A tática socialista da defesa às minorias

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Isto vem do antigo programa Mídia Sem Máscara, dos anos 90 em uma emissora de Curitiba, e já trazia excelente conteúdo anti-esquerdista.

Neste vídeo, o articulista dá uma explicação lúcida e coerente para a “defesa das minorias” propostas pelos esquerdistas.

Aliás, nada contra a defesa de todos, pois todos são cidadãos, mas a proteção especial às minorias é injustificada, pois se um grupo busca tratamento igualitário (em termos de direitos) não deveria ser paparicado, mas tratado como igual.

Mas exigir coerência de esquerdistas não passa de uma fantasia… Melhor deixar pra lá.

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6 COMMENTS

  1. Luciano, outro vídeo dessa mesma série que é bem interessante:

    http://www.youtube.com/watch?v=FbmDSavTAho

    O mais interessante quando perguntamos se o Brasil é (insira aqui seu “ista” ou “fóbico”) é comparar o que dizem esses grupos de pressão (que basicamente saem de casa com uma tese fechada e só selecionam aquilo da realidade que supostamente corroboraria sua tese) com aquilo que os mais velhos que conhecemos dizem sobre a sociedade brasileira. A diferença é simplesmente abismal entre o que os brasileiros comuns dizem e o que os tais integrantes de grupos de pressão afirmam.
    Temos o Munir Nasser falando essas coisas, e isso tem um tempo. De textos mais atuais, eis que vejo estes dois de Paulo Medeiros Krause, um falando sobre o feminismo e outro mais comprido falando sobre o uso de táticas marxistas para o direito e a tentativa de dizer que o casamento, algo que existe antes mesmo da civilização propriamente dita, seria algo capitalista. Vale a pena ler ambos.

    • Lembrando que essa moça foi contratada justamente por não ter papas na língua.

      Quando ela tem uma opinião forte, vai até o fim por ela.

      Foi exatamente isso que a alçou à fama quando fez comentários bastante lúcidos a respeito do Carnaval e acabou sendo contratada.

      Mas é aquela coisa,atualmente querem que o jornalista seja um robô, e quando for emitir opinião, tem que agradar à todos, absolutamente todos.

      Se não for à favor da agenda globalista, é carta fora do baralho.

  2. Privilégios para as minorias e relho no lombo das maiorias:

    http://noticias.gospelmais.com.br/professor-alunos-pisarem-nome-jesus-jovem-recusa-51820.html

    Professor manda alunos pisarem sobre o nome de Jesus; Jovem se recusa e é suspenso

    Publicado por Tiago Chagas em 25 de março de 2013

    Um professor universitário sugeriu a seus alunos que escrevessem o nome “Jesus” num pedaço de papel e pisassem sobre ele, como parte de um exercício sobre debates durante uma aula de Comunicação Intercultural.

    Entretanto, um dos alunos se recusou a fazer o que havia sido pedido pelo professor e foi suspenso pela direção da Florida Atlantic University.

    O estudante que se recusou a pisar no nome de Jesus é um mórmon, e disse que se sentiu desrespeitado: “Eu não vou ficar sentado em uma classe para ter meus direitos religiosos profanados, e como eu estou sendo punido, vejo realmente dessa forma”, disse Ryan Rotela.

    Já o professor Deandre Poole alegou que estava tentando ensinar aos alunos uma “lição de debate”, e que isso seria uma forma de forçar os alunos a enxergarem outras perspectivas.

    A diretora da universidade afirmou à Fox News que “como em qualquer lição acadêmica, o exercício foi feito para incentivar os alunos a ver as questões a partir de muitas perspectivas, em relação direta com os objetivos do curso”, e que “apesar de, por vezes, os temas discutidos podem ser sensíveis, um ambiente universitário é um espaço para diálogo e debate”, afirmou Noemi Marin.

    Suspenso, Rotela no entanto se mantém criticando a iniciativa: “Eu disse para o professor: ‘com todo o respeito à sua autoridade como professor, eu não acredito que o que você nos disse para fazer seja apropriado. Eu acredito que foi pouco profissional e eu estava profundamente ofendido com o que você me disse para fazer’”, revelou o estudante.

    A universidade e o professor Poole defendem-se ainda citando que o exercício é proposto pelo material didático usado nas aulas, e faz parte do livro “Comunicação Intercultural: Uma Abordagem Contextual. Edição 5″, que trata o exercício como o princípio de uma discussão: “Peça aos alunos para se levantar e colocar o papel no chão, na frente deles com o nome Jesus para cima. Peça aos alunos para pensar sobre isso por um momento. Depois de um breve período de silêncio instrua-os para a etapa no papel. Maioria hesitará. Pergunte por que eles não podem pisar no papel e discuta a importância dos símbolos na cultura”, diz o texto.

    Paul Kengor, diretor executivo do Centro para a Visão e Valores afirmou que essa lição é um exemplo direto de como a sociedade secular tem o cristianismo como um alvo: “Estes são os novos discípulos seculares da ‘diversidade’ e ‘tolerância’- jargões vazios que fazem os liberais e progressistas se sentirem bem, enquanto eles muitas vezes se recusam a tolerar e às vezes até tomar de assalto as crenças cristãs tradicionais e conservadoras”, criticou.

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