Votos e metas para 2013

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Através do Facebook, tive a oportunidade de falar com vários leitores em “real-time”, trocar idéias, dar dicas e receber feedback. Enquanto isso, praticamente todos os dias este blog ultrapassa a marca de 2,000 visitas, em uma média acima de 80,000 visitas por mês.

Por tudo que tenho observado, prevejo um 2013 de muita preparação para as futuras guerras políticas contra a esquerda, que, no Brasil, a meu ver ainda nem começaram. Há muito trabalho pela frente.

Minha promessa para 2013 é alcançar a marca de 500 rotinas neo-ateístas mapeadas, e esta se tornará a maior prioridade para o ano que começa agora. Esta é minha principal meta para 2013, mas não a única.

Fiquei muito satisfeito ao notar fibra e vontade para luta política em vários contatos que tive, e, se eu pude ajudar ao menos que seja com um pouco (naquilo que chamo de trabalho de formiguinha), me dou por satisfeito.

Em relação aos votos, desejo um feliz 2013 para todos os leitores deste blog, e, além de fazer votos por muito sucesso individual para todos vocês, desejo também que todos tenham muita conscientização, aprendizado político e eliminação contínua das ingenuidades que cada um de nós possui (até por que somos humanos).

Que venha 2013!

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4 COMMENTS

  1. Luciano, primeiramente reforço os desejos de um feliz 2013. E o ano começa com coisas importantes, como o discurso de Kim Jong-un, líder norte-coreano sucessor de Kim Jong-il e Kim Il-sung, em que ele fala de encerrar a guerra com a Coreia do Sul e reformar a economia norte-coreana, que não decolou com as zonas especiais à moda chinesa.
    Fica meio difícil sabermos se isso poderá significar o começo de uma reunificação há muito esperada, mas é sinal de um reconhecimento de que a situação da Coreia do Norte realmente era aquela que imaginávamos ser pelos parcos dados que nos eram fornecidos. Ainda assim, é um abismo muito maior que aquele que havia entre as duas Alemanhas. Pode ser que o Norte esteja querendo “fazer a revolução antes que o povo a faça”, usando aqui uma expressão que conhecemos por aqui dos tempos de Getúlio.

    Analisando a situação, creio que interesse aos chaebols sul-coreanos que se instalem subsidiárias acima do Paralelo 38. Geoestrategicamente pensando, investimentos maciços da Coreia do Sul na do Norte também ajudariam a manter a influência chinesa mais distante. Se pensarmos que os sul-coreanos também investiram pesadamente na China e o gigante asiático não parece querer se indispor com aqueles que puseram dinheiro, também seria uma jogada favorável a Seul.
    Em uma reunificação, também interessaria ao Sul o poderio militar do Norte, até para dissuadir China e também iniciar um distanciamento dos Estados Unidos. O Norte também tem a população jovem necessária para continuar uma expansão produtiva (pensemos no Sul envelhecido e as dificuldades que a bomba demográfica causa). Pode até ser que autoridades dos dois países tenham em segredo feito conversas pela reunificação. Vale a pena mantermos a atenção nessa história.

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