Procuradora delirante que deseja expurgar religiosos da política declara: “Morra Gisele Bündchen!”

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Fonte: Blog da Simone Andrea

Mais uma vez, a “Cláudia” estampa a Caveira na capa.

Para quem não sabe, Caveira é a Gisele Bundchen.

Essa modelo aí, que a mídia tanto adora, não passa de uma inimiga das mulheres que nenhum, NENHUM, respeito merece.

Agora, a magricela tá grávida, e aproveitando a gravidez para ganhar notoriedade, como aconteceu da outra vez.

A “profissão” dela é totalmente inútil. I-NÚ-TIL. Ela não precisa fazer esforço nenhum para ser modelo. Basta ser a Caveira que é.

Nosso mundo cretino supervaloriza modelos. A Caveira está quase bilionária, sem ter feito nada para merecer nenhum centavo ganho.

Para quem não se lembra, essa fulana disse, em 2010, que deveria haver uma “lei internacional” que obrigasse as mulheres a amamentar os filhos; tem um blog ecochato, onde condena os descartáveis, como os sacos plásticos, e fica fazendo apologia do parto “natural”, sem anestesia (!), como se fosse um “dever” da mulher!

Além disso, protagonizou aquela campanha publicitária imunda, “Hope Ensina” (a ser cretina, digo eu), em que fazia o papel de uma esposinha idiota, dependente do marido, fútil e consumista, que bate o carro, estoura o cartão de crédito e “amansa” seu amo e senhor com calcinha e sutiã.

Isto sem falar que a criatura quer parecer “inteligente”, e vale-se de sua condição de celebridade para falar bobagem, propagar o machismo mais canhestro e reforçar um padrão de beleza arianóide e ectomórfico, ou loiro aguado e magricela.

Essa criatura, que escolheu morar em Boston, EUA, num dos lugares mais caros do planeta, ganha rios de dinheiro aqui no Brasil, aparecendo em revistas, eventos, campanhas publicitárias.

Se não fôssemos boazinhas e idiotas, boicotaríamos essa dona, a ponto de ninguém mais querer contratá-la para nada.

Boicotemos a edição de “Cláudia” deste mês, por estampá-la indevidamente na capa.

Boicotemos qualquer produto ou serviço anunciado pela Caveira: lingerie Hope, TV por assinatura Sky, produtos Nívea, cosméticos Sejaa, etc.

Da minha parte, faço como os acadêmicos da SanFran dos anos 30-40, que saíam às ruas bradando “morra, Getúlio”, porque se opunham ferozmente ao então ditador do Brasil: MORRA, GISELE!

Morra de parto. Você merece.

Meus comentários

Existem brancos e negros, homens e mulheres, magros e gordos, belas e feias, e daí por diante. Ninguém é pior do que ninguém por causa disso. Entretanto, de cada um destes grupos, a esquerda pega a “banda podre”.

No caso de um gordo, não é um gordo qualquer, mas sim aquele que nutre recalque dos que são magros. Ora, se tem recalque, por que não emagrece? No caso das feias, são as que ficam o dia inteiro nutrindo ódio das bonitas. Mas por que não se conformam?

E assim sucessivamente o esquerdismo transforma-se num amontoado de gente que vive se corroendo de ódio, rancor e inveja em relação a qualquer grupo que escolham.

Agora, a culpa da Gisele é ser bonita. Assim como para os “proletários”, a culpa deles serem pobres é dos burgueses.

É daí que vem a energia que possuem para a militância: de uma carga de ódio contínua e que não pode ser descontinuada jamais.

Sempre acharão seus culpados, se fingirão de vítimas e perderão todo e qualquer traço de dignidade.

Simone Andrea é uma esquerdista funcional puro-sangue!

Agora entende-se o baixíssimo nível (de esgoto mesmo) de sua proposta para proibir que religiosos se candidatem a cargos públicos.

Obs.: Agradecimentos ao Francisco Razzo pela dica do link.

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9 COMMENTS

  1. Dando uma olhada no teor do texto, dá para a Gisele meter um processinho na procuradora. Claro que a modelo não vai fazer isso, até porque tem coisa mais útil para fazer (e aqui é mesmo coisa mais útil, em comparação a dar picadeiro a quem quer usá-la de membro de plateia convidado a colaborar com palhaçada) e parece saber se manter acima dessas provocações.
    De qualquer forma, dá para dar uma desmontadinha boa nas alegações da tal procuradora:

    1) Gisele não pediu para nascer magra. Apenas nasceu assim. A irmã gêmea bivitelina dela, Patrícia, tem proporções mais normais. Ambas são filhas do mesmo pai e da mesma mãe e mesmo assim demonstram possuir cargas genéticas diferentes.
    Também não pediu para nascer branca e de origem alemã. Aliás, podemos considerar a expressão “padrão de beleza arianóide e ectomórfico, ou loiro aguado e magricela” como um belo incentivo a racismo contra pessoas de origem alemã. Indo para um contexto mais amplo, somemos na conta a raiva que os funcionais têm de tudo aquilo que for branco a tentativa de fazer as pessoas terem vergonhas de ser mulatas ou caboclas, até por esse conceito implicar no fato de elas também serem um pouco brancas e não negarem essa ancestralidade. Casamento de negro com branca? Ganha deles um olhar torto e a evocação a um espantalho que pode jogar futebol ou ser pagodeiro. Branco casando com negra? Surge aquela referência a um passado tecido com as piores cores possíveis em que constam gravidezes via estupro;

    2) Se ser magra a priori capacitou a filha de Horizontina para a tal “profissão inútil”, com certeza não foi só seu físico que a permitiu ir adiante. A procuradora parece comodamente ignorar que há uma bela ralação para que uma modelo atinja o patamar que ela atingiu na vida, mas não esperaríamos que ela levasse isso em conta se a intenção era capitalizar em cima da suposta imagem;

    3) Também fica patente que ela só considera como algo merecedor de um centavo algo que esteja em setores de produção, transformação, serviço direto ao público e outras ocupações mais clássicas. Porém, esquece-se (ou faz que se esquece) que as modelos da passarela de hoje são um tanto herdeiras daquelas que posavam para os pintores do passado, função essa que dava um certo dinheiro a quem ficava lá sem se mover por horas;

    4) Note-se também a implicância da procuradora em relação ao ser mãe, sendo que o ser mulher não é algo que faça os naturais atos de amamentar e dar à luz serem anomalias para nossa espécie. Se somos mamíferos, isso significa que nossas crianças devem ingerir leite materno até a altura em que sejam capazes de ingerir outras coisas. Se são fêmeas, são aparelhadas a sustentar uma gestação em estruturas próprias para tal que nada mais são que evolução de outras mais simples. Obviamente que as raivas destinadas à modelo parecem ser bem eivadas daquele feminismo de segunda onda que considera o ato de dar continuidade à espécie como uma opressão. Aliás, o Pondé em seu Guia Politicamente Incorreto da Filosofia fala um pouco sobre esse delírio de quererem achar que a natureza é construção social, algo que pode ser complementado pelos vídeos de Hjernevask.
    Esquece-se a procuradora que o parto obrigatoriamente dolorido é um mito em si, ainda mais se levamos em conta que o modo ocidental de dar à luz (mulher deitada com barriga para cima e pernas para cima) é apenas uma das formas que há de se pôr uma criança no mundo. Índias, por exemplo, costumam fazer seu trabalho de parto de uma outra maneira, ao que me consta menos dolorida. Se uma simples mudança de posição já ajuda a deixar o parto mais confortável, fica estranha. É também importante pensar no quanto menos que o parto natural extenua a mulher, que pode estar em pé logo em seguida, justamente por ser isso que a natureza quis que acontecesse. Logo, se a übermodel apoia essa iniciativa e inclusive teve seus dois filhos pela via natural (o que inclusive demonstra que mulheres de quadril estreito estão desenhadas para tal tarefa), apenas e tão somente está mostrando aquilo para o qual as mulheres estão projetadas pela natureza e sabe perfeitamente que é exemplo disso;

    5) Novamente aqui vemos mais um daqueles lances para os quais já alertei antes: de que o combate à religião política pode ter um adiantamento importante se religiosos políticos que não libertários e anarcocapitalistas forem usados como inocentes úteis contra eles próprios. Note-se aqui que a procuradora chamou o blog de Gisele de “ecochato”. Se uma religiosa política chama a parte boa da religião política ambientalista de “ecochata”, imagine a pilha em que estão os militantes do ambientalismo que devem ter lido essa postagem e o quanto que essa raiva deles pode ser usada contra a causa transcendente que eles, a procuradora e outros defendem. Se eles se atritam tanto dentro de casa, por que não usar esse atrito entre eles contra eles próprios e também para fazer avançar o combate à religião política de tal espectro?

    6) Também dá para ver aqui que ela usa o fato de Gisele hoje em dia morar em Boston como algo contra ela. Ela fala como se acreditasse (mas eu creio que ela faz que acredita, dentro daquele lance da utopia como algo que impele otários a fazer o que os líderes querem) que o fato de um brasileiro radicar-se lá fora o faria deixar de ser brasileiro, ainda mais se for para os Estados Unidos. Também convenientemente deixa de fora o fato de que a modelo mora nos Estados Unidos também por ser casada com Tom Brady, que é jogador de futebol americano pelo New England Patriots, cuja sede é em Boston. Se Brady tem uma carreira mais ligada a algo geográfico e a de Gisele pode ser mais independente disso, que mal há em ela ir morar onde mora o marido?
    Assim como fica a dúvida sobre que mal haverá em ela fazer propaganda no Brasil mesmo morando fora. Ninguém reclama de Sérgio Mendes, que mora nos Estados Unidos há mais tempo do que Gisele existe no planeta, faturar dinheiro via ECAD com sua obra sendo tocada aqui. Ou será que devemos reclamar a partir de agora e não mais considerá-lo brasileiro?

    7) Os religiosos políticos, pelo que venho notando, são as pessoas com menos senso de humor que existem no planeta (vide a implicância com o comercial da Hope). Seria algo interessante de se martelar, sendo que noto esse comportamento principalmente entre os funcionais. E o mais engraçado de tudo é que os funcionais acabam fornecendo várias e várias cenas dignas de programas de humor, isso para não falar de pequenas teses altamente estapafúrdias e também risíveis que só existem por serem aplicações práticas da dinâmica da grande tese por trás;

    8) Saindo do riso e voltando para a análise séria, dá para ver o grau de possessão dela em relação a Gisele Bündchen ao chamá-la de “inimiga das mulheres”. Mas Gisele não é mulher também? Se não for, o que a desqualificaria enquanto mulher? E, não sendo mulher, o que ela seria?
    Aliás, esse lance de quererem desumanizar alguém que seja “minorizável” e que não segue o raciocínio de minoria gera coisas interessantes. Já vi funcionais duvidarem da homossexualidade de alguém assumidamente gay pelo simples fato de esse não rezar pela cartilha da religião política;

    9) Obviamente que o boicote proposto a Gisele tem os burros n’água como destino certo, uma vez que a modelo apenas e tão somente quer viver a vida dela na boa e é suficientemente simpática, bem articulada e avessa a escândalos. Não é do tipo de pessoa que dá margem a que outros além de funcionais fiquem furiosos com ela. Logo, a propositora do boicote acaba por atrair antipatia do público a quem propõe o tal boicote;

    10) O dono do blog já comentou sobre Gisele ter culpa de ser bonita, mas é importante pensar no quanto de caraminholas que os religiosos políticos estão pondo na cabeça das mulheres e os efeitos que isso pode ter. Ao dizerem que excesso de gordura é bonito, podem estar incentivando a uma obesidade sem precedentes e, pior ainda, à criação de gordas que não querem emagrecer porque supostamente isso seria se render a um opressor imaginário, em vez de ser um agregador de saúde física. Ficam dizendo que “todos os corpos são bonitos”, mas esquecem que corpos gordos são mais susceptíveis a problemas de juntas, pressão, câncer e outras coisas nada belas.
    Também é importante notar que há um certo tipo de caraminhola que parece direcionada especialmente a mulheres que sejam bonitas, de maneira a incentivar que se enfeiem. Quantas vezes você já viu mulheres que até uma certa altura da vida foram bonitas mas em um certo ponto da vida, além de terem sucumbido à religião política, coincidentemente foram se enfeiando cada vez mais?

    Deixo aqui o comentário da postagem, cujo texto abaixo passo:

    amadreperola disse…

    É mesmo um absurdo o padrão de beleza imposto! Não corresponde a nossa natureza biológica, ou ao menos de grande maioria e gera uma frustração imensa e muitas adolescentes e mulheres. Agora impor parto natural ninguém merece!!A mulhereda deve se unir mais pra mudar a forma como a sociedade nos sufoca nesse século XXI!

    Se a grande maioria dos brasileiros não tem o mesmo pano de fundo da Gisele, o que impede que consideremos belas as mulheres que tenham outras ancestralidades? Por acaso a Débora Nascimento (que tem ancestrais europeus, indígenas e africanos) subitamente deixou de ser padrão de beleza, mesmo tendo origem tão tipicamente brasileira e também tendo ganho grana como modelo? Será que ela nos foi imposta ou simplesmente a visibilidade na TV permitiu constatar algo que qualquer um constataria igualmente se ela fosse uma desconhecida passando na rua? E Débora é como a grande maioria dos brasileiros. Ildi Silva, que também tem ancestrais dos três grupos étnicos, também deixou de ser bela?
    Aqui também podemos ver uma certa margem de uso das brigas internas dos filhotes de Marx, Gramsci e humanistas na acusação de que o parto natural seria imposição, sendo que o Ministério da Saúde corretamente faz há muito tempo campanhas pelo parto natural. A comentadora quer pôr tudo a perder e reforçar a cultura da cesárea por simplesmente não querer notar que filho é para sair pelo mesmo buraco onde entrou o espermatozoide, algo que não ocorre apenas em nossa espécie mas em todos os mamíferos. Serão as fêmeas de outras espécies oprimidas por isso? O que dizer então de espécies cujos grupos são matriarcais e elas seguem despejando filhos da mesma maneira que outras cujos grupos são patriarcais?
    Finalizando, também deixo aqui uma carta que ela enviou para a Istoé de julho de 2003, para que notem que em nove anos ela continua batendo na mesma tecla:

    Boas maneiras significam tratar o semelhante com respeito e igualdade, virtudes das quais a etiqueta machista está muito distante. A etiqueta confirma a hierarquia etária, sexual e de classes, o que ninguém quer. A mulher tem que fazer discurso, sim, contra o Tarzã que entra na frente dela no restaurante, pede a mesa e a comida, insiste em pagar a conta e acha que ela não é capaz de abrir a porta do carro sozinha.
    Simone Andréa Barcelos Coutinho
    São Paulo – SP

    Quem viu o que aconteceu no naufrágio do Costa Concordia, em que homens não deram a mínima para o “mulheres e crianças primeiro” reparou que a etiqueta foi seguida à risca e esses homens não mais agem na etiqueta machista, mas agem na etiqueta machista porque ela irá considerar que eles foram egoístas e maltrataram as mulheres durante a evacuação do navio. Logo, ou você é machista ou você é machista, pois sempre haverá uma feminista capitalizando em cima de qualquer ato que venha de um homem.

  2. DESCOMPENSADA! Recalcada, deve se sentir enojada só em pensar que mamou no peito de sua mãe ou de quem a amamentou. DEVE se sentir enojada ao se olhar no ESPELHO e se ver de uma forma e querer ser a GISELE linda, maravilhosa, e RICA, MUITO RICA! DEVE se sentir enojada ao ver que MUITAS MULHERES AINDA SEDUZEM SEUS MACHOS com as calcinhas e sutiãs que lhes vestem, da marca que escolhem, e da forma que saem “vitoriosas” néh?! IVAN LINS?! E então gente ESTA PROCURADORA que vá procurar ser UM SER HUMANO NORMAL sem PRECONCEITO. PORQUE com certeza a frase “padrão de beleza arianóide e ectomórfico, ou loiro aguado e magricela” SÓ E SOMENTE SÓ É PURO RACISMO.
    DEVERIA SER PROCESSADA POR RACISMO.

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