Uma análise do documentário Occupy Unmasked

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Polemarco Guilherme, do programa de rádio online O Patriota, fez uma análise do documentário “Occupy Unmasked” tão pertinente que seria injusto que eu não publicasse algo a respeito.

Segue:

“Coisas que os senhores precisam saber sobre o movimento Occupy Wall Street e os Anonymous:

▪ A primeira coisa que é importante saber é que o movimento Occupy Wall Street (OWS) se manifestou em setembro de 2011, mas grupos de esquerda já planejavam o movimento no final de 2010.

▪ Já naquela época, a situação da dívida pública dos EUA era desagradável, de modo que grupos como o Tea Party surgiram espontaneamente para criticar iniciativas que condenavam seus filhos pelos gastos excessivos feitos no presente.

▪ Obama e a esquerda precisavam justificar maiores gastos, mesmo que fosse criando um movimento não popular, violento e socialista. A mídia de esquerda fez sua parte omitindo os podres do movimento e o fato de que os participantes do OWS eram organizados por sindicatos, anarquistas e outros socialistas.

▪ Aos 3:52 minutos do filme, há uma cena do OWS onde podemos ver placas com os seguintes dizerem:
“A Esquerda Tem Uma Voz”.
“Policiais Estupram”.
“Fuck Fracking”.
Sem contar com muitas referências ao grupos Anonymous, que se prolongam ao longo de todo o filme.

▪ Então, já de cara percebemos que o movimento OWS foi uma manobra da esquerda para dar uma razão política para o Obama e outros democratas para aprovarem gastos cada vez crescentes e irresponsáveis.

▪ Mas o movimento OWS tinha um poder limitado. Era organizado por sindicalistas e setores de esquerda, mas usava jovens ignorantizados, socialistas, idiotas úteis e gente buscando drogas e farra para dar a impressão de que era grande e espontâneo. Então, quando eles viram que as pessoas estavam deixando os acampamentos na primeira semana, criaram o boato de que o Radiohead faria um show em Wall Street (há registros do planejamento da mentira).

▪ Depois, quando o movimento estava novamente caindo no marasmo, inventaram de invadir a Ponte do Brooklin. A intenção era criar choque com a polícia e parar o tráfego. Há registros de que a ideia de parar a ponte foi planejada por uma jornalista do New York Times, Natasha Lennard.

▪ Aos 9:07 de filme, vemos uma placa dizendo: “Polícia de NY: ferramenta fascista de um estado policial das corporações”.

▪ Em seguinda, as esquerdas de outros estados se organizam e conseguem acampar idiotas úteis e socialistas em outras 50 cidades. Ao mesmo tempo, vários democratas aparecem na mídia vendendo a ideia de que concordam com o OWS e que o movimento era espontâneo. É notável como parece que eles foram pautados para passar a mensagem: “O OWS é espontâneo”. Mas isso é mentira, já que há registros de planejamento anterior e corrente nos acampamentos.

▪ Ao mesmo tempo, os apologistas do OWS acusam o Tea Party de ser um grupo radical de esquerda. Mas aqui, há uma primeira prova da má-fé deles: nunca em nenhum momento o pessoal do Tea Party quebrou propriedade, ofendeu policiais, promoveu o uso de drogas e a violência contra qualquer pessoal. Mas os senhores irão ver como o OWS promoveu tudo isso de forma explícita e aberta.

▪ Aos 14:01 de filme, Breitbart diz que vai apresentar as provas de que o OWS foi planejado. Ele começa mostrando os e-mails trocados entre jornalistas com a ideia de transformar as passeatas em algo grande, usando termos socialistas e pró-revolução, mas não se incomodando tanto em assumir uma posição explícita já que os idiotas úteis fariam isso.

▪ Há vários registros de que o OWS prejudicou muitos pequenos negócios. Até mesmo vendedores de cachorro-quente e outros trabalhadores que vendem seus serviços em barraquinhas de rua tiveram que abandonar seus negócios porque os ocupantes mijavam e sujavam as barracas e os carrinhos de venda.

▪ Aos 17:12 aparecem vários logos anarquistas e a uma placa dizendo “Marx estava certo”.

▪ É revelado então que vários sindicatos que financiaram a campanha de Obama com milhões de dólares organizaram as passeatas. Essa parte é interessante porque Breitbart mostra e filma o momento em que os organizadores do acampamento destacam um gordão ligado ao sindicato (dá para ver seu crachá) para COLAR nele. Ele então começa a perguntar para as pessoas: “Capitalismo: dedão para cima ou para baixo???”. Quando todos começam a mostrar que são socialistas, o gordão interrompe gritando, dizendo: “Parem!!! Vocês não estão vendo que ele quer pegar vocês???”.

▪ Em seguida, são mostradas várias imagens de destruição e vandalismo promovidos pelos ocupantes. Houve 10 casos de violência sexual e estupro que A MÍDIA NÃO COBRIU. Apenas a Fox News e outros meios imparciais cobriram, mas ninguém viu o vandalismo massivo, o abuso de drogas, a violência contra a propriedade e a agressividade dos participantes contra as pessoas. Pior, quando os organizadores foram perguntados sobre os estupros, eles dizem que têm uma “equipe de segurança que está lidando com essa situação” (isso aos 21:30 minutos de filme). Ou seja: eles não eram só organizados, mas tinham também equipes de segurança interna. Cai por água abaixo a tese de que o movimento era espontâneo.

▪ É revelado que os Anonymous estavam ligados aos protestos tanto no nível de organização quanto de promoção e agressão. Quando algum distrito policial prendia os vândalos, os Anonymous buscavam invadir os sites e intimidar os policiais.

▪ Além dos Anonymous, Jimmy Hoffa Junior mostra apoio ao OWS e a Barack Obama. Hoffa Jr é um sindicalista que ganha US$ 300000 por ano do sindicato pelo qual atua. É mostrado um discurso em que ele diz que colocou Obama no poder e que apoia o OWS.

▪ Aos 39:07 é mostrada a placa mais chocante para mim: “Todos os meus heróis mataram policiais”. Ou seja: a apologia à violência e ao assassinato era aberta entre os manifestantes de esquerda. Houve registros de que jogaram pedras e coquetéis molotov nos policiais.

▪ O Ato 2 do filme começa aos 43:58. O título é: “THE ISSUE IS NEVER THE ISSUE. THE ISSUE IS ALWAYS THE REVOLUTION”.

Ou seja: O assunto nunca é o assunto. O assunto sempre é a revolução.

▪ Nesse ato, o filme mostra que isso já aconteceu antes: o movimento hippie era igualmente violento e subversivo e foi criado apenas para destruir a sociedade capitalista e tirar os EUA dos esforços no Vietnã. Sim, todos sabem que os hippies protestavam contra o apoio norte-americano aos sul-vietnamitas que lutavam contra um regime socialista… mas ninguém nunca viu aqueles vagabundos fazendo protestos contra os assassinatos ocorridos nos países socialistas. NUNCA…

▪ De qualquer forma, a principal diferença entre o movimento hippie e o OWS é que hoje eles tentam omitir ainda mais a meta final: a revolução comunista. Hoje, a mídia tenta confundir as pessoas focando exclusivamente no “assunto”, omitindo qualquer menção ao socialismo e à revolução.

▪ São apresentadas provas de que o OWS foi planejado já no começo de 2011 pelos comunistas do Service Employees International Union (SEIU). Há um audio de março de 2011 em que Stephen Lerner idealiza o OWS, dizendo: “That can upset Wall Street”. Ele também diz que era para ser uma campanha contra a JP Morgan, mas que “na verdade é para tomar o poder de Wall Street”.

▪ Outra líder do movimento, Lisa Fithian, uma anarquista/sindicalista, aparece pregando a promoção de uma revolução no sistema capitalista para os manifestantes. Acontece que Lisa Fithian foi investigada em 2008 por ser amiga de dois esquerdistas que foram presos preparando coquetéis molotov para jogar na polícia em uma manifestação. E ao ser perguntada na TV sobre o assunto, ela apenas defende eles dizendo que tinham bons motivos.

▪ O Ato 3 do filme se chama: Caos Estruturado. Um dos organizadores diz: “Presidente Obama, esse é seu exército. Estamos prontos para marchar”.

▪ É apresentada uma cena em que um jornalista libertário é sistematicamente intimidado pelos protestantes, sendo incapaz de concluir sua reportagem.

▪ O filme termina com várias cenas de violência cometidas pelos ocupantes. Há vários casos de estupro e abuso sexual. Há muita destruição e violência. Há várias cenas que mostram eles destruindo pequenos negócios (o povo). Enfim: essa é a agenda dos Anonymous e da esquerda.”

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