O recalque e a falta de dignidade de feministas psicóticas contra evangélicas que apenas querem viver sua vida… este é o nível do esquerdismo

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O pior tipo de ser humano que podemos encontrar é aquele que perdeu sua dignidade. Este sempre será visualizado por pessoas sadias como complexado, recalcado e incapaz de viver sua vida sem incomodar os outros indevidamente. Feministas, em sua maioria absoluta, se encaixam neste tipo.

O vídeo acima mostrou uma série de mulheres evangélicas falando sobre a submissão feminina, e como esse papel deveria ser exercido (por elas). Foi o suficiente para levantar a ira de feministas, que foram na página do vídeo ofender as evangélicas. O irônico é que em nenhum momento as evangélicas diziam como as feministas deviam agir. Estas, em contrapartida, ficam (aí é que reside a indignidade delas) incomodadíssimas pelo estilo de vida defendido pelas evangélicas, um estilo de vida dedicado ao marido.

Algumas mensagens das feministas em fúria:

  • “Este vídeo chega a agredir meu cérebro. Como em pleno século XXI essas mulheres sugerem que a mulher deve pensar primeiro em casamento e depois em carreira? Devem pensar em cozinhar e pregar botões primeiro e em faculdade depois? Eu vi mulheres que fizeram isso, e no final foram humilhadas por seus maridos, pois alegavam que eles quem sustentavam a casa. Logo em seguida, elas foram estudar para ter sua independencia. Ridículo e nojento. Vocês me envergonham!!”
  • “Os tempos são outros. O raiva desse video”.
  • “Se acreditam tanto na Bíblia, deveriam eh ficar quietas, abandonar sua posição de pastora e não estudarem… se bem que inteligência não eh problema para elas, uma vez que elas não tem nenhuma…Falar para pessoa abandonar sua carreira, para de dedicar a homem??? na boa…”
  • “Cinco mulheres pateticas proliferando seus pensamento retrogrados!!!! deveria ter caido um missel nesse congresso”
  • “Se as mulheres tivessem sempre sido submissas, essas VACAS não teriam nem o direito de falar que as mulheres devem ser submissas”
  • “Isso é um absurdo!!! meus ouvidos quase sangraram…Todas as pessoas(homem ou mulher) tem ser ensinados a serem auto-suficiente e felizes, de acordo com seus proprios sonhos(seja casar ou não). Chega ser cruel vc simplesmente determinar que, por ser mulher, sua filha esta fadada a ser nada mais do que uma esposa dona de casa(e do jeito que elas falaram, uma empregada domestica isso sim), onde esta a escolha da propria mulher nesse papel??”
  • “Tias, com todo o respeito, vão se fuder e enfiem esse telefone sem fio do caralho (Bíblia) no cu!”
  • “Apanhem, sejam traídas, contraiam HIV e outras doenças… Lixoooo”

Tudo é desse nível para baixo.

Entretanto, as evangélicas estão apenas manifestando o seu gosto por um estilo de vida, enquanto as feministas não admitem que exista um estilo de vida diferente do que elas propõem. Isto prova que o feminismo, como qualquer doutrina de esquerda (o neo-ateísmo incluído), é sempre absolutista.

Eu, que gosto de assistir as mudanças culturais de camarote, já vejo a questão por outra perspectiva, em um mundo que aceita a diversidade, incluindo mulheres conservadoras e mulheres liberais, aquelas que querem submissão a um marido e as carreiristas. As conservadoras parecem que conseguem visualizar esse mundo de diversidade, já as feministas, por outro lado, irritam-se com a diferença. Ou todas devem arriscar sua vida sexual, em troca da carreira, ou então elas começam a xingar.

Não há um motivo lógico, além do recalque e da visão totalitária, para qualquer um dos xingamentos acima. Alguma mulher feminista, que tenha ainda um pingo de dignidade, diria: “Eu não gosto deste estilo de vida, mas espero que com a opção dela, ela seja feliz. Vamos avaliar aos 40, 50, 60 anos, e nos comparar, e ver quem conseguiu se sentir mais realizada”. Como não conseguem ter um pingo de auto-estima, para agirem de cabeça erguida (e focadas em sua auto-satisfação, ao invés de espezinhar a vida dos outros), deveriam ouvir sempre palavras duras e contundentes, como: “Quem são vocês para definir se elas são felizes ou não?”

Há quem acredite que a submissão da mulher deve ser vital para que o casamento funciona. As feministas pensam diferente. Por que as feministas tem que se incomodar com a opção feita pelas mulheres do primeiro grupo? Não são capazes de apenas viver sua vida?

Feministas argumentam dizendo que “o mundo mudou”, mas não parece, pois em um mundo liberal (que elas alegam defender) deve haver tanto o direito de alguém ser gay ou heterossexual, assim como de uma mulher defender o casamento tradicional e outra assumir a postura liberal. Ora, pelo que se nota, apenas as evangélicas do vídeo, por entenderem a diversidade (e defenderem a opção delas para elas próprias, ao invés de legislar sobre a vida dos outros), entenderam que o mundo mudou. As feministas querem retornar à Inquisição, desde que, agora, elas estejam no papel de Torquemada.

Vamos aos fatos, e à realidade nua e crua. Se as evangélicas do vídeo estão felizes, falando sobre sua submissão, ótimo. Hoje existe outro nicho de mulheres, as carreiristas, que não investem no casamento, e tendem a ficar solteironas, ou então tem grandes chances de não ter um casamento duradouro. Quando chegam nesse estágio, especialmente entre os 32 e 40 anos, tornam-se máquinas de sexo fácil. Elas estão geralmente em ponto de bala, e praticamente com uma placa “Me coma” em suas testas.

Duas mulheres, ambas com 25 anos, uma conservadora e outra carreirista, não tem como sair dizendo como a outra deve agir. Lá na frente, com os anos chegando, a conservadora poderá ter seguido seu programa biológico, e já ter 2 ou 3 filhos, perto de entrarem na faculdade. A carrerista poderá não ter filho algum, estar se contentando com sexo de baixo nível (pois a idade chega e é mais cruel com as mulheres do que com os homens), e contando suas frustrações. Mas essa é uma fórmula que não tem um resultado exato. Exatamente por isso nenhuma feminista tem MORAL ALGUMA para dizer como uma mulher conservadora deve levar sua vida, e vice-versa.

A dignidade envolve pensar um pouco em sua própria auto-estima, e saber que a mesquinharia ao determinar como o outro deve se comportar (mesmo que esse “conselheiro” jamais esteja na posição de determinar isso), é uma das atitudes mais humilhantes do ser humano. As evangélicas do vídeo possuem o meu respeito por se importarem com suas vidas. As feministas furiosas que saíram xingando merecem meu desprezo por sua incapacidade de conviver com a diferença, e por tentarem determinar como as outras pessoas deveriam levar suas vidas.

Vou dar só uma dica: pelo estudo da dinâmica social, acho que as evangélicas tem mais chances de chegar lá na frente felizes. Mas é só um palpite.

Eu particularmente acho que quanto mais mulheres solteiras e desquitadas, no período dos 30 ao 40, melhor. Mas sempre lembrando: quando chegarem aos 40 anos, já serão superadas por outras mulheres desquitadas (sempre dos 30 ao 40), entrando no mercado de sexo fácil.

Depois de chegarem neste estágio, veremos se seus conselhos às evangélicas ainda serão úteis. Que tal?

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15 COMMENTS

  1. Luciano, há algo interessante nessa história e que talvez rendesse um mapeamento de rotinas. Observe-se que as evangélicas estão falando a coisa na base do “se quer, tudo bem, se não quer, amém” (só para usar um bordão interessante do padre Paulo Ricardo). É um evento interno e observe-se que puseram um vídeo para divulgação como seria o normal dos evangélicos (em se pensando na alta afinidade que possuem com as mídias eletrônicas há décadas). Logo, o contexto em si também pressupõe que quem vê por acaso esteja no “tudo bem” ou no “amém”. E observe-se que isso é diferente de o amém ser trocado pelo “que se…” que as tais feministas despejaram.
    E as tais cristãs do vídeo apenas e tão somente estão agindo na parte divina do “a César o que é de César e a Deus o que é de Deus”. Ninguém perguntou se elas são exclusivamente donas de casa ou se de repente elas conseguiram algum trabalho que se encaixasse no contexto de serem mães. Vai que de repente algumas delas traduzem livros, são jornalistas freelance, blogueiras, fazem quitutes, são donas do próprio negócio ou outras coisas que permitam que fiquem perto dos filhos. Não estarão elas apenas adaptando o ganha-pão a algo que não as obrigue a ficar até horários paranoicamente tardios? Porém, ficou o raciocínio por estereótipo: é cristã tradicional? Então automaticamente é uma otária cerebralmente lavada cuja existência é uma ofensa.

    As feministas acabam por seguir o famoso “se você é neutro, está do lado do opressor” sintetizado por Desmond Tutu. E essa é uma rotina que poderia ser mais bem delimitada. Aliás, seria chamar indiretamente o Brasil tanto de nação que está do lado dos iranianos como dos americanos, dependendo de quem você queira chamar de opressor ou oprimido, sendo que na realidade temos uma neutralidade preconizada não só por nossa Constituição como por nossa própria tradição diplomática, com as raras vezes em que saímos disso sendo ou em guerras ou em manobras que nada têm de bélico e que são extremamente sutis. Fica a dica para o dono do blog, por mais que já tenham sido vistas alguns comentários esparsos sobre outros episódios que iam mais ou menos nesse sentido.

    • Marxistas-humanistas-neoateístas nunca irão aceitar que há significativas parcelas daqueles a quem dizem supostamente representar que não concordam com aquilo que os tais religiosos políticos dizem que deve ser seguido para que os supostos representados tenham uma vida mais digna.
      Quando se deparam com um deles, a tendência é desumanizá-los, como dizer que são pessoas que não estão esclarecidas ou mesmo que nunca foram aquilo que dizem ser. Elba Ramalho é mulher, mas é contra o aborto. Como ser mulher é algo de nascença, as feministas a perseguem e tentam censurar seu discurso. Se veem um negro contrário a cotas e à trapaça estatística de chamar de “negro” todo aquele que for preto ou pardo (que é como o IBGE chama os mestiços, havendo aí significativo número de mestiços sem antepassados africanos, como grande parte do Brasil acima do rio São Francisco e mais ainda na região Norte), irão dizer que ele é “negro de alma branca”, “capitão-do-mato” e outras ofensas, uma vez que a cor, os traços e a ancestralidade estão lá desde o dia em que nasceu. Quando a coisa envolve comportamento, como é o caso do homossexual, militantes gays poderão inclusive negar que o opositor seja homossexual, mesmo que ele o seja, o seja de maneira bem evidente e não tenha problema algum de falar que o é.

      Marxistas-humanistas-neoateístas inclusive têm o tal lance do 8 ou 80, em que você só pode ser uma coisa ou outra, não podendo estar no meio do caminho. Bissexuais, por exemplo, só são aceitos pelos militantes para engrossar a marcha, mas serão constantemente acossados porque supostamente seriam homossexuais que só tiraram metade do corpo para fora do armário. Mulato? Irão vir com aquele papo furado de que seria filho de mula. Caboclo? Como não irão conseguir fazer com que alguém cuja cultura e ancestralidade é um ponto intermediário entre o europeu e o índio e tem orgulho disso, irão forçá-lo a se identificar como negro (vide o absurdo de o Mapa da Violência 2012 dizer que a região Norte é aquela onde mais morrem negros, quando na realidade é aquela onde mais morrem mestiços, mais especialmente mestiços de branco e índio por ser a maioria absoluta dos de lá. Sequer dá para saber quantos pardos morrem no norte pelo Mapa, pois juntaram tudo em “negros” e temos uma estatística distorcida). O cara tem orgulho de ser mestiço? Irão dizer que ele tem orgulho de ser fruto de um suposto estupro que um suposto homem branco em um passado muitíssimo distante promoveu em uma suposta mulher negra ou índia, descartando toda e qualquer possibilidade de ambas as partes poderem ter consentido com a união, como foi o caso do italiano Augusto Marighella e a negra baiana descendente de hauçás Ana Rita do Nascimento, casados e pais de um certo soteropolitano de nome Carlos e mais outros seis filhos.
      Eles sabem que não representam o todo da sociedade, mas seguirão dizendo que são os representantes desse todo, mesmo que muitos desse todo digam que eles não os representam ou mesmo sejam contrários àquilo que eles pregam. O principal de tudo é que mais e mais se crie um ambiente para que as pessoas possam falar mais abertamente dessa não-representatividade e as pessoas se sintam confortáveis em falar à boca aberta sem sofrer tentativas de censura por parte de pessoas do povo que não são militantes, mas estão servindo de inocentes úteis por não saber que chocam ovo de chupim achando que é tico-tico.

  2. E essas mesmas feministas são capazes de ler e adorar um livro como “50 tons de cinza”, em que uma jornalista se submete a um Sádico… só pq ele é rico e a banca com luxo kkkkkk

    • Isso porque seguem um padrão com gradação hierárquica, mais ou menos num esquema do tipo:

      I – externar ódio à “submissão”.

      II – valorizar e exaltar o homossexualismo feminino.

      I, para as feministas, é inferior a II, logo é plenamente aceitável, para elas, ser submissa, numa relação amorosa, a outra mulher, dominante e com caracteres masculinos.

      Esse padrão é extensivo a todos os esquerdistas, neo-ateístas por exemplo. Cito como exemplo o caso do Zeitgeist. As informações “históricas” do documentário são risíveis de absurdas e inacreditáveis pela ausência de fontes primárias pré-cristãs. Uma “especialista” chamada Acharya S inventou até a “posição cruciforme” para justificar a alegada ligação entre a crucifixão de Jesus e a iconografia de deuses como Atis e Horus.

      Pois bem, no padrão dos neo-ateístas há a seguinte presunção de racionalidade:

      I – ateus são racionais e religiosos são crédulos iludidos e irracionais.

      Envolve, todavia, também a seguinte proposição:

      II – tudo o que se disser que desabone o Cristianismo é válido.

      Sendo que para eles II prevalece sobre I e, no caso do Zeitgeist, a dita racionalidade vai para as cucuias, aceitando-se acrítica, fervorosa e fanaticamente tudo o que é dito nesse documentário e no site de Acharya.

      Vamos aos petistas, no tocante aos homossexuais. Uma das regras seria a seguinte:

      I – manifestar ódio e desprezo e instituir o delito de opinião contra todos os que não concordarem com a agenda gayzista.

      Porém, também consta no padrão esquerdista do PT:

      II – reverenciar, com ares de supremacia moral, qualquer regime que se oponha aos Estados Unidos e a Israel.

      Aqui, II é superior a I e temos, então, um lulalá flertando com juras de amor eterno com um Ahmadinejad e com um Fidel, ambos chefes de estados que se notabilizaram pela perseguição a homossexuais. Aliás, uma das incoerências mais cômicas destes dias é ver um gay portando uma camiseta com aquela estampa do “herói” Che Guevara, o mesmo que afirmou publicamente o seu ódio aos … gays.

  3. Seguem alguns vídeos sobre o conceito bíblico de submissão sob ótica evangélica. Começo com um cara que é mais Malafaia em seu proceder:

    http://www.youtube.com/watch?v=rCJVuiTVkPc

    Observe-se que ele fala de coisas que até o mais marxista-humanista-neoateísta odiaria que sua esposa fizesse, por destruírem qualquer lar, como o tal lance de ser uma jararaca que pratica greve de sexo e não apoia o marido. Podemos discordar de uma ou outra coisa do que o pastor Josué Gonçalves diz, mas a própria Bíblia tem em seu cerne a necessidade de que eventuais conflitos entre passagens sejam resolvidos no debate, não sendo por acaso que haja muitas igrejas evangélicas, todas elas independentes entre si.
    Outra coisa é aquele lance do baixo analfabetismo entre os evangélicos, por serem obrigados a ler a Bíblia. Note-se que o pastor Josué inclusive desnuda a etimologia da palavra “submissão”, que inclusive é reforçado por sites que estudam a etimologia das mesmas, como se pode ver aqui e inclusive comparar-se com a etimologia de “missão”. Observe que não é a ressignificação de palavras que religiosos políticos do ramo marxista-humanista-neoateísta fazem (como o tal “negro” que passa a ser a suposta soma das categorias “preto” e “pardo” do IBGE e despreza a existência de mestiços sem ancestralidade africana), mas sim o estudo pela raiz da própria palavra, podendo ir até os originais gregos e hebraicos da Bíblia para que a palavra seja captada com mais precisão.

    Como em qualquer parte da sociedade, há evangélicos mais exaltados e os mais serenos, mas cujo conteúdo igualmente tem tanto pontos de contato quando analisamos os conteúdos. Segue um programa da Novo Tempo, apresentado pela Darleide Alves e com a presença do pastor Manassés Queiroz, mais duas convidadas. Pedirei que vejam se as convidadas em questão são amélias, se estão trancadas no lar e se o que o pastor diz seria uma autorização para o “deite que vou lhe usar”:

    http://www.youtube.com/watch?v=0e2TKu-hC2U

    http://www.youtube.com/watch?v=KdAN-XUc4hY

    http://www.youtube.com/watch?v=FPNPml1YMj4

    http://www.youtube.com/watch?v=VOnQRSX3h0w

    O que mais me chama a atenção em tudo isso é a serenidade com que tocam tudo. Compare isso com a estratégia de baixaria e ofensas que vemos nos religiosos políticos MHN. Notem também o tom de voz delas quando reconhecem serem tão falíveis quanto qualquer outro ser humano, algo que podemos reconhecer em algumas pequenas sutilezas que elas relatam sobre como conseguiram certas coisas. Inclusive vejam também o que dizem a respeito de mulher que é cordeirinho e marido que é Coronel Justino. De minha parte, discordo da orientação que dão ao caso de adultério que tentam remediar, mas não posso deixar de notar que o pastor Manassés fala com propriedade do que a Bíblia diz e as opções que a pessoa tem quando traída.
    Ainda no caso da Novo Tempo, fica a impressão que as duas convidadas na prática estão fazendo mais pelas mulheres do que qualquer feminista faria, mostrando ser possível conciliar duas coisas que os MHN querem que sejam vistas como compartimentos isolados ou que o trabalho tenha precedência sobre a família.

  4. É como diz o Reinaldo Azevedo (cito de cabeça): “Não basta ser negro, tem que ser negro do PT. Não basta ser mulher, tem que ser mulher do PT. Não basta ser viado, tem que ser viado do PT”.
    (claro que PT aqui pode ser um genérico para o esquerdismo).

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