Se as cantadas de rua agora renderão multas em Bruxelas, que tal aplicar a regra inversa? Entram em ação os NEGs.

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Fonte: Gazeta do Povo

Qual é a mulher que nunca ouviu uma cantada (o nome é até um eufemismo) na rua? São comentários que vão desde galanteios e “elogios” que a mulher não pediu para ouvir até palavreados de baixo calão, de conteúdo sexual, que envolvem violência, constrangem, fazem a mulher mudar de calçada, usar fones de ouvido e, não raro, sentir medo e pavor. Podem ser ouvidos a qualquer hora do dia, e independem do local, da roupa vestida pela mulher e se ela está acompanhada de crianças, da mãe e dos avós (raramente, porém, são ouvidas quando se está acompanhada de um homem. Por que será?).

Isso não ocorre só no Brasil, obviamente. Em Bruxelas, na Bélgica, país que supostamente está mais avançado no que diz respeito aos direitos humanos e das minorias, a situação é igualmente degradante. A prova está em um documentário gravado pela estudante de cinema Sofie Peeters, intitulado “Femme de la Rue” (A mulher da rua). Durante meses, ela filmou com uma câmera caseira os insultos que ouvia de homens na rua. O que se vê e ouve é chocante, mas muito familiar a milhares de mulheres.

Por conta do frisson que o documentário causou, a prefeitura de Bruxelas informou que os impropérios, denominados “insultos verbais na rua”, renderão multa que variará de 75 a 250 euros. Poderão ser aplicadas por policias quando o agressor foi flagrado cometendo o insulto, ou após investigação policial após denúncia da vítima ou testemunha.

A medida, que certamente não é suficiente por si só, é uma boa forma de começar a combater esse absurdo. Além do ato em si, que ofende e machuca, o que mais preocupa é a tolerância das pessoas. Ainda é natural, para muitas pessoas, presenciar comentários de estranhos sobre a aparência de uma mulher ou, pior, palavras em que o agressor afirma o que gostaria de fazer com ela se tivesse oportunidade. Até quando?

Obviamente que apenas a repressão não basta. É necessário educar. Mostrar o quanto isso humilha a dignidade tanto de quem ofende quando de quem é ofendido. Que isso não é normal. Que abre precedentes para atitudes mais violentas, como uma “passada de mão” ou o sexo forçado em si. Mas é importante que este tipo de atitude tenha punição. Para que se saiba que a vítima pode denunciar, e que o agressor terá de pagar, literalmente, pela sua falta de educação, sensibilidade e respeito.

Vale lembrar, no entanto, que para que uma medida como essa tenha eficácia, é preciso treinar melhor os agentes públicos, como os guardas municipais e policiais que atenderão/investigarão a ocorrência. Para muitos, isso é algo normal, faz parte da cultura e não é um ato grave — até eleva a auto-estima da mulher (!). Há até os que achem que a mulher é merecedora da “homenagem” se estiver vestida de “forma imprópria”, em “local perigoso” ou “desacompanhada”. Assim, não há boa intenção que funcione.

Meus comentários

O texto acima, da Gazeta do Povo, é tão histérico e embebido de clichês feminazis que não merece nem o comentário.

Entretanto, sugiro uma dica ao pessoal de Bruxelas, e também do Brasil. Ao invés de usarem cantadas para as mulheres na rua, utilizem os NEGs, que funcionam muito melhor do que qualquer cantada. Podem ser usados na balada, no supermercado ou em qualquer lugar onde existam mulheres.

Segundo os PUA’s, os NEGs são “declarações ou ações como objetivo de brevemente desqualificar alguém de ser um pretendente em potencial”. Outro termo para defini-lo seria uma “indicação sutil de desinteresse”.

Em resumo é assim que funciona: existe uma massa de homens betas que estão doidos por uma garota, e então manifestam seu interesse publicamente. Um macho alfa atua de forma inversa, utilizando afirmações que podem até baixar a auto-estima da mulher.

Um exemplo é chegar para uma garota e dizer “Ei, o seu vestido é legal. Não combina com o seu sapato, mas é legal”. NEGs são combinados com elogios muito sutis, seguidos de outro NEG, e assim sucessivamente, de acordo com a calibragem. (Por isso ficar apenas na teoria não é o mais indicado)

Se a garota for qualificada como HB (hot babe), ela não está acostumada a ouvir este tipo de ID (indicação sutil de desinteresse), e tende a perceber o homem como “menos necessitado”, isto é, de “maior valor”.

O engraçado é que mesmo sendo o oposto de uma cantada, na qual se joga com o psicológico da mulher, elas também reclamam que isso é machismo. Enfim, feministas não se decidem. Se usamos uma cantada, reclamam, mas se fazemos NEGs, que é o oposto de uma cantada, reclamam também. (Embora elas não reclamem dos NEGs na hora em que os usamos, pois não conseguem percebê-los – mas ficam bravas com um texto desses)

Mas dificilmente conseguirão proibir os NEGs, que sempre funcionarão muito melhor do que qualquer cantada.

Só que no caso da Sofie Peeters (foto), a estudante que sugeriu a lei, ela é no máximo uma nota 5, de forma que o NEGs em direção a ela precisam ser suaves, pois a auto-estima dela não deve ser “aquelas coisas”.

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15 COMMENTS

  1. Luciano, esse jornal não entendeu nada. Esse vídeo foi feito há tempos pra mostrar como os imigrantes muçulmanos assediam as mulheres brancas nas rua de Bruxelas, especialmente em bairros onde a polícia não se atreve a entrar para não se tachada de racista. Então agora ficamos sabendo que a resposta do governo esquerdista foi “criar uma multa” contra o comportamento abusivo dos homens, sem nenhuma palavra contra a “cultura” negra e muçulmana. Putz, essa multa nunca vai atingir os negros e muçuns, e as feminazis saem gritando vitória contra os homens numa batalha imaginária que elas inventaram. Mas o pior de tudo mesmo é que as mulheres brancas esquerdistas continuarão a serem assediadas e estupradas nestes ‘bairros proibidos”. Esses esquerdistas todos se merecem…

  2. Dei uma pesquisada na internet e parece que a autora não cita em nenhum momento que os assediadores são os imigrantes, mas as imagens claramente mostram quem são os homens que propõe sexo casual pra ela. O blog “marxismo cultural” faz uma análise parecida com a sua, focando na tentativa da mulher de querer calar os homens e não deixá-los cortejar uma mulher. Na real, existe aí um case de loucura esquerdista, tentando simultaneamente impor a agenda feminista sem prejudicar a agenda multiculturalista.
    http://omarxismocultural.blogspot.com.br/search?q=bruxelas

  3. Hehehe…

    a) MULTA POR CANTADA DE CU É ROLA!!!

    Isso é uma palhaçada digna de esquerdista, mesmo! Só o q faltava!! Ora, não existe (não deveria jamais existir) essa ideia de “multa por cantada”. Já existe multa por atentado ao pudor. Isso já deveria servir como processo relativo à investidas violentas que atentam contra a dignidade da mulher.

    • b) É lógico q a intenção dessa lei não é proteger a dignidade da mulher e sim REPRIMIR a dinâmica natural de cortejo entre os sexos opostos, levando a sociedade a se comportar pelos ditames feministas para q se perca de vista a diferenciação de sexo, causando a destruição da família. A autoridade que assinou a favor dessa lei tem rabo preso com certeza!

  4. c) Não deveria haver alardes se todos considerassem q uma mulher safada quer realmente receber cantadas sujas e por isso vestem mini-saia. Ou será só existem safados do sexo masculino? Mas.. onde os paranoicos e mal intencionados esquerdistas puderem cravar suas bandeiras, eles cravarão. Ou como diria o Luciano, onde eles puderem capitalizar, capitalizarão (aliás, gosto do termo capitalizar tratando-se de socialistas, rs).

    As únicas q vão querer multa para cantadas de homens são lésbicas feministas.

  5. Segue a íntegra do documentário em questão:

    Que o vídeo é feito sob o prisma do politicamente correto, isso ninguém nega e isso vemos ao longo do mesmo (vide a tentativa de se querer ver algo de bom no multiculturalismo), mas vocês notarão que a maioria absoluta dos tais gracejos são de muçulmanos, sendo impróprio que se impute ao belga típico a culpa do todo desses ocorridos. Porém, parece-me haver componente malandro embutido na coisa e que vai além de querer imputar em um todo uma culpa específica: soa como tentativa de criar indústria da multa, uma vez que o policial poderá flagrar quem está com tais comportamentos e isso, a exemplo da denúncia da ofendida, poderá cair em um subjetivismo daqueles, a ponto de alguém que esteja na base do “morena bela, eu era, eu sou, bela morena eu serei o seu amor” seja punido, enquanto alguém que fale algo como “se pego essa mulher racho no meio”, bastando que o primeiro seja ouvido por quem tem agenda ideológica e o segundo seja ouvido por quem tem outros tipos de atitude. Ou mesmo julgando-se frases de mesmíssimo teor conforme o homem que as emitir.
    Se os bairros islâmicos de Bruxelas tiverem um alto grau de hostilidade para com os locais a ponto de ser impossível que os serviços públicos de segurança cheguem, tal lei será na prática uma letra morta daquelas. E, como diz o próprio vídeo, vamos estimar que seja um em cada vinte que façam isso. Logo

    A outra questão embutida é sobre se isso não cai perigosamente no campo de crime-ideia e no vídeo fica a sugestão de que as grosserias obrigatoriamente induziriam a uma violência física. É possível que essas multas sejam um protótipo de legislação ainda pior. Sabemos que marxistas-humanistas-neoateístas costumam fazer chiliquinho com palavrinhas mais duras que ouvem, mas ainda não sabemos se as coisas chegariam a este nível que a ficção mostra:

    http://www.youtube.com/watch?v=G1zhe85spsw

    Também me surpreende a falta de jogo de cintura dos europeus de localizações mais setentrionais comparados aos de localizações mais meridionais. Não me parece que uma italiana teria as mesmas reações que a belga em questão. Se perigar, soltaria um vaffanculo! daqueles que desmoralizaria os folgados. Ou até mesmo jogaria em cima disso, tal qual costumam fazer as brasileiras.

    http://www.youtube.com/watch?v=8j-53yv1nD4

  6. 1º Feminismo NÃO TEM NADA NADAAAAAAAAAAA A VER COM ESQUERDISMO, OK? pesquisem BEM antes de saírem por aí cometendo GAFES como essas.
    2º “Mulher não é propriedade para ser avaliada e apontada na rua.”
    Nenhum mulher quer saber se é 5, 6, 7 ou 10, ainda mais se esse critério for pela beleza. E antes de conversarem com uma mulher e derem uma cantada, pensem com a cabeça de cima, rapazes. 😉
    Nenhuma mulher gosta deste tipo de assédio. NENHUMA.

    • O feminismo exacerbado atual é essencialmente esquerdista. Mas concordo que algumas variações individualistas do feminismo não são esquerdistas. Mas são raras.
      Em relação a mulher querer “saber se é 5, 6, 7 ou 10”, é verdade, mas este é um interesse masculino. Assim como as mulheres ao ranquearem os homens em “5, 6, 7…”

      Abs,

      LH

  7. Cantada e Neg são coisas de homem idiota. Converse com a mulher normalmente, trate ela feito gente.
    Esse é o segredo. Mas machistas são incapazes de tamanha proeza..

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