundo. E isso sem poupar críticas aos tucanos, que a revista insinua serem os responsáveis pela “encomenda”.

Eis o fenômeno que estamos diante: o problema dos “jornalistas” da Carta Capital é que se projetam nos outros, ligam a metralhadora giratória na frente do espelho. Quando julgam o mundo pelo que enxergam neles mesmos, claro que só poderiam ver podridão, autores vendidos, safados, cafajestes. Tio Lênin ensinou para a turma: acusem seus inimigos daquilo que vocês são! Aprenderam direitinho…

Não é verdade, Mino?

O que será que a mãe do Mino Carta acha de ter um filho que se especializou tanto na mentira como ele?

Mais uma oportunidade para esmagamento da Carta Capital

Em outro artigo, entitulado “As sementes reacionárias”, escrito por Willian Vieira, a revista resolve atacar os jovens conservadores, incluindo Cibele Barginski (fundadora do Arena), Leandro Narloch (autor de “Guia Politicamente Incorreto do Brasil” e “Guia Politicamente Incorreto da América Latina”), Rodrigo Constatino (autor de “Privatize Já”) e o partido CONS.

Em relação ao CONS, o artigo de Willian Vieira diz:

É em sites, fóruns e redes sociais que essa nova direita se cristaliza. Caso do “Cons”, cujo estatuto demanda “o exercídio da defesa do conservadorismo”. Para se associar, é preciso “assumir-se Conservador (a)”, defender o direito à vida “desde a sua concepção”, “os valores e costumes da família tradicional” e o cristianismo.

Mas vejam o que o Facebook do CONS publicou em resposta:

:: Esclarecimento ::

A revista Carta Capital, um dos redutos “jornalísticos” da esquerda radical brasileira, em sua edição semanal atual, que traz como principal matéria intitulada “A semente reacionária”, com a chamada de capa “A velha cara da nova direita”, onde os mesmos pretenderam abordar o tema “o reaparecimento da direita no Brasil e um perfil dos nossos jovens conservadores”, ao citar o CONS e nos fazerem consideráveis menções, cometeram um equívoco que vale uma correção de nossa parte.

Ao citar nosso Estatuto e nossa Carta de Princípios, os jornalistas responsáveis pela matéria, abordam os requisitos para os interessados ingressarem em nossa agremiação com a seguinte inverdade: <Para se associar, é preciso… Defender… O Cristianismo>; qualquer pessoa que saiba ler, mesmo que com alguma limitação por nem ao menos ter completado o Ensino Fundamental, consultará nosso Estatuto e confirmará que em NENHUM MOMENTO exigimos tal condição.

Nenhuma das cláusulas de nosso Estatuto prevê tal requisito. O que em verdade é ressaltado em nosso documento é <Defender o Cristianismo por convicção de fé ou assumir a postura de tolerância religiosa. (Artigo 3º, alínea f)> Ou seja, nós admitimos e ratificamos nosso fundamento religioso na moral e princípios cristãos, porém, ao ressaltarmos “… ou assumir a postura de tolerância religiosa”, esta claramente referenciado àqueles que não confessam porventura a fé Cristã – mesmo que nenhuma fé confessem – mas que possuam ao menos uma posição passiva e neutra com relação ao Cristianismo ou às religiões de maneira geral.

Lamentamos que os jornalistas responsáveis por tal matéria, além de haverem propositada e claramente se utilizados de jargões desonestos, estereótipos equivocados e comparações descabidas e insinuadas para se referirem aos “embriões partidários” de Direita no Brasil citados no artigo, ainda tenham a desonestidade e caráter questionável de mentirem descaradamente distorcendo a interpretação correta de nossa cláusula como exporto acima.

Grato pela atenção! Coordenação NacionalCONS Brasil

Como se vê, mentira tem perna curta!

Acusando o golpe

Todo o esperneio da Carta Capital nos diz algo muito interessante: o status quo marxista, que aparelhou o estado brasileiro, está com medo dos movimentos daquilo que chamam de “nova direita”, que eu prefiro chamar de anti-esquerdismo.A diferença entre um Olavo de Carvalho e um Rodrigo Constantino é enorme, assim como a diferença entre os projetos de partidos CONS, ARENA e LIBER. Quem lê Luiz Felipe Pondé não conseguirá associá-lo a nenhum dos demais citados. E, antes disso ser negativo, isso é excelente.

A pluraridade de intelectuais que muitas vezes são contraditórios entre si estão ao mesmo tempo criando várias opções para quem é contra o esquerdismo.Isso tem criado uma massa crítica que, a continuar por esse caminho, poderá gerar bons frutos.

O fato da Carta Capital ter se incomodado tanto a ponto de perder qualquer noção de bom senso e partido para a provocação de parquinho é um fator que deve ser USADO A FAVOR de qualquer movimento anti-esquerdista. Lembremos do que Saul Alinsky dizia sobre credenciais. A partir do momento em que o inimigo te rotula como “uma ameaça”, é momento de usar essa credencial a seu favor.

Depois da matéria da Carta Capital, o movimento anti-esquerdista (seja conservador cristão, libertário, liberal econômico, neo-liberal) não é mais uma massa amorfa e insignificante, mas “uma ameaça”, título esse reconhecido pelos nossos inimigos.

A dica é: convertam a matéria Carta Capital àquilo que ela serve, uma vitória política. Como diria Alinsky, “poder não é o que você tem, mas o que o adversário pensa que você tem”. A questão é apenas sobre como aproveitar o momento e aportunidade deixada pela revista do governo petralha. Eles se irritaram, e agiram a nosso favor.

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11 COMMENTS

  1. Olá Valdir, a Carta Capital não me citou, mas sim ao Constantino, ao Narloch, ao Cons, a Arena e o Millenium. Mas com certeza eu sou parte do movimento anti-esquerda. Aliás, eu transito entre todos estes grupos, pois meu foco é anti-esquerdismo como um todo, tenha a ver com o material de Olavo de Carvalho como com o material de Constantino, ou Pondé.

    Abs,

    LH

  2. Eu não concordo com os libertários, principalmente quando eles falam em “anarco capitalismo”, que de anarquia não tem nada, uma vez que é só uma privatização de tudo o que é do estado, inclusive a polícia e o judiciário(o que dificilmente vai funcionar) e no “desprezo” pela questão moral e foco exacerbado na questão econômica. Sem uma “cultura adequada”, manter um estado mínimo é impossível(isto vale tanto para ancaps quanto para minarquistas).

  3. HAHAHAHA, parece brincadeira! Ele fala ” discussão tão obsessiva quanto inútil sobre liberdade de imprensa e liberdade de expressão.” e ao mesmo tempo NA PRÓPRIA CAPA, abordam o tema! Esse artigo foi uma palhaçada!

  4. Pois é Luciano, são 17 páginas INTEIRAS de mentiras! Nunca havia lido tamanha cara-de-pau. Fala que o Narloch diz mentiras históricas, mas não não dizem quais são. Acusam-os os outros e não dão prova de nada! Falta de caráter e honestidade são a essência dessa esquerda moribunda. Que surja outra pq intelectualmente a direita já venceu, falta vencer politicamente.

  5. Os caras são tão desonestos que chamam de Sigma que não é nada além de um “M”, porque, vejam só que incrível, a palavra “Millenium” começa com M!

  6. sou um pesquisador militar e moro em sao gabriel rs como poderia me corresponder com os anti-esquerdistas pois sou da direita com muito orgulho e ja faço parte do ENDIREITABRASIL

  7. Mario Souza Santos: sou aluno do Seminário de Filosofia do Prof. Olavo de Carvalho e lá tem centenas de alunos que assistem as aulas dele, todo sábado. Em matéria de antiesquerdismo, o Olavo é uma fonte inesgotável de conhecimento. Lá você poderá ter contato com dezenas de pessoas, todas antiesquerdistas. O valor de inscrição é bem acessível. Acesse aqui http://www.seminariodefilosofia.org/o-que-e
    saudações

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