Goleiro do Botafogo pode ser punido… por cortar o cabelo no formato de um símbolo religioso

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Fonte: Esporte IG

A polêmica sobre o corte de cabelo de Jefferson ainda repercute em General Severiano. Diante das possíveis punições que chegaram a ser cogitadas ao goleiro do Botafogo, o camisa 1 afirmou que não mudará o visual para a decisão da Taça Guanabara, no próximo domingo. Jefferson disse que não é a primeira vez que usa o corte e ainda ressaltou fatos mais polêmicos que não são criticados.

“Vou deixar como está. Não estou prejudicando ninguém. Exageraram. Eu já tinha feito isso em outros jogos e não falaram nada. Esse é o símbolo dos Atletas de Cristo, nos identificamos com isso. Cada um expressa a fé como quiser. Não quis polemizar nada. Tem gente que comemora gol com gesto de arma e ninguém fala nada”, disse.

A polêmica sobre o corte de cabelo de Jefferson vem criando maiores proporções desde a última segunda-feira, quando o Tribunal de Justiça Desportiva chegou a dizer que analisaria as imagens do goleiro durante o jogo, admitindo a hipótese de uma punição. Fato que foi minimizado pelo goleiro alvinegro.

“Aqui no Botafogo, eu já venci careca, com estrela, não programo isso. Fiz contra Bangu, Madureira e não preciso disso. Sei do potencial. Ele não está no meu corte de cabelo, nem a minha fé”, concluiu.

Meus comentários

Só falta os humanistas gritarem: “Não pode ter símbolo religioso no cabelo, pois o estado é laico”.

Ué, aboliram o direito de propriedade agora e não me avisaram? Segundo a lógica deste pessoal, o cabelo de Jefferson seria propriedade do estado? Como se vê, não há limites para o absolutismo humanista.

A partir de agora, é só ler as notícias, e achar as evidências diárias de que a religião política é a coisa mais totalitária que já surgiu sobre a face da Terra. Não perdoarem nem o cabelo de Jefferson foi o fim da picada…

Outro ponto: se fosse um símbolo gay, ou um símbolo marxista, poderia estar no cabelo? Alguns esquerdistas poderão argumentar dizendo que “não é preconceito, pois está na regra”. Mas quem fez a regra?

O que motiva a criação de uma regra para proibir símbolos religiosos no cabelo de um jogador, mas não outros símbolos?

Quer dizer, se os humanistas tentarem se defender nessa, os questionamentos que podem surgir daí podem complicá-los definitivamente em termos morais.

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