O neo-ateísmo como uma terrível doença mental: agora tentam capitalizar com mentiras sobre o suicídio de uma tal Roberta Baeta

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MITOMANIA_by_quick2004

Que quase todo neo-ateu é um tipo de gente que não se furta em perder a dignidade em nome dos truques mais baixos e desavergonhados possíveis, quanto a isso nenhum leitor deste blog tinha dúvidas.  O que muitos não sabiam é que eles ainda conseguiriam superar todos os limites já ultrapassados de auto-humilhação, falta de vergonha na cara, perda não só da dignidade como da honra e especialmente comportamento criminoso.

Agora, a bola da vez está na tentativa deles capitalizarem em cima da morte de uma neo-ateísta militante de Internet, Roberta Paeta.

Antes, vejam este post do Paulopes a respeito:

No dia 28 de dezembro, por volta das 19h30, uma jovem morena colocou uma corda no pescoço e se matou. Órfã de pai, Roberta Baêta (foto) tinha 17 anos, era bipolar, sofria de depressão e em outras ocasiões já teria tentado o suicido.

A sua morte tem repercutido no Facebook, onde ela tinha um perfil que usava para sua militância ateísta. O perfil até ontem continua disponível, mas alguém deletou as postagens e as fotos.

Entre as fotos, havia registros da participação dela em manifestações a favor do Estado laico, por exemplo. Entre os textos, estava a transição de “Ex-freira Elizabeth, 73, conta como virou militante ateísta”, publicado por este site em novembro de 2012.

Amigos de rede social de Roberta conseguiram tirar cópia de alguns textos e fotos um pouco antes de serem deletados e com eles criaram uma página de homenagem à jovem.

Em um dos textos, Roberta reclama da rejeição que vinha sofrendo por ser ateia. “Estou cansada de gente que simplesmente me exclui de suas vidas ao saber que sou ateia, sem conhecer o meu caráter”, escreveu. A página da Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos no Face está dando destaque à mensagem.

Somente um psiquiatra informado sobre o caso de Roberta pode avaliar até que ponto a pressão familiar por ela ser ateia acentuou a sua depressão. Trata-se de uma questão delicada, porque envolve a dor quase insuportável de uma família que perdeu uma jovem.

Pouco se debate o suicido porque, para a sociedade e imprensa, o assunto é incômodo e virou tabu — acredita-se que evidenciá-lo é uma forma de encorajar outros a se matarem.

Não deveria ser assim porque o assunto exige mais atenção, tendo em conta que o suicido no Brasil é a terceira causa de morte entre os jovens de 15 a 19 anos. A taxa de incidência nessa faixa etária onde Roberta se encontrava se multiplicou por dez de 1980 a 2000, de acordo com dados do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da USP.

Os suicidas geralmente dão “avisos” de que pretendem se matar, o que pode ser entendido como pedidos de ajuda, de socorro. No caso de Roberta, além de postagens no Face, ela deu avisos explícitos nas vezes em que teria tentado pôr fim a sua vida, embora agora, a posteriori, fique fácil dizer isso.

Na página de homenagem, o que mais se encontra são mensagens de neo-ateus querendo atribuir o “suicídio” dela à religião de sua mãe. O perfil de Marcelo Monteles alega: “Mais uma vez os malditos fanáticos religiosos fazendo estragando vidas, uma pena”. Já Fernando Tomazi afirma taxativamente “Caramba, que mãe palhaça! Tanto escândalo pelo filho ser ateu! A coisa mais normal que eu já vi!”. Murillo Duran, ainda mais cara de pau, diz o seguinte: “Não foi a falta de amor a deus, a falta de ‘crer’ que matou ela; foi a perseguição religiosa, as pessoas cegas e preconceituosas que mataram ela.”

Só que no Yahoo Respostas!, a fraude é desmascarada aqui, por um amigo de Roberta Baeta:

Eu tenho ela como amiga no facebook, conheci ela e sei parte da história. Ajudei na divulgação dos amigos dela, e até coloquei um print aonde os religiosos entram na conta dela para excluir uma página de ateus (Minha, dela e de um amigo). Se acharam que não sou, olho no meu face http://www.facebook.com/gabriel.dutra.90… Irão ver que tenho-a como amiga.

Parem de ficar discutindo, não é algo de vocês a discussão e nunca será!
Voltem para miserável vida de vocês, bando de lixo de *****. Ateus, eu também sou ateu, mas ela não é motivo para se usar de exemplo irreligioso. Cristãos, deixem de dizerem que ela se suicidou só por ser ateia, ela tinha bipolaridade e depressão. Sendo assim, podia ter qualquer outra religião.

Só peço, não FIQUEM ENCHENDO O SACO!

Página que ela era GERENTE- http://www.facebook.com/pages/Ateus-Revo… (Eu sou criador da página)

Mais um agravante contra os neo-ateus reside no fato de que Roberta também confessou em seu Facebook, enquanto estava viva, que fazia ridicularizações da mãe em sua casa, ou seja, ela tinha por si só problemas sérios de sociabilidade até com a família:

evidencia_anti-religiao

Notem a contradição: segundo Roberta, sua mãe brigou com ela por causa dela “não acreditar em Deus”, mas em seguida ela diz que falou “brincadeiras”, concluindo com: “joguei fora um santinho”.

Quer dizer, até em casa Roberta agia como neo-ateísta, tratando os religiosos como inimigos. Só que o tal inimigo era a sua mãe. Como se nota, se a mãe brigou com ela, não foi por causa dela ser “ateísta”. A própria Roberta confessou que os motivos trancendem a mera descrença em Deus.

Portanto, qualquer tentativa de associar a morte de Roberta a “um suicídio causado por causa de rejeição de seu ateísmo” é uma safadeza absoluta, uma atitude vil e abjeta. Os neo-ateus sabem que estão mentindo para fazer seu jogo político. Basta esfregar estes fatos na cara deles, que eles nem sequer revidam.

Só que temos alguns fatos: Roberta vivia em Conselheiro Lafayete, em Minas Gerais. Portanto, não deve ser difícil encontrar a mãe dessa garota, e informar-lhe que ela está sendo difamada de forma vergonhosa na Internet por um bando de neo-ateus que querem capitalizar politicamente em cima da morte de Roberta. Orientá-la a processar todos os neo-ateus que choram lágrimas de crocodilo é um passo.

Em suma, o nível dos neo-ateus nunca chegou tão baixo. É o que se espera de grupos criminosos de Internet (e sim, denunciação caluniosa é um crime, assim como o discurso de ódio contra os religiosos tradicionais).

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11 COMMENTS

    • Essa situação da Roberta Baeta é digna de um processo. Mas o melhor seria se alguém encontrasse a mãe dela. É preciso jogar a m… no ventilador.

  1. Falam muito que a culpa do suicídio dela foi a intolerância que a mesma sofria pelos religiosos; Mas a verdade era uma só: Ela parecia ter pensamentos utópicos, queria que todos a aceitassem com seus desrespeitos e deboches numa boa.
    Na minha opinião, cada pessoa é responsável pelo seu próprio destino e por si mesma; Se a mesma quis se suicidar, a culpa foi exclusivamente dela. Só posso afirmar que o motivo que a levou a cometer suicídio foi fútil e bobo…
    Obs.: Notou que em algumas páginas haviam neo-ateus revoltados dizendo que a família a estava desrespeitando por fazer um funeral religioso para ela?

    • Ora, se não conseguem conviver em um ambiente de pais religiosos, que busquem a emancipação rápida e saiam de casa. Querer legislar sobre o que os pais fazem é dose.

      Abs,

      LH

  2. Concordo como vocês.
    Usando o esclarecimento do amigo dela como prova do quão desonesto é capitalizar em favor do ateísmo em cima de sua morte desta Garota! É mais que preciso encontrar a mãe dela, como também se for de consentimento da mesma fazer uma matéria e divulgando-a, esclarecendo assim este tremendo assalto da dignidade da garota, de sua mãe e dos religiosos em geral!

  3. Atualmente tem uma pergunta que não quer calar: O que será que a família desta menina está achando da ATEA a estar usando como “mártir” de suas causas fúteis e infantis?
    Bem que eu gostaria de ver algum pronunciamento de algum familiar dela…

  4. Isso só mostra que desse grupenho de moleques do Paulo Lopes só pode vim o mais fedorento dos movimentos! Que a mãe da moça saiba o que estão fazendo com o nome e dor dela e lhes coloque um processo! Quero vê a venda das camisas paga tudo!!

  5. Eu estou chocado com os comentários aqui.
    Concordo em partes com o texto sobre utilizar de uma tragédia pra promover uma idéia, mas vocês desmerecem o fato de que o outro lado está fazendo a mesma coisa e que religiosos também estão utilizando do acontecimento pra dar “pitacos”, apontando o dedo na cara de ateus pra provocar uma falsa sensação de que isso é coisa do “demônio”, ou que todo ateu é problemático, enfim. Esse lado não interesse a ninguém? E sobre o ocorrido da mãe em ter expulsado a filha de casa? Quer dizer, estão todos os lados, inclusive o desse site se utilizando pra promover ideias anti ou pró alguma coisa. E a morte dela sendo deixada de lado. Triste mesmo o texto puxar sardinha pra um lado e esquecer do que importa de fato.

    • Rafael
      Eu estou chocado com os comentários aqui.
      Seja específico. Quais os comentários que você quer refutar?
      Falar “os comentários” em geral não serve.
      Concordo em partes com o texto sobre utilizar de uma tragédia pra promover uma idéia, mas vocês desmerecem o fato de que o outro lado está fazendo a mesma coisa e que religiosos também estão utilizando do acontecimento pra dar “pitacos”, apontando o dedo na cara de ateus pra provocar uma falsa sensação de que isso é coisa do “demônio”, ou que todo ateu é problemático, enfim.
      Que eu saiba, nenhuma organização religiosa tentou capitalizar fazendo campanha de ódio contra neo-ateus na Internet dizendo ‘o suicídio é coisa do demônio’. E se alguma fizer isso, obviamente é um argumento muito ruim.
      Outro ponto em que você erra é achar que isso é uma guerra entre ‘ateus e religiosos’. Não, a guerra política que eu trato aqui é entre ‘neo ateus e religiosos’.
      E mesmo que algum religioso ainda use o argumento de que ‘suicídio é coisa do demônio’, sua comparação é extremamente infeliz, pois isso no máximo seria um argumento ruim, e não uma capitalização política, como a que a ATEA e o Paulopes tentam fazer.
      O argumento da militância neo-ateísta é que “a morte de Roberta foi causada pela religião”, e a culpa é da “mãe de Roberta”, “por ser religiosa”.
      Entendeu que a gravidade dessa acusação é muito maior?
      Uma coisa é um argumento ruim (e concordo com você que dizer que Roberta morreu ‘por causa do demônio’ é um argumento chinfrim), outra coisa é uma ação criminosa, de prática de denunciação caluniosa, que os neo-ateus estão tentando fazer. Portanto, pode-se apontar o dedo na cara destas organizações criminosas de neo-ateus.
      (De novo, não confunda ateus com neo-ateus, e eu sou um ateu)
      Esse lado não interesse a ninguém? E sobre o ocorrido da mãe em ter expulsado a filha de casa? Quer dizer, estão todos os lados, inclusive o desse site se utilizando pra promover ideias anti ou pró alguma coisa.
      Se a mãe expulsou a filha, isso prova o que?
      O seu argumento de “promover ideias anti ou pró alguma coisa” é ridículo, pois qualquer comunicação humana a respeito de um evento, em que exista um juízo de valor, sempre é anti ou pró alguma coisa. Exemplo: “Vai chover?”. A resposta pode ser anti-chuva ou pró-chuva. Não faz sentido você dizer que qualquer um que seja “anti ou pró alguma coisa” está automaticamente errado, e tentar comparar isso com A AÇÃO CRIMINOSA DA ATEA, DO PAULOPES E DE ALGUNS NEO-ATEUS QUE FIZERAM DENUNCIAÇÃO CALUNIOSA SOBRE A MÃE DE ROBERTA PARA FINGIR QUE ROBERTA MORREU POR CAUSA ‘DE OPRESSÃO DA RELIGIÃO’.
      Entendeu a diferença?
      E a morte dela sendo deixada de lado. Triste mesmo o texto puxar sardinha pra um lado e esquecer do que importa de fato.
      Errado. Roberta morreu, e se suicidou. Então, ela morreu por que teve vontade de morrer.
      Não é problema meu, e eu “deixaria de lado” o assunto da morte dela de imediato.
      A questão aqui não é a Roberta, mas A DESONESTIDADE INTELECTUAL DE ORGANIZAÇÕES CRIMINOSAS DE NEO-ATEUS que tentam falsificar informações para capitalizarem politicamente em cima da morte dela.
      Portanto, não é a morte de Roberta “o que importa de fato” aqui, mas sim a alegação dos neo-ateus de que a morte de Roberta foi “por causa de religião”.
      Capisce?

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