Um fraudador esquerdista que vai além das fraudes habituais: Bill Maher usando a tática de ridicularização de Saul Alinsky para esconder sua formação alinskyana

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O vídeo acima é um momento revelador. Bill Maher, esquerdista até a medula, resolve usar a tática 5 de Saul Alinsky (“o ridículo é a arma mais poderosa do ser humano”), para fingir que… não conhece Saul Alinsky.

Eis que chegamos a um novo estágio do uso esquerdista das regras de Alinsky: usar todas as técnicas de Alinsky, especialmente a de número 5, para fingir que não conhece Alinsky.

O objetivo disto é bastante claro: tentar convencer a direira de que Alinsky não é tão importante para a esquerda como nós pensamos. É basicamente o truque de esquerdistas brasileiros que vivem tentando convencer a direita de que Gramsci não é tão importante para eles como nós pensamos. Duro vai ser esconder os trabalhos universitários feitos em cima das obras de Alinsky (especialmente por esquerdistas americanos) e de Gramsci (especialmente no Brasil).

No vídeo acima, especialmente na marca de 0:25, vemos claramente Maher olhar para um de seus convidados, também esquerdista, obtendo uma claque e conseguindo que seu amigo encene um sorriso amarelo. Toda essa encenação é para fingir que seus discordantes estão sendo ridicularizados. Senão, qual graça existe na expressão “Who the $#@$# is Saul Alinsky?”.

Como é tudo parte de uma encenação, do início ao fim, podemos rotular Bill Maher como um alinskyano puro sangue, que chega ao ponto de executar o programa de Alinsky até ao ponto de tentar fingir que ele próprio não lê Alinsky. Nem que para isso ele tenha que fingir que faz humor, e seu convidado fingir que está rindo.

Outro exemplo de Maher em total estilo alinskyano está abaixo, quando ele ataca um autor republicano que lançou um livro questionando a certidão de nascimento de Obama:

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Note que o argumento de Maher é pedir que o livro, entitulado “Where is the Birth Certificate?” seja mudado para “I´m Stupid”. Isso é o uso da ridicularização para fugir de um argumento.

Em suma, Maher nos mostra que a esquerda atingiu determinado nível de especialização nas técnicas de Alinsky, que agora alguns deles usam até recursos que podemos definir como meta-alinskyanos. Com isto, vemos que eles possuem fraudes específicas para agir quando os seus planos são descobertos. A picaretagem esquerdista chega ao estado da arte, o que significa que estamos lidando com uma arquitetura de fraudes extremamente complexa.

A refutação de Maher é algo a ser feito só para aqueles que chegam a um nível de conhecimento em investigação de fraudes argumentativas de forma a conseguir capturar castelos de fraudes, ou seja, fraudes feitas para sustentar outras fraudes, muitas vezes feitas para sustentar até outras fraudes.

Uma coisa é demolir fraudadores de Internet, que muitas vezes não conseguem entrar em campo com um arquitetura pronta de fraudes. Na maioria dos casos, eles vão usando suas rotinas à esmo. Outra coisa é alguém como Bill Maher, que não só pratica fraudes, como também tem fraudes na manga para agir quando descobrimos suas fraudes.

Justiça seja feita: Fingir que não conhece Saul Alinsky, utilizando uma técnica alinskyana para tentar despistar, é coisa de quem tenta tornar a vida do investigador de fraudes algo realmente divertido e inovador.

Bill Maher com certeza merece o prêmio de artista de fraudes esquerdistas.

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6 COMMENTS

  1. Como se debate com um especialista em ridicularização como o Maher? O cara não precisa nem argumentar para fazer a platéia deixar de ouvir o adversário…

    • É, Felipe, o nível de contra-ataque ali é outro: e a coisa começa com a refutação detalhada, mas em tom de ridicularização. É preciso ridicularizar o oponente fortemente, neste caso.

      Abs, LH

      • Problema de ”cara engraçado” é esse. Os argumentos não tem base lógica sólida, alguns são claramente fraudulentos e assim percebidos pelos mais-ou-menos avisados até, mas o status de celebridade e os fanzecos compensam isso. Um exemplo vulgar e não muito engajado politicamente: pc siqueira. O vesgolino simplesmente não argumenta, só alega e faz chacota(ou tenta) e a plateia aplaudindo o homem, dando o status de inteligente e paladino da razão a ele, quando não passa de um propagandeador barato.

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