Robert Anton Wilson, o papa do neo-agnosticismo e uma inspiração fundamental

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Uma capacidade que adquiri, baseado em dicas de autores como Robert Anton Wilson, foi a de ler materiais contraditórios, e, diante destas contradições, me tornar capaz de absorver conteúdo tanto de um lado como de outro.

Uma das máximas de Robert Anton Wilson era: “ninguém pode estar errado em absolutamente tudo”. Segundo ele, adotar esta perspectiva poderia nos ajudar a aprender muito, até com aqueles que consideramos nossos inimigos.

Hoje em dia, noto muitas diferenças entre a postura de Robert Anton Wilson (também chamado de RAW por muitos de seus leitores) e a minha, mas isso não muda o fato de que a lição essencial dele foi absorvida em meu subconsciente e, reavaliando retroativamente, vejo que não posso negar RAW como um dos autores influenciadores de parte do que escrevo, ainda que eu não concorde com alguns de seus paradigmas centrais, em especial o transhumanismo, que é uma forma mais extrema de humanismo. Mas lembrando de novo: um dos métodos de RAW era o aprendizado com a leitura de materiais contraditórios, através da qual podemos aprender inclusive com nossos oponentes. Esse método é uma de minhas fontes de inspiração.

Em Gatilho Cósmico, RAW nos dá uma lição a respeito de uma forma de ceticismo que nos relembra os primórdios de Pirro. Na introdução de Gatilho Cósmico, RAW se defendia de críticos, representados tanto por alguns teístas mais extremados como alguns ateus fundamentalistas, afirmando: “Eu não acredito em absolutamente nada”.

Todavia, a obra que se tornou um dos gatilhos para minha investigação em relação aos céticos de Sagan (e adeptos de Randi), foi A Nova Inquisição, lançada em 1986.

Neste livro, RAW tem uma proposta muito simples: atacar o pseudo-ceticismo de “céticos” da CSICOP e outras organizações de perseguição aos paranormais. Estas organizações utilizavam o rótulo de “representantes da ciência”, para, enfim, conseguir lançar seus oponentes na espiral do silêncio.

Ao longo das quase 300 páginas de A Nova Inquisição, RAW defende que adeptos de misticismos e ciências não-tradicionais (como a homeopatia, geralmente qualificada como pseudo-ciência) sejam tratados com caridade, pois não é possível que todos estejam sempre errados em tudo. Ele defendia que nem tudo oriundo destas pessoas é fraude, ao contrário do que alegavam Martin Gardner e James Randi. Diferentemente de RAW, não tenho interesse algum em defender paranormais, mas se um paranormal se sentir coagido por fraudes de um cientificista, poderá usar meu modelo de ceticismo político para desmascarar o possível fraudador.

Em A Nova Inquisição, RAW tencionava “designar certos hábitos de repressão e intimidação que, atualmente, estão se tornando cada vez mais lugares-comuns na comunidade científica”. Seu alvo era evidente: os membros da CSICOP e todos aqueles que diziam “representar a ciência, em um ataque contra UFO’s e paranormais de todo tipo”.

RAW também criou o termo novo agnosticismo (também já chamado de neo-agnosticismo), que seria

uma atitude da mente que previamente fora denominada ‘modelo agnóstico’, que aplica esse princípio agnóstico não somente ao conceito de ‘Deus’, mas às ideias de todos os tipos em todas as áreas do pensamento e da ideologia.

Enfim, o que ele chamou de neo-agnóstico era o que chamaríamos de um cético no estilo pirrônico. Mas pode-se supor que RAW criou um novo termo para fugir do rótulo “cético”, que na época foi falsamente usurpado por anti-paranormais, que, na verdade, eram usuários da rotina “cético universal”.

Uma das principais passagens de A Nova Inquisição é esta:

Se estivermos completamente hipnotizados por um túnel de realidade, podemos até nos tornar, em termos convencionais, um tanto quanto loucos. Em tal estado de loucura, podemos até queimar livros que contém heresias contra nossos ídolos ou falsificar as informações para sustentar nossos preconceitos, ou nos acharmos compelidos a explicar a crescente quantidade de informação discordante, acusando diversas conspirações amorfas de terem “alterado” os dados, ou podemos até nos tornar sinceramente convencidos de que qualquer indivíduo que vê, ouve, sente o cheiro ou o gosto de qualquer coisa inconsistente com nossos ídolos estará alucinando.

Este tipo de raciocínio foi bastante útil para fornecer a ideia de que, se observássemos as coisas pela ótica da dinâmica social (incluindo grande parte do material da psicologia social, em especial autores como Stanley Milgram, Erving Goffman, Kurt Lewin, Serge Moscovici e outros), muito provavelmente encontraríamos elementos interessantes a respeito de como o ser humano aceita suas crenças. RAW também gostava do termo psicologia primitiva, que ele já havia citado em sua obra Prometheus Rising, de 1983. Isto, na verdade, era apenas uma outra forma de chamar a psicologia evolutiva.

RAW sempre lembrava o fato inegável do territorialismo da espécie humana, mas dizia que estes territórios não são demarcados apenas na forma de propriedades ou nações, mas também na forma de territórios mentais:

Devido à capacidade única desses seres (evidentemente incluindo os chimpanzés, de acordo com alguns relatórios recentes) de aprender sistemas neurossemânticos (códigos, linguagens) tornou-se possível para esses mamíferos únicos “possuir” (ou pensar que “possuem”) territórios simbólicos, assim como territórios físicos. Esses territórios simbólicos são, geralmente, denominados “ideologias” ou “sistemas de crença” – em nossa terminologia preferida, túneis de realidade.

Na lógica de RAW, quando alguém se “apaixonou” por sua ideologia, tende a defendê-la da mesma forma que alguém defenderia a sua casa de uma invasão. Isto serviu-me como base fundamental para os testes que fiz no Orkut ao questionar as crenças de adeptos de Carl Sagan.

Outro ponto interessantíssimo surge quando RAW nos lembra que o fanatismo não é apenas algo inerente à religião tradicional. É possível encontrarmos fanáticos na defesa de quaisquer territórios simbólicos. Segundo RAW, “desde a antiga idolatria e da antiga Inquisição, temos visto, sem perceber o que estava acontecendo, o surgimento de uma nova idolatria e de uma Nova Inquisição”.

A análise do mecanismo do funcionamento da mente humana dos territórios simbólicos dificilmente pode ser refutada:

É óbvio que toda fé dogmática produz, ao seu redor, uma camada secundária de dúvida, negação e ceticismo cabal acerca da fé oponente. O mais dogmático fundamentalista bíblico, por exemplo, é capaz de cinismos bastante corrosivos referentes aos milagres de Buda. O mais fanático marxista também é um cínico a respeito da infalibilidade do Papa. Aiatolá Khoumeini acredita em cada palavra do Alcorão, mas é absolutamente ateu em relação aos pronunciamentos do Departamento de Estado dos EUA. Isso é universal: cada fé, cada aceitação, cria uma dúvida necessária, ou rejeição, ou coisas fora da fé. Todo ídolo é invejoso de outros ídolos.

Até aqui tudo realmente inspirado e bastante lúcido, mas na proposta seguinte de RAW aparece o momento onde eu e ele entramos em discordância, pois meu método refuta o dele. Diz RAW:

A única escapatória para essa armadilha, até onde consigo ver, é ser cético em relação ao nosso próprio ceticismo: isso foi o que eu quis dizer com “o Novo Agnosticismo”.

O problema é que, quando mais aprendemos sobre o ser humano, mais sabemos que ele não tende a ser cético em relação as crenças que o beneficiem. Ou mesmo aquelas que já tenham se tornado territórios simbólicos pelos quais ele irá lutar (de forma principalmente inconsciente), embora, como eu já tenha dito antes, seria extremamente positivo caso isto ocorresse. Um ser humano ser capaz de “sair de si mesmo” (no que diz respeito às suas intuições, desejos inconscientes e auto-interesse) é louvável, mas isso não significa que seja realizável. E mesmo que seja realizável (o que é improvável), ainda não significa que um alegador desta característica (ser cético em relação ao próprio ceticismo) realmente a possua.

É quando eu desconstruo esta constatação de RAW. Quando ele diz que temos “uma única escapatória para a armadilha” (isto é, a defesa injustificada de territórios simbólicos), podemos colocar sob xeque a ideia de que temos de fato qualquer tipo de escapatória. Então a afirmação “podemos escapar desta amadilha mental” torna-se uma alegação a ser testada. Assim como quando alguém diz que “é possível ser cético em relação ao próprio ceticismo”, temos mais uma alegação a ser testada. Se esta mesma pessoa afirmar que é “cético em relação ao próprio ceticismo” (em outras palavras, um auto-cético), podemos também ser céticos quando alguém diz que é “cético em relação ao próprio ceticismo”. Se alguém afirma ser capaz de fugir de seus desejos inconscientes e de motivações relacionadas a auto-interesse na seleção de suas crenças, temos outra alegação a ser testada.

Ironicamente, ao mesmo tempo em que coloco a hipótese do “novo agnosticismo” sob crivo cético, realmente me inspirei em outras perspectivas do autor, que provavelmente teve boas intenções ao criar o novo agnosticismo, embora, a meu ver, isto tenha sido uma ingenuidade da parte dele. (Em suma, ele é muito útil ao nos lembrar da falibilidade da mente humana, e juntar à esta constatação a psicologia evolutiva, mas ingênuo ao acreditar que podemos fugir dessa característica)

Ao levar o ceticismo às últimas consequências, expandindo os modelos tradicionais de ceticismo pirrônico e ceticismo científico para o ceticismo político (onde qualquer alegação política deve ser priorizada para questionamento), nem mesmo o “novo agnosticismo” de RAW permanece incólume. Se não há evidências de que podemos questionar “nosso próprio ceticismo”, ao menos podemos questionar “alegações de auto-ceticismo” vindas de nossos oponentes políticos.

Isso me torna uma “ovelha negra” dentre os leitores de RAW, pois se me inspirei por insights poderosíssimos contidos em livros como Prometheus Rising, Gatilho Cósmico e especialmente A Nova Inquisição, rejeitei sua “proposta de solução”, que veio sob a forma de novo agnosticismo. (Aliás, agora deve ser ficado claro por que eu, que me rotulava neo-agnóstico no passado, abandonei tal rótulo. Resumo do motivo: eu me tornaria um questionador da possibilidade de alguém ser um novo agnóstico, ou melhor, um auto-cético)

Mas, se sou oponente de RAW na possiblidade do novo agnosticismo (lembremos: o novo agnosticismo clama pelo ceticismo aplicado pelo proponente de uma idéia à esta idéia, enquanto o ceticismo político, dentro da perspectiva do duelo cético, defende que o único ceticismo que podemos esperar é aquele aplicado pelo oponente de uma ideia), continuo sendo inspirado pela ideia da leitura de materiais contraditórios, para adquirir a capacidade de aprender com meus oponentes.

Esta sim, é a grande arte que aprendi com Robert Anton Wilson.

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11 COMMENTS

  1. Alfinetada 400-por-cento OT:

    quando você se apresenta como um “ponto fora da curva”, isso não é também uma espécie de *self-selling* ? Isto é, “vejam vocês todos como eu, o Luciano Ayan, sou mais e melhor do que vocês, eternos buscadores de machos-alfas mentais”. 😛

    • JMK, isto não é um self-selling. Ele é apenas uma explicação dos fatos. O que eu quis dizer quando escrevi isso é algo do tipo: “Embora eu esteja atacando a religião política, não esperem que eu proponha a religião tradicional, pois não creio em ambas”.

  2. Adicionalmente: espero que de agora em diante, você esteja cônscio de que, independente da tua falta de interesse em conhecer Parapsicologia, a postura de “colocar no mesmo cêsto” o paranormal e a « religião tradicional » é um sinal típico e inequívoco de uma *agenda humanista* {OU de um certo cristianismo fanático, que enxerga a influência do Diabo em quase-tudo} 😉

    Portanto, é melhor você tomar muito cuidado antes de decidir empregar novamente como “alvos preparatórios” do teu ceticismo a exatidão de previsões cartomânticas ou a eficácia da homeopatia ou da acupuntura, por exemplo 😉 ( BTW, você teve alguma experiência especialmente-traumática com a leitura da borra-de-café? 😀 )

  3. Muito interessante o seu relato. Ele me leva a pensar que é possível fazer uma divisão bem clara na obra de alguns pensadores e separar o que seriam, de um lado, “questões de fundo”, e de outro, “questões de método”.

    Uso essas expressões na falta de outras melhores ou mais precisas. Na minha mente, faço uma analogia com a diferenciação entre direito material e direito processual, que é instrumental em relação àquele. Ex: direito material são o Direito Constitucional e o DIreito Civil, de onde extraio meu direito de propriedade, e deste, direito de posse. Mas é o Direito Processual Civil quem me diz que, no caso de violação “X”, cabe uma ação possessória, e que, no caso de violação “Y”, cabe uma ação reivindicatória. Não sei se me fiz entender.

    No caso do Robert Anton WIlson, você separou um método, uma técnica instrumental que ele formulou (questionamento cético) de uma questão de fundo (possibilidade concreta de alguém ser um auto-cético, questionando, assim, seu próprio ceticismo). Veja que, com “questão de fundo”, quero dizer muitas coisas: premissas de onde se parte; conclusões a que se chega; objetivos políticos que norteiam o desenvolvimento do raciocínio desenvolvido; pressupostos de qualquer tipo (de fato, filosóficos, empíricos etc). É por isso que já admito que escolhi uma nomenclatura ruim, imprecisa, e que deve haver outras melhores.

    Outro exemplo: tudo aquilo que se convenciona chamar de estratégia gramsciana. Aquela metologia de implantação de uma revolução “silenciosa” e subliminar pode ser aplicada independentemente do conteúdo específico da proposta revolucionária. Qualquer movimento revolucionário (não importa suas premissas, suas justificações morais, seu escopo, o período histórico em que exista) pode utilizar a estrutura básica da estratégia gramsciana para seus próprios fins. Não importa se os revolucionários são comunistas, fascistas, nazistas, positivistas…

    Aliás, a cada dia mais tenho a forte suspeita de que os revolucionários islâmicos andaram lendo Gramsci (e tudo o que se produziu de marxismo cultural depois dele, incluindo a Escola de Frankfurt). E é pertinente observar, à margem, que o comunismo já mudou de discurso e de conteúdo inúmeras vezes desde sua formulação original por Marx e Engels, com conteúdos contraditórios convivendo no mesmo períodod temporal. Quantos grupos sociais já não foram decotados do todo (ainda que artificial e artificiosamente) para serem eleitos como a classe revolucionária por excelência? Os operários industriais, os trabalhadores urbanos, os trabalhadores rurais, os “intelectuais” (no sentido de intelligentsia), os reprimidos sexualmente…

    Acho muito muito importanto o trabalho que você faz porque, ao mapear a esquerda como um todo, você conseguiu separar os diversos conteúdos específicos que ela apresenta (muitos deles, além de contraditórios entre si, efetivamente em choque político) das diversas manobras de que ela se utiliza. E você ainda fez isso com rigor metodológico, criando uma taxonomia apenas para dissecar os estratagemas. Claro que, vez por outra, você faz uma contestação “de mérito” – aliás, no Direito também não é possível separar inteiramenteo direito material do instrumental, porque aquele influencia diretamente neste.

    O que achas?

    • Thiago,
      Primeiramente devo dizer que fiquei lisonjeado com sua análise, e ela capturou exatamente a minha intenção.
      E achei interessante sua noção de questões de fundo e questões de método.
      Em relação a estratégia gramsciana, não só grupos revolucionários podem usar, como grupos anti-revolucionários. A reformulação do senso comum, através de uma série de ações ordenadas, é apartidária.
      Sobre esta instrumentação que faço (das questões de método, naturalmente, de acordo com sua análise), pretendo escrever mais a respeito.
      Abs,
      LH

      • “Em relação a estratégia gramsciana, não só grupos revolucionários podem usar, como grupos anti-revolucionários. A reformulação do senso comum, através de uma série de ações ordenadas, é apartidária.”

        Só acho que grupos antirrevolucionários (ou seja: conservadores) até podem usar mas nunca o farão, se é que me entende. É uma ferramenta que está à disposição deles, da mesma maneira que está à disposição de todos. Mas é típico dos conservadores não se preocupar muito com a formulação de ações coordenadas com vistas à refomulação do senso comum, já que isso contraria a difinição mesma de um conservador. Não acha que, se um conservador fosse usar a estratégia gramsciana ativamente (e não apenas combatê-la e neutralizá-la), estaria, só por isso, se afastando dos “Dez Princípios”?

        Os conservadores são dialéticos em sentido aristotélico por excelência e suas teses têm um conteúdo moral mais ou menos (mais para “mais) fixo. E a estratégia gramsciana passa necessariamente por um elaboradíssimo exercício – constante, diga-se – de duplipensar.

      • Thiago,

        Se puderem usar, mas não farão, então terão que ouvir a dura realidade do fato de que estão sendo ingenuos. Aí, se for assim, melhor fazê-los perder espaço para libertários e outros grupos, no duelo contra a esquerda.

        A não ser que os conservadores executem uma estratégia de neutralização da estratégia gramsciana.

        Há um post que farei sobre isso muito em breve.

        Abs,

        LH

  4. [OFF-TOPIC]

    Luciano, li recentemente uns artigos muito bons (e engraçados), que dizem muito sobre os neo-ateus e esquerdinhas de internet, e que eu achei que realmente valem a leitura, até mesmo pra você, que já é perito nesses tipos de assunto:

    http://www.cracked.com/funny-3809-internet-argument-techniques/

    http://www.cracked.com/funny-1739-internet-debates/

    http://www.cracked.com/blog/the-6-stupidest-internet-reactions-to-shocking-news-stories/

    http://www.cracked.com/article_19468_5-logical-fallacies-that-make-you-wrong-more-than-you-think.html

    Eu achei nestes textos algumas verdades que, que eu me lembre, nem você tinha mencionado antes, não diretamente a ponto de rotulá-las como rotinas ou técnicas, ou seja lá o que for. Os textos são muito bons mesmo.

    • Já que eu tenho a mania de começar pelo fim 🙂 , resolvi bizoiar a quarta e última URL da listinha acima. Encontrei no meio do conteúdo certas premissas *não-verificadas* e que usualmente fazem parte do repertório de “verdades sientêfekas” 😛 dos *humanistas* e anti-teístas, o que me faz duvidar sèriamente das intenções e da honestidade intelectual de quem escreveu e mantém aquela página. 😉

      Se e quando eu tiver interêsse e/ou tempo sobrando, vou dissecar os três links restantes.

    • Anon, EXCELENTE material.

      De um deles, vou criar 3 vertebes para propaganda que não tinha mapeado antes. 😉

      Obrigado pela dica, e se tiver mais, pode mandar.

      Abs,

      LH

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