Uma ótima oportunidade para que os cristãos contestem suas lideranças na questão da guerra política

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internauta

Fonte: Gospel +

As tecnologias e redes sociais vem sendo usadas por igrejas como forma de otimizar seu relacionamento com os fiéis, e potencializar o alcance da mensagem pregada durante os cultos.

A revista Istoé publicou, na edição dessa semana, uma reportagem sobre o uso da internet pelas igrejas e líderes religiosos.

A reportagem entrevistou o professor de pós-graduação em ciências sociais da Universidade do Vale do Rio dos Sinos, José Rogério Lopes, que entende que a internet possibilitou, através do anonimato, uma confrontação dos fiéis aos líderes, “sem cerimônia, com audácia e coragem”.

Para ilustrar essa mudança comportamental, a revista usou o caso da paulista Amanda Santos, 22 anos, membro da Igreja Renascer.

Amanda assiste aos cultos online todos os dias, e usa os canais online da igreja, como Facebook e SMS, para receber orientação. Entretanto, ressalta que ir pessoalmente aos cultos é importante: “Ir à igreja é necessário porque é lá que você ouve a voz de Deus”.

O professor Airton Jungblut, da pós-graduação em ciências sociais da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), o uso da web por parte dos fiéis vai além da busca por orientação religiosa, e envolve, a troca de idéias, informações e sentido à crença, além da socialização.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+

Meus comentários

Essa é uma excelente oportunidade para que os cristãos puxem a orelha de seus líderes religiosos para que estes comecem a agir contra o neo-ateísmo.

Questionamentos como “Por que tanta conivência em relação aos ataques dos neo-ateus?”, seguido do esclarecimento dele em relação às ações neo-ateístas, podem ser úteis.

Claro que apenas uma minoria tende a sair da zona de conforto, mas, se alguns deles de dispuserem a agir, já será um ganho.

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1 COMMENT

  1. “Ir à igreja é necessário porque é lá que você ouve a voz de Deus”.

    Nem sempre isto é verdade (ou será: Raramente isto é verdade em certas igrejas de hoje?).
    A voz de Deus é ouvida quando lemos sua palavra e ouvimos sua genuína pregação. Mas do que adianta ouvir a voz de Deus (quando ouve/lê) se não praticar a mesma? Mateus 7:24-27.

    O povo (tão corrupto quanto o falso pastor) prefere ter alguém para servir de mediador entre ele Deus do que assumir sua responsabilidade individual de sacerdote (1 Pedro 2:9) e se debruçar sobre sua bíblia, sobre o “Aurélio” e sobre o dicionário bíblico para aprender e depois ensinar.
    Para estas pessoas é mais fácil assalariar um guru que só vai falar aquilo que elas querem ouvir ao invés de falar o que realmente elas precisam ouvir.

    Segundo um famoso pastor, menos de 20% do povo dito evangélico leu a bíblia toda. E eu me atrevo a dizer que, deste percentual, menos da metade tem a capacidade de explicar aquilo que lê.

    A velha pergunta do profeta Jeremias continua ecoando de forma oportuna, mesmo depois se séculos:

    Os profetas profetizam falsamente, e os sacerdotes dominam pelas mãos deles, e o meu povo assim o deseja; mas que fareis ao fim disto?
    Jeremias 5:31

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