A “direitista” Cibele, seu discurso neo-ateu e a eterna ingenuidade da direita… mas será direita mesmo?

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na tua ingenuidade

Desde que Cibele Bambul Baginski apareceu na mídia com a proposta de reativar o partido ARENA, senti que tinha algo de errado aí. Como diria o Chaves (ou será o Chapolin?), suspeitei desde o princípio.

Em um post entitulado “Nesse país, depois de tantas desilusões”, Cibele está “chateada” (ou ao menos simulando estar chateada, pois tudo pode ser uma encenação) pelo fato de alguns cristãos terem-na questionado pelo fato dela usar um slogan neo-ateísta, baseado em George Carlin.

Esta é a imagem utilizada por ela em seu Facebook:

Como se nota, é claramente uma propaganda anti-religião. O objetivo político da mensagem acima é impor aos religiosos o rótulo de pessoas com “fé cega” enquanto usam o “ceticismo seletivo” em direção às demais coisas.

Agora, resta a ela se fingir de sonsa (mais um truque para esconder sua responsabilidade) e advertir em público todos que a criticaram.

As partes mais reveladoras estão quando Cibele usa a tática 4 de Saul Alinsky (“Faça o inimigo sucumbir pelo seu próprio livro de regras”), e a partir daí dizer que “as pessoas deveriam antes de olhar para o cisco no olho do outro”, antes de criticar alguém.

Na verdade, esta variação da tática 4 é utilizada por neo-ateus para que eles possam ofendam os cristãos o máximo possível e em seguida afirmarem “seu livro pede que você ame o inimigo, portanto, adore o que falei”, para constrangê-lo de forma que ele não revide. Isto é a tentativa de fazer o inimigo sucumbir pelo seu próprio livro de regras. (Tudo funciona melhor quando existe simulação de falso entendimento do código oponente)

Mesmo assim, o fato dela tomar puxões de orelha na Internet fizeram-na dizer que seus críticos possuem “infantilidade”. Como mostrei no texto Rodrigo Constantino e as criancinhas da direita, aqueles que lutam contra o neo-ateísmo (sejam eles teístas ou ateus como eu) em alguns casos entenderam as regras do jogo, e de maneira adulta começam a tomar ações que prejudicam a implementação ou manutenção da ideologia de esquerda. Por outro lado, Cibele, tal qual muitos dos leitores de Constantino, querem atacar um dos pilares da direita.

Vamos de novo, de forma bem simplificada. O ser humano tende à crença no absoluto e em um sentido para a vida. Esta é uma contingência que não pode ser mudada. A crença religiosa tradicional reduz as chances de alguém crer no homem, o que é a base da religião política, ou seja, o esquerdismo. Nem todo ateu, obviamente, irá descambar para a religião política, apenas a maioria deles. Em síntese, a maioria dos teístas foge do esquerdismo, e debanda para a direita (pela ausência de crença no homem, catalizada para a crença em Deus), enquanto a maioria dos ateístas foge do pensamento de direita, e debanda para a esquerda (pela ausência de crença em Deus, catalizada para a crença no homem). Este fenômeno é respaldado historicamente, e explica por que a esquerda sempre lutou e sempre vai lutar contra a religião. Resultados previstos por esta lei da política estão aqui. Logo, um ateu de direita deve fugir do neo-ateísmo, e se alinhar com as religiões desde que estas aceitem uma visão secular de mundo, isto é, que não imponham suas crenças aos ateus. Isso é totalmente diferente do neo-ateísmo, que busca retirar os religiosos do espaço público, para substituir a religião tradicional pela religião política.

Como se nota, basta olhar os fatos e entender o mínimo de política para saber que Cibele jogou em favor do esquerdismo. Diz ela que achou a mensagem “interessante”. É verdade que é “interessante”, mas em benefício dos esquerdistas. Aliás, começam a pulular na Internet denúncias de que a própria Cibele era filiada a partidos radicais de esquerda há menos de 1 ano. Seria ela uma esquerdista fingindo-se de direita para capitalizar politicamente em favor da esquerda? Vamos investigar.

Esta é a questão que fica no ar: será Cibele uma direitista ingênua ou uma esquerdista muito mais esperta do que pensamos?

Este discurso abaixo não nos dá a resposta:

E por fim, explico o título. Uma guerrinha virtual de cristãos e neoateus militantes… Nada mais que uma perda de tempo, considerando que deveríamos, a meu ver, estar em uma civilização muito mais evoluída mentalmente do que ainda nessa briguinha de egos virtuais que não serve pra nada além de ativismo de sofá. Querem fazer algo de útil, saiam de casa e vão resolver os seus problemas, ou os de uma pessoa que precisa de ajuda, tomem uma atitude, e parem de criticar quem se prestou a fazer alguma coisa enquanto vós estais aí no mesmo lugar.

Quando ela diz que a guerra virtual é “perda de tempo”, mostra uma ingenuidade que não poderíamos tolerar a uma criança, pois qualquer um que estude política sabe que sem guerra virtual, não há resultados hoje em dia. Tudo o que tenho mostrado aqui sobre a ATEA mostra que os neo-ateus estão na ofensiva em uma guerra virtual contra seus oponentes políticos (a maioria dos resultados neo-ateus tem surgido a partir de movimentos de Internet). O PT é especialista em guerra virtual e tem um escritório para isso. Ignorar este fato é no mínimo ingenuidade misturada com loucura.

Já o discurso de “civilização muito mais evoluída mentalmente” é digno de uma ilusão humanista, que pode ser qualificada como um típico truque de hipnose. Esta rotina já foi mapeada: Como o homem deverá ser (ou é)… como eu sou. Ora, pelo que sabemos, a realidade é exatamente a oposta em relação ao que Cibele afirmou. Na verdade, a intelectualidade tende a diminuir, pois vivemos em tempos de guerra política, e a única forma de sobreviver politicamente neste novo mundo é guerrear de volta.

Em suma, os que revidam os ataques dos neo-ateus fazem algo a favor da direita, e os que atacam junto com os neo-ateus fazem algo a favor da esquerda. Quando Cibele tenta o truque psicológico de dizer “querem fazer algo de útil… tomem uma atitude… parem de criticar quem se prestou a fazer alguma coisa”, está aprendendo com os esquerdistas alguns truques para tentar fugir de críticas apelando a uma falsa autoridade moral.

Na verdade, quem criticou o neo-ateísmo de Cibele está fazendo muito mais pela direita do que ela jamais conseguirá fazer, pois ao menos estão tirando pontos da esquerda. Já a Cibele, com seu discurso neo-ateu (mesmo que ela alegue ser católica, mas quanto a isso até o procurador Jefferson Dias, que palestra para neo-ateus, também alega) tem pontuado a favor da esquerda.

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25 COMMENTS

  1. ”Em suma, os que revidam os ataques dos neo-ateus fazem algo a favor da direita, e os que atacam junto com os neo-ateus fazem algo a favor da direita.”<- Gafe, era pra ser esquerda no lugar do ultimo ''direita''Rs

  2. Luciano, você acha que a ARENA tem conserto? Eu tenho dúvidas se criar um novo partido tenha alguma utilidade para a direita. Acho a estratégia gramsciniana do Olavo melhor. Ele nunca recomendou a criação de partidos novos, mas sim a conquista dos já existentes (e dos demais espaços ocupados pela esquerda hoje). As vezes tenho a sensação de que a Cibele não é uma olavete. Qual jovem direitista brasileiro não é olavete? É possível existir algum que não seja?

    Como pode a Cibele ter se livrado de toda a mentalidade esquerdista em tão pouco tempo? Eu deixei de ser esquerdista há 4 anos e ainda me pego as vezes com ideias esquerdista na cabeça. Muito estranho.

    No mais, parabéns pelo excelente trabalho Luciano Ayan!
    Força e honra!

    • Meu caro, tudo aquilo que vem do Iluminismo e do Positivismo vez ou outra vai dar um rebote na mente, tal qual aquela dose de LSD que um hoje septuagenário tomou quando ainda era um riponga doido de tudo na segunda metade dos anos 1960. Obviamente que não será um rebote no grau do vivenciado pelo ex-paz-e-amor, mas sempre vai estar em sutilezas que poucos perceberão, mas nós sempre perceberemos.
      Talvez o principal que devamos fazer com o capital adquirido quando dos períodos politicamente religiosos é aproveitar o conhecimento recebido nesse período. Temos justamente a vantagem de conhecer a dinâmica da coisa de maneira mais aprofundada que a média. Nós já fizemos o mesmo que eles, acreditamos no mesmo que eles, já fomos eles, mas nos envergonhamos daquilo que fomos e buscamos olhar para aquilo que fomos e extrair daquele período a essência para que não sejamos aquilo e ajudemos outros a deixarem de ser.

  3. Henrique_g_o, eu acho que para começar a ficar em pé de igualdade com os esquerdistas nessa guerra política, temos que fingir que somos esquerdista.

    Todo anticomunista sabe que esquerdista adora slogans e palavrinhas de efeito. Se começarmos a usar isso para a causa da direita, os esquerdistazinhos ficarão confusos.

    Palavras politicamente corretas são muitos usadas pelos esquerdistas ao lado das ditas palavras de ordem.

    Por exemplo:

    Justiça social; igualdade; direitos humanos;…e claro, a própria palavra socialismo hoje é uma palavra de efeito. A minha ideia é pegar essas palavras de efeito e slogans esquerdistas para confundir a esquerda.

    Eu particularmente considero perda de tempo criar partidos políticos: isso é perda de tempo e de dinheiro.

    O que nós temos que fazer é a mesma coisa que a esquerda: ONGs, “Movimentos Sociais”,…

    Por exemplo:

    Se no campo existe os terroristas do MST; poderíamos criar o “Movimento Social Pelo Agronegócio”; justiça social pelos trabalhadores (empresários) privados do campo;…

    Se nas grandes cidades existem as mais nojentas ONGs e “movimentos sociais”, poderíamos, para confundir a esquerdalhada, criar ONGs e falsos “movimentos sociais” para aos poucos implantar a mentalidade da direita (e por que não dizer, de livre iniciativa) na cabeça das pessoas.

    Tenho até alguns nomes para confundir a cambada da esquerda:

    Justiça Social para a autodefesa pessoal;

    movimento socialista de livre iniciativa (lembrem-se que é para confundir a esquerda);

    socialistas pela propriedade privada;

    socialistas pela defesa da instituição familiar (qual é o esquerdistazinho que vai querer falar abertamente contra instituição familiar?);…

    Todos nós sabemos que a mídia no Brasil tem a tendência de apoiar tudo o que leva socialismo no nome ou tenha palavras politicamente corretas no meio desses nomes.

    Eu coloquei vários comentários no Mídia Sem Máscara falando sobre isso (quando ainda se podia colocar comentários). Ninguém me questionou.

    • Excelente Renato.

      Outras coisas que sugiro é chamá-los de conservadores e reacionários de esquerda. Exemplo:

      – Queremos reduzir os impostos. Esquerdistas não querem? Reacionários, pois estão reagindo em uma mudança que propomos.

      Por isso só uso o rótulo de conservador de direita.

      Gostei de suas idéias.

      Abs,

      LH

      • Luciano, é isso ai!

        Na parte que você fala sobre os impostos: “Queremos reduzir os impostos. Esquerdistas não querem? Reacionários, pois estão reagindo em uma mudança que propomos.”

        Para chamar a atenção da população e começar a desmascarar de uma vez por todas a esquerda, nós poderíamos falar assim:

        “Essa esquerda não quer o bem do povo (lembrando que temos que alertar a população, é para ela que estamos falando). Eles querem continuar taxando a população. Nós não. Nós queremos diminuir os impostos para o bem dos pobres. Para o bem do povo.”

    • Renato a sua ideia me dá dor de barriga. Dou muito valor aos meus princípios morais e ela vai de encontro a eles. Me parece que agir dessa forma não me tornaria melhor do que aqueles que tem mentalidade revolucionária (conceito do Olavo). O Olavo recomenda renunciar à própria revolução. Mas assim é a guerra, não é mesmo? Talvez a sua ideia tenha mais a ver com legítima defesa do que com mentalidade revolucionária. Na legítima defesa, se alguém tenta me agredir injustamente, eu sou autirizado pela lei a me defender com os meios que forem necessários. Posso esfaquear, esganar, atirar no meu injusto agressor e não estarei cometendo nenhum crime. Posso usar meios ruins para fazer uma coisa boa. Talvez a legítima defesa pode também ser usada para defender ideias injustamente agredidas.

      • Henrique_g_o, e quem te disse que a tática que estou propondo vai ferir os princípios morais?

        Não estou propondo criar partido político revolucionários e sim falsos movimentos e grupos de esquerda para confundir os esquerdistas. Eu deixei isso bem claro no meu comentário.

        Se você acha que quero fazer uma revolução, se baseando nos dizeres do Olavo de Carvalho, está brincando comigo.

        Do jeito que a esquerdalhada está tomando conta de tudo, futuramente a lei não vai te dar direito de nada. Nem de legitima defesa. Do jeito que as coisas estão, daqui a algum tempo se você se defender ou matar um bandido por legitima defesa, vai preso acusado de agredir ou matar uma “vítima da sociedade”.

        Parece que estamos mesmo ferrados!

        Anticomunistas como o senhor parece não ter nenhuma estratégia para lidar com a esquerdalhada.

      • Henrique,

        Acho que temos que questionar tudo que lemos, inclusive Olavo de Carvalho, Schopenhauer, John Gray. Não é por que “dizem” que devemos fazer algo que devemos fazer, mas sim que se apresente um ARGUMENTO para não fazer algo. Eu apresento um argumento para a ação pragmática, desde que dentro dos princípios de cada um. Exemplo de texto onde falo isso: http://lucianoayan.com/2012/11/11/um-raio-x-das-regras-para-radicais-de-saul-alinksy-pt-2-dos-meios-e-fins/

        Eu vi no fim de sua mensagem que você até entende a questão da auto-defesa, e com isso eu concordo, entretanto, na guerra política temos que ATACAR mais do que ficar nos defendendo.

        Qual seria um princípio moral que diria para não haver um ataque? Ou mesmo para não fazer um jogo político?

        Esta é uma questão extremamente importante, que poderá ditar o destino da direita dentro do debate político.

        Abs,

        LH

    • Em relação a agronegócio, o grande agronegócio não precisa de muito apoio e, se pensarmos, eles têm poder suficiente em qualquer governo. Garantem emprego? Garantem, mas sendo grandes corporações e com boas relações institucionais, conseguem se garantir em qualquer que seja o governo.
      Talvez o melhor fosse trabalhar com os agricultores familiares, aqueles que são de fato enraizados no campo e têm aquele ranchinho que era do avô e que por sua vez era do bisavô e que cujo título de posse é deles por usucapião (isso se não compraram com o próprio dinheiro uma glebinha). Esses não apenas garantem o grosso da comida que vai ao prato do brasileiro como também não são tão protegidos das intempéries financeiras quanto os grandes bem relacionados que citei no parágrafo anterior.

      Porém, estes estão na mesma situação de uma pequena empresa familiar urbana, se formos pensar. São a vaga de trabalho criada pela própria família para ela própria, são importantes (ainda mais que estamos falando de segurança alimentar) e nem de longe têm uma situação tão confortável quanto a do grande agronegócio.
      É possível que eles fiquem melhor do que estão sem que isso signifique cafetinar pobre ou torná-los dependentes de governo? Claro que é. Nada mais capitalista do que, por exemplo, aqueles projetos que conseguem eliminar o atravessador, por exemplo. É mais dinheiro no bolso de quem realmente faz o trabalho duro e mais conhecimento da vida real do que os pouca-prática que conhecemos por religiosos políticos de matriz libertária-anarcocapitalista, fora proporcionar-lhes uma boa proteção em relação aos muita-prática conhecidos por marxistas-humanistas. Você apenas eliminou níveis de uma “cadeia hierárquica” e tornou mais claro o processo para todos.

      Outras possíveis sugestões para ajudar os agricultores familiares:

      1) Orientação para cultivos exóticos que rendam mais dinheiro que a comida da cesta básica e possam complementar bem a renda (exemplo: cogumelos como shitake, shimeji e champignon, que podem ser cultivados em espaços pequenos como os de um alambique);

      2) Criação de pequenos animais que tenham muito giro de mercado e não demandem muito espaço.

      Veja-se que apenas e tão somente se está ajudando os pequenos proprietários a extrair mais dinheiro sem que os obrigue a mudar muito radicalmente suas vidas. Pensando em termos políticos, é daquelas coisas que poderia garantir uma grande margem de apoiadores de um projeto que não seja religioso político e também bloquear um avanço dos marxistas-humanistas.
      A outra oportunidade que se abre para bloquear a religião política está no próprio campo urbano. Quem deu uma lidinha que seja em notícias sobre redução de pobreza deve ter notado que a ascensão social não obrigatoriamente gera a manutenção de apoio a um determinado partido, por vezes ocorrendo o que os tais partidos não querem, que é perder o apoio que possuíam. Fala-se de “nova classe média”, mas esquece-se que esse tal setor acaba sendo acossado pelas mesmas agruras de quem ascendeu a esse estrato social em outras ocasiões (como foi com os imigrantes e seus descendentes). Passam a ser a mesma classe média que recebe na cabeça mais impostos que os degraus mais altos e mais baixos da pirâmide social. Passam a ser igualmente chamados de “burgueses” pelos religiosos políticos de matriz marxista-humanista-neoateísta, com o acréscimo de “ingratos” caso não façam o que eles querem, que é votar nos deles e seguir quietinho aceitando que cinco meses de salários sejam descontados em impostos que não possuem retorno adequado. Pelos estratos mais altos da pirâmide, passam a ser vistos como careiros se desejam receber salários mais altos que a baixa média de nosso rico país ou incapazes se estão desempregados e não atendem às exigências absurdas que os empregadores daqui tanto amam pôr em seus anúncios. Atentemos que nem todo mundo da classe média tem padrinho capaz de permitir uma vida tranquila mesmo que não se tenha talento para tal cargo. Iremos dar de ombros para a classe média, seja da nova ou velha, como ansiosamente desejariam os libertários-anarcocapitalistas do alto de suas inocências? Claro que não.

      Logo, como se pode ver, dá para, a exemplo de empresas, identificar demandas reprimidas na sociedade e que não estão sendo atendidas? Claro que dá e estas podem gerar bons capitais políticos. Significa que, a exemplo de marxistas-humanistas-neoateístas, seja preciso concentrar-se neles e chamar tudo que não for eles de inimigo e bode expiatório? Não, até porque dá para perfeitamente conseguir-se apoio nos setores cafetinados pelos religiosos políticos que citei, caso saiba-se lidar com eles e mantendo a lógica de não se criar direitos especiais para esta ou aquela parte da sociedade. Aliás, em boa parte das ocasiões dá para se ir sem falar qualquer coisa com governos, fora o quadro atual permitir que também se ponha a grande mídia de escanteio e ainda assim ser ouvido.

  4. 1) TALVEZ o problema seja só no meu lado, mas a imagem https://fbcdn-sphotos-d-a.akamaihd.net/hphotos-ak-snc6/188597_304563589661471_751076668_n.jpg não aparece aqui. Trocando o protocolo https pelo http, aí a coisa funciona ;

    P.S.: Descobri a causa do problema — os sites da rede “akamai” usam certificados de segurança “auto-assinados”, e por padrão o navegador Opera “chia” contra isso ( eu pessoalmente detesto o akamai, pois ele é “coisa do Yahoo!” >_< )

    2) Jair Bolsonaro contra Heródoto Barbeiro e outros três:

    http://www.youtube.com/watch?v=iuGwk8WXOh8

    3) E para os inimigos, um péssimo 2013 😛

  5. Luciano, tudo bem? Gostaria de tirar uma dúvida, referente ao seguinte trecho desta postagem:

    “Como mostrei no texto Rodrigo Constantino e as criancinhas da direita, aqueles que lutam contra o neo-ateísmo (sejam eles teístas ou ateus como eu) em alguns casos entenderam as regras do jogo, e de maneira adulta começam a tomar ações que prejudicam a implementação ou manutenção da ideologia de esquerda.”

    Você é ateu? Pergunto porque no “About” você se diz católico, ao responder a uma pergunta de um leitor.

    Obrigado e parabéns pelo blog.

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