Panicat leva banho de tinta de feminista maluca (pleonasmo) em gravação

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Fonte: UOL

A panicat Ana Paula Mineratou levou um susto duranta gravação do “Pânico na Band” na noite deste sábado (9) em São Paulo. Uma manifestante que participavaa da “Pedalada Pelada”, evento que aconteceu na Avenida Paulista, se irritou com a presença da reportagem do programa e jogou tinta vermelha na assistente de palco.

Procurada pelo UOL, a assessoria de Ana Paula disse que “ela estava muito chateada” e que em razão do ocorrido a gravação foi cancelada. “Eles não estavam ali para zoar a manifestação, eles queriam entrevistar as pessoas e até iriam andar de bicicleta. Uma louca chegou perto da Ana Paula e fez isso. Ela está muito chateada”, contou.

Segundo repórter fotográfico da Foto Rio News, que estava presente no local, a manifestante bradou contra Ana Paula dizendo que o “Pânico” estimula as mulheres a usarem o corpo para aparecerem na mídia. “Ela [a manifestante] disse que era contra o programa, que eles não valorizam a mulher”, explicou o fotógrafo Amauri Nehn.

Meus comentários

Mais um resumo do que é o feminismo esquerdista atual. Uma mistura de recalque, comportamento anti-social, pensamento coletivista-absolutista, e incapacidade de entender a pluralidade.

Ana Paula Minerato quer ir para a televisão e exibir sua beleza? Não, não pode, pois para um esquerdista absolutista ou você age exatamente igual a eles, ou então eles se revoltam.

E depois ficam bravinhos com o texto sobre Rossiter demonstrando que esquerdismo é uma doença mental…

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6 COMMENTS

  1. A manifestante participava da Padalada PELADA. Ela ficou furiosa por que a Panicat usa o corpo pra atingir seus objetivos (que no caso é ganhar dinheiro)… rs, as Panicats esqueceram que a única razão válida, limpa, legal, aceita, tolerável, é usar a nudez pra protestos… rs.

  2. Olha Ayan, eu juro que eu NUNCA que particiaria desse tal “protesto” pedalada PELADA (e olha que eu sou ciclista viu?), pois como já deu pra perceber no nome, isso só mais uma DESCULPA pra juntar um grupo de esquerdóites se expor pelados enquanto falam MERDAS, mais se fato eles realmente quisessem fazer algo de ÚTIL pelos ciclisatas, eles reclamariam uma ciclovia (ou uma ciclofaixa) direto na prefeitura ou que fosse recorrer a alguma autoridade, do mais eu vejo por mim mesma aqui na minha cidade, que tem também muito ciclistas que NÃO respeitam nem o trânsito ou os pedrestes e isso também favorece ao acontecimento de acidentes com bicicleta, será que derrepente esse povo que anda de bicicletinha pelado nesses “protestos” durante o dia dia, eles se lembram de TAMBÉM respeitar o trânsito e os pedrestes??? Afinal, já que gostam TANTO de respeitar, deveriam fazer o seu né? rs!!!

    • Simone, pensando bem, o ato de pedalar é uma daquelas coisas que permitiria a formação de associações antimarxistas/anti-humanistas/antineoateístas que servissem de espelho às marxistas-humanistas-neoateístas que se dizem representantes de determinados todos, como o Renato aqui sugeriu. Imagine uma associação de ciclistas sem os chatos que conhecemos, que pudesse promover sim a luta por ciclovias, mas sem cair nas bobagens que conhecemos.
      Obviamente que teria de ser uma associação que teria de lutar para manter uma vibe que não atraísse ciclistas que pedalam pelados ou jogam tinta na Ana Paula Minerato. Boa parte das ações já estão dadas (passeios noturnos, trilhas de mountain bike, possibilidade de parcerias com baladas como um bar da Vila Madalena e por aí vai). Parte da manutenção da vibe estaria em avisar ao pessoal sobre suas responsabilidades no trânsito (andar sempre à direita, lembrar que existem pedestres, manter distância de veículos maiores até porque eles deslocam ar suficiente para derrubar um ciclista e por aí vai, ainda que isso não invalidasse, por exemplo, a obrigação de manter o metro e meio de distância mínima na ultrapassagem). Um porraloca sobre pedais acabaria ficando repelido com os conformes da hipotética associação-espelho e isso acabaria por criar um ambiente mais saudável para o resto do pessoal, quem sabe incentivando que mais pessoas usassem a bicicleta para se transportar.

      Aqui poderia inclusive ser algo parecido ao que foi um monte de mulher fumando a mando de Edward Bernays e dizendo que o cigarro seria uma “tocha da liberdade”. Daria inclusive para manipular a imprensa a exemplo do Bernays em questão. Ciclistas religiosos políticos MHN poderiam chamar esses associados de “fascistas sobre pedais”, mas com boa abordagem daria para tratar as bravatas deles como vaias de bêbado (parafraseando João Gilberto).

  3. Não vamos esquecer o seguinte: na cabeça desse pessoal, tudo é dialético e se divide entre opressor e oprimido. Não duvide que esse pessoal considere que mulheres bonitas oprimem as feias, mesmo que as bonitas estejam quietas em seu cantinho e não estejam fazendo mal a ninguém que não elas.
    Defendem que a mulher seja livre, dona de seu próprio corpo e de suas escolhas, mas esquecem-se que Ana Paula Minerato nada mais fez do que exatamente isso e parece consciente das responsabilidades que os caminhos que trilhou lhe acarretem. Porém, é óbvio que a escolha por ela feita não pode ser capitalizada politicamente no sentido de transformá-la em um símbolo da luta contra uma suposta opressão que a mulher sofreria. Porém, sendo ela mulher (e, portanto, “minorizável”, inventando aqui um neologismo que poderia ser aplicado também a pessoas de ancestralidade africana, homossexuais e outros passíveis de serem feitos de massa de manobra pela religião política de matiz marxista-humanista-neoateísta). Logo, a culpa é sacada dela e jogada ao programa, que aqui passa a cumprir o papel de coisa abstrata sobre a qual irão meter a culpa por alguma mazela do mundo (afinal, um programa de TV não tem vida própria, mas sim depende de uma equipe, assim como “a sociedade” só existe porque há pessoas). Logo, na cabeça da manifestante acaba havendo um duplo alvo: Ana Paula Minerato é mulher bonita, e portanto seria opressora das feias, mas ao mesmo tempo é alguém que foi induzida por um programa de TV eivado de machismo (aqui usando outro substantivo abstrato no qual põem a culpa e que pode significar o que quiser) a mostrar o próprio corpo. Logo, na prática eles estão dizendo que Ana Paula não seria capaz de mensurar as próprias escolhas. Acaba não sendo muito diferente de dizer que um índio é relativamente incapaz, mesmo que esteja plenamente integrado à civilização e queira agir como qualquer outra pessoa.

    Se possível, irão tentar puxar as pessoas para serem como elas. Quantos aqui não conhecem mulheres que eram bonitas quando jovens e que subitamente, após inoculadas com a cultura marxista-humanista-neoateísta acabam se enfeiando quase que de propósito e, mesmo assim, não aceitam que as pessoas expressem suas opiniões, mesmo que praticamente elas peçam com seus atos que as mesmas sejam expressas? Não apenas se enfeiam como também passam a agir de uma forma agressiva que praticamente repele as pessoas a seu redor. Porém, obviamente que elas não irão notar que as pessoas ao redor sumiram porque ela se tornou uma chata, mas sim porque supostamente estariam eivados de preconceitos contra mulheres como um todo e contra os atos enfeiadores que ela praticou como um todo (aqui dizendo que supostamente estaríamos em um estereótipo de beleza imposto pela cultura ocidental).
    Claro que pegaram a Ana Paula desprevenida, o que torna o ato ainda mais covarde. Alguém aqui consegue imaginar alguém jogando tinta nela enquanto estivesse em um ensaio da Gaviões?

    Passemos para os ciclistas militantes e veremos que eles também raciocinam de maneira dialética:

    1) Creem que automóveis são opressores de suas pedaladas (obviamente que fica estranho pensar que pode ocorrer de um automóvel estar transportando uma bicicleta);

    2) Acham que possuem um conhecimento que, se aplicado em ampla escala, trará a salvação do mundo. Não me parece que levar de bicicleta a avó nonagenária ao pronto-socorro;

    3) Acham que esse conhecimento que possuem é tão, mas tão bom, que vale tudo para que seja propagado e que mesmo atos ruins na prática seriam bons. O que é tirar fina de pedestre se esse ato, na soma que fazem na cabeça deles, será contrabalançado pelo impacto que provoca? E o que dizer da chatice de um ciclista militante? Também irão jogar na planilha e dirão que o balanço final é positivo;

    4) Também creem que as leis que se aplicam a todas as pessoas a eles não são aplicáveis. Andar nu na rua é atentado leve ao pudor, mas pedalar nu seria algo excusável por favorecer supostamente um avanço na causa;

    5) Acreditam que esse conhecimento é aplicável independente da situação e que os fatos têm de obrigatoriamente validar uma teoria. Cidades planas podem sossegadamente ser cruzadas de bicicleta, mas tente imaginar cruzar a topografia paulistana a pedal para ver se é assim tão fácil;

    6) Acreditam que as medidas suficientes são insuficientes e continuariam a pedir coisas. Suponhamos que São Paulo da noite para o dia tivesse ciclovias extremamente seguras e todos os motoristas respeitassem quem estivesse a pedal. Alguém aqui duvida que os ciclistas militantes iriam inventar novas causas? Esquecem-se que São Paulo foi urbanizada de uma forma tão caótica quanto uma cidade medieval europeia, mas possuindo vias cuja largura permite velocidades maiores. Iriam começar a querer que derrubassem prédios para que calçadas maiores surgissem e houvesse mais espaço para ciclovias.

    Enfim, dá para imaginar muitas coisas, que poderíamos resumir da seguinte forma: Ana Paula Minerato teria de fazer um belo esforço para ficar feia, não poderia ganhar seu sustento da forma que ganha (mesmo que tendo escolhido de livre e espontânea vontade) nem poderia se locomover de outra forma que não a pé ou de bicicleta (obviamente tomando cuidado para não ficar com as pernas torneadas e a bunda dura).

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