O conteúdo fecal da mensagem de repúdio do CFP contra Silas Malafaia

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Como muitos já provavelmente sabem, no domingo passado, 03/02, Silas Malafaia esteve no programa de Marília Gabriela para uma entrevista. Enlouquecido, o humanista e gayzista Eli Vieira fez uma “refutação” com uma quantidade de falácias e fraudes intelectuais tão extensiva que tudo só poderia ser encarado na base da piada.

E, como não poderia deixar de ser, a máxima do Barão de Itararé segue implacável: de onde menos de espera, daí mesmo é que não sai nada. E do CFP, órgão aparelhado por marxistas culturais, eu não poderia esperar mesmo nada que prestasse em uma nota de “desagravo” a Silas Malafaia. O engraçado é que a nota saiu no dia 07/02/2013, às 16:24, ou seja, quatro dias após o programa. Precisar de quatro dias para escrever um conteúdo tão bizarro é vergonhoso.

Segue o comentário de cada parágrafo da nota de desagravo, entitulada “CFP se posiciona contrariamente às declarações de Silas Malafaia”.

O Conselho Federal de Psicologia (CFP) manifesta publicamente seu repúdio às declarações do pastor Silas Malafaia feitas no último domingo (3/2), durante um programa de entrevistas exibido pelo SBT. Em sua participação, o pastor evangélico agrediu a perspectiva dos Direitos Humanos a uma cultura de paz e de uma sociedade que contemple a diversidade e o respeito à livre orientação – objetos da atuação da Psicologia, que se pauta na defesa da subjetividade das identidades.

A coisa já começou patética. Silas Malafaia reclamou apenas o direito de criticar o comportamento homossexual (assim como um homossexual pode criticar o comportamento heterossexual), se manifestou pelo direito daqueles gays que querem buscar reorientação sexual e afirmou que o comportamento sexual gay é… um comportamento.

O que isso possui em termos de agressão a “perspectiva dos Direitos Humanos”? Simplesmente nada. E o que isso possui em termos de desrespeito à “livre orientação”? Novamente, absolutamente nada.

E em seguida o CFP contradiz a si próprio, auto-afirmando-se como defensor “da subjetividade das identidades”. Ora, subjetividade de identidade significa o respeito ao espaço íntimo do ser humano, espaço que não é respeitado pela CFP e pelos gayzistas, ao coagirem os gays que busquem mudar seu comportamento. Ao contrário, Silas Malafaia não tenta forçar os gays que querem continuar gays a mudarem seu comportamento.

Como se vê, é o CFP que não dá a mínima para a subjetividade das identidades, enquanto Malafaia as defende.

O começo do discurso do CFP cai no padrão do Barão de Itararé, de fato.

Sigamos:

As declarações de Malafaia, que é graduado em Psicologia, afrontam a construção das lutas da categoria ao longo dos anos pela defesa da diversidade. É lamentável que exista um profissional que defenda uma posição de retrocesso que chega a ser quase inquisitório, colocando como vertentes do seu pensamento a exclusão e o preconceito na leitura dos Direitos Humanos.

Como sempre, a realidade é exatamente a oposta daquela declarada pelo CFP.

Podemos considerar a posição de Silas Malafaia como muito mais progressista do que a posição reacionária e totalitária do CFP, pois Silas defende o direito de um gay que quer mudar seu comportamento, enquanto o CFP luta para retirar este direito.

No passado, quando um casal queria se separar, todos chamavam isso de uma aberração. Hoje em dia, é um direito dos casais que não suportam mais viverem juntos.

Hoje em dia, quando um gay quer mudar seu comportamento, o CFP e os gayzistas chamam isso de uma aberração. Silas luta pelo direito de um gay buscar mudar sua condição, assim como ocorre quando um casal heterossexual que se sinta infeliz no casamento queira mudar sua condição.

Fica claro que o CFP está do lado do retrocesso, com uma postura inquisitória, contrastada com a postura libertária de Silas Malafaia. Posição libertária, aliás, que tem sido digna de elogios.

Aliás, mais uma vez o CFP pisa em cima de todas as declarações de Direitos Humanos, pois exclui os gays que querem modificar seu comportamento daqueles que merecem direitos. Para o CFP, só existe um tipo de gay digno de respeito: aquele que quer continuar a ser gay.

Malafaia respeita os dois, mostrando que é muito mais adepto da liberdade e dos Direitos Humanos do que o pessoal da CFP. Se bem que ser melhor que a CFP em termos de apoio a Direitos Humanos não significa absolutamente nada…

O desastre intelectual segue abaixo:

Ao alegar que a homossexualidade é uma questão de comportamento, o pastor se mostra contrário às bandeiras levantadas pela Psicologia, especialmente no que tange a Resolução CFP nº 001/99, estabelece normas de conduta profissional para o psicólogo na abordagem da orientação sexual, visando garantir um posicionamento de acordo com os preceitos éticos da profissão e a fiel observância à promoção dos direitos humanos. Considera que a homossexualidade não constitui doença, desvio ou perversão, posto que diferentes modos de exercício da sexualidade fazem parte das possibilidades de existência humana.

Esperem aí… “bandeiras levandadas pela Psicologia”? Não deveriam ser teorias científicas? Ih, rapaz. Agora o caldo entornou de vez, pois provavelmente estavam com tanta “raivinha” ao escrever a nota de desagravo que cometeram um ato falho e entregaram os pontos: sim, eles não são um comitê científico, mas ideológico.

O argumento deles é uma coisa grotesca, que pode ser transposto para silogismo da seguinte forma:

  1. A homossexualidade não é doença, desvio e nem perversão
  2. Propor mudança de um comportamento é associá-lo a doença, desvio e perversão
  3. Chamar o homossexualismo de doença, desvio ou perversão é desrespeitar direitos humanos
  4. Logo, ao propor o direito de alguém mudar de comportamento, conforme o item (2), alguém está desrespeitando os direitos humanos, conforme o item (3)

É claro que o argumento acima é o suficiente para podermos expulsar um sujeito que o professa de qualquer aula de lógica. É um argumento digno de um vagabundo que não quer pensar ou de um fraudador intelectual que quer capitalizar politicamente. Só existem essas duas opções.

Que a homossexualidade não é doença, eu concordo, mas é um desvio em relação a um comportamento padrão, e também uma perversão em relação à função básica do relacionamento sexual humano (replicação). Note que eu não estou dizendo que por ser desvio ou perversão, estou contra o direito deles, pois eu não tenho nada contra o comportamento gay e o casamento gay, mas quis deixar claro que já na primeira sentença o CFP erra feio ao colocar “doença, desvio e perversão” juntos como se fossem praticamente a mesma coisa. A primeira premissa é, portanto, falsa.

Mas mesmo que não seja doença (enquanto é um desvio ou perversão, de acordo com o referencial, e citei os referenciais anteriormente), ainda é um comportamento passível de alteração, e, é claro, de alteração a partir de uma ajuda externa (de preferência um terapeuta). A segunda premissa também é falsa.

Por isso nem preciso refutar a terceira premissa de falsa, pois na verdade ela é uma mentira completa. Dar o direito de qualquer um mudar o seu comportamento, e ajudá-lo nesse processo, não tem nada a ver com desrespeito aos direitos humanos. Pelo contrário, é uma atitude digna de um cidadão que respeita os direitos humanos, ao contrário dos membros do CFP, que violam os direitos humanos daqueles que querem mudar seu comportamento.

A baixaria segue:

O dispositivo busca contribuir para o desaparecimento das discriminações em torno de práticas homoeróticas e proíbe as psicólogas (os) de proporem qualquer tratamento ou ação a favor de uma ‘cura’, ou seja, práticas de patologização da homossexualidade. Infelizmente, nada disso soa em consonância com o discurso de Silas Malafaia.

Se realmente o CFP quer reduzir a discriminação em relação aos gays, por que não busca reforçar nos gays contentes com sua sexualidade uma postura de cabeça erguida em direção aos gays descontentes e que querem mudar seu comportamento? Por que eles precisam ficar tão “infelizes” quando um deles resolve mudar seu comportamento? Não deveriam ficar contentes por que eles terão mais homens à disposição? (E, no caso das lésbicas, elas teriam mais mulheres à disposição…)

Além do mais, não é o psicólogo que “propõe”, mas sim o cliente que busca o tratamento. É totalmente diferente de um vendedor de telemarketing, que tenta lhe vender um novo cartão de crédito, por exemplo. Neste caso, o vendedor faz uma “proposta” ao cliente. Mas para qualquer consultório que não atue com vendas agressivas (ou seja, todos), a proposta sempre vem do cliente. Portanto, não faz o menor sentido dizer que existem psicólogos “propondo” tratamento para mudança de comportamento homossexual, quando na verdade a proposta vem dos clientes.

E mais uma vez: mudar algo não implica em chamar este algo de “doença” ou “patologia”. Na verdade, alguém pode até se incomodar com algo (seja lá o que for) como se fosse uma doença, e usar esta âncora como estímulo para a mudança. Mas não implica que algo só pode ser mudado em termos comportamentais se for “uma doença”. Como em todo parágrafo, o CFP abusa da retórica de baixo nível, que qualquer um que tenha lido sobre criticismo retórico consegue desmascarar de imediato.

A Resolução declara, ainda, que é um princípio da (o) psicóloga (o) o respeito à livre orientação sexual dos indivíduos e o apoio à elaboração de formas de enfrentamento no lidar com as realidades sociais de maneira integrada.  É dever do profissional de Psicologia fornecer subsídios que levem à felicidade e o bem-estar das pessoas considerando sua orientação sexual.

Mais um tiro no pé pelo próprio CFP. Ora, se a orientação sexual (e psicológica) de um homossexual disser que “a mudança de comportamento e consequente orientação é uma boa idéia”, então para eles o profissionais está proibido de “fornecer subsídios que levem à felicidade e o bem-estar das pessoas”. Quer dizer, respeito à orientação sexual só existe se o homossexual não quiser mudar seu comportamento. Esta é a mensagem escrotíssima lançada pelo CFP.

Esse tipo de manifestação da homofobia na sociedade brasileira contribui para a violação dos direitos humanos de parcela significativa da população. Vale lembrar que esses tipos de casos resultaram, no ano de 2011, em 278 assassinatos motivados por orientação sexual, de acordo com o Disque Direitos Humanos (Disque 100).

Putz! Estava demorando para surgir o truquezinho safado de chamar a discordância em relação ao comportamento gay de “homofobia”. Já desmascarei este truque aqui.

Está cada vez mais corroborada a minha tese de que esquerdista (assim como humanista) jamais irá discutir qualquer assunto, mas sim executar um conjunto de técnicas de propaganda embutidas dentro de um discurso que se pretende por sério, mas nunca é sério de fato.

Depois alguém ainda poderá objetar: “Ah, Luciano, eu não gosto quando você diz que o oponente faz truques! Prefiro chamá-los de ‘equivocados'”. Mas eu estou fazendo uma análise parágrafo a parágrafo do discurso do CFP, e em todos eles existem truques safadíssimos e de baixo nível. É só pegar um guia de falácias, um mapa de técnicas de propaganda e um guia de rotulagem e achar os truques. Não há mais a fazer do que isso.

Vamos aos truques principais deste parágrafo em análise:

  • Criticar o comportamento gay ou dar o direito deles mudarem seu comportamento é homofobia (já refutado anteriormente)
  • O ato contido em (2) é responsável por influênciar os 278 casos de assassinatos de gays (só que alguém devia explicar ao CFP que correlação não é causação)

Segue:

Dessa forma, podemos entender que a construção sócio-histórica da figura do homossexual como anormal que precisa ser corrigido e, por vezes, exterminado para a manutenção dos valores e do bem estar social, ainda se faz presente em nossa sociedade. Entretanto, a violência destinada a sujeitos que têm suas sexualidades consideradas como ‘desviantes’ não se resume a agressões e assassinatos. De fato, tais manifestações só se tornam possíveis a partir de uma rede de discursos que os colocam como inferiores, vítimas de sua própria existência. Esses discursos e práticas são, então, ações de extermínios de subjetividades indesejadas.

Mais truques. Eles agora fingem que “dar o direito à mudança de comportamento” é o mesmo que determinar que o gay “precisa mudar o comportamento”. Daí fazem um truque de apelo ao medo dizendo que isso significa que os conservadores cristãos defendem que o gay seja “exterminado para a manutenção dos valores e do bem estar social”.

Esperem aí: que raio de salto indutivo é esse que diz que a crítica a um comportamento implica em exterminar o grupo criticado? Não poderia ser a crítica ao grupo ao mesmo tempo em que se defende o direito do grupo ser o que é? Será que esses picaretas não leram Voltaire?

Reparem a sequência de truques:

  1. Considerar um grupo como digno de crítica por seu comportanento…
  2. Levará a agressões e assassinatos contra esses grupos…
  3. Logo, a crítica ao grupo é uma ação de extermínio de subjetividades indesejadas

Se for assim, então a crítica que Sigmund Freud fez aos religiosos em “O Futuro de uma ilusão” seria responsável pelo extermínio de cristãos?

Não, os ataques de propaganda que podem resultar em extermínio tem a ver com Demonização e Desumanização, e não se vê conservadores cristãos fazendo ataques deste tipo em direção ao comportamento gay.

A falácia da bola de neve praticada pelo CFP é imperdoável em termos lógicos e morais.

Mais:

Com base nessa realidade, é também uma tarefa da Psicologia contribuir para o enfrentamento da homofobia e suas repercussões sociais.  A importância dessa ação é tanta, que em novembro de 2012 o CFP assinou um termo de cooperação com a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR) para tratar do tema por meio de Comitês de Enfrentamento à Homofobia e da Campanha Faça do Brasil um Território Livre da Homofobia.

Só que nada disso acima faz o menor sentido pelo fato de que a crítica ao comportamento gay não configura homofobia…

Eles podem fazer quantas comissões quiserem, sempre torrando o dinheiro público, que não mudará o fato de que estão mentindo sobre o conceito “homofobia”, para enfim demonizar e desumanizar seus oponentes ideológicos.

Nada é mais esquerdista do que essa postura digna de um sociopata demonstrada pelo CFP.

Vamos ver se eles conseguem um parágrafo sem fraude. Este abaixo é o último:

A atitude desrespeitosa de Malafaia com homossexuais ressalta um tipo de comportamento preconceituoso que não se insere, em hipótese alguma, no tipo de sociedade que a Psicologia vem trabalhando para construir com outros atores sociais igualmente sensíveis e defensores dos Direitos Humanos. O Brasil só será um país democrático, de fato, se incorporar valores e práticas para uma cidadania plena, sem nenhum tipo de discriminação. Exatamente o oposto do que prega o referido pastor.

Como não poderia deixar de ser, só propaganda enganosa. A começar pela auto-rotulagem, com dois rótulos já mapeados aqui anteriormente: Cidadania (defensor da, representando a) e Democracia (representante da, em luta pela). Eu não disse que a seção Jogo de Rótulos seria útil? (Prometo que depois que finalizar a seção Propaganda, que terá 100 verbetes para propaganda, eu concluo a seção do jogo de rótulos, que deverá ter mais ou menos a mesma quantidade de verbetes que a outra)

Há algo de interessante aqui: quando está faltando assunto, as auto-rotulagens esquerdistas tendem a se avolumar, especialmente nas conclusões de texto. Além dos rótulos já mapeados (todos injustificados, como sempre), ainda definem o Malafaia como “inimigo dos direitos humanos”.

É hora de desmascarar mais essas falsas rotulagens.

Na verdade, criticar alguém por seu comportamento não significa ser preconceituoso quanto a essa pessoa. E mesmo que fosse um preconceito, ainda não estaria configurada a discriminação (já que preconceito é somente um “pré-conceito”).

A democracia visa a participação de todos, incluindo os homossexuais, como também aqueles que são críticos em relação aos homossexuais. Portanto, o CFP se mostra anti-democrático e totalitário, ao querer cercear o direito dos que criticam o homossexualismo, assim como tentar cercear o direito dos gays que procuram mudar seu comportamento.

Lutar pelo direito de todos, sejam homossexuai ou heterossexuais, ambos querendo mudar ou não seu comportamento, é uma postura totalmente diferente da que o CFP toma. Portanto, eles não tem moral alguma para abrir a boca e falar em “Direitos Humanos”.

E quanto a “cidadania”, ela deve existir para todos os cidadãos, sejam heterossexuais ou homossexuais, que queiram mudar seu comportamento ou não, e, neste ponto, Silas Malafaia está mais próximo de uma postura de apoio à cidadania do que o CFP.

Eu não concordo com Silas Malafaia em várias de suas idéias. Mas seu oponente, personificado aqui pela CFP, simplesmente é tão desqualificado que posso esmagá-lo em suas fraudes sem o menor peso de consciência.

Silas acredita em Deus, en não. Eu sou a favor da liberação do casamento gay, e Silas é contra. Eu sou a favor do direito dos gays adotarem crianças, e Silas é contra. Silas defende o direito de críticas a gays, e nisso concordamos.

Enquanto isso, não dá para concordar com praticamente nada do que o CFP propõe, pois um bando de marxistas culturais que aparelharam uma instituição que depende de dinheiro público (ou seja, do cidadão pagador de impostos, e esse dinheiro não nasce em árvore) usar ao menos uma fraude intelectual por parágrafo para pregar a sua agendinha política é simplesmente uma das coisas mais amorais possíveis.

Eu não considero o comportamento gay como algo “amoral”, até por que a maioria deles não está dando a mínima para as psicoses defendidas pelo CFP e pelos gayzistas. A maioria dos gays que eu conheço querem viver sua vida em paz, ao invés de transformar sua sexualidade em causa política. Muitos não ligariam se um outro gay resolvesse procurar terapia de reorientação sexual. Neste ponto são similares aos heterossexuais quando notam um heterossexual partindo para a homossexualidade. Dizemos: “Opa, o sujeito X agora gosta da fruta? Melhor, sobra mais mulher!”.

Pessoas sadias querem viver sua vida da forma que acham melhor, sem ficar pentelhando os “dissidentes” de seu grupo.

O comportamento doentio não está em gays ou heterossexuais, mas em gayzistas, que jamais representaram os gays, e nos adeptos do CFP, que jamais representaram a psicologia.

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27 COMMENTS

  1. O comportamento doentio está em alguém que se diz “pastor” (enviado de Deus, como muitos pensam e acreditam) se manifestar PUBLICAMENTE repetindo as doentias palavras: “Eu amo os homossexuais, assim como amo bandidos, assassinos” … essas são realmente palavras de conteúdo fecal … e todas as que estão escritas nesse extenso texto, radical e extremista, com uma visão totalmente pessoal (e nada imparcial) do autor.

    • Carlos,

      Demonstre a falha no argumento.

      Malafaia diz:

      1. Não concordo com o crime feito por criminosos
      2. Não concordo com o homossexualismo praticado pelos gays
      3. Eu amo as pessoas, mesmo que critique seus atos, conforme (1) e (2)
      4. Logo, amar alguém não implica em concordar com seus atos

      Pergunta: no que um silogismo válido implica em “doentias palavras”?

      essas são realmente palavras de conteúdo fecal …

      Pegue um guia de falácias de demonstre que são, oras…

      e todas as que estão escritas nesse extenso texto, radical e extremista, com uma visão totalmente pessoal (e nada imparcial) do autor.

      Cite 3 pontos “radicais e extremistas” do meu texto.

      Aliás, no meu texto eu defendo o direito dos gays se casarem, e o direito deles adotarem crianças (e são direitos que eles estão pedindo). A pergunta: cadê o extremismo e radicalismo nisso?

      Aguardo resposta.

      Abs,

      LH

  2. Não só concordo plenamente, como captei mais umas coisitas que estavam me confundindo. Porque eu não posso me basear em religião ou dogmas para assuntos como esses e, dessa forma, parabenizo pelo excelente texto; uma análise tão honesta quanto esclarecedora. Espero que o Malafaia esteja bem assessorado, pois a intenção da CFP é, claramente, denegrí-lo como profissional, religioso e homem.

    Forte abraço!

    • Vc não pode se basear em religião e dogmas pq isso é crime: charlatanismo, curandeirismo e exercicio ilegal de medicina, todos previstos no código penal. Foi justamente por isso que o méduim Dr. Fritz pegou alguns aninhos de cadeia 😉

      • Putz!!!!

        Agora psicologia virou medicina? hehehehehehe

        Não é possível fazer “charlatanismo, curandeirismo e exercício ilegal de medicina” com psicologia, principalmente psicanálise… 😉

        Erzulie, vá estudar!

        Abs,

        LH

    • Caramba, eu dei uma passada de olho por lá, e o material é surpreendente. Mas não vejo o blog como anti-ateísta, mas sim anti-neo-ateísta.

      Abs, LH

  3. Carlos, o conteúdo fecal escorre do CFP até você.

    Carlos escreve: a crença em Deus é algo pessoal de cada um. Não se pode ir aos jornais ou na televisão dizendo que tal coisa é assim e Deus aprova ou deixa de aprovar. Isso é manipulação.

    A crença em Deus é pessoal. Malafaia crê no Deus do cristianismo. Logo tem todo o direito de manifestar a posição de Deus baseada no livro sagrado dos cristãos. Isso não é manipulação. Isso é liberdade de expressão.

    Carlos escreve: todos sabem do estelionato em relação aos dízimos ou “trízimos”, sendo que até desempregados e pessoas que moram de favor teriam que dar 30% do que ganhassem (nem que fosse uma esmola) para que “Deus” lhes garantisse a casa própria.

    Isso que vc fez é manipulação e, acrescento, desonestidade. Vc tem provas para afirmar que dízimos, não vou sequer adentrar em trizimos, é estelionato? Então acho que vc deve juntar os documentos e entregar as autoridades competentes. Quem é vc para julgar? Ah tá, os incompreendidos são os coitadinhos que comandam o Movimento gayzista, o deputado Jean Wyllys, o Mott etc. Cresça, Carlos; Carlos, cresça!

  4. homossexuais querem são os mesmos direitos que qualquer pessoa tem, garantindo-lhes o especial direito de estar passeando na rua e não ser atacado fisicamente por um homofóbico.
    Além do direito a que o Luciano se referiu, existe também o direito à autodefesa. Só que o sumo sacerdote do gayzismo no Brasil não quer que as pessoas tenham meios de se defenderem desses ataques.
    http://www.youtube.com/watch?v=YEDRfEkjkzc
    E esse hipócrita safado ainda quer se arrogar na posição de “deputado defensor dos direitos humanos”. Ele é o exemplo típico de militante gayzista que você quer defender.

  5. Ilusão… talvez mais um dos nomes de Deus.

    Santa Ilusão, eu sou uma testemunha viva das profundas mudanças que a Ilusão provoca nos seres humanos quando estes se entregam em Seus braços. Esse mito judaico-cristão tem o poder de transformar pessoas.

  6. Quem sou eu para julgar a cobrança desses dízimos baseados em lendas???
    Sou um ser humano que trabalha ( e muito) e sabe o quanto o dinheiro e o sustento são difíceis de conseguir … o salário é suado … e eu me coloco no lugar de pessoas que trabalham em condições piores que as minhas e ganham muito menos … mas a fé dessas pessoas faz elas entregarem 10 ou 30% do pouco que ganham para um cara que sabe muito bem que Deus não vai fazer nada … aí está a “prova”! Precisa mais do que isso?

    Abraços!!!

  7. A minha segunda resposta foi direcionada para a Carla … agora que entendi a disposição das perguntas e respostas aqui … desculpe, Luciano! … a segunda e a terceira respostas são para a Carla!

  8. A tela do computador rolou e só agora que eu vi essa parte da sua resposta:

    “Isso que vc fez é manipulação e, acrescento, desonestidade. Vc tem provas para afirmar que dízimos, não vou sequer adentrar em trizimos, é estelionato? Então acho que vc deve juntar os documentos e entregar as autoridades competentes. Quem é vc para julgar? Ah tá, os incompreendidos são os coitadinhos que comandam o Movimento gayzista, o deputado Jean Wyllys, o Mott etc. Cresça, Carlos; Carlos, cresça!”

    Por favor, né Carla?! Achei que eu estava conversando com alguém que não levasse as coisas pro lado pessoal … Você me dizer: “Cresça” … pô, qual é? Menos!!! …

    E outra: Manipulação e desonestidade??? E por acaso são necessárias PROVAS para saber que Deus não dá casa própria pra ninguém??? Ora, por favor … Isso SIM é manipulação e desonestidade descaradas … e qualquer pessoa com o mínimo de estudo e de bom senso sabe disso … não é necessário reunir provas e levar para lugar nenhum. Só que, infelizmente no Brasil, ainda existem pessoas que realmente acham que “Deus dá casas” caso eles paguem o dízimo …

    É isso!!! Pode argumentar qualquer coisa, menos que o Silas é bem intencionado quanto a isso … e que ele “não é homofóbico”, apenas quer evitar um movimento gayzista.
    Olha esse vídeo e voce vai entender … daonde que um dinheiro (muito suado) doado a igreja do Silas, irá ser uma “semente” para Deus lhes dar a oportunidade de TER uma casa??? Daonde?? … Não!!! Acreditar na Bíblia é uma coisa … explorar o povo com lendas, é outra!!!

    Quem sou eu para julgar a cobrança desses dízimos baseados em lendas???
    Sou um ser humano que trabalha ( e muito) e sabe o quanto o dinheiro e o sustento são difíceis de conseguir … o salário é suado … e eu me coloco no lugar de pessoas que trabalham em condições piores que as minhas e ganham muito menos … mas a fé dessas pessoas faz elas entregarem 10 ou 30% do pouco que ganham para um cara que sabe muito bem que Deus não vai fazer nada … aí está a “prova”! Precisa mais do que isso???

  9. se não me engano este cfp é o mesmo que esta querendo caçar a licença de psicóloga da marisa lobo,por ela expor sua fé cristã.e o mesmo cfp que parabenisou a tatiane lionço,por esta ter declarado publicamente que o mov.lgbt pretende incentivar crianças a praticarem o homossexualismo….e este cfp tem a cara de pau de falar em respeito e democracia…..puta que pariu!!!!

  10. Carlos

    Eu não disse que é errado gastar o dinheiro com o que se gosta, incluindo igreja. Eu questionei o motivo pelo qual se gasta e no que voce “acredita” quando está gastando. Se eu gasto num carro, eu ganho um carro … se eu gasto na igreja esperando que isso seja uma “semente” divina (?) para uma futura casa porque alguém que eu “considero” como “homem de Deus” disse, NÃO NECESSARIAMENTE eu terei a casa … e nem o dinheiro de volta … estou falando de INTENÇÕES! Isso engloba também a questão do exagero feito em cima de toda essa questão dos homossexuais.

    Mas é você que está exagerando tudo..

    Quer ver?

    Você COMPRA um carro, e tem um carro. Aí você faz uma DOAÇÃO a uma igreja, por causa de uma crença que você tem, e quer um CARRO?

    PUTA QUE PARIU!!!!!!!

    Esse é o tipo de lógica que não dá para tolerar. Depois reclamam que eu refuto e esculacho…

  11. Carlos: Sou um ser humano que trabalha (e muito) e sabe o quanto o dinheiro e o sustento são difíceis de conseguir … o salário é suado … e eu me coloco no lugar de pessoas que trabalham em condições piores que as minhas e ganham muito menos … mas a fé dessas pessoas faz elas entregarem 10 ou 30% do pouco que ganham para um cara que sabe muito bem que Deus não vai fazer nada … aí está a “prova”! Precisa mais do que isso???

    Também sou um ser humano que trabalha (e muito) e sim, a minha fé entende que devo entregar – voluntariamente – 10% do que ganho para a igreja na qual congrego. A diferença é que eu vivencio o relacionamento com esse Deus que vc não crê, mas que tem abençoado a minha vida mais do que eu esperava. Mas isso é uma questão pessoal.

    Só para finalizar, Carlos, sou psicóloga. O CID 10, após intenso lobby gayzista, retirou a homossexualidade da lista de transtornos, mesmo assim ainda mantém o travestismo, o transexualismo, o voyeurismo, a pedofilia, a orientação sexual egodistônica – aquele que está sofrendo por não aceitar a sua orientação sexual – na lista de Transtorno de Personalidade.
    Veja que travesti e transexuais estão incluídos no movimento lgbt e permanecem segundo a OMS no grupo de transtornos, bem como homossexuais que não estão satisfeitos com a sua orientação sexual.
    Aí vem a CFP com esse bla bla bla esquerdista! A Marisa Lobo e a Rozangela Justino já foram processadas, agora vem o Silas… e por aí vai. O que essa cambada quer é entronizar o pensamento único. Mas haverá Resistência!

    Discordo do Malafaia, em muitas coisas. Aqui, estamos juntos. Acho que Luciano está correto. É hora dos cristãos de diferentes denominações, pessoas de outras religiões, ateus e agnósticos que defendem a liberdade de expressão garantida na Constituição Federal, se unirem.

    Aprendamos a lição dada pelo Pr. Martin Niemöller:
    “Um dia vieram e levaram meu vizinho que era judeu.
    Como não sou judeu, não me incomodei.
    No dia seguinte, vieram e levaram
    meu outro vizinho que era comunista.
    Como não sou comunista, não me incomodei.
    No terceiro dia vieram
    e levaram meu vizinho católico.
    Como não sou católico, não me incomodei.
    No quarto dia, vieram e me levaram;
    já não havia mais ninguém para reclamar”..

  12. O que tenho percebido é que no Brasil enaltece-se a diversidade sexual, a diversidade étnica e a diversidade cultural, mas a diversidade de ideias tem sido negligenciada. Querem cercear o direito a opiniões divergentes e a visão crítica. Relembro que a Constituição Federal nos confere liberdade de expressão, liberdade de crença e de culto, liberdade política e filosófica entre outras. O que significa liberdade filosófica? Significa liberdade de criticar, questionar e pensar. Quer dizer que o pastor Silas, como psicólogo, é obrigado a permanecer na “caixinha” do CFP? Quer dizer que tudo o que o pastor falar como psicólogo deve estar de acordo com o que o CFP pensa? Isso é um absurdo, tanto em termos científicos como em termos legais! O CFP não é o dono da razão! Filosoficamente, tudo pode ser questionado! Temos essa liberdade! A Psicologia enquanto ciência deve procurar aperfeiçoar-se em compreender o ser humano e, para isso, é necessário analisar diversos estudos e pontos de vista. Que a Psicologia prove o que, DE FATO, é a homossexualidade, sem discursos humanitários.

  13. Eu ia esquecendo … és um profundo conhecedor da língua portuguesa, pois conseguiu com “jogos de palavras”, usando as minhas próprias palavras, distorcer tudo que eu quis dizer … eu já vi que você apagou minha última resposta … tudo bem!
    Abs!

    • Carlos,

      Poste sua resposta com elegância, educação e sem provocações de parquinho. Esta é a regra deste blog. Farei um post sobre essa regra.

      Abs,

      LH

  14. LUCIANO “O engraçado é que a nota saiu no dia 07/02/2013, às 16:24, ou seja, quatro dias após o programa. Precisar de quatro dias para escrever um conteúdo tão bizarro é vergonhoso.”

    >>>Como “bizarro” e “vergonhoso” são opiniões suas não vou refutar. Aliás como você mesmo dizia no Orkut, são avaliações subjetivas. Também “precisar” foi uma forçada de barra sua. Talvez eles simplesmente quiseram escrever nesse prazo. Ou existe um prazo oficial para isso?

    LUCIANO: “A coisa já começou patética.”
    >>>Avaliação subjetiva sua, não vou refutar.

    LUCIANO: “Silas Malafaia reclamou apenas o direito de criticar o comportamento homossexual (assim como um homossexual pode criticar o comportamento heterossexual”
    >>>O advérbio “apenas” não cabe aqui. É MUITO criticar uma orientação sobre a qual não temos escolha. Nunca testemunhei um homossexual criticando instinto heterossexual.

    LUCIANO: “se manifestou pelo direito daqueles gays que querem buscar reorientação sexual”
    >>>Não existe isso de “reorientação sexual”, se existe prove demonstrando um conteúdo acadêmico de alguma universidade ou algum método que funcionou, caso contrário será invenção sua. Interessante que muitos homofóbicos que criticam o “comportamento” homossexual são o mesmos que criticam a classificação ex-gay…

    LUCIANO: “ e afirmou que o comportamento sexual gay é… um comportamento.”
    >>>Talvez o termo “comportamento” caiba para alguns homossexuais afeminados, mas no sentido de “comportamento escolhido” só os direitistas-caretistas-desumanistas que acreditam nessa balela.

    LUCIANO: “O que isso possui em termos de agressão a “perspectiva dos Direitos Humanos”? Simplesmente nada. E o que isso possui em termos de desrespeito à “livre orientação”? Novamente, absolutamente nada.
    >>>Do seu ponto de vista, nada, mas para mim e para talvez a maioria dos homossexuais significa ofensa a uma história de anos de sofrimento tentando se livrar de um instinto sobre o qual não se tem nenhum controle, sobre vários que como eu tentaram suicídio por pertencer a uma associação religiosa fundamentalista (somente eu conheço 06 pessoas que tiveram uma história de quase autoaniquilamento como a minha), significa ofensa a TODOS os meus amigos que sofrem por conta dessa postura preconceituosa direitista-caretista-desumanista.

    LUCIANO: “E em seguida o CFP contra
    diz a si próprio, auto-afirmando-se como defensor “da subjetividade das identidades”. Ora, subjetividade de identidade significa o respeito ao espaço íntimo do ser humano,”

    >>>Quem respeita esse espaço íntimo são os profissionais que vão analisar a causa do desconforto em possuir o instinto homossexual. Aqueles que arbitrariamente criticam baseando-se nas suas posturas direitistas-caretistas-desumanistas não respeitam a subjetividade porra nenhuma, respeitam a objetividade dos direitistas-caretistas-desumanistas preconceituosos.

    LUCIANO: “espaço que não é respeitado pela CFP e pelos gayzistas, ao coagirem os gays que busquem mudar seu comportamento.”

    >>>Puta que o pariu!!! Quem coage os gays a mudarem seu “comportamento” são os direitistas-caretistas-desumanistas.

    LUCIANO: “Ao contrário, Silas Malafaia não tenta forçar os gays que querem continuar gays a mudarem seu comportamento.”

    Mas faz propaganda contra fora dos muros da igreja. Ele não rouba mas segura a escada para o ladrão…

    LUCIANO: “Como se vê, é o CFP que não dá a mínima para a subjetividade das identidades, enquanto Malafaia as defende.”

    >>>Você parece usar técnicas de hipnose, de programação neurolínguistica e de como-vencer-um-debate-sem-precisar-ter-razão, não mostrou nada e diz “como se vê”. Putsss, depois que se tornou ateu, parece que perdeu a benção sobre seu discurso, Luciano. Talvez fosse melhor se usasse “como eu vejo”.

    LUCIANO: “Como sempre, a realidade é exatamente a oposta daquela declarada pelo CFP.Podemos considerar a posição de Silas Malafaia como muito mais progressista do que a posição reacionária e totalitária do CFP, pois Silas defende o direito de um gay que quer mudar seu comportamento, enquanto o CFP luta para retirar este direito.”

    >>>Para você que não gosta de chupar piroca e dar o rabo, vou explicar como funciona o “comportamento” gay masculino. Falo por TODOS os gays homens amigos que são mais numerosos do que os que você conhece e conseguem ter uma intimidade comigo que nunca conseguirão com você ou qualquer pastor, intimidade que propicie uma confiança para falar a verdade:
    1) O menino começa a sentir atração por homens (não só dar o cu e chupar piroca, isso envolve, voz, comportamento, etc.);
    2) Se a criança nasceu numa família cheia de direitistas-caretistas-desumanistas ela vai sofrer o pão que esse grupo amassa com o rabo para tentar se livrar desse instinto;
    3) Como ela não consegue, ou ela se rende à sua orientação e vai viver uma vida o mais feliz possível ou vai recalcar esse desejo, praticando sexo anômino após o casamento (e, como não está com seu aparelho psíquico elaborado, às vezes até transmite doenças venéreas para o cônjuge), batendo uma boa punheta escondido no banheiro vendo Gmagazine ou outra coisa qualquer…). Acho que não é falso dilema é? Se for, foda-se.
    4) Alguns podem procurar “terapia de reorientação” que, como não existe, consiste mais numa subterapia que envolve orações, exorcismo ou sacrifício.

    Isso é o que você considera progressita? E não me venha falar que o processo que eu descrevi acima é espantalho, não. Você não condições para isso.

    LUCIANO: “No passado, quando um casal queria se separar, todos chamavam isso de uma aberração. Hoje em dia, é um direito dos casais que não suportam mais viverem juntos.”
    Hoje em dia, quando um gay quer mudar seu comportamento, o CFP e os gayzistas chamam isso de uma aberração.

    >>>Outra forma de organizar sua frase:
    “No passado, quando um casal gay queria se casar, todos chamavam isso de uma aberração. Hoje em dia, é(em alguns países) um direito dos casais gays que não suportam mais sacrificarem seus instintos viverem casados civilmente ou religiosamente em religiões não cristãs.
    Hoje em dia, quando um gay quer viver seu instinto, os direitistas-caretistas-desumanistas chamam isso de uma aberração.”

    LUCIANO: “ Silas luta pelo direito de um gay buscar mudar sua condição, assim como ocorre quando um casal heterossexual que se sinta infeliz no casamento queira mudar sua condição.”

    >>>Ai, ai, seria falsa analogia? Foda-se! Comparar ser gay com ser infeliz no casamento, PQP!!!

    LUCIANO: “Fica claro”
    >>>Claro para você, né, Luciano? E para aqueles que como eu, até há pouco tempo, não viam seu lado direitista-caretista-desumanista preconceituoso.

    LUCIANO: “o CFP está do lado do retrocesso,”
    >>>É mesmo! Você tem razão, Luciano! O CFP está querendo voltar àquela época em que homossexualidade não era considerada doença, que os gays podiam se expressar emotivamente em público, que as igrejas mantinham seus dogmas dentro de seus templos, que os gays podiam se casar civilmente ou religiosamente em igrejas não cristãs não é mesmo? Realmente a CFP está retrocedendo…

    LUCIANO: “com uma postura inquisitória, contrastada com a postura libertária de Silas Malafaia. Posição libertária, aliás, que tem sido digna de elogios.”
    >>>Parabéns, Sila Malafaia, pela sua postura libertária. Nós homossexuais lhe agradecemos pelo respeito que temos recebido de pessoas desequilibradas que ouvem seus discursos e nos perseguem. Valeu! Clap-clap-clap…

    LUCIANO: “Aliás, mais uma vez o CFP pisa em cima de todas as declarações de Direitos Humanos, pois exclui os gays que querem modificar seu comportamento daqueles que merecem direitos. Para o CFP, só existe um tipo de gay digno de respeito: aquele que quer continuar a ser gay.”

    >>>Ah, como diz o Olavo, Luciano, vai tomar no cu!!! Se um gay quiser modificar seu instinto, após uma terapia sadia, caso há uma confusão e realmente o paciente possui uma orientação mais hétero, certamente o profissional vai ajudar o cliente a elaborar isso vivendo a sua heterossexualidade. Não existe proibição de tratar homossexualidade, mesmo porque o tratamento não existe. Você está deformando as coisas para caberem no seu discurso anti “humanista-gayzista-e-mais-istas”

    LUCIANO: “Malafaia respeita os dois, mostrando que é muito mais adepto da liberdade e dos Direitos Humanos do que o pessoal da CFP.”

    >>>E como!!! Os gays que vivem no mundo evangélico que o digam…

    LUCIANO: “Se bem que ser melhor que a CFP em termos de apoio a Direitos Humanos não significa absolutamente nada…”

    >>>Avaliação subjetiva sua, vou ignorar.

    LUCIANO: “Esperem aí… “bandeiras levandadas pela Psicologia”? Não deveriam ser teorias científicas?”
    >>>Olha o preciosismo com as palavras! Por que não o texto não pode significar “bandeiras levantadas pela Psicologia DEPOIS DE ESTUDOS FEITOS”? Você acha que todo texto tem que possuir exatamente a melhor frase e não deixar nada subentendido?

    LUCIANO: “Ih, rapaz. Agora o caldo entornou de vez, pois provavelmente estavam com tanta “raivinha” ao escrever a nota de desagravo que cometeram um ato falho e entregaram os pontos: sim, eles não são um comitê científico, mas ideológico.”

    >>>Acho que foi o contrário. Você, com o seu preciosismo, é que demonstrou sua preconceituosa postura ideológica.

    LUCIANO: “Sim, mas
    O argumento deles é uma coisa grotesca, que pode ser transposto para silogismo da seguinte forma:
    1. A homossexualidade não é doença, desvio e nem perversão
    2. Propor mudança de um comportamento é associá-lo a doença, desvio e perversão
    3. Chamar o homossexualismo de doença, desvio ou perversão é desrespeitar direitos humanos
    4. Logo, ao propor o direito de alguém mudar de comportamento, conforme o item (2), alguém está desrespeitando os direitos humanos, conforme o item (3)”
    É claro que o argumento acima é o suficiente para podermos expulsar um sujeito que o professa de qualquer aula de lógica. É um argumento digno de um vagabundo que não quer pensar ou de um fraudador intelectual que quer capitalizar politicamente. Só existem essas duas opções.”
    >>> Vamos deixar o falso dilema de lado (aprendi com você). Meu caro, primeiro você vai ter que demonstrar que homossexualidade é comportamento e não instinto/ condição para validar a premissa 2. Segundo, fraudador intelectual está mais para o jogo ceticista-corporativo que você propõe em seu site sobre o assunto. Lá você já apresentou alguns truques..

    LUCIANO : “Que a homossexualidade não é doença, eu concordo, mas é um desvio em relação a um comportamento padrão,”

    >>>Comportamento mais uma vez?

    LUCIANO : “e também uma perversão em relação à função básica do relacionamento sexual humano (replicação).”
    >>>Se sempre existiu homossexualidade, ela faz parte da variedade da expressão sexual animal, portanto o termo perversão não cabe, a não ser que você utilize dentro da semântica religiosa o que seria muito estranho para um ateu. Com respeito à replicação, o número de homossexuais comparados aos héteros é muito pequeno para atrapalhar a reprodução. Ah, não esqueci! É comportamento/opção, portanto pode ser ensinado. Ich, os héteros que não estão seguros estão em maus lençóis, agora entendo sua postura, Luciano.

    LUCIANO : “Note que eu não estou dizendo que por ser desvio ou perversão, estou contra o direito deles, pois eu não tenho nada contra o comportamento gay e o casamento gay, mas quis deixar claro que já na primeira sentença o CFP erra feio ao colocar “doença, desvio e perversão” juntos como se fossem praticamente a mesma coisa. A primeira premissa é, portanto, falsa.”

    >>>Ué, uma enumeração de substantivos pressupõe uniformidade semântica? Só se for na sua cabeça preconceituosa.

    LUCIANO : “Mas mesmo que não seja doença (enquanto é um desvio ou perversão, de acordo com o referencial, e citei os referenciais anteriormente), ainda é um comportamento passível de alteração, e, é claro, de alteração a partir de uma ajuda externa (de preferência um terapeuta). A segunda premissa também é falsa.”

    >>>O problema é que não é um comportamento. Então a sua segunda premissa é falsa.
    Já lhe propus um teste para você verificar isso. Veja, essa proposta, Luciano, como se fosse uma experiência que vai lhe ajudar a poupar tempo discutindo com uma lésbica com eu: escolha um homem que considere “boa pinta” (diga-se “bonitão” para os héteros), estipule um prazo, e tente dar o cu ou chupar piroca (ou vice-versa). Se conseguir, traga os vídeos e a testemunha que acreditarei em você. Caso contrário, ad nauseam seu afirmar que é comportamento.

    LUCIANO : “Por isso nem preciso refutar a terceira premissa de falsa, pois na verdade ela é uma mentira completa. Dar o direito de qualquer um mudar o seu comportamento, e ajudá-lo nesse processo, não tem nada a ver com desrespeito aos direitos humanos.”

    >>>Estou no aguardo do comprovação de homossexualdide=comportamento para a validação da segunda premissa.

    LUCIANO : “Pelo contrário, é uma atitude digna de um cidadão que respeita os direitos humanos, ao contrário dos membros do CFP, que violam os direitos humanos daqueles que querem mudar seu comportamento.”

    Idem acima.

    LUCIANO : “A baixaria segue:”

    >>>E como segue!

    LUCIANO : “O dispositivo busca contribuir para o desaparecimento das discriminações em torno de práticas homoeróticas e proíbe as psicólogas (os) de proporem qualquer tratamento ou ação a favor de uma ‘cura’, ou seja, práticas de patologização da homossexualidade. Infelizmente, nada disso soa em consonância com o discurso de Silas Malafaia.
    Se realmente o CFP quer reduzir a discriminação em relação aos gays, por que não busca reforçar nos gays contentes com sua sexualidade uma postura de cabeça erguida em direção aos gays descontentes e que querem mudar seu comportamento? Por que eles precisam ficar tão “infelizes” quando um deles resolve mudar seu comportamento? Não deveriam ficar contentes por que eles terão mais homens à disposição? (E, no caso das lésbicas, elas teriam mais mulheres à disposição…)

    >>>A baixaria sua, né Luciano? Se quis dizer com “mais homens” e “mais mulheres” mais héteros então seria pior para os homos! Ou héteros gostam de fazer sexo com homos? Vigimaria! O Luciano endoidou mesmo, primo!

    LUCIANO : “Além do mais, não é o psicólogo que “propõe”, mas sim o cliente que busca o tratamento. É totalmente diferente de um vendedor de telemarketing, que tenta lhe vender um novo cartão de crédito, por exemplo. Neste caso, o vendedor faz uma “proposta” ao cliente. Mas para qualquer consultório que não atue com vendas agressivas (ou seja, todos), a proposta sempre vem do cliente.”

    >>>Ah, entendi, você deve ter aprendido isso com sua namorada, né? Então eu vou a um psicólogo e faço uma encomenda comportamental e pago para ela me ajudar, porém sem garantia de conseguir nada… Será que eu e meus companheiros conseguimos nosso dinheiro de volta com juros e correção monetária devido aos anos de terapia cognitivo-“religiosa”-comportamental sem sucesso? Ou até mesmo dos pastores que não expulsaram nosso demônio-gay sendo que prometeram isso? Será que conseguiremos indenizações por danos morais devido a termos, confiando nas terapias de ONGs religiosas, fazer um monte de héteros perder tempo com a gente e vice-versa? Taí, seria interessante fazer um levantamento do índice de sucesso dessas terapias.

    LUCIANO : “Portanto, não faz o menor sentido dizer que existem psicólogos “propondo” tratamento para mudança de comportamento homossexual, quando na verdade a proposta vem dos clientes.”

    >>>Decidido, vou pedir indenização.

    LUCIANO : “E mais uma vez: mudar algo não implica em chamar este algo de “doença” ou “patologia”. Na verdade, alguém pode até se incomodar com algo (seja lá o que for) como se fosse uma doença, e usar esta âncora como estímulo para a mudança. Mas não implica que algo só pode ser mudado em termos comportamentais se for “uma doença”.

    >>>Haja milharal para tanto espantalho, heim Luciano? Quem disse que só se muda algo se for doença?

    LUCIANO : “Mais um tiro no pé pelo próprio CFP. Ora, se a orientação sexual (e psicológica) de um homossexual disser que “a mudança de comportamento e consequente orientação é uma boa idéia”, então para eles o profissionais está proibido de “fornecer subsídios que levem à felicidade e o bem-estar das pessoas”.

    >>>Vamos plantar mais milho, pessoal! Onde, Luciano, você lê que a orientação sexual mencionada no texto da CFP é necessariamente homossexual? A coisa funciona assim: primeiro o profissional vai ajudar o paciente a se descobrir e DEPOIS respeitar o que vier dessa descoberta, seja homo ou hétero. Vigimaria…

    LUCIANO : “Quer dizer, respeito à orientação sexual só existe se o homossexual não quiser mudar seu comportamento. Esta é a mensagem escrotíssima lançada pelo CFP.”

    >>>Essa é a mensagem escrotíssima que você tenta vender com seu espantalho de araque.

    LUCIANO : “Putz! Estava demorando para surgir o truquezinho safado de chamar a discordância em relação ao comportamento gay de “homofobia”. Já desmascarei este truque aqui.
    Está cada vez mais corroborada a minha tese de que esquerdista (assim como humanista) jamais irá discutir qualquer assunto, mas sim executar um conjunto de técnicas de propaganda embutidas dentro de um discurso que se pretende por sério, mas nunca é sério de fato.”

    >>>Acho que você está projetando, Luciano. Que o diga o seu site sobre corporativismo cético. Meu primo, embora seja grato a você por provocá-lo a refletir sobre falácias, me disse certa vez que estava desconfiando que você, na realidade, via técnicas que você mesmo empregava, principalmente depois do seu site sobre corporativismo. Já estou concordando com ele…

    LUCIANO : “Depois alguém ainda poderá objetar: “Ah, Luciano, eu não gosto quando você diz que o oponente faz truques! Prefiro chamá-los de ‘equivocados’”. Mas eu estou fazendo uma análise parágrafo a parágrafo do discurso do CFP, e em todos eles existem truques safadíssimos e de baixo nível. É só pegar um guia de falácias, um mapa de técnicas de propaganda e um guia de rotulagem e achar os truques.”

    >>>E que comece o jogo, né Luciano?

    LUCIANO : “Não há mais a fazer do que isso.
    Vamos aos truques principais deste parágrafo em análise:
    • Criticar o comportamento gay ou dar o direito deles mudarem seu comportamento é homofobia (já refutado anteriormente)

    >>>Desde que prove que comportamento=instinto.

    LUCIANO :”
    • O ato contido em (2) é responsável por influênciar os 278 casos de assassinatos de gays (só que alguém devia explicar ao CFP que correlação não é causação)”

    >>> Então explique para mim, Luciano.

    LUCIANO : “Segue:
    Dessa forma, podemos entender que a construção sócio-histórica da figura do homossexual como anormal que precisa ser corrigido e, por vezes, exterminado para a manutenção dos valores e do bem estar social, ainda se faz presente em nossa sociedade. Entretanto, a violência destinada a sujeitos que têm suas sexualidades consideradas como ‘desviantes’ não se resume a agressões e assassinatos. De fato, tais manifestações só se tornam possíveis a partir de uma rede de discursos que os colocam como inferiores, vítimas de sua própria existência. Esses discursos e práticas são, então, ações de extermínios de subjetividades indesejadas.
    Mais truques. Eles agora fingem que “dar o direito à mudança de comportamento” é o mesmo que determinar que o gay “precisa mudar o comportamento”.

    >>>Onde no texto se fala sobre comportamento?

    LUCIANO : “Daí fazem um truque de apelo ao medo dizendo que isso significa que os conservadores cristãos defendem que o gay seja “exterminado para a manutenção dos valores e do bem estar social”.Esperem aí: que raio de salto indutivo é esse que diz que a crítica a um comportamento implica em exterminar o grupo criticado?”

    >>>E que raio de ad nauseam é esse de confundir instinto com comportamento?

    LUCIANO : “Não poderia ser a crítica ao grupo ao mesmo tempo em que se defende o direito do grupo ser o que é? Será que esses picaretas não leram Voltaire?”

    >>>No caso do criticado, Malafaia, pergunte a ele se o ideal cristão fundamentalista dele não é “transformar” todos os gays em héteros.

    LUCIANO : “Reparem a sequência de truques:
    1. Considerar um grupo como digno de crítica por seu comportanento…”

    >>> No aguardo da sua prova de que instinto=comportamento. Com respeito ao verbo “considerar” foi um eufemismo do texto do CFP que diz “discursos e práticas”.
    ]
    LUCIANO :”
    2. Levará a agressões e assassinatos contra esses grupos…

    >>> você resumiu o que o texto do CFP diz “não se resume a agressões e assassinatos”. Nossa Senhora das Falácias! Você está se superando! Cria uma premissa baseada num conceito particular da palavra “instinto”, faz um eufemismo das frases do CFP e depois, como você mesmo diz, dá um salto indutivo que não é feito pelo CFP!!!

    LUCIANO :”
    3. Logo, a crítica ao grupo é uma ação de extermínio de subjetividades indesejadas
    Se for assim, então a crítica que Sigmund Freud fez aos religiosos em “O Futuro de uma ilusão” seria responsável pelo extermínio de cristãos?”

    >>> vou fingir que está tudo bem com as suas duas primeiras premissas, ok? A Crítica de Freud sozinha não seria responsável por nada, assim como o texto do CFP não atribui apenas ao discurso/ação de Malafaia a culpa de extermínio de Gays. Além do mais sua analogia entre Cristão e Gay cai novamente na confusão que você faz com comportamento=instinto.

    LUCIANO : “Não, os ataques de propaganda que podem resultar em extermínio tem a ver com Demonização e Desumanização, e não se vê conservadores cristãos fazendo ataques deste tipo em direção ao comportamento gay.
    A falácia da bola de neve praticada pelo CFP é imperdoável em termos lógicos e morais.”

    >>>Como a bola de neve foi lançada pelo seus espantalhos, a culpa de tudo o que ocorrerá é… sua.

    LUCIANO : “Mais:
    “Só que nada disso acima faz o menor sentido pelo fato de que a crítica ao comportamento gay não configura homofobia…”

    >>> Peraí que vou pedir a Deus paciência…
    Vocês criticam algo que não é comportamento, mas instinto, porra!!! Por falar em porra, lembrei de um rapaz de uma determinada igreja fundamentalista que foi aconselhado a tomar Viagra para o cacete subir e tentar uma transa com uma puta, pois fornicação seria menos mal que pederastia. O pobre coitado tomou um azulzinho de 100mg, pagou R$ 170,00 + táxi a uma gostosa, e a piroca ficou lá, murchinha da silva. Ah, se você acatar minha dica de ver por si mesmo se consegue optar pelo comportamento gay, antes de ter a sua piroca chupada e comer um cuzinho (ou vice-versa), toma um Viagra também. Quem sabe assim facilita a comprovação da sua tese?

    LUCIANO : “Eles podem fazer quantas comissões quiserem, sempre torrando o dinheiro público, que não mudará o fato de que estão mentindo sobre o conceito “homofobia”, para enfim demonizar e desumanizar seus oponentes ideológicos.”

    >>> Interessante sua projeção. A maioria das igrejas fundamentalistas acredita que seja um demônio o causador da homossexualidade. Veio-me agora à mente, o quanto uma pessoa desequilibrada emocionalmente, com transtorno de personalidade esquizoide, pode reagir com essa informação… Além do mais, como você mesmo já disse, homossexuais são uma perversão humana, um desvio do padrão procriativo. Poxa, e “eles” são os que demonizam e desumanizam…

    LUCIANO : “Nada é mais esquerdista do que essa postura digna de um sociopata demonstrada pelo CFP.”
    >>>Embora admire o Olavo, já estava até preocupada com o fato de ele, frequentemente, começar o programa pedindo aos santos que nenhuma injustiça seja cometida no programa e, logo, no programa a seguir, pedir desculpas pelas críticas e acusações feitas precipitadamente. Agora vem você com essa pérola…

    LUCIANO : “Na verdade, criticar alguém por seu comportamento não significa ser preconceituoso quanto a essa pessoa. E mesmo que fosse um preconceito, ainda não estaria configurada a discriminação (já que preconceito é somente um “pré-conceito”).”

    >>> Somente??? Puta que o pariu!!! Deve ser por isso que você é preconceituoso e tentar enfiar goela abaixo adnauseamente esse papo de comportamento gay. Além disso você não é gay, acha que gays são uma perversão e um desvio dignos de chacota, não teve uma experiência signicativa gay (ou teve?),vê-se no direito de conceituar homofobia, dizer o que é ou não ofensivo aos homossexuais, afirmar que existe tratamento para gays e chamar um Conselho de uma determinada categoria profissional responsável pelo “tratamento de sociopatas” de sociopatas.

    LUCIANO: “A democracia visa a participação de todos, incluindo os homossexuais, como também aqueles que são críticos em relação aos homossexuais. Portanto, o CFP se mostra anti-democrático e totalitário, ao querer cercear o direito dos que criticam o homossexualismo, assim como tentar cercear o direito dos gays que procuram mudar seu comportamento.”

    >>> Desde que você comprove o sufixo –ismo e o “comportamento” homossexual… Caso contrário totalitários serão os “direitistas-caretistas-desumanistas”.

    LUCIANO: “Lutar pelo direito de todos, sejam homossexuai ou heterossexuais, ambos querendo mudar ou não seu comportamento, é uma postura totalmente diferente da que o CFP toma. Portanto, eles não tem moral alguma para abrir a boca e falar em “Direitos Humanos”.

    >>> Você conhece alguém algum hétero que faz tratamento para se tornar homo? Já sei, não conhece mas defende o direito de ele fazer esse “tratamento” caso ele queira ser um pervertido, um desviado dos padrões procriativos. Com respeito à moral, você parece ser onisciente né, Luciano, O CFP não tem moral ALGUMA?

    LUCIANO: “E quanto a “cidadania”, ela deve existir para todos os cidadãos, sejam heterossexuais ou homossexuais, que queiram mudar seu comportamento ou não, e, neste ponto, Silas Malafaia está mais próximo de uma postura de apoio à cidadania do que o CFP.”

    >>> AD NAUSEAM

    LUCIANO: “não concordo com Silas Malafaia em várias de suas idéias. Mas seu oponente, personificado aqui pela CFP, simplesmente é tão desqualificado que posso esmagá-lo em suas fraudes sem o menor peso de consciência.”

    >>> Você delira que pode esmgá-lo com esse seus narcisismo retórico. Interessante como você é contra a personificação da Ciência mas o faz com o CFP. Mas uma coisa eu concordo com você: Luciano, você parece já não ter mais peso na consciência, desconfio até que tenha transtorno de personalidade antissocial, principalmente depois do seu post no seu site sobre ceticismo corporativo.

    LUCIANO: “Silas acredita em Deus, en não. Eu sou a favor da liberação do casamento gay, e Silas é contra. Eu sou a favor do direito dos gays adotarem crianças, e Silas é contra. Silas defende o direito de críticas a gays, e nisso concordamos.”

    >>> Pois é, existem 3 divergências entre você e o Silas que você “refuta” com toque de veludo, já com respeito ao direito de criticas a gays (e agora concordo, pois tirou a palavra comportamento) você separa um artigo do seu site todinho para martelar nele.

    LUCIANO: “Enquanto isso, não dá para concordar com praticamente nada do que o CFP propõe, pois um bando de marxistas culturais que aparelharam uma instituição que depende de dinheiro público (ou seja, do cidadão pagador de impostos, e esse dinheiro não nasce em árvore) usar ao menos uma fraude intelectual por parágrafo para pregar a sua agendinha política é simplesmente uma das coisas mais amorais possíveis.”

    >>>Avaliação subjetiva sua. Eu já acho que, infelizmente para mim que era sua admiradora, você faz um jogo argumentativo Imoral com nós homossexuais, com essa paranoia vendida pelo Olavo de tudo ser marxismo cultural.

    LUCIANO: “não considero o comportamento gay como algo “amoral”, até por que a maioria deles não está dando a mínima para as psicoses defendidas pelo CFP e pelos gayzistas. A maioria dos gays que eu conheço querem viver sua vida em paz, ao invés de transformar sua sexualidade em causa política. Muitos não ligariam se um outro gay resolvesse procurar terapia de reorientação sexual. Neste ponto são similares aos heterossexuais quando notam um heterossexual partindo para a homossexualidade.”

    >>> Quando um bissexual assume seu lado homo (não existe isso de hétero partir para a homossexualidade), ele come o pão que os “direitistas-caretistas-desumanistas” amassaram com o rabo, portanto não existe essa similaridade que você mencionou. Além do mais, como não existe terapia de reorientação sexual (não seria melhor, recomportamento sexual?).

    LUCIANO: “Dizemos: “Opa, o sujeito X agora gosta da fruta? Melhor, sobra mais mulher!”.”

    >>> Não sei se você é pai e se tem um filho homem, mas vou te jogar um praga a lá vampiro brasileiro: Tomara que tenha um filho homem que goste da piroca, para que os outros digam: “Opa, o filho do Luciano gosta da fruta? Melhor, sobra mais mulher.
    Preconceito quando não é com a gente é direito (nos dois sentido da palavra).

    LUCIANO: “Pessoas sadias querem viver sua vida da forma que acham melhor, sem ficar pentelhando os “dissidentes” de seu grupo.”

    >>>Ué, fala isso com o Malafaia então, poxa! E também com o seu espelho…

    LUCIANO: “O comportamento doentio não está em gays ou heterossexuais, mas em gayzistas, que jamais representaram os gays, e nos adeptos do CFP, que jamais representaram a psicologia.”

    >>> Você adotou o termo gayzismo do Olavo, um espantalho de um movimento que como qualquer outro tem suas imperfeições, associou-o ao esquerdismo/marxismo cultural e faz seu joguete retórico pra defender esse pentelhice idiota.

  15. Luciano,

    Você disse ao Carlos:

    “Carlos,
    Poste sua resposta com elegância, educação e sem provocações de parquinho. Esta é a regra deste blog. Farei um post sobre essa regra.
    Abs,
    LH”

    Pelo visto, você é tão sensível quanto eu, né? Ou você acha elegante, educado e uma provocação interessante, usar os termos “boiolice”, “chupar piroca” e “dar o cu”?

    Seja coerente e poste todo o meus posts, inclusive este.
    Tenha pelo menos algumas atitudes que justifiquem a admiração que já tive por você.

    Muito obrigada,

    Helena V.

  16. Olá, Luciano.
    Perdoe por ter postado em outra matéria sem pedir a sua determinante permissão.
    Procuro contribuir para o entendimento dessa problemática toda aí. O jeito que menos se aproxima da estupidez é elaborando pesquisas elementares de opinião a respeito.
    Como você é engajado e tem credibilidade, peço que me permita postar meus links de pesquisa nos espaços destinados a comentários de leitores.
    Asseguro que todas serão sempre pertinentes ao tema postado no site.
    Estou ciente de que você não condescende com frivolidades, ainda assim, considere minha súplica.
    Se quiser, pode responder a pesquisa sobre a entrevista do pastor Silas Malafaia com Gabi.
    Obrigado por ler.
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  17. Sou estudante de Psicologia e vou manter-me no anonimato para não ser patrulhado.

    Não há nada errado no discurso do pastor e o CFP, como já dito aqui, milita em causa própria. O Eli Vieira usa a falácia do efeito como causa. Se o Malafia fosse equilibrado e não berrasse tanto no discurso teria se saído melhor.

    Eu vi alunos do meu curso (uma minoria) espalhando petições eletronicas pela cassação do registro do pastor, que fala em nome de sua igreja e não como psicólogo – como ele mesmo esclareceu e só um demente não entende a diferença. Não cabe cassação neste caso. Ele está no pleno direito de liberdade de expressão e ciente disso. Pelo que acompanhei nos videos, o pastor fala mais em conversão na igreja e não clinicamente.

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