Agora sim… entrevista do deputado Marco Feliciano ao Portal UOL

6
56

@

Agora sim uma entrevista do Marco Feliciano, diferentemente daquela palhaçada ocorrida no programa Agora é Tarde, com Danilo Gentili.

Claro que ele derrapa ao puxar o saco de Dilma a certo momento, mas no geral a assertividade em suas respostas me surpreendeu positivamente, principalmente em comparação com sua atuação murcha no programa de Gentili.

Lá pelas tantas ele cita Olavo de Carvalho, o que significa que está ouvindo conselhos de alguém que entende de estratégia política, e isso é bom sinal.

A resposta aos radicais de esquerda deve ser assertiva, e nesse ponto sinto que Feliciano está evoluindo.

Em tempo, segue um outro vídeo bem interessante de um cantor evangélico, Irmão Lázaro, que discorda de Marco Feliciano, em uma abordagem muito bem humorada e espirituosa. (Indicação do leitor Pecador)


@
É, meus amigos, as regras estão ficando cada vez mais claras.

Os motivos para apoiar Feliciano são muitos. No caso do Irmão Lázaro, que é evangélico mas discorda de Feliciano, o motivo envolve lutar contra os inimigos da religião. No meu caso, que sou ateu, e portanto discordo ainda mais de Feliciano, a questão envolve o direito à liberdade de expressão.

Os radicais de Jean Wyllys e seus apoiadores, inimigos de Feliciano, são na verdade inimigos da liberdade. Portanto, eu jamais me aliaria com uma turma de totalitários.

Anúncios

6 COMMENTS

  1. Continuando o noticiário sobre Marco Feliciano e entorno, seguem algumas:

    1) Mais uma suspeita de engenharia reversa do gramscismo atuando e deixando marxistas-humanistas-neoateístas em sinuca de bico: a CDH aprovou moção de repúdio por homofobia contra… Nicolás Maduro, por este ter insinuado que a solteirice de seu adversário Capriles seria devida a suposta prática homossexual. O autor é João Campos (PSDB-GO), que é evangélico. Como sabemos bem, a claque anti-Feliciano é composta por muitos funcionários de deputados do PT e PSOL, bem como sabemos que João Santana, marqueteiro de Maduro, também faz campanhas petistas e já usou estratégia parecida na campanha para a prefeitura paulistana em 2008, mas envolvendo Kassab. Pelo que se diz até agora, nenhum petista ou pessolista manifestou-se contrário ou favorável à moção aprovada contra o herdeiro do chavismo, até porque seria abrir fogo amigo contra alguém que, pensando no lado PT da coisa, recebeu apoio de Lula nas eleições em curso na Venezuela;

    2) Reinaldo Azevedo fala sobre a decisão de as reuniões da CDH serem a portas fechadas e só com imprensa acompanhando, bem como mostra que há funcionários de gabinetes de deputados de PT, PSOL e PV engrossando as manifestações;

    3) Outra de Reinaldo, desta vez falando de Daniela Mercury assumindo homossexualidade e falando “fora Feliciano”: discordo dele ao dizer que “esposo” e “esposa” seria ofensivo e que “marido” e “mulher” seriam o (politicamente?) correto, até porque uma mulher é mulher desde que nasce e ser esposa é apenas um papel que ela passa a assumir assim que diz “sim” à pergunta. Logo, se um homem assume o papel de marido, por que uma mulher não pode assumir o papel de esposa sem que tenhamos gente reclamando disso?
    Aliás, não deixa de ser interessante nesta notícia notar que a implicância com o termo “esposa” não deixa de ter embutido um certo componente de querer remodelar o mundo em nome de um suposto bem, e quando vemos isso acontecer em redações jornalísticas, fica pior ainda e cai no tal opinionismo que tanto uma redação não pode ter. Se Daniela Mercury chama sua parceira de “esposa”, problema exclusivo dela. E se Reinaldo acha engraçado esse termo e pergunta sobre quem consegue se deitar com uma “esposa” em vez de uma “mulher”, poderíamos sossegadamente perguntar se poderíamos considerar na conta alguém que não mais pratica sexo com sua esposa, mas o faz com uma “mulher” (que pode ser aquela de vida fácil).

    Diz Reinaldo que o uso do termo “esposa” seria uma das coisas cafonas e retrôs do progressismo brasileiro, mas, como já disse antes, só acha ofensivo isso quem foi condicionado a achar que uma mulher ao casar continua sendo mulher e que “mulher” passa a ser um papel que essa mulher passa a desempenhar, sendo que mulher ela o é desde nascida. Se um homem pode ser “marido”, por que uma mulher não pode ser “esposa”? Aliás, nesse ponto é que considero que os jornalistas estão sendo cafonas e retrôs, pois usam uma etimologia há muito abandonada, que é a de “prometida”. Logo, podemos considerar que ao quererem impor “mulher” no lugar de “esposa”, estão sim querendo dar uma de Derrida para cima do povo e querer criar sensibilidade artificial histérica.
    Porém, vamos à parte que interessa, que é a de que estão querendo obrigar a que os homossexuais comuns odeiem Marco Feliciano quase como se fosse aqueles dois minutos de ódio em “1984”. Estão querendo criar reflexo condicionado nessas pessoas e isso não deixa de lembrar que o próprio Lenin procurou Pavlov para ver se seria possível que massas agissem tal qual aquele cachorro que salivava ao ouvir uma sineta.

    • O caso da CDH foi de movimento especular (reversão) irrefutável.
      Quem sabe, casos assim (usar o veneno esquerdista contra a serpente vermelha) se tornam mais frequentes!

Deixe uma resposta