Mais delírios de Sakamoto: Ele quer que meninos brinquem de boneca e casinha. E eu aprovo a idéia! Mas só para os filhos de esquerdistas, evidentemente ;)

14
145

menino

Fonte: Blog do Sakamoto

Tenho dado bonecas de pano de presente para filhos de alguns amigos. Há algumas lojas que vendem brancas, negras, indígenas, asiáticas.

Diante do estranhamento dos pais (“Ah, mas ele é menino!”), tento explicar que brincar de boneca e de casinha deveria ser algo incentivado a ambos os sexos.

Formaríamos homens mais conscientes e menos violentos se eles entendessem, desde cedo, que cuidar de bebês, cozinhar, limpar a casa não são tarefas atreladas a um gênero, mas algo de responsabilidade do casal. Não há nada mais anacrônico do que tomar como natural que o homem deve sair para caçar e a mulher ficar cuidando da tenda no clã. Em alguns países, após um período inicial de licença maternidade básica, o casal escolhe quem continua fora do trabalho para cuidar do pimpolho. Podem decidir, por exemplo, que ele ficará em casa e ela irá para a labuta.

Enquanto isso, damos armas e espadas de brinquedo para os meninos. Dia desses, vi um par de pequeninas luvas de boxe expostas em uma loja – para lutadores de seis anos. Evoluímos como sociedade, mas continuamos fomentando a agressividade entre eles como se fosse algo bom. A indústria de brinquedos, com raras exceções, trabalha com essa dualidade “meninas precisam aprender a cuidar da casa e ficar bonitas para os meninos” e “meninos precisam aprender a governar o mundo”. Quem quer romper com isso encara certa dificuldade para encontrar produtos.

O filho de um amiga ganhou de presente um kit de panelinhas, prato e talheres de brinquedo. Ele adora. Mas foi duro encontrar um modelo que não tivesse estampas com desenhos de meninas. Isso sem contar as caixas, que trazem garotas brincando de cozinha, como se o produto não pudesse ser utilizado por garotos também. Isso sem falar dessa imbecilidade de que rosa é cor de menina e azul de menino. Quando alguém começa a defender esse maniqueísmo pobre, dá uma preguiça…

Brinquedos não deveriam trazer distinção de gênero. Ou como diz uma imagem que estava correndo o Facebook: “Como saber que um brinquedo é para menino ou para menina?” E faz uma pergunta: “Vibra?” Se a resposta for sim, não é para crianças. Se a resposta for não, vale para ambos os sexos.

O homem é programado, desde pequeno, para que seja agressivo. Raramente a ele é dado o direito que considere normal oferecer carinho e afeto para outro ser em público. Ou cuidar de bebês e da casa. Manifestar sentimentos é coisa de mina. Ou, pior, é coisa de “bicha”. De quem está fora do seu papel. Papel que é reafirmado diariamente: dos comerciais de produtos de limpeza em que só aparecem mulheres sorrindo diante do novo desentupidor de privadas até a escolha de determinados entrevistados por nós jornalistas, que também dividimos o mundo entre coisas de homem e de mulher. “Ah, mas o mundo é assim, japa.” Não, não é assim. Nós que não deixamos ele ser diferente.

Homens que trabalham no Brasil gastam 9,5 horas semanais com afazeres domésticos, enquanto que as mulheres que trabalham dedicam 22 horas semanais para o mesmo fim. Os dados são da Organização Internacional do Trabalho (OIT). Com isso, apesar da jornada semanal média das mulheres no mercado ser inferior a dos homens (36 contra 43,4 horas, em termos apenas da produção econômica), a jornada média semanal das mulheres alcança 58 horas e ultrapassa em mais de cinco horas a dos homens – 52,9 horas – somando com a jornada doméstica. Ou 20 horas a mais por mês. Ou dez dias por ano.

A análise mostra também que 90,7% das mulheres que estão no mercado de trabalho realizam atividades domésticas. Enquanto isso, entre nós homens, esse número cai para 49,7%. Porque brincar de casinha é coisa de menina.

Trabalho doméstico não é considerado trabalho por nossa sociedade, mas sim obrigação, muitas vezes relacionado a um gênero, que tem o dever de cuidar da casa. Às vezes, o casal trabalha fora e, nesse caso, terceiriza-se o serviço doméstico para outra mulher, seja ela babá, faxineira ou cozinheira. Sem, é claro, garantir a elas todos os direitos trabalhistas porque, até o Congresso Nacional aprovar nova lei, são cidadãs de segunda classe. E, diante da possibilidade de pagar direitos trabalhistas a quem faz o trabalho doméstico, a classe média pira.

A disputa é no campo do simbólico e, portanto, fundamental. Todos nós, homens, somos inimigos até que sejamos devidamente educados para o contrário. E os brinquedos que escolhemos para nossos filhos fazem parte dessa longa caminhada a fim de garantir um mínimo de decência para com o sexo oposto.

Abaixo, vídeo de uma sensacional campanha do governo do Equador contra o machismo que traduz em imagens o que quero dizer:

@

Meus comentários

Mais uma vez, previsível: a mania que já está em andamento na Suécia há tempos, chega no Brasil por ideólogos marxistas psicóticos como Sakamoto.

Basicamente, o argumento de Sakamoto se baseia na falácia anti-naturalista, ou seja, se um comportamento existe, é por que o aprendemos, sem nenhuma relação com a natureza humana. Claro que para falar uma besteira desse naipe, o sujeito nunca deve ter assistindo qualquer documentário animal do Discovery Channel.

Por outro lado, eu defendo ferrenhamente a idéia de que os filhos de esquerdistas devem brincar com bonecas e também brincar de casinha. Também deveriam brincar de médico com seus amiguinhos. Tudo estimulado por professores de esquerda. O problema só ocorre quando estes professores de esquerda querem fazer isso com os filhos de não-esquerdistas.

Em suma, assim como existe uma educação religiosa que deve ser dada apenas aos filhos de religiosos, sem obrigação dos filhos de não-religiosos participarem, o mesmo deve ser feito com as doutrinas dos marxistas culturais. Que essas aulas de meninos brincando de boneca e casinha sejam feitas de forma facultativa, com  professores não-assalariados (podem ser até marxistas como Sakamoto) e, é claro, fora do horário letivo.

Se for assim, em nome da liberdade de expressão, eu defendo que os filhos de Sakamoto brinquem de casinha e boneca. E depois que os filhos de pais não-esquerdistas possam rir deles. Até por que a liberdade de expressão garante o direito de ridicularização do outro.

Anúncios

14 COMMENTS

  1. Talvez Sakamoto tenha visto estes vídeos e continue a agir marxistamente cultural porque investiu muito nesse capital, mas não custa lembrar a ele destas coisas:

    http://www.youtube.com/watch?v=KQ2xrnyH2wQ

    http://www.youtube.com/watch?v=6EnZOwG4p1o

    http://www.youtube.com/watch?v=9P0PnEEIehc

    http://www.youtube.com/watch?v=dXmmgfTRkOk

    http://www.youtube.com/watch?v=dhULaCUqWWc

    http://www.youtube.com/watch?v=jUxpMBl7RBY

    http://www.youtube.com/watch?v=5ko-K6HxLx8

    Se ele acha ainda acha que ser homem é socialmente construído (assim como mulher dar à luz o é), seguem também este outro vídeo que narra um episódio acontecido por alguém achar que somos uma folha em branco e que o gene SRY presente no cromossomo Y não faz nada além de dar uma determinada morfologia genital:

    http://www.youtube.com/watch?v=MUTcwqR4Q4Y

    Ainda que eu tenha minhas desconfianças de ele esteja “alinskando” legal, seria interessante perguntar como conseguiram mensurar que homens trabalham 9,5 h/semana no lar enquanto mulheres fariam 22. Não há relógios de ponto nos lares, logo fica a pergunta de como a OIT tirou tais dados.
    Ainda na suspeita de que seja alinskada, para todos os efeitos ele segue com essa história de que homem heterossexual é ensinado a ser agressivo e que bateria e tiraria a vida de homossexual porque eles seriam sentimentais e isso seria o contrário de ser homem. Porém, ele obviamente não irá lembrar que foram muitos os homens heterossexuais que ajudaram André Baliera, como o próprio testemunhou em seguida. Logo, imagina-se que a imensa maioria deles não seja psicopata e, com isso, sejam perfeitamente capazes de se pôr no lugar de outra pessoa, assim como muitos homens eram os homens entre as 12 mil pessoas que pararam Délhi com protestos e que foram capazes de se pôr no lugar da falecida jovem de 23 anos que foi estuprada por seis caras.

    Ué, se tantos homens heterossexuais são capazes de se pôr no lugar de um homossexual e de uma mulher, a culpa dos ocorridos seria de quem além dos perpetradores? De abstrações como “patriarcalismo”? E esse patriarcalismo, como seria? Um misterioso espírito que se apossa de um homem e o guia inconsciente para fazer atrocidades de que não seria capaz de fazer se tomado do espírito titular daquele corpo? Então podemos dar como certo que os seis homens que planejaram e executaram o plano de estuprar a jovem dentro do ônibus agiram tomados por uma entidade maligna e, portanto, são inimputáveis? Não é o que parece quando vemos os indianos querendo para eles penas muitíssimo mais duras que aquelas que alguém no Ocidente receberia por tais atos.

  2. Os esquerdistas como o Sakamoto deveriam colocar os filhos deles para não brincarem somente de casinha, mas também de maquiagem, pintar as unhas, passar baton e passar blush no rosto, Meninas adoram brincar de maquiagem uma com as outras, por que não os meninos (dos esquerdistas, claro)?

    Sem ironias, conforme o Luciano mesmo disse, em nome da liberdade dos pais de educarem seus filhos com os valores que lhes convém, os esquerdistas poderiam desde a mais tenra idade dos seus filhos decorar o quarto deles com o tema “Barbie” (todo cor de rosa), comprar bonecas para eles e um kit de maquiagem completo. E quando eles estiverem mais crescidinhos nada de perguntar “e ai garotão, e as gatinhas?”, antes perguntar “E ai garotão, e os garotões?”.

    Com essas atitudes revolucionárias estaremos no caminho certo para acabar com todo o machismo e a homofobia dessa sociedade corrupta uma vez que descobrimos as causas da violência contra mulheres e gays que esta no modo dos pais de criarem seus filhos, isto é, dando-lhes carrinhos, espadas, super heróis de brinquedo e decorando o quarto deles com tom de azul e não com tom de rosa (agora eu fui irônico).

    Luciano, ao ler tanta besteira assim a tentação de cair na espiral do silencio é latente em você?

  3. Caro Luciano, sobre esse caso eu só posso dizer uma coisa; Esse esquerdóides geralmente se esquecem de uma coisa MUITO IMPOSRTANTE, que geralmente quem escohe a brincadeira, e também o que vai brincar é a PRÓRPIA CRIANÇA, e não os seus pais quem “impoem” a brincadeira a ela!! veja bem é NATURAL que meninos NÃO gostem de brincar de casinha com bonecas, eu vejo isso pelos meus primos pequenos, pra eles é muito MAÇANTE ficar brincadno com suas irmãs, pois eles gostam de brincadeiras de correr e mais agitadas, enquanto que as suas irmãs gostam de brincar de pentear, maquear e vestir bonecas, enquanto fingem serem a mãe delas, enfim é assim que acontece, NATURALMENTE, ninguém impõe isso as crianças, são elas mesmas quem preferem assim!!!
    Agindo dessa forma da pra ver que não são os pais das crianças que impõe brincadeiras a elas, e sim esses grupelhos ESQUERDÓIDES, e a sua mania de querer “corrigir” o mundo, que quer IMPOR que meninos brinquem com bonecas,e fiquem longe das “violentas” brincadeiras com arminhas, carrinhos e esportes!!!

  4. Isso sem falar Luciano, das femiNAZIS querendo também querendo que mães e meninas, boicotem bonecas como a Barbie, com a BIZARRA alegação de que esse tipo de boneca, “esteoritipa” a mulher, e que o ideal de beleza dela gera problemas de auto- estima nas garotas quando essas chegam a puberdade, enfim é uma coisa LOUCA, mais eu já li a respeito disso, talvez se você conseguisse fazer uma matéria sobre isso também no seu blog seria bem legal pra mostrar esse outro lado das LOUCURAS ESQUERDISTAS!!!

  5. Deixo aqui alguns comentários feitos na postagem do Sakamoto (aliás, dá para ver lá que tem uma galera dando umas lapadas embasadas nele). O principal de tudo é ver o quanto que eles denunciam ser antiquado e anacrônico o marxismo-humanismo. Seguem os ditos cujos:

    AlanRio 1 hora atrás

    Infelizmente, no Brasil, existe uma inércia mais que indesejável no avanço das idéias. Essa idéia de que meninos e meninas podem ter cérebros intercambiáveis é uma herança do empirismo, também conhecido como “tábula rasa”, segundo a qual o ser humano nasce como uma folha em branco e é moldado pela sociedade (idéia conhecida como construcionismo). Em países que estão na vanguarda do conhecimento, as experiências que embasam os avanços da genética comportamental e da psicologia evolutiva apontam uma maior influência de características inatas. Em outras palavras, é INADEQUADO persuadir meninos a brincar de boneca porque isso simplesmente vai CONTRA sua natureza intrínseca. E pode criar conflitos indesejáveis. E essa não é uma postura sexista. Reflete apenas o que as mais recentes pesquisas indicam: homens não precisam ser criados como meninas para se tornarem adultos compreensivos.

    visitante999 1 hora atrás

    Deveríamos dar games do Mario Bros para formar bons encanadores – está difícil encontrar bons profissionais nessa área – e banco imobiliário para formar milionários e acabar com a miséria.

    Carvian 3 horas atrás

    A diferença de gêneros é fundamental em qualquer espécie. Educar o menino para ser masculino e a menina para ser feminina não significa produzir chauvinistas e nem dondocas. Homem e mulher são complementares. Confundir os gêneros na infância somente gerará conflitos na adolescência e instabilidade na vida adulta. Creio que o Sr. Leonardo precisa estudar um pouco mais sobre o assunto antes de emitir opiniões tão superficias sobre algo tão sério.

    Elisa Cristina 3 horas atrás

    Sakamoto, vc tem cada uma…… Crianças devem brincar com crianças e com os brinquedos que quiserem. Crianças até uma certa idade brincam imitando aquilo que admiram no universo adulto. Mais que brinquedos, são as posturas que vão contribuir para a construção da personalidade, de valores e princípios. Na década de 50 meus irmãos e eu brincávamos de casinha, mamãe e filhinho, bandido e mocinho de médico, de escolinha, escritório,pega-pega, carrinho de rolimã, e improvisávamos armas com cabos de vassoura, usávamos panelas velhas de verdade, roupas e chapéus velhos de minha avó, carrinhos para imitar corrida na areia…. As meninas compartilhavam seus brinquedos com os meninos e vice-versa. Improvisávamos a maioria dos objetos necessários a cada brincadeira. Melhor que dar brinquedos “sexistas” que tal perguntar à criança qual brinquedo ela quer ganhar???? As posturas adultas é que vão influenciar, no futuro, o respeito ou desrespeito pelo outro. Não serão uma boneca ou um carrinho os responsáveis pelo machismo ou agressividade de uma criança. elisa cristina

    luizleandroana 3 horas atrás

    Estou criando o meu, mas não estou dando bonecas a ele. Estou mostrando a ele que uma pessoa com uma ferramenta como a internet na mão pode fazer. Mudando, distorcendo o que é verdadeiro, isso aqui é terra de ninguém cada um fala o que quer e arrasta milhões. Tem dia que não temos nada pra escrever, mas tem dia que podemos escrever uma Bíblia apenas com uma frase de meninos e bonecas.

    Luciano Henrique Ayan 4 horas atrás

    Eu aprovo a idéia, mas só se for para filhos de esquerdistas. A educação proposta para confundir gêneros deve respeitar o direito dos pais que não querem isso aos filhos.

    Mister Èquis 4 horas atrás

    Infelizmente, não é bem assim que funciona. A diferença não é de educação, mas biológica. Fizeram experimentos científicos nos quais bebês do sexo masculino de poucos meses de idade já preferem brinquedos tradicionais de meninos, enquanto bebês do sexo feminino preferem brinquedos tradicionais de meninas. Tem um documentário (inglês apenas) sobre o assunto, não dá pra linkar, mas procurem por “Brainwash” (the gender equality paradox) no Youtube. Ou leiam o blog do Mr X!

    seth sp 4 horas atrás

    Homens já nascem com 30 vezes mais testosterona do que mulheres e tem quase 4 vezes mais força…O que estão querendo com esse papo furado? MUDAR OS FATORES BIOLÓGICOS para “nivelarem” meninos e meninas??…ORAS…ME POUPEM DESSE PAPO FURADO…Talvez até uns 4 ou 5 anos, voces “consigam domesticar” um menino…depois, quando a maravilhosa testosterona aflora, nada segura os mulekes…E FIM DE PAPO!!

    seth sp 4 horas atrás

    Tudo papo furado do politicamente correto..Não dá para determinar isso ou aquilo sem levar em conta os fatores biológicos…Meninos são DIFERENTES de meninas e vice versa…Já criei menina e menino…A menina veio primeiro, e tudo era céu de brigadeiro e a gente achou que quando viesse um menino daria para “aplicar” as mesmas noções, orientações e até, dependendo, os mesmos brinquedos .Mas…Não foi bem assim…O menino já chegou causando, querendo saber de tudo, querendo desmontar tudo para depois montar tudo de novo, querendo abrir baratas para saber o que tinha dentro, querendo fazer coisas perigosíssimas, querendo andar de bicicleta com menos de um ano, querendo pular cercas, lutar coma irmã, pular pela janela e dizer que era o super homem, a curiosidade e disposição não tinham limites…..Tínhamos que ter cuidado dobrado com ele…E, conversando com casais amigos, a maioria dizia que era assim mesmo, com raras exceções..E PONTO FINAL!

    Time do sem 4 horas atrás

    Na boa, sem essa de educação de primeiro mundo. Meus filhos eu registrei como homens e dou brinquedos para meninos. Eu nunca brinquei com bonecas, de casinha ou outras sakamotices e ajudo minha esposa em casa e com as crianças. Jogar bola, soltar pipa e brincar de carrinhos não me transformaram num machista. Na boa, com o tempo começa a faltar o que fazer e vocês começam a procurar pelo em ovo… logo vão defender o que?

    Gabriel Vince 5 horas atrás

    Estudo norte-americano relaciona diferenças sexuais na escolha de brinquedos a fatores biológicos. Em comunidade de chimpanzés selvagens observada durante 14 anos, as fêmeas jovens brincam com objetos de modo maternal, enquanto os machos os usam como armas. Quem diz isso é o primatologista britânico Richard Wrangham, autor do estudo e professor do departamento de biologia evolutiva humana da Universidade Harvard (Estados Unidos). CHIPANZES MACHISTAS

    abcdasilvad 5 horas atrás

    Dr Sakamoto, você elabora títulos interessantes para matérias que deixam a desejar.

    Galo Candango 5 horas atrás

    Você é um caro com um pensamento exótico. E isso, é claro, carreia uma legião de curiosos ao seu blog, o que é bom para você e para quem o hospeda. Mas,convenhamos, seu texto não é para ser levado a sério. É divertido ler tanta esquisitice, desde que se saiba que não passa de piada, e que não é para ser levado a sério

    Rorschach1974 5 horas atrás

    Uma mulher foi eleita presidente do Brasil. Os crimes contra mulheres diminuíram? Não, porque uma coisa não tem nada a ver com a outra. Punições mais duras para criminosos, apenas isso funcionaria. Mas Sakamoto é contra isso….

    Marcus Felipe 6 horas atrás

    Desde criança eu varria a casa, limpava os móveis, lavava as louças, enxugava as louças, cozinhava, limpava o fogão, enfim, algumas atividades eu fazia de boa vontade, outras atividades eu fazia sob a ameaça de levar uma surra de cinto da minha mãe. Não é dando bonecas para um menino que você vai fazê-lo respeitar os homossexuais ou as mulheres, o respeito virá da educação que ele receber dos pais.

    ogro vermelho 6 horas atrás

    Os filhos apredem de forma natural com os pais.Não é preciso dar bonecas, ou no caso de meninas, fazer jogar. Os exemplos são expostos de formas natural. Na minha casa, meu filho sempre me viu ajudando a minha esposa nos afazeres domesticos.No início me perguntava se isso não era coisa de menininha, e eu dizia que isso é uma coisa natural. Portanto, não precisa brincar de bonecas.

    Tamaran 7 horas atrás

    Dar bonecas a filhOs de amigos e falta de respeito com os pais, quem deve saber se irá educar o filho de forma alternativa são os pais e mais ninguém. Quer fazer experimentos científicos com crianças tenha filhos e faça o que bem entender com eles.

    Douglas Polo 7 horas atrás

    Até que chega a puberdade, com ela a testosterona e toda essa tentativa de racionalizar o irracional vai pro saco graças a boa e velha biologia… Sorry.

    Evandro Emmanuel 9 horas atrás

    Não discordo, mas pera lá! Tem criança que não curte e ponto. Em geral devido a psiquê da criança ela tem tendência a brincar de espada (em geral meninos) e casinha (em geral meninas. Nada tem a ver com tarefas domésticas. Minha mãe sempre ensinou a todos meus irmãos que tarefas domésticas são necessárias e imprescindíveis para se viver em grupo.

    Arlindo Menezes 8 horas atrás

    Concordo, Evandro, inclusive na Suécia já existem escolas onde as roupas são rigorosamente iguais para meninos e meninas e onde cada criança pode escolher os brinquedos que quiser, para brincar. Incrivelmente, os meninos preferem brincar com os blocos de montar casas e as meninas preferiram as bonecas. Biologia supera ideologia. Por mais que textos como esse só sirvam para estimular que nossas crianças virem cobaias em experimentos antiéticos de engenharia social.

    Por vezes, tenho a impressão de que o referido blogueiro, em que pese o marxismo cultural que prega e sua posição de “funcionalmente beneficiário” demonstrando que possui certa consciência de que boa parte das coisas que prega sempre foi só para ser da boca para fora (dentro daquelas “alinskadas” básicas), não se dá conta de que desempenha um certo papel de bobo da corte. ainda que se deva levar em consideração sobre se ele na realidade não está sendo um troll. Em qualquer postagem dele, sempre, sempre, sempre (a repetição é proposital) há pessoas que vão lá, desmontam com propriedade tudo aquilo que ele quis passar e ainda assim ele segue insistindo na mesma lenga-lenga.
    É tudo sempre na base da teoria na qual os fatos devem se enquadrar e, se não for assim, danem-se os fatos. Em postagens muito anteriores a esta, já o vi demonstrar um imenso desconhecimento da história do cotidiano brasileiro, cotidiano esse cuja realidade na prática tirava um dos argumentos que ele quis passar, que naquela postagem em especial usava as estratégias de coitadização das mulheres e pintura de um passado com as piores cores possíveis. Se o cara tira na base da orelhada um substrato da vida real que supostamente referendaria as teorias terceirizadas que passa adiante e a realidade histórica invalida, imagine que outras imprecisões podem estar sendo passadas adiante só para que o mundo supostamente valide uma tese.

  6. [b]”Claro que para falar uma besteira desse naipe, o sujeito nunca deve ter assistindo qualquer documentário animal do Discovery Channel.”[/b]

    Aqui eu casquei. Rs. 😀

    [b]” Que essas aulas de meninos brincando de boneca e casinha sejam feitas de forma facultativa, com professores não-assalariados (podem ser até marxistas como Sakamoto) e, é claro, fora do horário letivo.

    Se for assim, em nome da liberdade de expressão, eu defendo que os filhos de Sakamoto brinquem de casinha e boneca. E depois que os filhos de pais não-esquerdistas possam rir deles. Até por que a liberdade de expressão garante o direito de ridicularização do outro.”[/b]

    KkkkKKKkkkkkk… Luciano é foda!! 😀

  7. E o Sakamoto? Veste saia por acaso? Passa batom, rímel? Usa biquíni quando vai nadar? Veste-se de heroína de animes (combina com sua ascendência nipônica)? Talvez assim seria levado a sério dando exemplos (ou não).
    Sempre preferi brincadeiras de meninos (exceto futebol que sempre achei chato).
    Coincidentemente acabei de lavar as um monte de coisas que estavam na pia da cozinha.
    Desconfio seriamente que o politicamente correto é uma doença.

  8. Eu acho cômico quando setores do marxism cultural se chocam. Gostaria de saber de qual lado os neo-ateus vão ficar: da ciência (que eles tanto alegam “defender” e “representar”) ou do movimento gay?

  9. Messiass, você tem que colocar o seu comentário lá no blog do Sakalouco. Ficou perfeito!

    A gente poderia até fazer uma campanha na Internet:

    Sakamoto, não fale, dê o exemplo.

Deixe uma resposta