Assistam até o final deste vídeo do vblog Diário de uma Negra, em apoio a Marco Feliciano, mas também com um alerta importantíssimo

5
73


@

O que é mais interessante no vídeo acima é que não apenas ela defende o direito à liberdade de expressão de Marco Feliciano e dos cristãos, como também nos aponta o gravíssimo risco que TODOS correm (e não apenas cristãos) se esta postura abjeta dos radicais anti-religiosos gerar o resultado que estes radicais querem.

A luta pela liberdade de expressão não é pelo agora, mas pelo futuro nosso, e de todos aqueles com quem nos importamos.  É preciso dizer ao maior número possível de pessoas a gravidade do que está acontecendo.

Para maiores detalhes, vejam o vídeo!

Anúncios

5 COMMENTS

  1. O Sakamoto estava quietinho recentemente sobre o assunto, mas acabou de se pronunciar, obviamente usando aqueles clichês que conhecemos, como o de que minoritários seriam cidadãos de segunda classe em um Brasil que não tem políticas oficiais de restrição.
    Observe-se que ele está fazendo projeção de um futuro supostamente certo no qual Marco Feliciano estaria fora da CDH (“Mas essa articulação e mobilização popular bem que poderiam se manter após esse embrólio com o meninão se resolver…”), bem como apologiza a claque que se forma para impedir a expressão de pontos de vista que não agradem a líderes marxistas-humanistas-neoateístas (“Usar toda esse pessoal em rede e com boa vontade para monitorar de perto outras ameaças em curso no Congresso Nacional…”). Já que ele fala de garantir liberdades individuais, onde está a garantia da liberdade individual de quem discorda das agendas MHNs?

    Observe-se uma senha que o artigo deixa: “a queda de Feliciano não pode ser a linha de chegada. Tem que ser apenas o começo”. Começo de quê? A resposta do articulista: “Pelo menos enquanto gays, lésbicas, transsexuais, mulheres, negros, indígenas, ribeirinhos, caiçaras, quilombolas, sem-terra, sem-teto, adeptos de religiões afro-brasileiras e a ralé pobre que trabalha para comer continuarem com migalhas, enquanto os homens, brancos, heterossexuais, tementes a Deus rirem com a boca cheia de pão”. Com certeza o pessoal aqui da ala dos que “riem com a boca cheia de pão” (que faria parte de uma misteriosa sociedade secreta que combina todo santo dia como sacanear os que trabalham para comer e continuam com migalhas, fora projetarmos um incrível raio hipnótico que faz pessoas boas agirem de maneira má) está pensando que vantagem eles possuem que, por exemplo, o Joaquim Barbosa não possui. Poderíamos inclusive acusar o Sakamoto de excluir gente da conta, pois não incluiu pessoas de sobrenome do mesmo idioma do dele em quaisquer das pontas. Podemos dizer que os brasileiros de ancestralidade nipônica trabalham para comer e só ficam com migalhas ou quando riem com a boca cheia, o fazem com ela cheia de arroz, pratos feitos com algas e peixe, missoshiro e outros? Ao que me consta, nisseis, sanseis e gerações subsequentes trabalham e, na hora do almoço, comem o mesmo que outros brasileiros, por vezes indo junto com eles a algum restaurante por quilo ou a la carte.
    E se é só o começo, o fim seria qual? Uma democracia na qual todos têm liberdade de expressão inclusive para opiniões contrárias ao marxismo-humanismo-neoateísmo e sem que sofram represálias por isso ou um regime de força (mesmo que disfarçado) no qual não se possa expressar aquilo que Narciso acha feio porque não é espelho? Se for pelo que estou vendo do texto, ele diz que a permanência de Feliciano na CDH “não apenas coloca em risco o trâmite de projetos importantes que ajudariam a garantir a dignidade de grupos que são tratados como cidadãos de segunda classe como também é uma piada de mau gosto à história das conquistas sociais no país”. Vou então perguntar como presidências anteriores da comissão garantiram a dignidade dos contaminados por chumbo em Santo Amaro da Purificação, pois estes agradeceram por terem sido ouvidos por Feliciano e com certeza estão vivendo como cidadãos de segunda classe, até porque não têm a mesma força e condição física de pessoas que não estejam sofrendo os efeitos de metal tão pesado.

    Diz ele que a história de Feliciano permitirá que no futuro se use “toda (sic) esse pessoal em rede e com boa vontade para monitorar de perto outras ameaças em curso no Congresso Nacional”. De que forma fariam isso? O dia tem 24 horas e a maioria das pessoas não têm tempo para ficar vendo tudo. Tenho cá minha impressão de que cairíamos naquele esquema de:

    1) Alguém que trabalhe para algum beneficiário vê que surgiu alguém que possa impedir que o beneficiário siga se beneficiando;

    2) Espalha nas redes sociais que o tal obstáculo seria um monstro, por vezes manobrando os fatos para que eles corroborem a tal visão de ser um cavaleiro do Apocalipse (mesmo que a íntegra dos fatos mostre que o tal “monstro” na prática possa até mesmo ter a nobreza de um cavaleiro templário);

    3) Pessoas incautas que pegam o bonde andando reproduzem a visão de que o inimigo do beneficiário seria o tal monstro que o beneficiário quer que seja, sem notar que estão apenas reproduzindo a visão que o funcionário do beneficiário espalhou e sequer dando atenção ao resto;

    4) Como há clima de censura informal e que até dispensa uma censura oficial, quem discorda disso não pode falar muito abertamente, pois sabe que se disser, será perseguido por subclaques e poderá ter sua vida prejudicada por causa de sua discordância;

    5) Acaba por se multiplicar a versão que o beneficiário quer, justamente pelo clima que conseguiram criar.

    Assim sendo, é muito mais fácil que militantes profissionais sejam aqueles que monitorem de perto e mais fácil ainda sejam deputados contrários a posicionamentos que não sejam MHNs os que digam o que é ou não uma ameaça em curso no Congresso Nacional. E mais fácil ainda é que tenhamos tropas de choque cibernéticas dizendo o que seria ou não problema para o país.
    Observe-se também o tom de ameaça do texto em questão, em que se ressuscita o fantasma do regime militar e cria-se o fantasma da teocracia (“pelo menos enquanto o Brasil não for de Cristo”). O blogueiro aqui refere-se a Jair Bolsonaro e Marco Feliciano, e pergunto se eles, legitimamente eleitos, não têm o direito de representar anseios de certa parte da população que os considerou. E já que se falou que eles mantêm reservas de votos suficientes para eleger, não devemos esquecer que esses votos são remanejados para eleger outros, devido ao sistema brasileiro de eleições proporcionais, que desconsidera que o voto dado a uma pessoa deva ficar exclusivamente com essa pessoa e pode inclusive eleger gente de visão complemente oposta, desde que no mesmo partido ou coligação.

    No caso dessa moça, acaba por se criar um obstáculo, pois não poderão acusá-la de racista. No máximo irão acusá-la de alguém sem esclarecimento por ser evangélica, ainda mais que ela não é alguém famosa e de influência (se fosse, iriam chamá-la de traidora). Porém, ainda assim ela seria alguém que poderia ser vítima de claque, uma vez que defende o direito da expressão até daqueles que desagradam os beneficiários.

  2. Mais apoio a Marco Feliciano, desta vez vindo de uma católica:

    http://www.youtube.com/watch?v=i5HT_Y8B5eg

    O interessante da coisa é ver uma defesa ao pastor em questão de um jeito que não poderia ser mais tipicamente brasileiro, que é com aquela descontração tanto no vocabulário quanto no tom de voz, o que de alguma forma simboliza que estamos tendo uma influência da coisa para além do ambiente evangélico ou mesmo religioso (vide o dono deste blog apoiando, sendo que ele é ateu).
    Não devemos esquecer que a maioria dos brasileiros é católica e a dinâmica normal dos católicos é a de esperar um pouco mais do que os evangélicos (o tal lance que falo de os evangélicos “voarem por baixo do radar” aproveitando-se que a Igreja Católica é bem maior que o conjunto de igrejas pós-Reforma e suporta bem os impactos), mas sempre fica aquele lance de agir como um elefante que poderia até tolerar animais bem menores que ele por perto, mas sai de baixo quando este vê que os mesmos passaram de um determinado limite. Por ora são os católicos comuns que estão se movimentando, e isso pode significar uma reação maior nos próximos tempos (vamos lembrar que a reação naturalmente seria mais lenta, por dizer respeito a algo que não está inserido no âmbito católico, mas no protestante, o que naturalmente significaria ser razoável esperar pelo transbordo).

    Volto a bater na mesma tecla: estamos vendo surgir uma consciência antimarxista-humanista-neoateísta neste país, e que já possui alguma capacidade de resposta imediata. E fico com aquela impressão de já estar se criando a tal “engenharia reversa do gramscismo”, que pode estar surgindo de maneira independente no ambiente evangélico (a tal suspeita do que vejo praticarem Malafaia e Feliciano, ainda que por vias independentes cada um) e a tal suspeita em relação aos atos do papa Francisco (principalmente quando ainda era Jorge Bergoglio na Argentina e, conservadorzão de tudo, é amado pelos pobres de lá e mostra que conservar não é carrancar).

    • Cidadão…sua visão sobre o ‘gramscismo reverso” não está errada. E vou ainda mais longe….ele ocorre de maneira NATURAL e independente, em indíviduos que mantém uma postura “bereana” em todos os sentidos da vivência humana. Bereanos pra quem não conhecem, além de tomé, são os céticos a respeito de tudo que ouviam, e buscavam provas além da palavra.

      Eu pessoalmente fui criado em meio evangélico (protestante), depois parti para as artes, depois para as ciências, depois parti para filosofia. E foi somente a minha criação, e a compreensão das coisas que aprendi, que não fui contaminado pela ideologia ocultista e satanica.

      Malafaia principalmente, demonstra claramente conhecimentos que vão além do cunho bíblico. É uma cultura multidisciplinar de conhecimentos, que por fim intervém na identificação dos diversos discursos ideologicos quanto à verdadeira motivação por trás de tais discursos.

      O luciano tem como intenção de proposta o neo-iluminismo….eu sempre parti de uma proposta neo-renascentista e solitária, de que o homem deve descobrir e deve investigar, e pra isso é necessária a abordagem de diversos campos do conhecimento. Isso vem é claro, para quebrar a idéia de que o religioso é um ser obtuso em termos de conhecimentos ‘mundanos’, e também para demonstrar que o conhecimento secular e concepções religiosas não apenasm co-existem, mas por diversas vezes, se completam.

      A consciência a qual você se refere, já existe a muito…..o que é necessário é uma organização enquanto uma posição ativa, ou seja…..é necessário ações em massa (mesmo que descentralizadas) que demonstrem e aplique o gramscismo reverso.

Deixe uma resposta